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	<title>Alceu Moreira &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Alceu Moreira &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>FPA debate integração entre crédito e seguro para fortalecer resiliência do agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 21:41:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A integração entre crédito, seguro rural e gestão de riscos precisa estar no centro da construção de uma política capaz de dar segurança ao produtor e sustentabilidade ao financiamento do agro brasileiro. A avaliação marcou o encontro “Crédito, seguro e resiliência no campo: construindo os próximos 20 anos”, realizado nesta quinta-feira (3), durante a Expointer [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/09/03/fpa-debate-integracao-entre-credito-e-seguro-para-fortalecer-resiliencia-do-agro/">FPA debate integração entre crédito e seguro para fortalecer resiliência do agro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A integração entre crédito, seguro rural e gestão de riscos precisa estar no centro da construção de uma política capaz de dar segurança ao produtor e sustentabilidade ao financiamento do agro brasileiro. A avaliação marcou o encontro “Crédito, seguro e resiliência no campo: construindo os próximos 20 anos”, realizado nesta quinta-feira (3), durante a Expointer 2026, na Casa do Cooperativismo do Sistema Ocergs, em Esteio (RS).</p>
<p>Promovido pelo Instituto Pensar Agro (IPA), o debate reuniu parlamentares, autoridades e especialistas dos setores público, financeiro, securitário e cooperativista. Ao longo dos dois painéis, houve convergência sobre a necessidade de superar o atual modelo, no qual crédito e seguro ainda são tratados como instrumentos separados.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-33002 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/Pedro-Lupion-evento.jpg" alt="" width="349" height="207" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/Pedro-Lupion-evento.jpg 633w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/Pedro-Lupion-evento-300x178.jpg 300w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" />O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395" target="_blank" rel="noopener">Pedro Lupion</a> (Republicanos-PR), destacou que o Congresso Nacional tem avançado na construção de alternativas para modernizar o sistema de proteção da produção rural.</p>
<p>Segundo Lupion, o desafio é estruturar uma modalidade de seguro agrícola compatível com a dimensão e a importância da produção brasileira, reduzindo a dependência de medidas emergenciais sempre que eventos climáticos provocam perdas generalizadas.</p>
<p>Em mensagem exibida durante o encontro, a senadora <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736" target="_blank" rel="noopener">Tereza Cristina</a> (PP-MS) defendeu um modelo que proteja o produtor não apenas contra eventos climáticos, mas também diante da perda de renda. A parlamentar apontou ainda a necessidade de um fundo de catástrofe formado por recursos da União, dos estados e dos próprios produtores.</p>
<p>A presidente executiva da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e presidente do IPA, Tânia Zanella, ressaltou que os eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos, especialmente no Rio Grande do Sul, demonstraram que a gestão de risco passou a ser uma condição para a permanência do produtor na atividade.</p>
<p>A CEO da Meridiana, Mônica Sodré, apontou três pontos considerados fundamentais na implementação e regulamentação do novo marco do seguro rural: a criação do fundo de cobertura suplementar, a integração efetiva entre crédito e seguro e a implantação de uma infraestrutura nacional de dados.</p>
<p>“O Brasil hoje já opera numa lógica socorrista e imediatista. O que a gente precisa mudar é para uma lógica de previsibilidade que garanta também previsibilidade ao produtor”, afirmou.</p>
<figure id="attachment_33001" aria-describedby="caption-attachment-33001" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-33001" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-1024x682.jpeg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24-1140x760.jpeg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-18.20.24.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-33001" class="wp-caption-text">Foto/divulgação: Meridiana</figcaption></figure>
<h2>Crédito rural precisa acompanhar transformação do agro</h2>
<p>No painel “O agro mudou. O crédito mudou?”, o representante do Banco Central Cláudio Filgueiras defendeu uma recalibragem das fontes de financiamento do crédito rural e uma revisão da proporção dos recursos públicos destinados à equalização das taxas de juros e à subvenção do seguro.</p>
<p>Filgueiras lembrou que o Brasil destina atualmente entre R$ 18 bilhões e R$ 20 bilhões por safra à equalização de juros, enquanto aproximadamente R$ 1 bilhão é aplicado no seguro rural. Para ele, situações como a enfrentada pelo Rio Grande do Sul mostram que, em cenários de perdas expressivas, o seguro pode ser mais determinante para a sobrevivência econômica do produtor do que a contratação de novo crédito.</p>
<p>O representante do Banco Central também ressaltou que o atual nível de endividamento do setor não será solucionado apenas com a oferta de novas operações de financiamento.</p>
<p>Manoel Queiroz, da MAPA Capital, observou que a necessidade de financiamento da agropecuária brasileira supera várias vezes o volume disponibilizado pelo Plano Safra. Segundo ele, a agricultura empresarial dependerá cada vez mais da entrada de capital privado.</p>
<p>Para Queiroz, a aplicação de recursos públicos na subvenção do seguro pode apresentar maior eficiência do que a própria subvenção do crédito. O especialista também ressaltou a necessidade de melhorar a gestão financeira, a governança e a capacidade de gerenciamento de risco dos produtores para ampliar o acesso ao mercado de capitais.</p>
<p>Nesse processo, destacou o papel estratégico das cooperativas na conexão dos médios e pequenos produtores com novas fontes de financiamento.</p>
<h2>Seguro rural precisa ganhar escala</h2>
<p>No painel “O seguro que o Brasil precisará em 2045”, Vitor Ozaki, da Picsel, apresentou a evolução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).</p>
<p>O programa alcançou aproximadamente 214 mil apólices em 2021, quando recebeu orçamento de R$ 1,2 bilhão. Em 2025, o número caiu para cerca de 61 mil apólices, após uma redução expressiva dos recursos disponíveis para a política.</p>
<p>Ozaki destacou pontos do PL 2951 considerados fundamentais para recuperar a previsibilidade do sistema, entre eles a garantia da execução dos recursos orçamentários dentro do próprio exercício, a modernização da governança do fundo de amparo e o reconhecimento do seguro como instrumento de garantia das operações de crédito.</p>
<p>Cátia Rucco, da Swiss Re Corporate Solutions, defendeu que o seguro passe a integrar diretamente a análise para concessão de crédito. Na avaliação dela, produtores segurados poderiam ter tratamento diferenciado em critérios como taxas e prazos.</p>
<p>Rucco também apontou a necessidade de desenvolver no Brasil uma proteção em diferentes camadas contra riscos sistêmicos, combinando participação do mercado segurador e ressegurador, da União e do mercado de capitais.</p>
<p>Gláucio Toyama, do IRB(Re), chamou atenção para a diferença de escala entre o mercado brasileiro e os principais mercados internacionais de seguro agrícola. Enquanto o Brasil movimenta cerca de US$ 200 milhões em prêmios, países como Estados Unidos e China possuem mercados na casa das dezenas de bilhões de dólares.</p>
<p>Segundo Toyama, a falta de previsibilidade da subvenção pode comprometer inclusive a estrutura técnica desenvolvida pelo setor segurador brasileiro nas últimas duas décadas.</p>
<h2>Rio Grande do Sul expõe urgência de novo modelo</h2>
<p>O secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, afirmou que a situação enfrentada pelos produtores gaúchos é uma demonstração concreta dos efeitos provocados pela combinação entre endividamento e baixa cobertura do seguro rural.</p>
<p>Madalena também defendeu maior participação do mercado de capitais no financiamento da produção.</p>
<p>O deputado federal <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559" target="_blank" rel="noopener">Alceu Moreira</a> (MDB-RS), coordenador institucional da FPA, apresentou três pilares da proposta construída em conjunto com a senadora Tereza Cristina e a Frente Parlamentar da Agropecuária: uma plataforma de informações sobre o produtor inspirada no modelo de cadastro positivo, a ampliação do financiamento por meio de instrumentos do mercado de capitais e um novo sistema de seguro sustentado por um fundo abastecido por diferentes fontes.</p>
<p>Para Alceu Moreira, a construção de um novo modelo de financiamento também precisa considerar gargalos estruturais que interferem diretamente na competitividade do agro brasileiro, entre eles logística e custo do capital.</p>
<p>Ao final do encontro, o vice-presidente da Federarroz, Luiz Carlos Machado, entregou ao deputado uma moção aprovada pela Câmara Setorial do Arroz solicitando o desbloqueio dos recursos destinados à subvenção do seguro rural.</p>
<p>O encontro foi realizado pelo Instituto Pensar Agro, com apoio da Meridiana, do Simers e do Sistema Ocergs.</p>
