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	<title>Notícias &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Notícias &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Produtor rural pode ter área embargada só por imagem de satélite? Entenda o projeto que muda essa regra</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/produtor-rural-pode-ter-area-embargada-so-por-imagem-de-satelite-entenda-o-projeto-que-muda-essa-regra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 21:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio ao avanço do uso de tecnologias de monitoramento remoto na fiscalização ambiental, o PL 2564/2025 reacende o debate sobre os limites dessas ferramentas e a necessidade de garantir segurança jurídica ao produtor rural. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, altera a Lei nº 9.605/1998 para impedir que embargos sejam aplicados exclusivamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em meio ao avanço do uso de tecnologias de monitoramento remoto na fiscalização ambiental, o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2918863&amp;filename=PL%202564/2025">PL 2564/2025</a> reacende o debate sobre os limites dessas ferramentas e a necessidade de garantir segurança jurídica ao produtor rural. A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, altera a Lei nº 9.605/1998 para impedir que embargos sejam aplicados exclusivamente com base em imagens de satélite, sem verificação presencial e sem assegurar o direito de defesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De autoria do <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954">deputado Lucio Mosquini</a> (PL-RO), o texto estabelece regras mais claras para a aplicação de medidas administrativas cautelares, diferenciando essas ações de sanções punitivas. Pela proposta, o embargo não poderá ser imposto apenas com base em detecção remota de suposta infração, sendo obrigatória a notificação prévia do autuado para apresentação de esclarecimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na prática, o projeto responde a uma realidade enfrentada por produtores rurais, que podem ser penalizados sem que haja comprovação efetiva de irregularidade. “Com o modelo atual, quando o órgão ambiental identifica algum possível desmatamento ou irregularidade apenas por imagens de satélite ou outros métodos de monitoramento remoto, ele pode emitir o embargo imediatamente, sem conferir presencialmente a situação,” disse Mosquini ao afirmar que “isso faz com que produtores que estão dentro da lei sejam penalizados junto com quem realmente cometeu infração”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o embargo imediato gera impactos diretos na atividade produtiva. “Enquanto o embargo estiver ativo, esses produtores não conseguem acessar crédito rural, o que atrapalha a produção e obriga a gastar tempo e dinheiro para provar que estão regulares,” explicou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta impede que medidas administrativas sejam aplicadas de forma automática, sem análise concreta da situação do produtor. “O projeto vem para corrigir essa injustiça, garantindo que o produtor possa se defender de acordo com o direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa. Ele estabelece que não se pode bloquear atividades produtivas apenas com base em imagens de satélite ou outros métodos remotos. Ou seja, medidas cautelares não se transformam automaticamente em punição, é preciso antes verificar e comprovar a real situação”, destacou Mosquini.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também deixa explícito que medidas cautelares não podem ser utilizadas como antecipação de sanções, sob pena de nulidade do processo, reforçando o caráter preventivo, e não punitivo, dessas ações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Relatora da proposta no Plenário, a <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572">deputada Marussa Boldrin</a> (REPUBLICANOS-GO) tem defendido o equilíbrio entre fiscalização e segurança jurídica. “É fundamental garantir instrumentos eficazes de proteção ambiental, mas sem abrir mão do devido processo legal. O objetivo é assegurar que a fiscalização seja justa, com base em comprovação adequada e respeito ao direito de defesa”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com isso, o projeto pretende reduzir o risco de penalizações indevidas, para evitar que produtores regulares sejam atingidos por embargos sem comprovação consistente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;font-size: 18pt">Tramitação</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apresentado em maio de 2025, o PL 2564/2025 passou a tramitar na Câmara dos Deputados com análise pelas comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça. Em março de 2026, o Plenário aprovou o regime de urgência, permitindo que a proposta seja votada diretamente pelos deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto está sob relatoria da deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) no Plenário e aguarda inclusão na pauta de votação. Para virar lei, ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/fpa-aponta-desmonte-em-normas-de-protecao-fundiaria-nos-ultimos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Pollon]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Valadares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país.  A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de recursos orçamentários para desapropriações de terras. É o caso da revogação do memorando-circular nº 01/2019 do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em abril de 2023. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d12002.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 12.002/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> segue a mesma linha ao revogar o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9191.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 9.191/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, que exigia comprovação de recursos antes da publicação de atos com impacto fiscal, como desapropriações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra manobra para aliviar as regras veio com o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11637.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.637 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. Essa norma permite a titulação de terra — processo de regularização de uma ocupação — para pessoas jurídicas, desde que sejam associações ou cooperativas de assentados. Além disso, prioriza a titulação coletiva em relação à titulação individual. A avaliação do setor é de que isso abre brecha para que grupos, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), recebam terras através do processo de Reforma Agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-132-de-27-de-julho-de-2023-502118095"><span style="font-weight: 400">Instrução Normativa 132/2023 do Incra</span></a><span style="font-weight: 400"> que amplia a atuação de movimentos sociais nas indicações para cadastro no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ao permitir que outras instituições realizem o cadastramento de famílias aptas ao programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também há omissão do governo na regulamentação da </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14757.