Força-tarefa inicia diálogo com Funai para destravar obras em MT



Uma força-tarefa que inclui parlamentares, empresários, entidades do agronegócio e representantes do governo de Mato Grosso, do Departamento Nacional de infraestrutura do Transporte (DNIT) e da Fundação Nacional do Índio (Funai) iniciou, esta quarta-feira (26/08), uma mobilização para desobstruir obras em rodovias de Mato Grosso.

Na reunião, que aconteceu no gabinete do senador Blairo Maggi (PR-MT), em Brasília, o grupo começou a discutir alternativas para se resolver entraves ambientais e indígenas que impedem a realização de obras em vias estaduais e, principalmente, federais.

“Esta é uma iniciativa importante para retomar o canal de comunicação com a Funai”, afirma o deputado Adilton Sachetti (PSB-MT), que coordena a Comissão de Infraestrutura e Logística da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).  “É um trabalho que abre caminho para resolvermos os pontos de estrangulamentos das vias do estado”.

Além de Sachetti e Maggi, estiveram presentes o presidente da Funai, João Pedro Gonçalves da Costa, o presidente da Aprosoja-MT, Ricardo Tomczyk, o empresário Eraí Maggi e o coordenador de Programas Ambientais Especiais da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) de Mato Grosso, Djalma Silvestre Fernandes.

Ricardo Tomczyk explica que, entre as prioridades, estão os trechos 1 a 11 da BR-242, o contorno de uma reserva indígena na BR-158 e o trecho da BR-080 que liga Ribeirão Cascalheira a Luiz Alves.

“Foi bem estabelecido uma agenda entre o DNIT e a Funai. Semana que vem, faremos nova reunião para darmos os primeiros passos e  detalharmos os problemas que precisamos resolver para desobstruir as obras nestas rodovias”, assinala o presidente da Aprosoja-MT.

Silvestre destaca que o objetivo é “zerar as pendências” até o ano que vem. “É fundamental, por exemplo, a realização do estudo do componente indígena em determinadas regiões para a obtenção do licenciamento ambiental. Uma vez aberto o canal com a Funai, daqui para frente é iniciar os trabalhos”, diz o representante da Sinfra.

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