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		<title>Bioenergia coloca o agro no centro da transição energética brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioenergia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A bioenergia ganhou novo impulso no Congresso Nacional. Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) têm atuado para ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética, fortalecer o biometano e preservar políticas como o RenovaBio, consideradas estratégicas para reduzir emissões e aumentar a segurança energética do país. A agenda inclui medidas aprovadas pelo Conselho Nacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A bioenergia ganhou novo impulso no Congresso Nacional. Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) têm atuado para ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética, fortalecer o biometano e preservar políticas como o RenovaBio, consideradas estratégicas para reduzir emissões e aumentar a segurança energética do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A agenda inclui medidas aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), como o fortalecimento do Selo Biocombustível Social e a definição de metas para o uso do biometano. Também reúne iniciativas legislativas para dar previsibilidade ao RenovaBio, garantir segurança jurídica aos investimentos em agroenergia e assegurar a continuidade do aumento gradual da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para integrantes da FPA, a capacidade de produzir alimentos e energia renovável de forma integrada coloca o setor agropecuário no centro da transição energética brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), destaca que o avanço dos biocombustíveis mostra que sustentabilidade e competitividade podem caminhar juntas. &#8220;O agro brasileiro já é protagonista da agenda climática. Produzimos alimentos, fibras e energia renovável. Investir em biocombustíveis significa fortalecer nossa segurança energética, gerar empregos e reduzir emissões sem abrir mão da produção.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vice-presidente da FPA na Câmara e presidente da Comissão Especial da Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) afirma que o país reúne condições para liderar esse processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O Brasil não precisa escolher entre produzir alimentos ou energia. Nossa vantagem competitiva está justamente em fazer as duas coisas de forma sustentável. O biodiesel, o etanol e o biometano demonstram que o agro é parte da solução para a transição energética.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Jardim, as resoluções aprovadas pelo CNPE representam avanços ao fortalecer o Selo Biocombustível Social e estabelecer as primeiras metas para o uso do biometano. &#8220;Estamos consolidando uma política energética baseada em combustíveis renováveis produzidos no campo, com inclusão da agricultura familiar, previsibilidade regulatória e redução das emissões.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32616 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Tereza-Cristina-300x200.jpg" alt="Tereza Cristina" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Tereza-Cristina-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Tereza-Cristina.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), ressalta que o Brasil possui vantagens naturais e produtivas que poucos concorrentes conseguem reproduzir. &#8220;Enquanto muitos países ainda discutem como fazer a transição energética, o Brasil já apresenta resultados concretos. Temos tecnologia, biomassa, produtores eficientes e uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Coordenador de Bioenergia da FPA, o senador Efraim Filho (União-PB) destaca que o RenovaBio se consolidou como uma referência internacional. &#8220;O RenovaBio transformou eficiência ambiental em valor econômico. O programa remunera quem produz melhor, incentiva inovação tecnológica e fortalece toda a cadeia dos biocombustíveis.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32826 size-medium alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-20-at-17.23.25-300x184.jpeg" alt="" width="300" height="184" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-20-at-17.23.25-300x184.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-20-at-17.23.25.jpeg 584w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Segundo o senador, a inclusão dos produtores independentes no acesso às receitas geradas pelos Créditos de Descarbonização (CBIOs) ampliou os benefícios da política. &#8220;Foi uma conquista importante porque permitiu que quem está na base da produção também participe dessa nova economia de baixo carbono.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Fernando Farias (MDB-AL) avalia que o RenovaBio consolidou um modelo de descarbonização reconhecido internacionalmente. &#8220;O RenovaBio mostrou que é possível reduzir emissões preservando competitividade. É uma política que une segurança jurídica, previsibilidade e compromisso ambiental.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32779 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Ze-Vitor-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Ze-Vitor-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Ze-Vitor-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Ze-Vitor-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Ze-Vitor.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Coordenador político da FPA, o deputado Zé Vitor (PL-MG) afirma que os biocombustíveis se tornaram um dos principais ativos brasileiros nas negociações internacionais. &#8220;O etanol e o biodiesel passaram a ser o cartão de visitas do Brasil quando o assunto é transição energética. Poucos países conseguem apresentar resultados tão consistentes.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), relatora do Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), destaca o potencial da agroenergia para gerar desenvolvimento regional. &#8220;Cada avanço nos biocombustíveis significa mais renda no campo, mais empregos, mais investimento e mais sustentabilidade para milhares de municípios brasileiros.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Presidente da Frente Parlamentar do Biodiesel, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) avalia que a agroenergia se consolidou como uma política pública de longo prazo. &#8220;O Brasil construiu uma economia circular baseada na produção agrícola. O biocombustível nasce no campo, gera renda, reduz emissões e chega aos mercados internacionais como um produto de alto valor agregado.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vice-presidente de Política da Frente Parlamentar do Biodiesel, o deputado Daniel Agrobom (PL-GO) defende a continuidade do aumento gradual da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel. &#8220;O biodiesel fortalece nossa independência energética, reduz importações de diesel, movimenta a agricultura e gera desenvolvimento para todas as regiões produtoras.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Tião Medeiros (PP-PR) afirma que o avanço da bioenergia demonstra a capacidade de inovação do setor agropecuário brasileiro. &#8220;A agricultura brasileira deixou de ser apenas fornecedora de alimentos. Hoje ela também fornece energia limpa, impulsiona novas tecnologias e contribui diretamente para a agenda global do clima.&#8221;</span></p>
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		<title>Produtos artesanais: menos burocracia para abrir mercados aos pequenos produtores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Agrobom]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[José Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitos anos, pequenos produtores rurais enfrentaram dificuldades para comercializar alimentos artesanais além das fronteiras de seus municípios ou estados. Embora produzissem alimentos reconhecidos pela qualidade, tradição e identidade regional, como queijos, mel, embutidos, pescados e derivados lácteos, estavam submetidos a regras sanitárias estruturadas, em grande parte, para estabelecimentos de escala industrial. Nos últimos anos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/30/produtos-artesanais-menos-burocracia-para-abrir-mercados-aos-pequenos-produtores/">Produtos artesanais: menos burocracia para abrir mercados aos pequenos produtores</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Por muitos anos, pequenos produtores rurais enfrentaram dificuldades para comercializar alimentos artesanais além das fronteiras de seus municípios ou estados. Embora produzissem alimentos reconhecidos pela qualidade, tradição e identidade regional, como queijos, mel, embutidos, pescados e derivados lácteos, estavam submetidos a regras sanitárias estruturadas, em grande parte, para estabelecimentos de escala industrial.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Nos últimos anos, esse cenário começou a mudar. A partir de iniciativas legislativas defendidas pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o Congresso Nacional avançou na construção de regras compatíveis com as características da produção artesanal, com redução da burocracia, ampliação dos mercados e manutenção dos controles de qualidade e segurança sanitária.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Selo Arte abriu o mercado nacional</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32338 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Um dos principais marcos dessa transformação foi a Lei nº 13.680/2018, originada de projeto do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871?ano=2025">Evair de Melo</a> (Republicanos-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA. A norma criou o Selo Arte e permitiu a comercialização interestadual de produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma artesanal, desde que submetidos à fiscalização sanitária oficial. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A legislação determinou que as exigências para o registro dos estabelecimentos e dos produtos fossem simplificadas e adequadas às dimensões e às finalidades de cada empreendimento. Também estabeleceu que a inspeção e a fiscalização dos produtos com o Selo Arte tivessem natureza prioritariamente orientadora.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Antes da medida, muitos produtores ficavam impedidos de vender seus alimentos fora do estado de origem, mesmo quando atendiam às exigências sanitárias locais. Na prática, a restrição limitava o crescimento dos pequenos negócios e dificultava o acesso dos consumidores a produtos tradicionais de diferentes regiões do país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A regulamentação foi aperfeiçoada pelo Decreto nº 11.099/2022, que autorizou órgãos federais, estaduais, municipais e distritais de agricultura e pecuária a conceder o Selo Arte. O decreto também reforçou que as exigências devem ser simplificadas e proporcionais ao tamanho e à finalidade do empreendimento.