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 14.757 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que trata da regularização fundiária na Amazônia. Ela prevê que os laudos de vistoria para desapropriação produzidos há mais de cinco anos deverão, a pedido do dono da propriedade, ser atualizados com a situação atual da propriedade. Sem uma regulamentação dessa lei a norma não pode ser plenamente aplicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros atos dificultam a regularização fundiária ao incluir questões ambientais no processo. O </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11688.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.688/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, por exemplo, direcionou áreas passíveis de regularização para políticas ambientais e retirou o Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">) da Câmara Técnica de Destinação e Regularização Fundiária de Terras Públicas Rurais (CTD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em continuação a esse movimento, a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma/mda-n-1.309-de-4-de-fevereiro-de-2025-610819784"><span style="font-weight: 400">Portaria 1.309/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (</span><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br"><span style="font-weight: 400">MMA</span></a><span style="font-weight: 400">), ampliou a participação do MMA nas competências do Incra e permitiu a atuação de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais em diagnósticos e levantamentos fundiários.<img decoding="async" class="alignleft wp-image-32338 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A afronta que o governo Lula faz diante da segurança jurídica do direito de propriedade, o desrespeito à propriedade privada, precisa ser encarado com rigidez por nós parlamentares. O governo Lula e seus ministros não têm mostrado nenhuma responsabilidade com quem produz neste país. Ele provoca a insegurança jurídica para criar instabilidade e dentro do caos tirar algum benefício político”, pontuou o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (PP-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ilegalidade do Programa Terra da Gente</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das medidas anteriores terem efeitos imediatos em procedimentos, o ponto alto da atual política de Reforma Agrária adotada pelo governo federal foi a instituição do Programa Terra da Gente. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11995.htm"><span style="font-weight: 400">decreto</span></a><span style="font-weight: 400"> que criou a iniciativa foi editado em abril de 2024, como uma das medidas para atender às demandas do MST. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, o programa tem dispositivos ilegais e questionáveis. Um deles é a possibilidade de se apropriar de terras que entraram como bens penhorados. O entendimento jurídico é de que precisa haver uma compensação orçamentária, caso isso não ocorra, a ação pode ser enquadrada como pedalada fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto é a possibilidade de cancelamento de títulos já emitidos, inclusive em áreas de faixa de fronteira. Além disso, o decreto não diferencia propriedades produtivas daquelas que não cumprem função social, contrariando a Constituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na esteira do programa, em março de 2025, foram publicados sete decretos que declararam terras de interesse social para desapropriação. Essas normas burlam mecanismos que impedem a implementação de assentamentos em terras invadidas. Além disso, há propriedades que se enquadram como de porte médio, o que é contra a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8629.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 8.629 de 1993</span></a><span style="font-weight: 400"> que regulamenta os dispositivos constitucionais da Reforma Agrária.<img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32336 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg" alt="Rodrigo Valadares" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para barrar a estratégia, parlamentares da FPA protocolaram um projeto de decreto legislativo (PDL) para sustar o decreto do Programa Terra da Gente. Na Câmara dos Deputados, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2426930"><span style="font-weight: 400">PDL 167/2024</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/165470"><span style="font-weight: 400">deputado Rodrigo Valadares (PL-SE)</span></a><span style="font-weight: 400"> está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Governo Lula mantém a insegurança no campo e coloca o produtor rural com a faca no pescoço, seja pelo incentivo à invasão, seja pelas dificuldades no Plano Safra e no Seguro Rural, desestimulando investimentos. Sustar o Programa Terra da Gente é garantir segurança jurídica e o direito de propriedade para quem carrega o Brasil nas costas”, destacou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que também acaba com as brechas legais é o Projeto de Lei 4.357/2023. De autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220546"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, o texto define o que é o descumprimento da função social de uma propriedade rural. Esse é um dos critérios para que o imóvel seja passível de desapropriação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Crimes ambientais e trabalhistas podem levar ao entendimento de que a propriedade não cumpre com a função social prevista em lei. A proposição que tramita no Senado propõe que só poderia ser considerada descumprida a função social quando houver decisão judicial transitada em julgado nas situações de ocorrência desses crimes. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Medidas extras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O pacote anti-invasão inclui ao menos outras oito propostas. Entre elas, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400"> permite ao proprietário retomar a posse com uso da própria força ou apoio policial, mesmo sem ordem judicial, dentro de um prazo de 180 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32339 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg" alt="Lúcio Mosquini" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após notificação, a polícia terá até 48 horas para garantir a manutenção ou restituição da posse. O texto aguarda votação no Plenário da Câmara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que o Estado brasileiro pode fazer é garantir o direito de propriedade de um produtor rural. O que nós queremos convencer o Plenário é que o direito de propriedade é fundamental, é como se fosse o direito à vida de quem planta e cria, de quem produz, de quem coloca comida na mesa”, coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lúcio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já para inibir os atos de invasão, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349493"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> estabelece sanções adicionais para os invasores de terras. O texto propõe que essas pessoas fiquem impedidas por oito anos de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">participar do Programa Nacional de Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">celebrar contratos com órgãos públicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">receber benefícios e auxílios ou mesmo acessar crédito subsidiado; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ser nomeado para cargos públicos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">As penalidades também poderão ser aplicadas a ocupações com objetivo de pressionar o Estado por políticas públicas. O projeto, de autoria do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220547"><span style="font-weight: 400">deputado Marcos Pollon (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, aguarda definição de tramitação no Senado.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/23/reforma-agraria-engatinha-no-brasil-e-mantem-assentados-em-baixa-renda/">Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/">Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
