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	<title>Sérgio Souza &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Sérgio Souza &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Entidades do agro poderão participar de regulamentação do ITR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades nacionais representativas dos produtores rurais deverão ser consultadas em regulamentações relacionadas ao Imposto sobre a Propriedade Rural (ITR). A previsão está no Projeto de Lei 955/2026, que foi aprovado nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem participação ativa da Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Entidades nacionais representativas dos produtores rurais deverão ser consultadas em regulamentações relacionadas ao Imposto sobre a Propriedade Rural (ITR). A previsão está no Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2607034"><span style="font-weight: 400">955/2026</span></a><span style="font-weight: 400">, que foi aprovado nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta tem participação ativa da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A autoria é do coordenador da Comissão Tributária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sergio Souza</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-PR), e relatoria na CAPADR do coordenador Institucional da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto inclui na Lei 11.250 de 2005 um artigo que estabelece a participação dessas entidades quando houver regulamentações sobre o ITR que envolvam, por exemplo, mudanças de requisitos, de condições, e em decisões sobre lançamentos e operacionalização do imposto. Ainda conforme a proposta, essa participação é consultiva e deve ter representantes dos setores de produção rural, da agricultura familiar e do cooperativismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor defende que a inclusão dessas entidades é uma “preocupação” que vem sendo observada nos últimos anos. Inclusive, no ano passado, foi feita uma solicitação para que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) contribuíssem no Comitê Gestor do Imposto Territorial Rural (CGITR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A motivação da proposta decorre da constatação de que a atual sistemática de governança do ITR, embora relevante para a coordenação entre a União, os Municípios e o Distrito Federal, não contempla adequadamente a representação dos contribuintes diretamente afetados pela incidência e pela administração do imposto”, argumentou Sergio Souza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator acatou o projeto integralmente e não sugeriu modificações no texto. No voto, Moreira lembrou que a medida não ultrapassa os limites do Poder Legislativo sobre o Poder Executivo de regulamentar esse imposto. Segundo ele, a iniciativa acrescenta contribuições diretas do setor para que o poder público possa decidir sobre o imposto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Cumpre destacar, ademais, que a participação consultiva instituída pela proposição não interfere no atual fluxo decisório da administração tributária do ITR, nem subtrai competências dos órgãos federais responsáveis pela regulamentação, fiscalização, lançamento e cobrança do imposto”, comentou no relatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Caso os outros colegiados deem aval positivo, o projeto irá para o Senado Federal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/09/marco-regulatorio-para-ampliar-mercado-de-produtos-alimenticios-artesanais-avanca-na-camara/">Marco regulatório para ampliar mercado de produtos alimentícios artesanais avança na Câmara </a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/29/fpa-cobra-governo-por-suspensao-de-medida-antidumping-contra-leite-do-mercosul/">FPA cobra governo por suspensão de medida antidumping contra leite do Mercosul</a></p>
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			</item>
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		<title>Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/deputados-aprovam-equiparacao-de-fertilizantes-a-minerais-criticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Danilo Forte]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Passarinho]]></category>
		<category><![CDATA[José Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (06), a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta [PL 2780/2024] traz avanços para o setor agropecuário ao colocar os fertilizantes no mesmo patamar dos minerais críticos e estratégicos. Na prática, empresas e projetos voltados à produção desses insumos poderão ter acesso a benefícios fiscais, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (06), a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta [PL 2780/2024] traz avanços para o setor agropecuário ao colocar os fertilizantes no mesmo patamar dos minerais críticos e estratégicos. Na prática, empresas e projetos voltados à produção desses insumos poderão ter acesso a benefícios fiscais, crédito e mecanismos de investimento incentivado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto inclui o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) entre as políticas que devem orientar a PNMCE. Com isso, os fertilizantes passam a integrar o planejamento estratégico do Estado, o que pode estimular novas ações voltadas à redução da dependência externa e ao fortalecimento da indústria nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esta política nacional está combinada com alguns instrumentos legislativos já por nós definidos, e com mecanismos que são de políticas públicas que também precisam estar harmonizados”, destacou o relator do texto e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta abre caminho para que projetos ligados à produção desses insumos recebam incentivos fiscais, de crédito e regulatórios. Para isso, deverão ser credenciados e habilitados pelo Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos, instância que será criada para gerir as ações relacionadas à nova política.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na avaliação da FPA, a medida é importante porque contribui para reduzir a dependência brasileira da importação de fertilizantes. Segundo levantamento recente da Confederação Nacional da Indústria (</span><a href="https://cni.portaldaindustria.com.br/"><span style="font-weight: 400">CNI</span></a><span style="font-weight: 400">), mais de 80% dos fertilizantes consumidos pela agricultura brasileira  vêm de fora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No retrato por tipo de produto, a maior dependência está nos potássicos, com 97,8% de importação. Em seguida aparecem os nitrogenados, com 89%, e os fosfatados, com 66,4%. Nos últimos meses, os nitrogenados passaram a preocupar ainda mais o setor, já que são produzidos a partir do gás natural. Com o conflito no Oriente Médio, a ureia registrou alta superior a 30% poucas semanas após o início dos ataques. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Proposta inclui fertilizantes em programa de benefício fiscal</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto respaldado pela Câmara cria ainda o Programa Federal de Beneficiamento e Transformação de Minerais Críticos e Estratégicos (PFMCE). Esse mecanismo permite que a União conceda crédito fiscal da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a empresas que atuem na produção, no beneficiamento ou na industrialização de fosfatados, potássicos e nitrogenados. Além de estimular a fabricação nacional desses insumos, a medida pode contribuir para reduzir custos de produção no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para ter acesso ao programa, essas empresas devem respeitar alguns requisitos, que serão regulamentados depois da proposta se tornar lei. Entre esses critérios estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">usar um percentual mínimo de bens e serviços de origem nacional;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">disponibilizar parte da produção ao mercado interno;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">comprovar certo nível de investimento em compras de máquinas, equipamentos e despesas operacionais. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">“Um destaque são os fertilizantes, os fosfatados, potássicos e os nitrogenados, já que o Brasil precisa reduzir a dependência da importação especialmente dos fertilizantes potássicos. No programa de beneficiamento, nós estamos garantindo o incentivo de R$ 1 bilhão por ano, durante cinco anos. Esses benefícios são sempre precedidos de um procedimento concorrencial, onde os fertilizantes são prioridade”, comentou um dos autores do projeto e integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Silva (União-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também autoriza a emissão de debêntures incentivadas como forma de impulsionar a produção nacional desses insumos agrícolas. As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para captar recursos no mercado de capitais. No caso das incentivadas, investidores pessoa física têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos, o que torna esse tipo de aplicação mais atrativo e facilita o financiamento de projetos estratégicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses títulos poderão ser emitidos por empresas que fazem o beneficiamento, transformação ou mineração de matéria-prima de fertilizantes. Projetos que fazem prospecção e pesquisa também poderão acessar esse instrumento.</span></p>
<p><b>Veja o que disseram integrantes da FPA: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32270 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-150x150.jpg" alt="" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" />“Os nitrogenados foram os fertilizantes que mais subiram com o advento da guerra [no Oriente Médio]. Nós ficamos muito reféns desse problema geopolítico. Um projeto como esse faz com que o Parlamento passe a debater, de forma estratégica, a segurança na produção de alimentos”, pontuou o</span> <span style="font-weight: 400">coordenador da Comissão Tributária da FPA,</span> <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sérgio Souza (MDB-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class=" wp-image-32401 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg" alt="" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" />“Chega em um momento importante, de transição energética, melhoria da produção nacional e autonomia do Brasil para fazer seu campo trabalhar com tranquilidade, independentemente de guerras que aconteçam em qualquer lugar do mundo. Estamos entre os maiores produtores de grãos do mundo e temos que estar também entre os maiores produtores de fertilizantes. Temos capacidade para isso”, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178910"><span style="font-weight: 400">deputado Joaquim Passarinho (PL-PA)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class=" wp-image-32402 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-150x150.jpg" alt="" width="129" height="129" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 129px) 100vw, 129px" />“O Brasil é um país riquíssimo em minerais, mas ainda tem uma política muito acanhada de investimento e valorização dessa riqueza. O mundo hoje disputa minerais críticos e disputa alimentos. O Brasil tem condições de alimentar o mundo, mas precisa de uma política que barateie o custo de produção e amplie o protagonismo do país no abastecimento global”, destacou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/62881"><span style="font-weight: 400">deputado Danilo Forte (PP-CE)</span></a><span style="font-weight: 400">. <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32310 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg" alt="José Rocha" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com essa medida, o Brasil dá um passo importante para ampliar sua autonomia na produção de fertilizantes e reduzir a dependência das importações”, afirmou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/74554"><span style="font-weight: 400">deputado José Rocha (União-BA)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais sobre a atuação da FPA:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/open-finance-do-agro-proposta-avanca-e-pode-melhorar-condicoes-de-credito-e-seguro-rural/">Open Finance do agro: proposta avança e pode melhorar condições de crédito e seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Marussa Boldrin]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026 trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2618177"><span style="font-weight: 400">114/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar os produtores pode ser incluído no substitutivo da proposta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto foi um dos pontos discutidos na reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) desta terça-feira (5). Segundo o presidente da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, esse superávit extraordinário pode ser bem empregado não apenas para mitigar os efeitos da elevação dos combustíveis, mas em outras necessidades, como das renegociações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O ganho bruto da União com a alta do petróleo, com royalties, dividendos da Petrobras, tributos federais e o imposto de exportação, dá exatamente R$ 128,7 bilhões&#8221;, comentou </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400">, ao falar sobre levantamento feito pela FPA sobre o assunto. Ainda conforme os dados, mesmo descontando as renúncias fiscais com o diesel e com os demais combustíveis, sobrariam para a União R$ 41,2 bilhões até o final do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vice-presidente da Região Centro-Oeste da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">, está com a relatoria do PLP 114/26. Ela explicou que a ideia não seria impor a destinação, mas abrir a possibilidade de que parte desse recurso tenha a finalidade de abarcar as dívidas rurais. Ainda conforme a parlamentar, isso traria mais uma alternativa ao Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, em discussão no Senado e que aborda o tema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A senadora Tereza trouxe a sugestão para que a gente pudesse utilizar esses recursos extraordinários em paralelo ao projeto que está tramitando lá no Senado, relatado pelo senador Renan Calheiros. Vou apresentar esta possibilidade no nosso texto, além de incluir  o Seguro Rural”, acrescentou Boldrin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada complementou indicando que outros pontos também devem estar presentes no relatório final, ainda sem uma previsão para ser apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados. Entre eles está um dispositivo para garantir que os biocombustíveis continuem com benefícios fiscais mais favoráveis em relação aos combustíveis fósseis. Na prática, a medida será para garantir que a renúncia fiscal dada na gasolina e no diesel seja aplicada também, de forma proporcional, ao etanol e ao biodiesel, mantendo esses produtos renováveis mais atrativos. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projeto do endividamento segue em negociação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No encontro desta terça, a vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, atualizou a bancada sobre o andamento das articulações sobre o PL 5.122/2023. As equipes técnicas da senadora e do relator, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400"> , se reuniram com integrantes do Ministério da Fazenda na última quinta-feira (30) para tratar do assunto. No entanto, ainda não há um consenso entre o governo e os parlamentares sobre a origem dos recursos para a renegociação da dívida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O que o governo está trazendo para a gente é o que sobrou do dinheiro que não conseguiram aplicar do Plano Safra passado, R$ 82 bilhões. Esse é o montante, mas também não é suficiente. Que esse volume venha, mas nós precisamos no mínimo de R$ 180 bilhões&#8221;, disse a senadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, as equipes tentam encontrar fontes para suprir a necessidade. O Fundo Social do Pré-sal, o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) e também os recursos extras da alta do petróleo — tratados no PLP 114/26 — estão entre as possibilidades em estudo. A intenção é colocar o projeto 5.122/23 em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima semana, informou Tereza Cristina. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-32384 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Conflito no Oriente Médio já soma mais de R$ 7 bilhões em custos para o agro brasileiro</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Uma temática relacionada ao aumento dos preços dos combustíveis é a alta nos custos operacionais do agro no Brasil. Segundo dados da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (</span><a href="https://www.farsul.org.br/"><span style="font-weight: 400">Farsul</span></a><span style="font-weight: 400">), o custo extra com a subida do diesel nos últimos meses chega a R$ 7,2 bilhões, sem contar gastos com logística. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós observamos que a cada R$ 0,25 que o preço do diesel aumenta o custo para o produtor rural lá na ponta é de R$ 1,3 bilhão”,apontou o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, que participou da reunião-almoço e apresentou o estudo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o especialista lembrou que esse cenário tende a agravar a realidade do produtor rural, que já está impactado com dívidas. “Nós tivemos um aumento de 23% no preço do diesel. Isso traz uma preocupação não só para a colheita da primeira safra, como o plantio e a colheita da segunda safra e no plantio da primeira safra de 2026/2027”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar do quadro grave, o economista também apontou que a situação traz oportunidades para o Brasil. A principal é o aumento das misturas obrigatórias — de 32% do etanol na gasolina e de 16% de biodiesel no diesel. Ele explicou que um impulsionamento das misturas pode, por exemplo, aumentar o esmagamento de soja no Brasil e agregar valor à soja, fazendo com que a commodity brasileira fique mais valorizada também no mercado internacional de exportação. </span></p>
<p><strong>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32385 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg" alt="Sérgio Souza" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />&#8220;O agro hoje é símbolo de segurança energética. E aqui nos dá garantia de perenidade na produção de grãos, porque se não fosse a produção de energia estaríamos comercializando soja a R$ 90, a saca de milho a R$ 25 no Mato Grosso. Então trouxe um novo mercado&#8221;, acrescentou o coordenador da Comissão Tributária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sérgio Souza (MDB-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32390  alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg" alt="Jaime Bagattoli" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Esse projeto [PLP 114/2026] é muito importante. O governo tem que entender que nós precisamos, praticamente, quase zerar os impostos para ser competitivo nas condições que está o petróleo hoje”, destacou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32386 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Nós temos que superar os problemas burocráticos e ambientais. Na minha cidade, Cruz Alta (RS), nós temos três cooperativas que se uniram para fazer uma empresa de biocombustível, e não há jeito de conseguir a licença ambiental. No momento em que se agoniza com esse conflito no Irã, ter esses obstáculos é incompreensível e inaceitável”, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre endividamento rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/28/nao-ha-porque-lancar-plano-safra-se-o-produtor-rural-nao-tem-como-acessar-credito-destaca-alceu-moreira-sobre-endividamento/">“Não há porque lançar Plano Safra se o produtor rural não tem como acessar crédito”, destaca Alceu Moreira sobre endividamento</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Moratória da Soja: FPA critica interferência do governo federal em acordo comercial privado</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/09/23/moratoria-da-soja-fpa-critica-interferencia-do-governo-federal-em-acordo-comercial-privado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 21:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Moratória da Soja, acordo privado firmado em 2006 por tradings, indústrias e ONGs e que, segundo parlamentares, hoje conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23). A bancada reiterou que não há base legal para punir produtores que cumprem o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A Moratória da Soja, acordo privado firmado em 2006 por tradings, indústrias e ONGs e que, segundo parlamentares, hoje conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23). A bancada reiterou que não há base legal para punir produtores que cumprem o Código Florestal com regras extralegais e afirmou que atuará em defesa da legalidade e da segurança jurídica no campo.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O assunto ganhou novo fôlego após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que em agosto instaurou processo por indícios de cartel contra empresas signatárias e determinou a suspensão do pacto. Em reação, o secretário de Controle do Desmatamento do MMA, André Lima, classificou a medida como “subversão absoluta” e informou que a Advocacia-Geral da União (AGU) atuará em defesa do acordo, tratado pelo governo como “complemento de política pública”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a movimentação do Executivo configura uso indevido da máquina pública para sustentar um pacto privado em desacordo com a lei. “Estamos diante de um caso grave de desvio de finalidade. O governo insiste em criar, por vias indiretas, um ‘desmatamento zero’ que não existe no Código Florestal”, afirmou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> Ação contra o pacto</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Após a reunião, Lupion reafirmou que a bancada vai mobilizar ações contra a moratória. “Vamos agir com todas as ações políticas que pudermos. Isso foi provocado por acordo entre particulares, foi judicializado e está no CADE”, disse. Segundo ele, a atuação do governo torna a situação ainda mais grave.