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Queijos artesanais conquistam legislação própria</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Outro avanço importante ocorreu com a aprovação da Lei nº 13.860/2019, de autoria dos deputados<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"> Zé Silva (União-MG</a>), integrante da FPA, e<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"> Alceu Moreira (MDB-RS),</a> coordenador Institucional da bancada. A norma estabeleceu regras específicas para a elaboração e a comercialização de queijos artesanais, inclusive os produzidos a partir de leite cru. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lei reconheceu as particularidades dos métodos tradicionais de produção, determinou a simplificação dos procedimentos de controle, fiscalização e rastreabilidade para os pequenos produtores e permitiu a comercialização dos queijos artesanais em todo o território nacional, desde que cumpridas as exigências sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32293 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg" alt="Zé Silva" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Regulamentada em 2022, a legislação também deu origem ao Selo Queijo Artesanal, destinado aos produtos elaborados por métodos tradicionais e vinculados à identidade territorial, regional ou cultural. </span><span style="font-weight: 400">“O Certificado Selo Queijo Artesanal veio quebrar um paradigma, rompeu a grande barreira da comercialização de queijos, estabelecida na década de 50”, afirma o deputado Zé Silva.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32257 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O deputado Alceu Moreira destaca que a medida representa o reconhecimento de uma atividade histórica no país e a valorização da produção familiar. “Estamos falando de um produto que carrega cultura, tradição e identidade regional. A lei garante segurança jurídica ao produtor e permite que o consumidor tenha acesso a um alimento de qualidade, sem abrir mão das características artesanais”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A proposta corrige um dos principais entraves enfrentados pelas pequenas queijarias: a aplicação de exigências concebidas para grandes indústrias a propriedades familiares que produzem em menor escala e preservam métodos tradicionais.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Projeto reconhece inspeção municipal</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32228 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-150x150.jpg" alt="José Medeiros" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A modernização das regras continua com o Projeto de Lei 2.775/2019, de autoria do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204472">José Medeiros</a> (PL-MT), integrante da FPA. A proposta atualiza as normas para circulação, comercialização, fiscalização e inspeção dos produtos alimentícios artesanais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32253 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em junho de 2026, o projeto foi aprovado pela Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados, com parecer do deputado Daniel Agrobom (PSD-GO), também integrante da bancada. O texto segue agora em análise na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, sob relatoria do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440?ref=blog.organizacaopaulista.com.br">Pezenti</a> (MDB-SC), coordenador de Meio Ambiente da FPA.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Entre os principais pontos estão o reconhecimento da inspeção realizada por órgãos municipais de saúde pública para viabilizar a comercialização interestadual e a possibilidade de participação dos produtos artesanais brasileiros em feiras, concursos e provas internacionais, mediante autorização simplificada do órgão federal competente.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">José Medeiros defendeu que milhares de pequenos produtores ainda enfrentam obstáculos administrativos que dificultam a expansão de seus negócios. “A legislação deve estimular o empreendedorismo rural e criar condições para que os produtores alcancem novos mercados sem abrir mão da segurança sanitária.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32864 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Relator da proposta na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220571?ano=2024">Daniel Agrobom</a> destacou que o projeto reduz custos para os pequenos empreendedores, amplia o alcance comercial dos produtos e oferece maior segurança jurídica aos produtores e aos órgãos de fiscalização.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“O novo marco regulatório representa mais um passo na construção de uma legislação moderna, capaz de incentivar a produção artesanal sem impor exigências incompatíveis com a realidade das pequenas propriedades rurais.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A evolução da legislação demonstra que simplificar procedimentos não significa reduzir os cuidados sanitários. O objetivo é criar regras proporcionais à escala de produção, permitir a formalização dos pequenos negócios e abrir novos mercados para alimentos que carregam a tradição e a identidade das diferentes regiões brasileiras.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/30/produtos-artesanais-menos-burocracia-para-abrir-mercados-aos-pequenos-produtores/">Produtos artesanais: menos burocracia para abrir mercados aos pequenos produtores</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>Crédito rural: desafio vai além da inadimplência e exige soluções estruturantes</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/29/credito-rural-desafio-vai-alem-da-inadimplencia-e-exige-solucoes-estruturantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
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		<category><![CDATA[Tião Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crédito rural enfrenta um cenário de crise. Os últimos anos foram marcados por preços baixos, aumento dos custos de produção e sucessivas perdas provocadas por eventos climáticos. O resultado foi o crescimento expressivo da inadimplência, como mostram dados do Banco Central e da Serasa Experian. A estimativa de maio do Banco Central aponta que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O crédito rural enfrenta um cenário de crise. Os últimos anos foram marcados por preços baixos, aumento dos custos de produção e sucessivas perdas provocadas por eventos climáticos. O resultado foi o crescimento expressivo da inadimplência, como mostram dados do Banco Central e da Serasa Experian.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estimativa de maio do Banco Central aponta que mais de R$ 202 bilhões da carteira de crédito rural eram considerados ativos problemáticos, incluindo operações em atraso, inadimplentes, prorrogadas ou renegociadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O número cresce e passa a casa dos R$ 250 bilhões se incluídas as dívidas privadas. Com uma inadimplência maior, o risco para os credores também aumenta, o que faz com que bancos se tornem mais rigorosos na hora de conceder crédito. Especialistas e o próprio setor têm caracterizado o quadro como uma “tempestade perfeita” em desfavor da produção agropecuária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O produtor não se endividou porque quis crescer demais. Ele se endividou tentando continuar produzindo”, pontuou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ritmo de crescimento das dívidas e o início da safra 2026/2027 tornaram a renegociação uma pauta urgente. A FPA acelerou a tramitação do Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2398530"><span style="font-weight: 400">5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que trata do tema. No entanto, diante do entendimento político de que o texto seria vetado caso fosse aprovado, a proposta não resolveria o problema de forma emergencial. Por isso, a Medida Provisória (MP) </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1376.htm"><span style="font-weight: 400">1.376/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> foi considerada o acordo possível com o governo para viabilizar a repactuação das dívidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A medida provisória resolve o problema imediato, porque, com o Plano Safra já vigente, muita gente não conseguiria participar, ter acesso ao crédito”, disse a vice-presidente da FPA, senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. Ela lembrou ainda que pontos importantes do projeto de lei foram incorporados à MP, como a possibilidade de renegociação das Cédulas de Produto Rural (CPRs) e a ampliação dos prazos para pagamento.</span></p>