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		<title>Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[José Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de famílias homologadas em assentamentos no país chegou a 1,1 milhão, segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Ainda assim, a realidade dessas pessoas contrasta com um dos propósitos da Reforma Agrária: promover justiça social e cidadania. De acordo com o último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O número de famílias homologadas em assentamentos no país chegou a 1,1 milhão, segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (</span><a href="https://www.gov.br/incra/pt-br"><span style="font-weight: 400">Incra</span></a><span style="font-weight: 400">). Ainda assim, a realidade dessas pessoas contrasta com um dos propósitos da Reforma Agrária: promover justiça social e cidadania.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (</span><a href="https://www.ibge.gov.br/"><span style="font-weight: 400">IBGE</span></a><span style="font-weight: 400">), em 86% dos municípios com assentamentos a renda média mensal das famílias assentadas é inferior a um salário mínimo. Na época da pesquisa, os rendimentos correspondiam a apenas 53% do mínimo vigente, o equivalente a cerca de R$ 453,56. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O levantamento também mostra que a produção dos assentamentos ainda tem participação reduzida entre as principais atividades rurais. No caso do leite, por exemplo, dos mais de 30 bilhões de litros produzidos no Brasil, 64,2% vieram da agricultura familiar. Já os assentados responderam por apenas 2,8% desse total. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da realidade de subsistência, o Brasil ainda enfrenta dificuldade para assentar famílias acampadas. Segundo o Incra, 166,8 mil famílias estavam nessa condição em 2025. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32311 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-1-150x150.jpg" alt="Zé Silva" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-1-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante desse quadro, a Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) defende que a Reforma Agrária seja conduzida como política pública técnica, sem viés ideológico e com foco em oferecer condições reais de melhoria de vida aos assentados. O integrante da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Silva (União-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou esse entendimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo tem uma responsabilidade muito grande para garantir que a Reforma Agrária seja uma política pública técnica e não ideológica, e que além da terra tenha assistência técnica de qualidade, tenha infraestrutura produtiva, infraestrutura de saúde, energia, estrada de qualidade”, afirmou. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projeto aperfeiçoa regras da Reforma Agrária</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse contexto, a FPA também apoia uma proposta que pode dar mais eficiência à seleção de famílias para a Reforma Agrária. O </span><a href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2304424"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 3.768/2021</span></a><span style="font-weight: 400"> altera a data-limite para regularização de lotes ocupados em assentamentos criados pelo Incra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, a proposta obriga o governo federal a elaborar planejamento financeiro para as etapas posteriores à criação de novos assentamentos, com o objetivo de assegurar a viabilidade do programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32312 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-150x150.jpg" alt="Zé Vitor" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Outro ponto prevê que municípios, estados e a própria União ofereçam condições mínimas de infraestrutura, como abastecimento de água, estradas e energia elétrica. Para isso, o município também deverá ser consultado antes da instalação de um novo assentamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Propomos a parceria entre o Incra e o município para a execução do processo de seleção dos beneficiários, por considerarmos que as secretarias municipais que lidam com os inscritos têm condições de colaborar para tornar o processo de seleção mais justo e eficiente”, enfatizou o autor do projeto e coordenador político da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204517"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Vitor (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a proposição tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O relator é o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Pacote anti-invasão reúne propostas contra ocupações ilegais</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Além da proposta que aperfeiçoa a regulamentação da Reforma Agrária, outros dois projetos integram o pacote anti-invasão da FPA e restringem a atuação de movimentos ligados a ocupações ilegais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um deles é o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2353243"><span style="font-weight: 400">Projeto 1.373/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, de autoria do ex-deputado Lázaro Botelho e do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220543"><span style="font-weight: 400">deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO)</span></a><span style="font-weight: 400">, que impede invasores de terra de acessar programas públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria prevê que essas pessoas não possam participar da Reforma Agrária e, caso já integrem o programa, sejam excluídas e percam a posse do lote eventualmente ocupado. Também ficam impedidas, por dois anos após o fim da invasão, de acessar crédito subsidiado, benefícios fiscais, programas de assistência social e de participar de licitações ou contratações com o poder público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro dispositivo do texto, que tramita atualmente na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara, estabelece prazos para a emissão de títulos. A proposta determina que a titulação provisória ocorra em até dez anos, e a definitiva em até cinco anos após a provisória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32315 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-e-Alceu-Moreira-300x150.jpeg" alt="" width="300" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-e-Alceu-Moreira-300x150.