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31170 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> “A partir do momento que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, chama a AGU para o processo e faz com que o Estado participe de um lado somente contra os produtores rurais, a nossa obrigação é entrar como parte também e enfrentar essa questão. Vamos apoiar as ações no CADE e buscar um meio termo que retire o Executivo dessa discussão. Não tem absolutamente nada a ver nem com a AGU e muito menos com o MMA. É privado”, criticou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Agricultura (CAPADR) aprovou requerimento da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), coordenadora de Política de Abastecimento da FPA, na última passada, para solicitar que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue o uso da estrutura do MMA em defesa da moratória.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A parlamentar fez críticas ao pacto: “A Moratória se transformou em um pesadelo para os produtores rurais em 2025. Não cabe mais ao Brasil aceitar pactos que prejudiquem justamente o setor que mais contribui para a economia nacional e para a segurança alimentar mundial. Hoje a legislação que vale é o Código Florestal, aprovado pelo Congresso Nacional, e não entendimentos pessoais. Apresentei um requerimento para convocar a ministra Marina Silva, que tem a obrigação de cumprir a lei, mas aciona a AGU para defender iniciativas privadas que penalizam os produtores. Isso é inaceitável, e a FPA vai lutar para que não aconteça”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), ex-presidente da FPA, também defendeu o fim do acordo privado. Para o parlamentar, eventuais pendências devem ser resolvidas dentro da legalidade, sempre em defesa do produtor rural.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31173 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Esse pacto desconsidera que o Brasil tem um Código Florestal, aprovado em 2012 e declarado constitucional pelo Supremo, que consolidou as áreas abertas até 2008 e definiu regras claras para a supressão de vegetação após essa data. Mesmo onde a lei permite, como no uso de até 20% da área na Amazônia para atividade agropecuária, as tradings se recusam a comprar, o que é ilegal e injusto. Ouvimos todos os atores, Aprosoja, CNA, ABIOVE, e a FPA chegou a um consenso: a moratória não cabe mais”, ressaltou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), coordenador Institucional da Frente, a saída para o impasse passa pelo diálogo e pela construção de um acordo entre todos os envolvidos, sem distinções que prejudiquem os produtores.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31168 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Não existe trade sem soja e não existe produção em grande escala sem financiamento. Temos hoje questões judicializadas, mas a melhor decisão judicial é sempre um acordo. Se é para negociar, que seja com todas as partes na mesa, construindo uma solução conjunta. O que não podemos é manter a moratória, que cria produtores de primeira e segunda classe. Isso não faz sentido, não é bom para o produtor, não é bom para as trades e não é bom para ninguém. Cabe a nós, da FPA, buscar a construção desse acordo de forma equilibrada”, destacou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), 2º vice-presidente da FPA no Senado, afirmou que “é injusto que produtores que abriram suas áreas após 2008, de forma legal, tenham sido impedidos de vender sua produção, acumulando prejuízos. A questão já foi levada ao CADE e, se há ou não cartel, deve ser discutida. Mas o fundamental é que o produtor não continue arcando com os prejuízos. Precisamos de um acordo definitivo que coloque fim à moratória da soja”, afirmou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31171 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Pedro Westphalen (PP-RS), “a FPA fez o que precisava ser feito: abriu espaço para que as partes se manifestassem. Sempre estivemos e continuaremos ao lado do produtor rural. Essa pauta vem sendo discutida há muito tempo. Já houve várias tentativas sem sucesso, mas agora esperamos reunir todas as entidades e autoridades responsáveis para construir uma solução que beneficie tanto o produtor quanto o setor industrial”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31169 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Impactos ao produtor rural</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Pela moratória, as empresas se comprometem a não comprar soja de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008, mesmo que o desmatamento tenha sido legal, autorizado e dentro das regras do Código Florestal (Lei 12.651/2012). A medida, segundo entidades do setor, já teria afetado mais de 4.200 agricultores em Mato Grosso, com perdas que podem ultrapassar R$ 20 bilhões. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“É inaceitável que um acordo entre privados seja usado para desvalorizar terras legalmente abertas, gerar insegurança jurídica e excluir produtores do mercado. Quem cumpre a lei não pode ser tratado como ilegal”, reforçou Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A FPA reforçou que o Código Florestal é a única referência legítima para o uso da terra no Brasil, e que qualquer tentativa de criar regras paralelas representa ameaça à Constituição, à livre iniciativa e ao direito de propriedade. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“O setor que mais preserva, garante comida na mesa dos brasileiros e sustenta a economia merece respeito, não perseguição”, concluiu Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span><b><strong class="selectable-text copyable-text xkrh14z x117nqv4">Pecuária tropical pelo clima</strong></b><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na reunião desta terça-feira (23) a FPA recebeu o movimento Pecuária Tropical pelo Clima, articulação inédita de pecuaristas dos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia dedicada a promover uma pecuária sustentável em larga escala. A iniciativa valoriza o legado do campo e coloca o produtor como protagonista da agenda climática, com foco em práticas de manejo, recuperação de pastagens, integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e transparência de resultados.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31172 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Foi feita a entrega oficial de uma Carta Aberta, um Chamado à Ação e o Primeiro Acervo Digital das Pecuárias, plataforma para compartilhar casos, dados e aprendizados. O objetivo é ampliar o diálogo com a sociedade e o mercado, consolidando a pecuária como parte da solução para os desafios climáticos, sem abrir mão da identidade, dos valores e da cultura do produtor brasileiro.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Viemos para construir juntos uma agenda positiva e criar um ecossistema de mercado para transformação da pecuária em um modelo sustentável. Queremos participar ativamente dessa construção, porque no final quem sofre com os problemas climáticos somos nós”, disse o pecuarista Raul Morais, representante do grupo.</span></p>
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		<title>Dumping do leite é risco social e à segurança alimentar do país</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/09/02/dumping-do-leite-e-risco-social-e-a-seguranca-alimentar-do-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 22:08:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após o Departamento de Defesa Comercial (DECOM) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) alterar entendimento de mais de 20 anos, de que o leite em pó não é similar ao leite líquido, deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e representantes de entidades do setor questionaram à pasta sobre a decisão. A mudança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após o Departamento de Defesa Comercial (DECOM) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) alterar entendimento de mais de 20 anos, de que o leite em pó não é similar ao leite líquido, deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e representantes de entidades do setor questionaram à pasta sobre a decisão.</p>