<h2>Soluções estruturantes</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos avanços obtidos na articulação da bancada foi a criação de um fundo garantidor para a agropecuária. A MP autoriza a participação da União como cotista do fundo. A medida teve origem em uma emenda apresentada pela senadora Tereza Cristina ao projeto de lei sobre a renegociação das dívidas rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O fundo não contará apenas com recursos da União. Também poderá receber aportes de produtores rurais, Estados, Municípios e instituições financeiras. O objetivo é criar uma proteção para as operações de crédito em períodos de perdas provocadas por eventos climáticos adversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32783 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Arnaldo-Jardim-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Arnaldo-Jardim-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Arnaldo-Jardim-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“Nós tínhamos alguns desafios e pontos que deveriam ser tratados na MP. Um deles é termos uma visão de futuro com o fundo garantidor que virá. É uma solução mais estruturante”, enfatizou o vice-presidente da FPA na Câmara, deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391">Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra iniciativa voltada à melhoria do crédito rural no médio e longo prazo é o Open Finance do agro. O Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2529217"><span style="font-weight: 400">3.123/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> cria um sistema de compartilhamento de informações do produto rural que reunirá diferentes bases de dados em que os bancos poderão acessar de forma simplificada. O acesso dependerá de autorização prévia do produtor.<img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32784 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor da matéria é o coordenador Institucional da FPA, deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">. Na avaliação do parlamentar, o mecanismo poderá reduzir custos operacionais e permitir uma análise mais personalizada na concessão de crédito, o que pode resultar, por exemplo, em taxas de juros mais favoráveis. “O resultado direto é a possibilidade de ofertar condições de crédito e seguro mais justas, competitivas e acessíveis, beneficiando diretamente o produtor rural”, complementou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a proposta aguarda análise do Plenário da Câmara dos Deputados, após a aprovação do requerimento de urgência. Se aprovada pelos deputados, a matéria seguirá para o Senado Federal.</span></p>
<h2>FPA discute modernização</h2>
<p><span style="font-weight: 400">A bancada também analisa um pacote de propostas para modernizar a oferta de crédito ao setor agropecuário. As mudanças, reunidas sob o nome de </span><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/28/modernizacao-do-credito-pode-aportar-mais-de-r-800-bilhoes-ao-agro/"><span style="font-weight: 400">Lei do Agro 3</span></a><span style="font-weight: 400">, abrangem ao menos 11 temas e têm potencial para acrescentar R$ 800 bilhões à oferta de crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as alterações está a ampliação da participação do capital estrangeiro no financiamento da produção. Esses recursos costumam ser captados com juros mais baixos do que os praticados no Brasil, o que torna a expansão dessa fonte uma alternativa para o setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32785 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tiao-Medeiros-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tiao-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tiao-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tiao-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684"><span style="font-weight: 400">Tião Medeiros (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, destaca que é necessário garantir que essa possibilidade também alcance médios e pequenos produtores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Os grupos que exportam conseguem captar dinheiro lá fora, mas o grande volume de produtores, o produtor médio e pequeno, não sabe o que é isso e não tem nem acesso. A gente trabalhar para que esses produtores também possam se beneficiar é fundamental”, afirmou o parlamentar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/15/senadores-aprovam-urgencia-do-seguro-rural/">Senadores aprovam urgência do Seguro Rural </a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/15/minuta-da-mp-da-renegociacao-de-dividas-rurais-preve-pontos-centrais-de-projeto-de-lei/">Minuta da MP da renegociação de dívidas rurais prevê pontos centrais de projeto de lei</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/29/credito-rural-desafio-vai-alem-da-inadimplencia-e-exige-solucoes-estruturantes/">Crédito rural: desafio vai além da inadimplência e exige soluções estruturantes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>Plano Safra 26/27 frustra e preocupa desempenho do próximo ciclo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/21/plano-safra-26-27-frustra-e-preocupa-desempenho-do-proximo-ciclo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra 2026/2027 começou sob um alerta dos produtores em relação à disponibilidade e às condições do crédito rural. Entidades do setor agropecuário avaliam que o atual Plano Safra preocupa, uma vez que o volume e as condições de financiamento da maior parte dos recursos foram considerados insuficientes diante das dificuldades enfrentadas no campo. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A safra 2026/2027 começou sob um alerta dos produtores em relação à disponibilidade e às condições do crédito rural. Entidades do setor agropecuário avaliam que o atual Plano Safra preocupa, uma vez que o volume e as condições de financiamento da maior parte dos recursos foram considerados insuficientes diante das dificuldades enfrentadas no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O plano prevê R$ 610,3 bilhões, sendo R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial e R$ 85,2 bilhões à agricultura familiar. Apesar de o governo apresentar o montante como recorde, o valor não acompanha sequer a inflação do período em comparação com a safra anterior, quando foram anunciados R$ 594,4 bilhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o Executivo incluiu no anúncio R$ 38,5 bilhões provenientes de fontes que não eram contabilizadas nos planos anteriores, o que ampliou artificialmente o valor total divulgado.  <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32795 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tereza-Cristina-3-e1784317492535-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tereza-Cristina-3-e1784317492535-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Tereza-Cristina-3-e1784317492535-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Tivemos um Plano Safra que não tem nada de recorde. É um plano que vem sem resolver o endividamento rural, questão fundamental para que os produtores tenham acesso ao crédito disponibilizado para a próxima safra”, destacou a vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo com números nominais maiores, uma das principais preocupações está nos recursos destinados ao custeio. O montante caiu 7,18% nesta temporada, alcançando R$ 384,9 bilhões. As operações de custeio financiam despesas diretamente relacionadas ao plantio, como sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos. A redução desses recursos pode limitar a capacidade de investimento dos produtores e afetar o ritmo de plantio do próximo ciclo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O cenário é agravado pelo aumento da inadimplência no campo. Dados do Banco Central e da Serasa Experian apontam que o indicador alcançou níveis recordes. Na avaliação de especialistas, o avanço do endividamento tende a tornar mais rigorosos os critérios adotados pelas instituições financeiras, diante do aumento do risco das operações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O aumento dos custos financeiros, a restrição do crédito e o crescimento do endividamento comprimem as margens e podem comprometer o desempenho da próxima safra”, afirmou o pesquisador e professor do Insper Agro Global, Leandro Gilio, em análise sobre o anúncio do Plano Safra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Na prática, a efetiva liberação dos recursos depende da disposição das instituições financeiras em assumir riscos e da capacidade dos produtores de atender aos critérios de concessão”, completou.</span></p>
<h2>Juros recuam, mas continuam distantes da realidade do produtor</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto de atenção são as taxas de juros. De forma geral, as reduções variaram entre 0,5 e 1,5 ponto percentual. Mesmo assim, diante da queda nos preços das commodities e da compressão das margens de rentabilidade, os juros permanecem elevados e, em algumas linhas, chegam a 12,5% ao ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32796 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Alceu-Moreira-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“Eu lamento dizer, mas o Plano Safra que está no mercado, com bilhões de reais, é inacessível para a grande maioria dos produtores”, afirmou o coordenador institucional da FPA, deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Gilio, o maior custo do Plano Safra está justamente na equalização das taxas de juros, cujo orçamento apresentou crescimento superior a 35%. Apesar disso, a redução oferecida aos produtores foi modesta, e algumas linhas de financiamento não tiveram alteração nas taxas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A elevada taxa básica de juros da economia, com a Selic em 14,25% ao ano, restringe o espaço para reduções mais expressivas. Ao mesmo tempo, os problemas fiscais do governo limitam a capacidade de ampliar os subsídios”, explicou. “Como resultado, o custo do crédito rural permanece elevado justamente em um momento de compressão das margens de rentabilidade dos produtores”, concluiu Gilio.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja mais sobre a política agrícola:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/15/minuta-da-mp-da-renegociacao-de-dividas-rurais-preve-pontos-centrais-de-projeto-de-lei/">Minuta da MP da renegociação de dívidas rurais prevê pontos centrais de projeto de lei</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/30/plano-safra-2026-2027-tem-menos-custeio-queda-em-recursos-equalizados-e-numeros-inflados/">Plano Safra 2026/2027 tem menos custeio, queda em recursos equalizados e números inflados</a></p>