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-e-Alceu-Moreira-360x180.jpeg 360w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-e-Alceu-Moreira.jpeg 750w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2582896"><span style="font-weight: 400">Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 939/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> restringe a atuação de grupos ligados a invasões. A pauta susta um decreto presidencial de 2025 que criou o Plano Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos. Na avaliação da bancada, o ato ampliou o amparo estatal a organizações militantes envolvidas em ocupações de propriedades privadas e contribuiu para a instrumentalização da política fundiária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria é de autoria do presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, e do coordenador Institucional da frente, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">. Na justificativa, os autores apontam ainda que o decreto ameaça pessoas e a segurança jurídica dos produtores rurais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Na prática, trata-se de deturpar o papel constitucional do Estado, permitindo que a regularização fundiária, que deveria ser política técnica, impessoal, baseada em critérios legais, seja utilizada como mecanismo de suposta “proteção” a grupos que podem se autodeclarar defensores de direitos humanos, ainda que envolvidos em invasões ou ocupações ilegais”, comentaram. Apresentada no final do ano passado, a proposta aguarda despacho da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32310 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg" alt="José Rocha" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para o integrante da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/74554"><span style="font-weight: 400">deputado José Rocha (União-BA)</span></a><span style="font-weight: 400">, os projetos caminham no sentido de ampliar a segurança jurídica e enfrentar as ocupações ilegais. “Todos nós precisamos de alimento na mesa. Quem produz esse alimento é o produtor rural, é o cara que está trabalhando, com custos altos, e conseguiu adquirir a sua terra, e aí de uma hora para outra se vê atropelado por invasões, invasões que são políticas, ideológicas, descabidas e sem nenhum sentido”, destacou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Confira mais sobre a campanha Invasão Zero:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/">Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
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		<title>Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o 2º vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO),</span></a><span style="font-weight: 400"> as invasões afetam todo o setor, independentemente do porte da propriedade. Segundo ele, na Amazônia, até mesmo pequenas áreas já foram alvo de ocupações. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-32304 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse é um problema muito sério no Brasil, especialmente na produção primária, e nós precisamos garantir segurança jurídica aos proprietários de terra, independentemente de serem pequenos, médios ou grandes produtores”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O levantamento da CNA também mostra que 2025 foi o ano com maior número de invasões da última década. Ao todo, foram 90 ocorrências no ano passado, das quais 81 foram promovidas ou vinculadas ao MST. Os dados ainda apontam concentração dos casos no mês de abril, quando foram registradas 43 invasões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda conforme a entidade, os últimos três anos indicam uma tendência de alta nas invasões. De 2023 até 15 de abril de 2026, foram contabilizados 241 casos em todo o país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32301 size-large aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png" alt="Gráfico invasões" width="1024" height="683" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-300x200.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-768x512.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-750x500.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1140x760.png 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projetos miram prevenção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Com o número crescente de invasões, algumas medidas podem servir como prevenção contra esses atos. É o caso do </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 4.432/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, de autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. A proposta cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse cadastro seria integrado ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e teria registro de ocorrências de invasões de propriedades, tanto públicas como privadas. Também seriam registradas as ações realizadas pelas forças de segurança, bem como apontamentos se houve participação de menores ou de pessoas com armas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32303 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O texto tem o intuito de facilitar a identificação e responsabilização dos invasores. O projeto tem apreciação conclusiva nas comissões, no</span><span style="font-weight: 400"> entanto, há um recurso pedindo a revisão da tramitação para que a matéria seja analisada também no Plenário da Câmara. O recurso aguarda deliberação da Mesa Diretora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo Lula trouxe o MST para dentro do governo desde o início do mandato, contribuindo para as invasões no campo todos os anos aqui no Brasil. A FPA está hoje em uma ofensiva no Congresso Nacional e tem apresentado projetos para combater o esbulho possessório e, especialmente, penalizar criminosos. Quem invade propriedade privada é criminoso e tem que ser tratado assim”, afirmou Nogueira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2351684&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 1.198/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, apresentado pelo </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204378"><span style="font-weight: 400">deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. A matéria altera o Código Penal brasileiro para dar mais peso ao crime de esbulho possessório —  que é quando o dono de imóvel fica impossibilitado de controlar e usar o seu bem por causa de uma invasão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a legislação prevê uma pena de um a seis meses de detenção e multa. A proposta amplia a punição para quatro a oito anos de prisão, além da multa. O texto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e ainda deve passar pelo Plenário da Casa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2598906"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 6.612/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> também modifica o Código Penal, porém para criar uma tipificação penal própria para invasão de propriedades rurais. Neste caso, a proposição do deputado Rodolfo Nogueira, diferencia os tipos de ocupação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que ocorre para reivindicar políticas públicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que acontece em área já designada para desapropriação, porém o proprietário ainda não recebeu a indenização.