<p>A mudança repentina contraria práticas nacionais e internacionais, e acontece dias antes do fim do prazo para as manifestações junto ao MDIC sobre a questão do antidumping do leite.</p>
<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), junto à Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e entidades que defendem a produção leiteira do país estiveram em reunião com a FPA e o Secretário-Executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa.</p>
<p>O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion alertou que a nova posição do DECOM não faz sentido. “Essa mudança de entendimento nos pegou de surpresa. Viemos fazer um apelo para que haja entendimento do prejuízo causado por essa concorrência desleal do leite desidratado, que chega da Argentina e do Uruguai, e que é igual ao leite líquido”.</p>
<p>“Há toda uma cadeia de um milhão e 171 mil propriedades, essencialmente familiares, que trabalham pela própria subsistência e enfrentam essa concorrência desleal. Provas não faltam. Fazemos um apelo ao DECOM que reveja essa posição, ou corremos o risco de um processo grave de favelização no campo brasileiro”, completou.</p>
<p>O Secretário Márcio Rosa disse que até o dia 8 o MDIC receberá as manifestações sobre o caso. A decisão final do órgão sai até o dia 30 de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deputados</strong></p>
<p>Presentes ao evento, outros parlamentares da FPA também demonstraram preocupação em seus estados com o momento do leite no país.</p>
<p>O deputado Zé Vitor (PL-MG) disse que é preciso ter um olhar “milimétrico” para a atividade. “Qualquer mexida, para cima ou para baixo, mesmo de centavos é capaz de gerar grande impacto nessa cadeia que está no limite. Queremos saber quais argumentos técnicos e decisões precisam ser tomadas para mudarmos essa situação”, destacou.</p>
<p>Sérgio Souza (MDB-PR) criticou a política do Brasil no Mercosul, que preferiu beneficiar produtos industrializados &#8211; especialmente da linha branca &#8211; enquanto outros países sul-americanos deram importância aos produtos primários. “A cadeia produtiva de Argentina e Uruguai é muito mais barata, eles entram sem impostos, e concorrem de maneira desleal porque recebem incentivos que o Brasil não oferece. Além disso, o produtor nacional tem insumos taxados, enfrenta desafios logísticos, assim não dá”.</p>
<p>A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), que participou de reunião anterior sobre o tema no Ministério, disse estar esperançosa num desfecho diferente. “Pelos produtores de Goiás e de todo o Brasil, não é possível manter o cenário como está. São famílias que perdem seu sustento, é uma crise social e de segurança alimentar que se avizinha do nosso país”.</p>
<p>Já Rafael Simões (UNIÃO-MG) disse que nasceu dentro da cadeia leiteira, e que a cada ano que passa, a miséria se aproxima aos produtores. “90% são da agricultura familiar, e precisam plantar pra vaca comer e dar leite. Nem pra vacina está sobrando dinheiro, imaginem o risco para nosso rebanho. O Brasil pode entrar num caminho sem volta e perder sua autossuficiência”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entidades</strong></p>
<p>O diretor técnico da CNA, Jonadan Hsuan Min Ma, alertou que o setor vive um momento dramático desde abril de 2021, período em que houve recorde na importação desleal do leite &#8211; que chega a 10% do total importado. “Não somos contra a importação, mas não aceitamos a prática comercial predatória”.</p>
<p>O analista técnico e econômico da OCB, Fernando Ferreira Pinheiro, reforçou os argumentos apresentados pelos parlamentares, ao citar que o mercado de leite, hoje, não tem margens, e que há um risco de desmobilização na atividade. “A produção não supera 33 milhões de litros por ano e já houve registro, em março deste ano, do abate de fêmeas de leite superior ao de machos. Isso significa que o sistema produtivo está sendo desativado”.</p>
<p>Representantes da Contag e da Associação Brasileira dos Produtores de Leite alertaram ainda para a forte retração vista no mercado de leite em estados como Rio Grande do Sul, Minas, Paraná e Goiás. Ressaltaram também a importância social da atividade, que gera desenvolvimento local para milhares de famílias.</p>
<p><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<title>FPA apresenta medidas legislativas para combater invasões de terras</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/01/fpa-apresenta-medidas-legislativas-para-combater-invasoes-de-terras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 20:49:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta terça-feira (31), um pacote de medidas legislativas com o objetivo de combater invasões de terras no Brasil. Durante reunião-almoço, parlamentares discutiram estratégias para acelerar a tramitação de projetos nas comissões da Câmara dos Deputados. A discussão ganha força com a proximidade do chamado &#8220;Abril Vermelho&#8221;, período em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta terça-feira (31), um pacote de medidas legislativas com o objetivo de combater invasões de terras no Brasil. Durante reunião-almoço, parlamentares discutiram estratégias para acelerar a tramitação de projetos nas comissões da Câmara dos Deputados. A discussão ganha força com a proximidade do chamado &#8220;Abril Vermelho&#8221;, período em que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) intensifica as ocupações de propriedades privadas no país.</p>
<p>O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que a bancada fez um diagnóstico detalhado sobre o uso político da reforma agrária. “Nós conseguimos fazer um diagnóstico muito claro sobre os problemas sérios que encontramos na legislação e as medidas que o governo tem adotado para contornar essa legislação por meio de decretos, divisões de atribuições ministeriais, transferências de responsabilidades e financiamentos de movimentos. Conseguimos puxar todo o fio desse problema em um mês que já foi anunciado como um período de invasões”, afirmou Lupion.</p>
<p>Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aponta 57 invasões de terras apenas no primeiro semestre de 2023, número próximo ao total registrado entre 2019 e 2022. De janeiro a abril de 2023, 48 municípios brasileiros sofreram invasões.</p>
<p>“O MST já anunciou novas ações este mês. Vamos apresentar esses projetos diretamente às lideranças partidárias e às presidências das Casas, mostrando o risco que representa esse desmonte da política agrária feita por vias administrativas,” destacou Lupion. “Já falamos com governo, oposição e líderes da Câmara. Estamos propondo que o deputado Arnaldo Jardim seja o relator, o que trará a seriedade que o tema exige,” completou.</p>
<p>A senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado, também denunciou o uso político da reforma agrária. “O governo está comprometendo o direito à posse ao favorecer um único movimento. A falta de títulos definitivos e infraestrutura básica nos assentamentos é reflexo dessa política ideológica e seletiva,” afirmou.</p>
<p>“O problema não é a reforma agrária em si, mas a centralização de recursos e decisões em um único grupo, que define quem receberá terras. Isso prejudica quem realmente precisa da regularização fundiária,” alertou. “Esse modelo não favorece os assentados. Ele apenas serve a interesses políticos,” concluiu.</p>
<p><strong>Propostas em destaque</strong></p>
