Governo deve facilitar licenciamento ambiental, diz Padilha



O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, entende que a participação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é indispensável na construção de marcos legais que harmonizem a produção do campo com o respeito ao meio ambiente. A afirmação foi feita nesta terça-feira após reunião-almoço da entidade, que teve entre seus principais temas a necessidade de agilizar os processos de licenciamento ambiental. Vários temas de interesse do setor produtivo rural foram colocados à mesa da bancada ruralista.

“A Frente Parlamentar da Agropecuária traz sempre sugestões que são importantíssimas. Foram suscitados temas sobre os quais o governo já está debruçado. Mas a participação da Frente é absolutamente indispensável. Se tem um setor no Brasil que nos últimos 30 anos deu um salto de antes do Terceiro Mundo para depois do Primeiro Mundo, foi a agropecuária. Portanto há um respeito e uma vontade política de facilitar as ações do setor”, afirmou Padilha.

O ministro-chefe da Casa Civil lembrou que o setor agropecuário tem compromisso com o meio ambiente. E o mesmo acontece dentro do governo. “No que depender do presidente Michel, não há conflito entre o produtor rural e o meio ambiente. Eles complementam-se.  O meio ambiente precisa de pessoas que se preocupam com ele. E as pessoas que trabalham no campo, hoje, se não cuidarem do meio ambiente, não produzem. Portanto, um depende do outro. É questão apenas de ter consciência da extensão da responsabilidade de cada um.”

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Marcos Montes (PSD-MG), destacou que um dos principais assuntos tratados com o ministro Padilha foi o relativo ao licenciamento ambiental. “Instrumento fundamental que hoje o Brasil revê na sua legislação, claro, dentro de um panorama sustentável. Precisamos continuar preservando esse país, que já preserva 61% de todo o território nacional, isso é muito importante, mas que os produtores também possam ter um pouco de tranquilidade do ponto de vista jurídico para continuar produzindo e trazer as riquezas para o país”, concluiu.

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