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também pune quem patrocina e financia essas invasões. Em todos os casos, a pena proposta é de quatro a dez anos de reclusão e multa. Caso a ocupação seja em terra produtiva, a pena é dobrada, e se for cometido por mais de duas pessoas há o aumento de um terço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria aguarda análise na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. Depois, a proposta ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e pelo Plenário. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32302 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/73768"><span style="font-weight: 400">deputado Dilceu Sperafico (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a preocupação dos produtores diante do aumento das invasões e defendeu o avanço de matérias que garantam mais segurança no campo. “O direito de propriedade é constitucional, mas hoje não há segurança jurídica para o proprietário rural. Tivemos muitas invasões de terras nos últimos anos, e isso tem gerado intranquilidade e até o risco de queda na produção nacional. Muitos produtores acabam se afastando da atividade por medo”, disse. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre direito de propriedade:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Projeto que barra compra pública de leite importado pode avançar na Câmara</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/projeto-que-barra-compra-publica-de-leite-importado-pode-avancar-na-camara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Leão]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de lei que veda a compra de leite importado por órgãos públicos recebeu parecer favorável do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O texto é relatado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), que protocolou nesta semana parecer pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Um projeto de lei que veda a compra de leite importado por órgãos públicos recebeu parecer favorável do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O texto é relatado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, que protocolou nesta semana parecer pela aprovação da proposta. Com isso, o tema pode entrar em votação nas próximas sessões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion apontou que a redação aprovada em outras comissões da Câmara está em conformidade com os preceitos constitucionais e jurídicos, e, por isso, apresentou voto favorável ao projeto. O </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=520505"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 2.353/2011</span></a><span style="font-weight: 400"> inclui dispositivo na Lei de Licitações e Contratos Administrativos para proibir a aquisição de leite de origem estrangeira por órgãos públicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A exceção prevista na proposta ocorre apenas quando “não houver disponibilidade de produto nacional”. Nesses casos, o órgão público deverá justificar previamente a compra de leite importado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A tramitação do projeto ocorre em um contexto de pressão do setor produtivo por medidas que reduzam as importações do produto. Produtores de leite alegam que os preços praticados no mercado têm comprimido as margens e inviabilizado a atividade, especialmente entre os pequenos produtores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços pagos ao produtor recuaram mais de 25% em 2025, encerrando o ano em R$ 1,99 por litro. Segundo os pesquisadores, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 1,32% em janeiro e mais 0,32% em fevereiro.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em outra ocasião, Lupion defendeu que o Tribunal de Contas da União (</span><a href="https://portal.tcu.gov.br/"><span style="font-weight: 400">TCU</span></a><span style="font-weight: 400">) analise possíveis distorções relacionadas à importação de leite e os impactos sobre a cadeia produtiva. “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores. Precisamos entender se existe equilíbrio competitivo ou se há distorções que estão pressionando os preços pagos ao produtor”, destacou. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32293 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg" alt="Zé Silva" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Silva (União-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">, lembrou que medidas voltadas à cadeia leiteira impactam 1,1 milhão de produtores no país e mais de 5 milhões de empregos. “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais. Nós sabemos que hoje o custo de produção de um litro de leite é de R$ 1,90 a R$ 2”, afirmou.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Parlamentares pedem celeridade em processo antidumping </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também acompanha de perto as pautas relacionadas à cadeia leiteira é a vice-presidente da FPA na região Sudeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/107970"><span style="font-weight: 400">deputada Ana Paula Leão (PP-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">. Um dos pleitos defendidos pelos parlamentares é a adoção de medidas antidumping contra o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32306 size-thumbnail alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-1-150x150.jpg" alt="Ana Paula Leão" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A investigação foi aberta em 2024, e o pedido do setor é para que sejam adotadas medidas provisórias enquanto o processo segue em análise. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (</span><a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDIC</span></a><span style="font-weight: 400">) é o órgão responsável por avaliar a demanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial”, destacou a deputada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Rafael Pezenti (MDB-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">, lembrou que a imposição de medidas antidumping de forma provisória não alivia a situação de forma imediata, mas ajuda para que o processo tenha um desfecho definitivo. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32295 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A Argentina coloca leite aqui no Brasil com preço 53% menor do que vende lá dentro do seu próprio país. Com qual finalidade? Exterminar os produtores brasileiros para depois tomar conta do nosso mercado e praticar o preço que quiserem. Precisamos que esse leite seja taxado agora na fronteira.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Veja mais sobre temas relacionados ao leite:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/12/importacao-de-leite-pressiona-produtores-brasileiros-e-leva-fpa-a-pedir-investigacao-na-camara/">Importação de leite pressiona produtores brasileiros e leva FPA a pedir investigação na Câmara</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/03/camara-avanca-na-regulamentacao-do-uso-da-palavra-leite-nos-rotulos-de-alimentos/">Câmara avança na regulamentação do uso da palavra “leite” nos rótulos de alimentos</a></p>
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		<item>
		<title>Senado aprova regras para teor mínimo de cacau em chocolates e texto vai à sanção</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/16/senado-aprova-regras-para-teor-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-texto-vai-a-sancao/</link>
