Presidente da FPA será a nova ministra da Agricultura



Indicação foi consenso entre parlamentares e entidades do setor agropecuário

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, nesta quarta-feira (7), com o Presidente da República eleito, Jair Bolsonaro, para indicar a presidente da FPA, deputada Tereza Cristina (DEM/MS), para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Na ocasião, Bolsonaro aceitou a sugestão da FPA e confirmou o nome da deputada para assumir a pasta.

A bancada, após solicitação do próprio presidente eleito, tinha a prerrogativa de indicar até três nomes ao Ministério. No entanto, segundo o vice-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB/RS), após amplo debate com parlamentares e entidades do setor produtivo nacional, a sugestão de Tereza Cristina foi consenso.

“Ela preenche todos os requisitos para assumir o cargo. Tem alta capacidade técnica e liderança respeitada e admirada pelos membros da FPA e pelo setor agropecuário. Conhece de perto os anseios e desafios da agricultura brasileira, bem como do país”, afirmou Moreira.

Na ocasião, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, destacou a importância do setor agropecuário para o desenvolvimento econômico e social do país. “A agricultura familiar e o agronegócio são setores que nos orgulham e têm que ser valorizados”, disse Bolsonaro.

Cerca de 30 parlamentares da FPA estiveram presentes na reunião, além do futuro ministro da Casa Civil, deputado Onxy Lorenzoni (DEM/RS). Entre eles, estavam o senador Cidinho Santos (PR/MT), os deputados Josué Bengtson (PTB/PA), Sérgio Souza (MDB/PR), Victorio Galli (PSL/MT), Osmar Serraglio (PP/PR), Domingos Sávio (PSDB/MG), Geraldo Resende (PSDB/MS), Hildo Rocha (MDB/MA), Marcos Montes (PSD/MG), Celso Maldaner (MDB/SC), Evair de Melo (PP/ES), Zé Silva (SD/MG), Luiz Nishimori (PR/PR), Toninho Pinheiro (PP/MG), Covatti Filho (PP/RS), Nelson Marquezelli (PTB/SP), Júlio César (PSD/PI), Raquel Muniz (PSD/MG), Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), Afonso Hamm (PP/RS), Edinho Bez (MDB/SC), Alan Rick (DEM/AC), Newton Cardoso Jr (MDB/MG), Heuler Cruvinel (PP/GO), Fábio Garcia (DEM/MT), Giovani Cherini (PR/RS), Renato Andrade (PP/MG), Carlos Melles (DEM/MG), Nilson Leitão (PSDB/MT) e o governador eleito para o Estado de Goiás, senador Ronaldo Caiado (DEM).

Perfil – Antes de se apresentar como candidata à Câmara dos Deputados, a engenheira agrônoma, graduada na Universidade Federal de Viçosa (MG), deputada Tereza Cristina (DEM/MS), foi cotada para concorrer ao governo de seu Estado.

No Mato Grosso do Sul, ocupou como gerente-executiva quatro secretarias: Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo. No último ano, ocupou a liderança do PSB na Câmara dos Deputados.

Em sua gestão, o MS teve crescimento exponencial nas exportações de carne, com a obtenção do certificado de área livre de febre aftosa emitido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Na área industrial, foram abertas 14.278 novas empresas, com geração de 178 mil novos empregos, além do salário médio do Estado ter subido de R$ 1.195,00, entre 2007 e 2012, para R$ 1917,00.

Além do crescimento vertiginoso do destino turístico do Pantanal, o sítio de Bonito, com atuação de Tereza Cristina, ganhou o selo de Melhor Destino de Turismo Responsável do Mundo.

Deputada federal pelo Mato Grosso do Sul de primeiro mandato, ela foi reeleita para o próximo ano legislativo.

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