<p>Entre os projetos destacados está o PL 3768/2021, do deputado Zé Vitor, que propõe a regularização de lotes ocupados sem autorização do Incra, desde que usados de forma produtiva e com residência fixa. A proposta garante segurança jurídica aos agricultores e facilita o acesso ao crédito rural.</p>
<p>“Essa medida corrige distorções causadas pelo aparelhamento político da reforma agrária. Precisamos reconhecer quem realmente produz e vive da terra,” disse Zé Vitor. “A ausência de regularização é um entrave real, não ideológico. E os municípios têm papel essencial nesse processo,” acrescentou.</p>
<p>O deputado estadual Leandro de Jesus (PL-BA) também participou da reunião e alertou sobre crimes relacionados às invasões no sul da Bahia. “Além da invasão em si, há posse ilegal de armas, cárcere privado, agressões e até tentativas de homicídio. Estamos lidando com organizações criminosas financiadas com dinheiro público, sob proteção política. Em uma operação, a polícia foi recebida a tiros,” denunciou.</p>
<p>“Esses falsos indígenas e movimentos sociais armados invadem, saqueiam e operam até com o tráfico de drogas, com o respaldo de partidos que lucram com isso,” afirmou.</p>
<p><strong>Projeto da Reciprocidade</strong></p>
<p>Sobre o Projeto da Reciprocidade, que foi aprovado hoje de forma terminativa no Senado e agora segue para a Câmara dos Deputados, a senadora Tereza Cristina ressaltou que a bancada trabalha na articulação para sua aprovação definitiva. “Esse é um tema que foi debatido ao longo de um ano inteiro e, apesar dos pedidos de vista, conseguimos avançar com aprovação unânime no Senado,” disse.</p>
<p>“O projeto é fundamental para que o Brasil possa adotar contramedidas caso seja alvo de tarifas injustas sobre seus produtos. Amanhã, por exemplo, os Estados Unidos farão um grande anúncio sobre a imposição de tarifas que afetarão diversos países, inclusive o Brasil. Não sabemos ainda quais produtos serão afetados e qual o percentual exato das tarifas, mas há indícios de que algumas podem ultrapassar 20%,” destacou a senadora.</p>
<p>O deputado Pedro Lupion também mencionou a possibilidade de retaliações comerciais por parte dos Estados Unidos, o que poderia impactar a economia brasileira. “Devemos estar preparados para cenários mais graves. Países como Estados Unidos, Austrália, Japão e China possuem mecanismos de retaliação econômica fortes. Precisamos ter uma carta na manga, que esperamos não usar, mas que sirva para mostrar que o Brasil também pode reagir caso necessário”, disse.</p>
<p>Pedro Lupion afirmou que a intenção é garantir que os projetos tenham tramitação célere. “Vamos tentar resolver a tramitação da melhor forma possível. Se conseguirmos levar diretamente ao plenário, sem precisar passar por comissões, melhor. A expectativa é que o tema seja tratado com a urgência que merece, pois é de interesse não apenas da FPA, mas de todo o país”, concluiu.</p>
<p><strong>O que disseram os integrantes da FPA:</strong></p>
<p>“O governo fomenta invasões por meio de portarias e decretos, beneficiando criminosos. No Congresso, resistimos e precisamos agir com firmeza, porque essa luta vai além do agro – é pelo Brasil e pela liberdade”, reiterou o deputado Domingos Sávio (PL-MG).</p>
<p>“Precisamos mudar o cenário, avançando no Congresso com parceria entre comissões e lideranças. O futuro do país depende dessa união”, destacou em sua fala o deputado Sérgio Souza (MDB-PR).</p>
<p>“O que vivemos hoje não é por acaso. O governo federal estruturou esse cenário, criando ministérios e terras indígenas sem fundamento. Tudo foi planejado para chegar a esse ponto”, complementou o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), presidente da CRA no Senado.</p>
<p>“Vamos usar a Comissão de Agricultura para barrar esse movimento e defender a segurança e o desenvolvimento do país,” deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da CAPADR na Câmara.</p>
<p>&#8220;Ninguém é contra a distribuição de terra no Brasil; todos somos favoráveis a isso. O que queremos é garantir que o nosso pequeno produtor, que representa quase 1 milhão de famílias assentadas, tenha a legalidade do seu documento e o título de propriedade. Precisamos regularizar essa situação no campo, e só conseguiremos isso com a união da FPA, enfrentando essa questão de frente e sem desistir,&#8221; senador Jaime Bagattoli (PL-RO).</p>
<p>“O tema divide a sociedade e exige respeito aos trâmites legais. O governo, porém, governa legislando, com apoio do Judiciário. A FPA segue firme na defesa dos produtores rurais, e, na CCJ, estaremos atentos para pautar essas demandas”, reforçou o deputado Paulo Azi (UNIÃO-BA).</p>
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		<title>FPA fará a condução da articulação do Plano Safra junto à Fazenda</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/02/25/fpa-fara-a-conducao-da-articulacao-do-plano-safra-junto-a-fazenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 20:00:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Plano Safra 2024/2025]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Trovão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário conseguiu reverter a suspensão das contratações de crédito do Plano Safra 2024/25 após forte pressão da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades representativas do setor produtivo. A decisão inicial do Tesouro Nacional de suspender os recursos pegou parlamentares e produtores rurais de surpresa na última semana. Em menos de 24 [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/02/25/fpa-fara-a-conducao-da-articulacao-do-plano-safra-junto-a-fazenda/">FPA fará a condução da articulação do Plano Safra junto à Fazenda</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O setor agropecuário conseguiu reverter a suspensão das contratações de crédito do Plano Safra 2024/25 após forte pressão da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades representativas do setor produtivo. A decisão inicial do Tesouro Nacional de suspender os recursos pegou parlamentares e produtores rurais de surpresa na última semana. Em menos de 24 horas, o governo federal voltou atrás e anunciou a edição de medida provisória, na última sexta-feira (21), para garantir a recomposição de R$ 4,178 bilhões ao programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda na noite desta segunda-feira (24), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), foi publicada a Medida Provisória n. 1289/2025, com efeito imediato na recomposição do crédito rural. “A organização e mobilização do setor agropecuário mostraram que não é necessário um comando central para reagir a decisões equivocadas. A resposta foi imediata, e o próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reconheceu o erro e anunciou uma nova MP para resolver a questão”, disse o presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), em coletiva de imprensa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião-almoço da bancada, a presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella, entregou uma carta de posicionamento em nome de 50 entidades do setor produtivo nacional ao presidente da bancada, Pedro Lupion, reforçando a importância do Plano Safra para a previsibilidade e a segurança no campo. Segundo o documento, qualquer incerteza no acesso ao crédito pode comprometer a produção e impactar diretamente o abastecimento e os preços dos alimentos no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Na carta, destacamos não apenas a relevância do Plano Safra, mas também a atuação firme da FPA, cuja reação imediata pressionou o governo a reverter o corte e garantir a continuidade dos recursos, indispensáveis para