					<comments>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/16/senado-aprova-regras-para-teor-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-texto-vai-a-sancao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), em regime de urgência, o projeto de lei (PL 1.769/2019) que estabelece percentuais mínimos de cacau em produtos como chocolate e cacau em pó. De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta segue agora para sanção presidencial. O texto define [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), em regime de urgência, o projeto de lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135966">(PL 1.769/2019)</a> que estabelece percentuais mínimos de cacau em produtos como chocolate e cacau em pó. De autoria do senador <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3806">Zequinha Marinho (Podemos-PA)</a>, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta segue agora para sanção presidencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto define parâmetros técnicos para a produção de derivados de cacau e determina que rótulos, embalagens e peças publicitárias informem o percentual total de cacau presente nos produtos, nacionais ou importados. A medida amplia a transparência ao consumidor e fortalece a cadeia produtiva do cacau no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse projeto garante mais clareza para o consumidor e valoriza o produtor brasileiro. Estamos estabelecendo um padrão mínimo de qualidade para o chocolate vendido no país, protegendo quem produz e quem consome”, afirmou Zequinha Marinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria aprovada é um substitutivo da Câmara dos Deputados, relatado no Senado pelo <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5967">senador Angelo Coronel (Republicanos-BA)</a>. O texto original, apresentado por Zequinha Marinho, já havia sido aprovado anteriormente pelos senadores, mas retornou à Casa após alterações feitas pelos deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais pontos, a proposta estabelece que o chocolate deverá conter, no mínimo, 35% de sólidos totais de cacau, sendo ao menos 18% de manteiga de cacau. O texto também limita a adição de outras gorduras vegetais a 5% e fixa critérios para produtos como chocolate ao leite, chocolate branco, cacau em pó e achocolatados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil tem potencial para crescer ainda mais na produção de cacau, e essa regulamentação ajuda a dar segurança jurídica, estimular a indústria e fortalecer toda a cadeia produtiva”, acrescentou o senador.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Produção nacional</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a discussão da matéria, parlamentares destacaram que a iniciativa contribui para valorizar a produção nacional, especialmente o pequeno produtor rural, além de estimular a geração de empregos e reduzir a dependência de importações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Brasil é atualmente o sexto maior produtor mundial de cacau, com destaque para Bahia e Pará, estados que concentram mais de 90% da produção nacional. Segundo dados do setor, o consumo de chocolate no país também tem avançado e já está presente em mais de 90% dos lares brasileiros.<br />
</span></p>
<p><b>Leia mais</b><b>:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/10/16/comissao-de-agricultura-debate-riscos-diretos-a-cacauicultura/"><span style="font-weight: 400">Comissão de Agricultura debate riscos diretos à cacauicultura</span></a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2018/08/27/brasil-tera-politica-de-incentivo-a-producao-de-cacau-de-qualidade/"><span style="font-weight: 400">Brasil terá política de incentivo à produção de cacau de qualidade</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/16/senado-aprova-regras-para-teor-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-texto-vai-a-sancao/">Senado aprova regras para teor mínimo de cacau em chocolates e texto vai à sanção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<item>
		<title>Gastos com preservação ambiental poderão ser abatidos em imposto de renda de produtor</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/gastos-com-preservacao-ambiental-poderao-ser-abatidos-em-imposto-de-renda-de-produtor/</link>
					<comments>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/gastos-com-preservacao-ambiental-poderao-ser-abatidos-em-imposto-de-renda-de-produtor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Rick]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores que preservam o meio ambiente poderão acessar benefícios fiscais, como o abatimento dos gastos no imposto de renda. A proposta que iguala a preservação ambiental como atividade rural foi aprovada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado, nesta quarta-feira (15). Agora, o texto segue para a Comissão de Meio Ambiente (CMA) [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/gastos-com-preservacao-ambiental-poderao-ser-abatidos-em-imposto-de-renda-de-produtor/">Gastos com preservação ambiental poderão ser abatidos em imposto de renda de produtor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Produtores que preservam o meio ambiente poderão acessar benefícios fiscais, como o abatimento dos gastos no imposto de renda. A proposta que iguala a preservação ambiental como atividade rural foi aprovada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado, nesta quarta-feira (15). Agora, o texto segue para a Comissão de Meio Ambiente (CMA) e para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde deve ter decisão terminativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/165596"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 3.784/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> altera a lei do imposto de renda sobre as atividades rurais — </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8023.htm"><span style="font-weight: 400">Lei nº 8.023 de 1990</span></a><span style="font-weight: 400">. A matéria prevê acrescentar “provisões de serviços ambientais” como atividade rural. Na prática, coloca as atividades de preservação, recuperação e reflorestamento no mesmo patamar da agricultura e pecuária, por exemplo, para as deduções previstas no pagamento do tributo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Relator da proposta na CRA e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) da região Norte, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5672"><span style="font-weight: 400">senador Alan Rick (União-AC)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou que a medida ajuda produtores que ainda não contam com mecanismos bem estabelecidos de pagamento por serviços ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse é um tema que, há muito tempo, responde a um anseio do produtor rural: poder caracterizar a prestação de serviços ambientais como atividade rural para fins de abatimento no Imposto de Renda. Nada mais justo e coerente, diante de tantas obrigações que o produtor rural brasileiro tem e pelas quais sempre é penalizado”, disse, antes de ler o relatório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os imóveis rurais preservam aproximadamente 29% de toda a vegetação nativa do Brasil. Os dados constam da edição mais recente do levantamento Atribuição, Ocupação e Uso das Terras no Brasil, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (</span><a href="https://www.embrapa.br/"><span style="font-weight: 400">Embrapa</span></a><span style="font-weight: 400">), apresentada no ano passado. Ao todo, isso representa 246,6 milhões de hectares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No relatório, o senador não propôs alterações ao texto original. Ao defender a aprovação da matéria, explicou como o benefício deverá funcionar e destacou que a medida cria um estímulo à preservação ambiental dentro das propriedades rurais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com esta medida, os produtores rurais que optem pelo regime simplificado de tributação rural poderão deduzir, de imediato, as despesas operacionais da receita bruta com serviços ambientais para apuração do Imposto de Renda. Portanto, isso resultará em menor carga tributária para aqueles que desenvolvam ações que gerem ganhos ambientais”, analisou. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Veja sobre outros temas da pauta ambiental:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/07/bancada-articula-para-derrubar-restricoes-indevidas-sobre-credito-rural/">Bancada articula para derrubar restrições indevidas sobre crédito rural</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marcelo Queiroz assume Comissão de Indústria, Comércio e Serviços e promete foco no crescimento econômico</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/marcelo-queiroz-assume-comissao-de-industria-comercio-e-servicos-e-promete-foco-no-crescimento-economico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio e Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com discurso em defesa da união e do fortalecimento do setor produtivo, o deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi eleito nesta terça-feira (14) presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados.  Ele foi escolhido por unanimidade, com 10 votos, e sucede o deputado Beto Richa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Com discurso em defesa da união e do fortalecimento do setor produtivo, o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160161">Marcelo Queiroz</a> (PSDB-RJ), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi eleito nesta terça-feira (14) presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele foi escolhido por unanimidade, com 10 votos, e sucede o deputado Beto Richa (PSDB-PR), também integrante da bancada, que presidiu o colegiado em 2025 e agora ocupará a 1ª vice-presidência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No primeiro discurso após a eleição, Queiroz classificou como “uma honra e um orgulho” assumir o comando da comissão e afirmou que sua gestão será guiada por uma agenda voltada ao crescimento econômico, com foco em segurança jurídica, estabilidade e geração de empregos. “O Brasil vive um momento de divisão, e o que todos mais precisam é de paz para trabalhar, previsibilidade e condições para investir”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parlamentar também defendeu uma condução pautada pela eficiência e pelo diálogo institucional, independentemente de posições ideológicas ou do calendário eleitoral. Segundo ele, o funcionamento regular da comissão será essencial para garantir resultados concretos ao setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Queiroz afirmou ainda que manterá o colegiado aberto ao diálogo com os diferentes segmentos da economia e reforçou o compromisso com o acompanhamento de políticas públicas voltadas à indústria, ao comércio e aos serviços. “A comissão precisa ser um espaço de debate, fiscalização e avanço de pautas que contribuam para o desenvolvimento do país”, disse.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Trajetória política</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Nascido em 3 de novembro de 1984, no Rio de Janeiro, Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2008, quando disputou pela primeira vez uma vaga como vereador. Foi eleito em 2012 e, à época, tornou-se o mais jovem da legislatura. Ao longo da carreira, também ocupou cargos em secretarias municipais e estaduais no Rio de Janeiro. Em 2022, foi eleito deputado federal com 73.728 votos.</span></p>
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		<title>Produtores de alho alertam para crise e pedem medidas para barrar produto estrangeiro</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/produtores-de-alho-alertam-para-crise-e-pedem-medidas-para-barrar-produto-estrangeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Ismael dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumento dos custos de produção no mercado interno, avanço das importações e suspeita de práticas de dumping têm reduzido a competitividade dos produtores de alho no Brasil. Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), o alho chinês chega ao país com preço cerca de 15% inferior ao custo da produção brasileira. Além da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Aumento dos custos de produção no mercado interno, avanço das importações e suspeita de práticas de dumping têm reduzido a competitividade dos produtores de alho no Brasil. Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), o alho chinês chega ao país com preço cerca de 15% inferior ao custo da produção brasileira. Além da China, a Argentina também ampliou sua presença no mercado interno, sob suspeita de práticas desleais de comércio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/98615"><span style="font-weight: 400">deputado Ismael dos Santos (PL-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a situação de Santa Catarina. Segundo o parlamentar, o cenário pode inviabilizar até 60% da safra de alho no estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A Argentina está colocando um quilo de alho no Brasil a R$ 6. O produtor brasileiro está vendendo a R$ 11, por causa do custo. Hoje, 80% do alho produzido na Argentina vem para o Brasil. O que isso significa? Estamos colocando em risco, só em Santa Catarina, 60 mil empregos”, afirmou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O cenário foi apresentado aos parlamentares da bancada e também ao ministro da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">MAPA</span></a><span style="font-weight: 400">), André de Paula, durante a reunião-almoço da FPA realizada na última terça-feira (14). A Anapa entregou um pleito com dados sobre os custos de produção no Brasil e o volume de compras vindas da China e da Argentina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento pede duas ações. A primeira é a abertura de investigação antidumping sobre o alho argentino. Entre as alegações, está a de que o produto estaria entrando no Brasil fora dos padrões e classificações exigidos. “Faz-se necessária a abertura de investigação antidumping, com vistas à apuração técnica das condições de concorrência e eventual aplicação de medidas de defesa comercial”, destacou a associação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A segunda demanda trata da medida antidumping atualmente aplicada aos fornecedores chineses. No ano passado, o governo fixou em US$ 16,90 o compromisso de preço para a importação da caixa de 10 quilos de alho da China. Desde então, o valor foi reajustado para US$ 15,80, e a Anapa alerta que, na próxima revisão, ele pode cair para US$ 15. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o presidente da associação, Rafael Corsino, apenas o custo de produção no Brasil já supera esse valor. “Com a guerra e outros fatores, o nosso custo, que era de US$ 23 por caixa, hoje já está em US$ 24”, afirmou durante a reunião. O pleito da entidade é pela revisão do modelo adotado pelo Brasil no mecanismo de compromisso de preço aplicado ao alho chinês.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre outras ações da FPA:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/10/frentes-debatem-compromissos-com-pautas-de-logistica-e-infraestrutura/">Frentes debatem compromissos com pautas de logística e infraestrutura</a></p>