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		<title>Projeto do Seguro Rural pode ser votado após o recesso parlamentar</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/14/projeto-do-seguro-rural-pode-ser-votado-apos-o-recesso-parlamentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto que estabelece um novo marco legal para o Seguro Rural pode ser votado pelo Senado Federal na primeira semana de agosto, após o retorno das atividades parlamentares. A expectativa foi apresentada pela vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS). “Eu espero que na primeira semana, após o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O projeto que estabelece um novo marco legal para o Seguro Rural pode ser votado pelo Senado Federal na primeira semana de agosto, após o retorno das atividades parlamentares. A expectativa foi apresentada pela vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Eu espero que na primeira semana, após o recesso, em agosto, a gente possa votar e ir para a sanção”, destacou a parlamentar após participar do evento “O Seguro Rural que o Brasil precisa”, realizado nesta terça-feira (14), em Brasília. O encontro foi promovido pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) e pela Meridiana, think tank de inteligência política, com a participação da FPA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da expectativa de aprovação, Tereza Cristina demonstrou preocupação com a possibilidade de vetos do Poder Executivo. Segundo a senadora, o trabalho tem sido feito para preservar integralmente a proposta, mas alguns dos principais dispositivos ainda enfrentam resistência do governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O primeiro ponto é a impositividade do recurso. O recurso precisa ser garantido, e essa é uma das questões sobre as quais o governo ainda tem dúvidas. Eu acho que precisa ser assim, porque isso traz previsibilidade tanto para as seguradoras quanto para o produtor rural”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora também apontou como ponto de atenção a destinação de recursos para o Fundo de Catástrofe. “A gente não está criando um fundo, mas os recursos precisam ser destinados ao Fundo de Catástrofe. Esse também é um ponto de atenção”, acrescentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/164777"><span style="font-weight: 400">2.951/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> determina que os recursos destinados ao Seguro Rural não sejam submetidos a contingenciamentos ou bloqueios orçamentários. O dispositivo é considerado fundamental pelo setor produtivo, diante das sucessivas restrições sofridas pelo orçamento do programa em 2025 e 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também viabiliza o Fundo de Catástrofe, criado pela Lei Complementar 137/2010, mas que ainda não entrou em funcionamento devido às dificuldades para a alocação e a operacionalização dos recursos. </span></p>
<h2><b>Seguro de outros países podem servir de modelo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A CEO da Meridiana, Mônica Sodré, enfatizou a importância do tema para a economia. De acordo com ela, as mudanças climáticas intensificaram o risco climático, que caracterizou como “uma das variáveis mais desafiadoras”. Por isso, criticou o atual momento do Seguro Rural: “Parte significativa da nossa economia opera sob condições inadequadas e insuficientes”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também durante o evento, o presidente da FPA, deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, foi na mesma direção e citou a participação do setor na economia brasileira — aproximadamente 25% do PIB brasileiro. “Não dá para ter um agro pujante, como nós temos hoje, sem ter segurança”, disse.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32519 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-2-1-e1779827075690-300x192.jpg" alt="Pedro Lupion" width="300" height="192" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-2-1-e1779827075690-300x192.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-2-1-e1779827075690.jpg 665w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele lembrou de visitas que foram feitas a países que têm seguro rural mais estruturado. No caso dos Estados Unidos, Lupion ressaltou que apenas para análise de risco há mais de 20 mil técnicos nos campos para avaliar a situação no dia a dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esses técnicos ficam buscando alternativas, dizendo quanto tem que ser a apólice do produtor em tal área, na cultura que ele vai plantar, justamente para garantir que quanto mais segura a apólice, mais barato fica o crédito do produtor. E essa é uma via de mão dupla, tendo menos risco para as operações, claro que ela fica bem mais segura”, exemplificou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro aspecto dos modelos internacionais citado foi com relação aos tipos de seguro. No caso brasileiro, o Seguro Rural está vinculado mais às questões climáticas. No entanto, especialistas e parlamentares defenderam ampliar essas proteções para outras formas de risco, como a de variação de preços. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32255 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“Lá fora, o seguro é feito não só na questão climática, mas também na questão de oscilação das commodities, dos preços na hora que o produtor vai vender”, afirmou o 2º vice-presidente da FPA, senador </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o projeto 2.951/24 foi apontado como um pontapé para a criação de uma estrutura de Seguro Rural parecida com a observada em outros países. A presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Tania Zanella, defendeu uma mudança de cultura sobre o Seguro. A maior parte das contratações de apólices ainda se concentra na região Sul e em muitos casos o produtor não prioriza esse custo no planejamento da safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós precisamos implementar essa cultura do seguro no nosso país, isso é fundamental”, ressaltou a presidente do IPA.</span></p>
<h2><b>Open Finance do agro pode diminuir custo com seguro</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, defendeu que é preciso apostar em estudos técnicos para balizar as decisões políticas sobre o Seguro Rural. Segundo ele, outros países já fazem isso, o que ajuda na otimização dos gastos públicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que falta hoje é muita ciência para apoiar essas decisões”, disse o especialista. E ainda complementou: “Recursos têm, mas é preciso olhar de forma mais integrada”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32532 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na mesma linha, o coordenador Institucional da FPA, deputado </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">, indicou que outra proposta que tramita no Congresso Nacional pode ajudar na reformulação do Seguro Rural. O Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2529217"><span style="font-weight: 400">3.123/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> cria um sistema de compartilhamento de informações do produtor rural com as instituições financeiras e seguradoras, o Open Finance do agro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado explicou que crédito rural e seguro estão relacionados ao risco. Quanto maior o risco, mais caro fica a tomada de dinheiro e também as contratações de apólices. “Essa proposta homenageia e beneficia os bons pagadores que a vida inteira cumpriram a sua obrigação”, afirmou. A matéria teve requerimento de urgência aprovado e aguarda para ser analisada no Plenário da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre Seguro Rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/seguro-rural-passa-pela-camara-e-abre-caminho-para-reestruturacao-do-programa/">Seguro Rural passa pela Câmara e abre caminho para reestruturação do programa</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/06/agro-cresce-apesar-de-juros-altos-e-falta-de-seguro-rural-destacam-parlamentares-da-fpa/">Agro cresce apesar de juros altos e falta de seguro rural, destacam parlamentares da FPA</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/14/projeto-do-seguro-rural-pode-ser-votado-apos-o-recesso-parlamentar/">Projeto do Seguro Rural pode ser votado após o recesso parlamentar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Custo das renegociações deve ser próximo a R$ 65 bi e não traz impacto fiscal ao governo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/18/custo-das-renegociacoes-deve-ser-proximo-a-r-65-bi-e-nao-traz-impacto-fiscal-ao-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 17:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As projeções apresentadas pelo Ministério da Fazenda sobre o impacto do projeto de lei 5.122/2023 estão superestimadas. Um levantamento feito pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), utilizando as mesmas premissas pelo governo, mostra que o custeio das operações de renegociação não devem passar de R$ 65 bilhões nos próximos 13 anos.  Os problemas com as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">As projeções apresentadas pelo Ministério da Fazenda sobre o impacto do projeto de lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5.122/2023</a> estão superestimadas. Um levantamento feito pela Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), utilizando as mesmas premissas pelo governo, mostra que o custeio das operações de renegociação não devem passar de R$ 65 bilhões nos próximos 13 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os problemas com as contas apresentadas pela Fazenda começam na estimativa da dívida rural passível de ser renegociada. Conforme dados do Banco Central, a carteira de crédito rural em abril deste ano foi de R$ 895,2 bilhões. Além desse valor, há outros R$ 274 bilhões que correspondem a CPRs no mercado privado (não bancário) e R$ 57 bilhões em CPRs que estão no mercado financeiro, mas não no crédito rural. Ao todo, a carteira de crédito agropecuário soma R$ 1,2 trilhão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o levantamento da FPA, cerca de R$ 256 bilhões seria a carteira problemática — que inclui contas em atraso, inadimplentes, renegociadas e prorrogadas. Esse montante é tratado como atípico já que é fruto dos choques causados por problemas climáticos e tensões geopolíticas, principalmente, entre os anos de 2024 e 2026. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A renegociação desse montante não ocorrerá de forma automática. Os critérios para participar do programa garantem que nem toda dívida entre na renegociação, como a obrigação de no mínimo duas perdas de safra entre 2019 e 2025 e prejuízo de no mínimo 30% da renda bruta esperada para essas safras. Um laudo técnico será exigido, conforme previsto no texto. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-32652 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA-1024x575.jpeg" alt="Arte levantamento FPA" width="1024" height="575" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA-1024x575.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA-300x168.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA-768x431.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA-750x421.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arte-levantamento-FPA.jpeg 1099w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto considerado pela projeção da FPA é o grau de alcance de uma medida de repactuação. Em média, outros programas de renegociação tiveram um nível de execução de 40% em um cenário otimista. Isso quer dizer que, do total da dívida passível de renegociação nesses programas, apenas 40% foram de fato renegociados. Essa perspectiva também foi ignorada nos cálculos do Ministério da Fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Considerando esse desempenho, o montante renegociável cairia para aproximadamente R$ 100 bilhões. Em relação ao todo da carteira de crédito agropecuário, o valor representa 8,3% &#8211; distante dos quase 17% apontados pelo Executivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O volume, inclusive, está mais alinhado com o que o ministro da Fazenda, Dario Durigan, externou em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17), mas longe dos R$ 300 bilhões colocados na explicação da pasta. &#8220;Vou pegar os dados do Banco do Brasil, o banco que mais faz operações de crédito com o agro brasileiro. Historicamente, a gente tinha uma inadimplência mais baixa de 1% a 2%. Nós estamos hoje com uma inadimplência de 5% a 6%, aumentou a inadimplência do agro&#8221;, disse o ministro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o cálculo final do custeio das operações de renegociação, a FPA usou as mesmas premissas adotadas pela pasta:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">taxa Selic de 13,5% em 2027, 11,0% em 2028, 10,0% em 2029 e 2030, 9,5% em 2031 e 2032 e 9,0% de 2033 a 2039;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">taxa de juros da linha especial variando entre 3,5% e 7,5% ao ano, conforme o porte do produtor;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">distribuição dos recursos sendo 15% para os agricultores familiares, 30% para os médios produtores e 55% para os demais produtores;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">spread de 4% ao ano;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">prazo de três anos de carência mais 10 anos para pagamento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo assim, o valor do custeio ficou em R$ 63,4 bilhões — R$ 65 bilhões se houver uma alteração na distribuição dos recursos, dando mais peso para os agricultores familiares. No ano de pico, o custeio seria de R$ 11,2 bilhões, abaixo dos R$ 22,4 bilhões estimados pela equipe econômica do governo. </span></p>
<h2><b>Projeto é autorizativo e não impõe valores</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Além da memória de cálculo apresentada pela FPA, a bancada tem criticado a omissão do governo ao não considerar que o projeto de lei é de caráter autorizativo. Isto quer dizer que não impõe um limite que deverá ser disponibilizado para renegociar as dívidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É um texto autorizativo de um dinheiro que não impacta nas receitas primárias do governo para atender, justamente, o setor primário da economia, que tem relação direta com inflação e exportação”, lembrou o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-ES).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na redação do projeto, está previsto que o Executivo é quem irá calibrar o tamanho da linha especial. Isso dá autonomia para o governo acomodar possíveis despesas orçamentárias. </span></p>
<h2><b>Superávit primário não deverá ser impactado</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Outra discussão que a pasta da Fazenda coloca é de que haveria impacto fiscal. Porém, na própria nota de divulgação dos valores, o Ministério reconhece que não haverá impacto no superávit primário com o uso dos recursos do Fundo Social. Também estão nas fontes os fundos constitucionais do Centro-Oeste (FCO), do Nordeste (FNE) e do Norte (FNO), além do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na avaliação da FPA, o uso dos fundos constitucionais minimiza o custo e garante que a Lei de Responsabilidade Fiscal seja seguida. Isso porque as despesas não seriam primárias, mas sim do superávit dos fundos. Uma parcela do custeio para a equalização recairia sobre o Tesouro, mas isso pode ser equacionado pelo governo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Não tem um centavo de recurso primário se o governo não quiser utilizar. Ele pode utilizar recursos dos fundos. O governo não compreendeu nada do 5.122, porque não tem nenhum centavo de recurso primário e não pode causar declínio fiscal”, disse o coordenador institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS).</span></p>
<h2><b>Projeto é resultado da negligência com o Seguro Rural</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No levantamento da FPA, a bancada demonstra que o atual cenário de endividamento rural também é consequência da omissão do governo em relação ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). No último ano, a área segurada pelo programa correspondeu a apenas 3,27% da área plantada no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para os parlamentares, se a política de seguro rural estivesse devidamente estruturada, o custo para prevenir perdas seria uma fração do valor hoje discutido em medidas de renegociação. O alerta se torna ainda mais grave diante do bloqueio de R$ 461,7 milhões no orçamento do PSR, anunciado na última semana, o que reduz a capacidade de proteção dos produtores justamente em um momento de crise no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A tentativa agora é de levar os cálculos aos líderes partidários, além do presidente da Câmara dos Deputados, <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160674">Hugo Motta</a> (Republicanos-PB), para votar a matéria que permitirá, se aprovada, o acesso dos inadimplentes ao Plano Safra 2026/2027”, disse </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR), presidente da FPA. O temor é de que o quadro de endividamento acabe afetando ainda mais a tomada de crédito do produtor rural para a próxima safra, o que impactaria na produção e, consequentemente, na inflação de alimentos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/17/comissao-mista-reage-a-alta-das-importacoes-e-aprova-mudancas-nas-regras-para-o-cacau/">Comissão mista reage à alta das importações e aprova mudanças nas regras para o cacau</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/10/senado-aprova-projeto-de-socorro-ao-endividamento-rural/">Senado aprova projeto de socorro ao endividamento rural</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/18/custo-das-renegociacoes-deve-ser-proximo-a-r-65-bi-e-nao-traz-impacto-fiscal-ao-governo/">Custo das renegociações deve ser próximo a R$ 65 bi e não traz impacto fiscal ao governo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entidades do agro poderão participar de regulamentação do ITR</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/10/entidades-do-agro-poderao-participar-de-regulamentacao-do-itr/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades nacionais representativas dos produtores rurais deverão ser consultadas em regulamentações relacionadas ao Imposto sobre a Propriedade Rural (ITR). A previsão está no Projeto de Lei 955/2026, que foi aprovado nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem participação ativa da Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Entidades nacionais representativas dos produtores rurais deverão ser consultadas em regulamentações relacionadas ao Imposto sobre a Propriedade Rural (ITR). A previsão está no Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2607034"><span style="font-weight: 400">955/2026</span></a><span style="font-weight: 400">, que foi aprovado nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta tem participação ativa da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A autoria é do coordenador da Comissão Tributária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sergio Souza</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-PR), e relatoria na CAPADR do coordenador Institucional da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto inclui na Lei 11.250 de 2005 um artigo que estabelece a participação dessas entidades quando houver regulamentações sobre o ITR que envolvam, por exemplo, mudanças de requisitos, de condições, e em decisões sobre lançamentos e operacionalização do imposto. Ainda conforme a proposta, essa participação é consultiva e deve ter representantes dos setores de produção rural, da agricultura familiar e do cooperativismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor defende que a inclusão dessas entidades é uma “preocupação” que vem sendo observada nos últimos anos. Inclusive, no ano passado, foi feita uma solicitação para que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) contribuíssem no Comitê Gestor do Imposto Territorial Rural (CGITR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A motivação da proposta decorre da constatação de que a atual sistemática de governança do ITR, embora relevante para a coordenação entre a União, os Municípios e o Distrito Federal, não contempla adequadamente a representação dos contribuintes diretamente afetados pela incidência e pela administração do imposto”, argumentou Sergio Souza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator acatou o projeto integralmente e não sugeriu modificações no texto. No voto, Moreira lembrou que a medida não ultrapassa os limites do Poder Legislativo sobre o Poder Executivo de regulamentar esse imposto. Segundo ele, a iniciativa acrescenta contribuições diretas do setor para que o poder público possa decidir sobre o imposto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Cumpre destacar, ademais, que a participação consultiva instituída pela proposição não interfere no atual fluxo decisório da administração tributária do ITR, nem subtrai competências dos órgãos federais responsáveis pela regulamentação, fiscalização, lançamento e cobrança do imposto”, comentou no relatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Caso os outros colegiados deem aval positivo, o projeto irá para o Senado Federal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/09/marco-regulatorio-para-ampliar-mercado-de-produtos-alimenticios-artesanais-avanca-na-camara/">Marco regulatório para ampliar mercado de produtos alimentícios artesanais avança na Câmara </a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/29/fpa-cobra-governo-por-suspensao-de-medida-antidumping-contra-leite-do-mercosul/">FPA cobra governo por suspensão de medida antidumping contra leite do Mercosul</a></p>