o setor agropecuário”, disse a presidente do IPA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A decisão do Tesouro Nacional de suspender novas contratações de crédito do Plano Safra vigente foi anunciada na última quinta-feira (20) e causou indignação no setor produtivo. Para Pedro Lupion, a falta de comunicação prévia sobre o esgotamento de recursos expõe a inabilidade política do governo federal com o Congresso Nacional, em busca de solução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante do impacto da decisão, parlamentares e entidades representativas iniciaram uma reação imediata, denunciando a falta de articulação do governo e pressionando pelo retorno do crédito rural, especialmente pelo período de plantio da safrinha (milho e soja), responsável pela ração animal. O impacto desta medida atingiria diretamente produtos que compõem a cesta básica brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A suspensão das linhas de crédito rural do Plano Safra 2024/2025 resulta do aumento da taxa Selic de 10,50% em julho de 2024 para 13,25% em janeiro de 2025, impulsionado pela falta de responsabilidade fiscal do governo e pela desvalorização da moeda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No ápice da crise, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad consolidou sua posição de interlocução junto à bancada. Em primeira mão, informou à FPA sobre a solução encontrada pelo governo e reforçou a urgência do assunto. “A principal interlocução sobre o Plano Safra ocorreu diretamente com o Ministério da Fazenda. Essa foi uma escolha política do governo, que nos obrigou a tratar diretamente com ministros mais influentes, como Fernando Haddad”, disse.</span></p>
<p><b>Mudanças estruturais no Plano Safra</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A FPA e as entidades do setor produtivo reforçam a necessidade de mudanças estruturais no modelo do Plano Safra. Hoje, o planejamento ocorre no meio do ano, o que gera incertezas para os produtores rurais. A proposta defendida pelo setor é de que o programa seja incorporado à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à Lei Orçamentária Anual (LOA), garantindo maior previsibilidade e segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O modelo atual precisa ser revisto. O Plano Safra deve ser planejado no início do ano, permitindo que seja negociado junto com o orçamento da União. Isso daria mais estabilidade ao setor e evitaria cortes inesperados&#8221;, defendeu o presidente da FPA.</span></p>
<p><b>O que disseram os integrantes da bancada</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-25840 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/01/Arnaldo-Jardim_Almoco-1-750x375-1-e1730330319464-300x236.jpeg" alt="" width="171" height="135" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/01/Arnaldo-Jardim_Almoco-1-750x375-1-e1730330319464-300x236.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/01/Arnaldo-Jardim_Almoco-1-750x375-1-e1730330319464.jpeg 466w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da FPA</b><span style="font-weight: 400">: &#8220;O Plano Safra deste ano é de R$ 368 bilhões e, rigorosamente, um quarto vem do orçamento. Apenas 18% são bancados pelo governo. Precisamos desfazer algumas narrativas de que o governo sustenta o agro, pois não é isso que acontece.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29810 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349494487_4ec5f84c91_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349494487_4ec5f84c91_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349494487_4ec5f84c91_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349494487_4ec5f84c91_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349494487_4ec5f84c91_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Sen. Marcos Rogério (PL-RO), coordenador político da FPA no Senado</b><span style="font-weight: 400">: &#8220;A grande vitória que o Brasil teve em relação ao Plano Safra foi justamente a partir da nota da FPA, que deu espaço para todos exporem e fazerem o debate de forma contundente, levando o governo a recuar. O governo está perdido em uma ilha, sem comunicação entre si. Não há diálogo interno.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29811 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-1536x1024.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k-1140x760.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496817_134738a46e_k.jpg 2047w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Marussa Boldrin (MDB-GO)</b><span style="font-weight: 400">: &#8220;Fazer o governo recuar sobre o corte do Plano Safra demonstra a força da FPA. Parabéns a toda a bancada e ao setor, que souberam ter postura e se comunicar de forma eficiente.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29819 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350610408_1112671f63_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350610408_1112671f63_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350610408_1112671f63_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350610408_1112671f63_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350610408_1112671f63_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Afonso Hamm (PP-RS)</b><span style="font-weight: 400">: &#8220;O agro só é respeitado quando está associado à produção de alimentos, e alimentos estão diretamente ligados à inflação. Quando um governo anuncia a retirada de um financiamento, ele está, na verdade, retirando o apoio à produção de alimentos. A união de todos da bancada foi um eco por todo o Brasil, e hoje conseguimos retomar o financiamento ao agro.&#8221;</span></li>
</ul>
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<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29816 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350589909_f8d86eee8c_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350589909_f8d86eee8c_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350589909_f8d86eee8c_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350589909_f8d86eee8c_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350589909_f8d86eee8c_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Luiz Ovando (PP-MS)</b><span style="font-weight: 400">: &#8220;Quando foi anunciada a suspensão do Plano Safra, mudaram a regra no meio do jogo. Isso é algo que não se faz. Na verdade, o que o governo fez foi tentar atravancar a liberdade de um setor que caminha de forma célere e se torna o celeiro do mundo.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29812 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496842_d56e93a125_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496842_d56e93a125_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496842_d56e93a125_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496842_d56e93a125_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54349496842_d56e93a125_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. José Medeiros (PL-MT):</b><span style="font-weight: 400"> &#8220;Parabenizo o trabalho da FPA por fazer o governo recuar sobre o corte do Plano Safra. Em 2015, Mangabeira Unger disse que o agro é a joia da coroa brasileira, mas se comunica muito mal, falando como se fosse uma igreja. Essa semana, alguns jornalistas sugeriram que o corte era necessário, como se o agro estivesse tirando do país. É essencial que a FPA tenha um projeto de longo prazo para mudar essa imagem.