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		<title>FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Constituição do Brasil coloca no hall de direitos e garantias fundamentais o direito à propriedade. E neste semestre, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) prioriza pautas que resguardam essa garantia. Além das matérias no Congresso, a bancada também lança nesta semana a campanha “Invasão Zero”. O objetivo é conscientizar produtores rurais e a sociedade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm"><span style="font-weight: 400">Constituição do Brasil</span></a><span style="font-weight: 400"> coloca no hall de direitos e garantias fundamentais o direito à propriedade. E neste semestre, a Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) prioriza pautas que resguardam essa garantia. Além das matérias no Congresso, a bancada também lança nesta semana a campanha “Invasão Zero”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo é conscientizar produtores rurais e a sociedade sobre como as invasões de terras infringem a Constituição e o funcionamento desses atos, que são utilizados com cunho político. Também serão apresentadas as medidas que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para evitar essas ações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, este mês também é marcado pela instalação da Subcomissão de Direito de Propriedade e Regularização Fundiária. Esse grupo funcionará dentro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados e foi criado na última semana. A presidência será do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400"> e a relatoria do presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que a gente tem que dar é segurança jurídica para o nosso produtor. Lembrando que não é só isso: a questão do Abril Vermelho, a questão das demarcações, a questão de novos parques ambientais sendo criados a torto e a direito pelo país, sem haver consultoria prévia. São vários temas que precisamos resolver no direito de propriedade, não só a invasão pelos movimentos”, disse Lupion sobre o novo grupo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A subcomissão terá duração de 180 dias e espera ter como resultado uma melhoria na legislação que aborda as garantias ao direito de propriedade. Os parlamentares também devem apresentar um diagnóstico atual sobre os conflitos fundiários no Brasil e as principais travas à Reforma Agrária e à regularização fundiária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para isso, o plano de trabalho prevê a realização de audiências públicas além de reuniões técnicas. Ainda serão solicitadas informações a órgãos públicos como Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (</span><a href="https://www.gov.br/incra/pt-br"><span style="font-weight: 400">Incra</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.gov.br/mj/pt-br"><span style="font-weight: 400">Ministério da Justiça e Segurança Pública</span></a><span style="font-weight: 400">, Conselho Nacional de Justiça (</span><a href="https://www.cnj.jus.br/"><span style="font-weight: 400">CNJ</span></a><span style="font-weight: 400">). Nesses requerimentos, os deputados pretendem verificar dados atualizados sobre os conflitos e a situação dos programas e ações de regularização fundiária. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Pacote anti-invasão</span></h2>
<p>Atualmente, nas duas Casas Legislativas, tramitam 20 propostas sobre o direito de propriedade com apoio da FPA. Entre elas, estão pautas estratégicas para inibir ocupações promovidas por movimentos sociais. Esse conjunto de matérias foi denominado pela bancada de pacote anti-invasão.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“Essa pauta entra como prioridade. A nossa preocupação é que a gente consiga avançar, prevendo que haverão novas invasões no campo”, destacou o presidente da FPA. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os projetos que compõem o pacote são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei (PL) 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, prevê a retirada de invasores de propriedade privada pela polícia sem a necessidade de mandado judicial;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2304424&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">PL 3.768/2021</span></a><span style="font-weight: 400">, moderniza a seleção de famílias para a Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">PL 4.432/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, cria o cadastro de invasores para identificar quem são e os padrões de comportamento, além de ser um registro integrado ao sistema de Segurança Pública;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/163848"><span style="font-weight: 400">PL 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, impede que invasores de terra recebam benefícios sociais ou mesmo acesso a crédito subsidiado;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/171605"><span style="font-weight: 400">PL 4.357/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, define de forma clara o que é uma propriedade improdutiva e o que caracteriza o descumprimento da função social, o que impede a desapropriação de propriedades produtivas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2351684&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">PL 1.198/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, aumenta as penas para as invasões de terras, como por exemplo, no caso de esbulho possessório;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2353243"><span style="font-weight: 400">PL 1.373/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, proíbe que invasores de terra participem do programa de reforma agrária, ficando também impedidos de acessar linhas de crédito subvencionadas e de serem beneficiários de políticas de regularização fundiária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2598906"><span style="font-weight: 400">PL 6.612/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, modifica o Código Penal brasileiro para criar uma tipologia específica de crime para os casos de invasão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2582896"><span style="font-weight: 400">Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 939/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, tem como foco a sustação do Plano Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, política que instrumentalizou e legitimou movimentos organizados responsáveis por invasões. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da campanha, essas proposições serão detalhadas nos materiais da FPA. A ideia é explicar como esses projetos agem no fortalecimento do direito à propriedade e o impacto dessas pautas no dia a dia do produtor rural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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