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		<item>
		<title>Bancada articula para votar nesta semana endividamento rural e diferencial aos biocombustíveis</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/09/bancada-articula-para-votar-nesta-semana-endividamento-rural-e-diferencial-aos-biocombustiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Marussa Boldrin]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Westphalen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois projetos devem movimentar os Plenários das Casas Legislativas nesta semana. Um deles é o Projeto de Lei 5.122/2023, que trata do endividamento rural. O texto está previsto para ser analisado nesta quarta-feira (10), no Senado Federal. As articulações têm ocorrido com o objetivo de mobilizar os senadores pela aprovação da proposta e também evitar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Dois projetos devem movimentar os Plenários das Casas Legislativas nesta semana. Um deles é o Projeto de Lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5.122/2023</a>, que trata do endividamento rural. O texto está previsto para ser analisado nesta quarta-feira (10), no Senado Federal. As articulações têm ocorrido com o objetivo de mobilizar os senadores pela aprovação da proposta e também evitar vetos por parte do Executivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que foi construído no Senado é algo viável, que para em pé. A gente precisa garantir isso. Então, peço o apoio de todos para que possamos avançar com esse texto. Isso é extremamente necessário. É o ponto número um dos produtores rurais do Brasil”, disse o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (<a href="https://fpagropecuaria.org.br/">FPA</a>), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR), durante a reunião-almoço da bancada nesta terça-feira (9).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O último parecer do projeto tem enfrentado resistência do Ministério da Fazenda e dos bancos. Entre os pontos questionados estão o uso de recursos de fundos, como o Fundo Social, e a inclusão de dívidas não bancárias. Lupion rebateu as críticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre os fundos, ele defendeu que a alternativa construída representa uma solução para um problema apontado desde o ano passado pela própria Fazenda: a falta de recursos primários para a renegociação das dívidas. Quanto à inclusão de dívidas não bancárias, Lupion destacou que é preciso olhar para a cadeia como um todo, já que parte do financiamento de uma safra não vem apenas dos bancos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A dívida do produtor hoje não é só bancária. A gente tem a bancária, mas tem a dívida com o fornecedor, tem a dívida com a cooperativa, tem a com a cerealista, com a trader. Então, não tem como a gente deixar isso só na dívida bancária, isso não resolve o problema do produtor”, comentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32585 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para o coordenador Institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS), é importante ter um alinhamento para que a medida seja efetiva e não fique apenas no discurso. “É muito importante que não haja demagogia, oportunismo, nem gente querendo se colocar como mocinho e tratar os outros como bandidos. Porque de nada adianta aprovar uma proposta no Senado que não tenha o mínimo de acordo com o governo. Caso contrário, ele veta e nós não teremos o resultado esperado”. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32584 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS) lembrou da situação em que muitos produtores estão. &#8220;Não existe plano B. O produtor rural está efetivamente quebrado&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Produtores do Rio Grande do Sul têm prometido uma mobilização em Brasília (DF) para pressionar pela votação. De acordo com o coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/136811"><span style="font-weight: 400">deputado Afonso Hamm</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS), é preciso garantir os avanços alcançados no texto aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo federal está preparando um substitutivo nos mesmos moldes daquele que tentou apresentar na CAE. Graças à firmeza do senador Renan Calheiros e dos demais senadores, inclusive do senador Jaime Bagattoli e da senadora Tereza Cristina, conseguimos aprovar a ampliação do texto”, destacou. </span></p>
<h2><b>Diferencial para biocombustíveis será incluído em projeto </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que está na pauta da bancada é o Projeto de Lei Complementar (PLP) </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2618177"><span style="font-weight: 400">114/2026</span></a><span style="font-weight: 400">. O texto original garante o uso da arrecadação extra com a alta do petróleo para aplicar benefício fiscal sobre os combustíveis. A intenção é reduzir o custo do produto para o consumidor final, diante da elevação dos preços provocada pela escalada do conflito no Oriente Médio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32586 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Apesar da intenção, o projeto original não contemplava os biocombustíveis, o que pode ser considerado inconstitucional. A diferenciação competitiva entre etanol, biodiesel e combustíveis fósseis está prevista na Constituição. Por isso, o texto que deve ser apresentado pela relatora e vice-presidente da FPA para a região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-GO), incluirá essa garantia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O diferencial competitivo era uma demanda essencial e crucial para o setor do etanol e do biodiesel, para manter o diferencial do biocombustível em relação ao fóssil. E a gente conseguiu colocar isso&#8221;, afirmou Boldrin ao comentar sobre as negociações com o governo sobre o PLP. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32587 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na mesma linha, o vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim</span></a><span style="font-weight: 400"> (Cidadania-SP), ressaltou que esse ponto não representa um benefício adicional aos biocombustíveis. “O parecer da relatora vai no sentido de recompor o diferencial. Não é favorecimento. É para que os biocombustíveis tenham condições de enfrentar essa questão”, defendeu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa da bancada é de que o texto seja apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (10). Depois de aprovada, a proposição seguirá para o Senado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre o endividamento rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/01/inadimplencia-aumenta-em-meio-a-tentativa-do-governo-de-barrar-renegociacao/">Inadimplência aumenta em meio a tentativa do governo de barrar renegociação</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/renegociacao-de-dividas-e-aprovada-em-comissao-do-senado-e-entra-na-reta-final-para-virar-lei/">Renegociação de dívidas é aprovada em comissão do Senado e entra na reta final para virar lei</a></p>
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		<title>Renegociação de dívidas é aprovada em comissão do Senado e entra na reta final para virar lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Westphalen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pleitos que ganhou força no setor agropecuário nos últimos anos está perto de ser atendido. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta legislativa que abre caminho para renegociação das dívidas dos produtores rurais. O Projeto de Lei 5.122/2023 traz mecanismos para a prorrogação desses débitos com condições de juros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Um dos pleitos que ganhou força no setor agropecuário nos últimos anos está perto de ser atendido. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta legislativa que abre caminho para renegociação das dívidas dos produtores rurais. O Projeto de Lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5.122/2023</a> traz mecanismos para a prorrogação desses débitos com condições de juros e prazos mais acessíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria atende produtores de todo o Brasil que hoje vivem uma situação de “tempestade perfeita” contra a produção agropecuária. Juros altos, preços de commodities baixos, aumento dos custos de produção e frustrações de safras devido a intempéries climáticas são alguns dos fatores que explicam o cenário dos produtores. </span><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/18/produtores-pedem-socorro-e-apostam-em-projeto-no-senado-nao-estamos-negando-pagar-divida-estamos-pedindo-ajuda-para-respirar/"><span style="font-weight: 400">“Não estamos negando pagar dívida, estamos pedindo ajuda para respirar”</span></a><span style="font-weight: 400">, relataram alguns produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O colegiado deu aval positivo nesta quarta-feira (27) para que o projeto siga, agora, para o Plenário do Senado, em regime de urgência. O texto aprovado tem alterações em relação ao que saiu da Câmara dos Deputados, como por exemplo, a ampliação das fontes de recursos para viabilizar a repactuação das dívidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das rodadas de negociação com o governo federal através do Ministério da Fazenda, não houve um acordo pleno. A última proposta enviada pela pasta foi considerada insuficiente e limitada, já que não atendia uma grande parcela dos produtores rurais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também falou sobre essas tratativas foi a vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-MS). Segundo ela, não foi o texto ideal, mas “foi o possível”. Ela também lembrou que nem tudo proposto pela Fazenda foi rejeitado. “O que veio ontem deixa de fora uma gama enorme de produtores que não deram causa a essa situação. E nós temos um problema de tempo, devido as parcelas em vencimento”, disse ao lembrar da última proposta enviada pelo governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32534 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1-300x200.jpg" alt="Pedro Lupion" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Com esse cenário, a FPA também vem se preparando para possíveis represálias do governo, como alertou o presidente da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Já se fala dentro desse corredor a possibilidade de desqualificar os recursos do Plano Safra para pagar essa conta do que acabamos de aprovar. [&#8230;] Nós demos um passo extremamente importante. Estamos alertando aqui hoje que não aceitaremos, de maneira alguma, que isso seja desqualificado ou desmontado. Vamos trabalhar pela votação no Senado e, depois, pela aprovação na Câmara do texto aprovado aqui, para que possamos dar um alento e uma solução ao endividamento dos nossos produtores”, comentou após a aprovação na CAE.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Linha especial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta cria uma linha específica com recursos do Fundo Social (FS) e do superávit de outros fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda. Também poderão compor essa linha outras fontes indicadas pelo Executivo. Um dos pedidos do governo foi de que não houvesse um limite dos valores, o que foi acatado no texto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto às condições para a linha, o projeto indica que o limite para a tomada será de R$ 10 milhões por produtor, podendo chegar a R$ 50 milhões em caso de associações, cooperativas ou condomínio de produtores. Já as taxas de juros devem ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">3,5% ao ano para produtores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e pequenos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">5,5% ao ano para produtores do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e médios;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">7,5% ao ano para os demais produtores. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto ao prazo, serão três anos de carência e 10 anos para pagamento. Em casos extraordinários, esse tempo pode chegar a 15 anos — os critérios serão definidos em regulamentação posterior. Já as garantias são as usuais na tomada de crédito rural. Garantias adicionais estão proibidas, exceto quando elas ultrapassarem os valores regulamentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto importante diz respeito às dívidas que poderão entrar na renegociação. Nesse sentido, houve uma ampliação do alcance da proposta, já que estão contempladas as operações contratadas até 31 de dezembro de 2025, com parcelas vencidas ou vincendas, incluindo aquelas já renegociadas. Além das operações de crédito rural, as Cédulas de Produto Rural (CPRs) também poderão ser renegociadas por meio da linha especial do Fundo Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para poder acessar os recursos dessa linha, o produtor deve se enquadrar em pelo menos uma dessas condições:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ter registrado perdas em duas ou mais safras de no mínimo 30% da produção no período de 2019 a 2025 — mediante apresentação de laudo;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimento financiado deve estar localizado em um Município que tenha declarado estado de calamidade pública ou situação de emergência entre 2019 e 2025, com reconhecimento do governo federal ou estadual, motivado por alguma intempérie climática;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimento financiado estar localizado em um Município que registrou pelo menos duas perdas de produção de no mínimo 20% do rendimento médio da produção. Essas perdas devem ser em ao menos duas das três principais atividades agrícolas do Município e no período de 2019 a 2025;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimentos em cidades que o percentual de dívidas com mais de 90 dias de atraso e de dívidas renegociadas supere 10% do total da carteira de crédito rural do Município na data de 31 de dezembro de 2025;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">produtor que comprovar dificuldade de fluxo de caixa devido a perdas de safras anteriores decorrentes de intempéries climáticas entre 2019 e 2025. Também entram como justificativa, impactos econômicos de conflitos geopolíticos internacionais que acarretaram em perdas de receitas e aumento dos custos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Também ficam proibidas normativas infralegais, como resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), que restrinjam o que está previsto no projeto. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-jnews-750x375 wp-image-32531 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Tereza-Cristina-e-Renan-Calheiros-640x375.jpg" alt="Tereza Cristina e Renan Calheiros" width="640" height="375" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Autorizações para novas linhas de crédito </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A redação aprovada na CAE também incorpora dispositivos que permitem ao governo federal ampliar os mecanismos de apoio à renegociação. Um deles autoriza o Tesouro Nacional a emitir títulos para viabilizar o alongamento de dívidas não contempladas pela linha especial. Essas emissões deverão observar os limites das metas fiscais previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também autoriza o governo a criar linhas de crédito adicionais à linha especial. A regulamentação ficará a cargo do CMN, mas alguns parâmetros deverão ser observados, como prazo de pagamento de até 13 anos, com possibilidade de ampliação por mais cinco anos em casos específicos, e taxas de juros de 6% para beneficiários do Pronaf, 8% para beneficiários do Pronamp e 10% para os demais produtores.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Emendas aumentam recursos e transparência</span></h2>
<p>O relatório final do senador Renan Calheiros também acolhe sugestões apresentadas por parlamentares da FPA. É o caso da emenda da senadora Tereza Cristina, que autoriza o aporte de recursos da União em um fundo garantidor para cobrir operações de crédito rural contratadas por produtores afetados por eventos climáticos adversos. A medida também permite a participação no fundo de produtores, bancos, instituições financeiras e governos estaduais e municipais.</p>
<p>A iniciativa pode ampliar o volume de recursos disponíveis para financiamento, já que esse fundo passa a atuar como garantia para as operações dos produtores. Estimativas iniciais indicam que, a depender do volume aportado, a alavancagem pode chegar a R$ 200 bilhões.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra emenda da senadora acatada no relatório garante mais transparência às ações de socorro aos produtores. O governo federal deverá apresentar um relatório com a execução das medidas de apoio, a ser disponibilizado em até 180 dias após o prazo final de contratação da linha de crédito.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Parlamentares celebram aprovação</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32532 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros membros da FPA comemoraram o andamento do projeto de lei na CAE. O coordenador Institucional da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS), ressaltou o papel do relator, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-AL), em ser um mediador do tema e ouvir as demandas dos produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje nós aprovamos um projeto de lei que não é um projeto para resolver este episódio que nós estamos vivendo na agricultura brasileira. O senador Renan Calheiros acaba de ser relator de um projeto que inaugura um outro modelo de financiamento, com outros fundos, para o agro brasileiro. Agora teremos recursos das fontes mais diversas”, ressaltou. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32533 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O gaúcho e integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS), salientou a importância do andamento da proposta. “Esse projeto é uma esperança para quem quer pagar a conta e sempre pagou a conta, o produtor rural. Aliás, é o único setor que cresceu verticalmente no Brasil, mas que neste momento está na UTI, está entubado. É necessário que o Estado brasileiro estenda a mão na velocidade que o produtor precisa para ele continuar produzindo”, disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/26/credito-mais-restrito-ameaca-investimentos-no-campo-e-acende-alerta-para-proxima-safra/">Crédito mais restrito ameaça investimentos no campo e acende alerta para próxima safra</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/25/endividamento-avanca-no-campo-apos-juros-altos-perdas-climaticas-e-queda-da-renda/">Endividamento avança no campo após juros altos, perdas climáticas e queda da renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/dia-do-agro-bancada-articula-avanco-de-projetos-estrategicos-para-o-setor-produtivo/">Dia do Agro: bancada articula avanço de projetos estratégicos para o setor produtivo</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/renegociacao-de-dividas-e-aprovada-em-comissao-do-senado-e-entra-na-reta-final-para-virar-lei/">Renegociação de dívidas é aprovada em comissão do Senado e entra na reta final para virar lei</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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