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29823 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350600799_6785e15c26_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350600799_6785e15c26_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350600799_6785e15c26_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350600799_6785e15c26_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350600799_6785e15c26_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Domingos Sávio (PL-MG):</b><span style="font-weight: 400"> &#8220;O governo se omite e terceiriza a culpa. Precisamos nos manter firmes e atentos a isso. Não podemos permitir que a população brasileira e o setor agropecuário sejam punidos. Sai por aí anunciando programas sem previsão orçamentária, mas quem está pagando a conta é o consumidor, que vê tudo ficando cada vez mais caro.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29813 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350389391_57c239ccf0_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350389391_57c239ccf0_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350389391_57c239ccf0_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350389391_57c239ccf0_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350389391_57c239ccf0_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Zé Trovão (PL-SC): </b><span style="font-weight: 400">&#8220;Todas essas ações do governo contra o setor agropecuário parecem ser balões de ensaio para o que realmente querem fazer no futuro. Após esse período, o problema do Plano Safra pode se tornar ainda maior. Precisamos encontrar uma forma, entre todos, de evitar que isso aconteça novamente, pois esse tipo de situação cria problemas que, muitas vezes, são irreversíveis.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29817 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350590434_5193e6f85d_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350590434_5193e6f85d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350590434_5193e6f85d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350590434_5193e6f85d_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350590434_5193e6f85d_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Marcos Pollon (PL-MS):</b><span style="font-weight: 400"> &#8220;Se não fosse o trabalho de cada parlamentar, teríamos mais uma vez um ataque direto e uma destruição do segmento de produção de alimentos no Brasil. É importante que façamos esforços para melhorar a questão do Plano Safra e ampliá-lo, pois ainda é insuficiente. Mais do que isso, precisamos cuidar da questão do endividamento agrícola.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29820 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350795480_2e3d8dd008_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350795480_2e3d8dd008_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350795480_2e3d8dd008_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350795480_2e3d8dd008_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350795480_2e3d8dd008_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Sérgio Souza (MDB-PR):</b><span style="font-weight: 400"> &#8220;O governo teve, em 2024, um aumento de R$ 250 bilhões em arrecadação. Descontado o crescimento do PIB e a inflação, esse aumento passa de R$ 200 bilhões. Isso significa que o governo está colocando a mão no bolso do contribuinte e arrecadando R$ 200 bilhões a mais no ano. E agora, abre crédito de R$ 4 bilhões para o Plano Safra para fechar o ano. Isso é um absurdo.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29815 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350391946_e7e1995b18_c-300x200.jpg" alt="" width="171" height="114" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350391946_e7e1995b18_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350391946_e7e1995b18_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350391946_e7e1995b18_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54350391946_e7e1995b18_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Dep. Ricardo Salles (NOVO-SP): </b><span style="font-weight: 400">&#8220;O Plano Safra é fundamental para garantir a segurança alimentar do Brasil e a estabilidade do setor agropecuário. Precisamos de um modelo mais previsível e robusto para evitar surpresas como a suspensão do crédito, que prejudica não só os produtores, mas toda a cadeia produtiva do país.&#8221;</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bancada do agro garante regulamentação do trânsito de máquinas agrícolas em vias públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 18:08:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito de máquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Valdir Cobalchini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou na última quarta-feira (11) a Resolução nº 1.107/2024, que regulamenta a circulação de máquinas agrícolas em vias públicas. Entre as principais mudanças previstas, está a dispensa da autorização especial de trânsito (AET) para veículos com até 3,20m de largura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou na última quarta-feira (11) a Resolução nº 1.107/2024, que regulamenta a circulação de máquinas agrícolas em vias públicas. Entre as principais mudanças previstas, está a dispensa da autorização especial de trânsito (AET) para veículos com até 3,20m de largura — que antes era exigida para maquinário de qualquer porte.</p>
<p>Para isso, o proprietário do veículo deverá atender às exigências estabelecidas pelas normas do Contran, que determinam a necessidade de um batedor durante o trajeto e de que o tráfego seja realizado entre o amanhecer e o pôr do sol, com limite de 40km para o percurso em vias pavimentadas.</p>
<p>Na avaliação do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), autor do projeto de lei que trata deste mérito (PL 8841/2019) e um dos responsáveis por mediar a solução junto ao Ministério dos Transportes, a medida reflete o melhor resultado dentro do possível.</p>
<p>&#8220;Conseguimos assegurar que os interesses dos produtores fossem acolhidos. São ajustes que corrigem injustiças cometidas contra eles e, ao mesmo tempo, resguardam as condições de segurança para todos que transitam nas vias. Um país como o nosso, que produz e alimenta, não pode se permitir ao equívoco de multar um colono por deslocar seu trator de uma propriedade para a outra ou exigir que ele desmonte um maquinário para praticar distâncias curtas&#8221;, afirma.</p>
<p>Veículos com largura superior a 3,20m e que tenham até 4,50m deverão portar a AET. Outra novidade é que as máquinas estarão dispensadas de licenciamento, sendo exigido apenas o registro do Renagro. A nova resolução passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2025.</p>
<p>&#8220;É um avanço importante para o agricultor brasileiro, estabelecendo critérios gerais dentro daquilo que o próprio produtor possui condições de atender. Outra conquista que vale destacar é a possibilidade de situações específicas de cada região do país serem disciplinadas pela autoridade local. Pode não ser o ideal, mas já é um começo&#8221;, explica o deputado Sérgio Souza (MDB-PR).</p>
<p>Parlamentares de Santa Catarina, por sua vez, ressaltam que a medida oferece mais segurança jurídica e viária: &#8220;Quando tem uma máquina agrícola na pista, pode ter certeza que o agricultor não está passeando. Está ali trabalhando, cumprindo o seu dever. A resolução não resolve o problema em definitivo, mas traz avanços importantes&#8221;, destaca o deputado Rafael Pezenti (MDB-SC).</p>
<p>&#8220;Depois de tanto trabalho, foi possível garantir mais organização no uso das rodovias e respaldo legal para os agricultores desempenharem seu papel fundamental na economia. É uma normativa que cria critérios claros para o registro e circulação dos tratores e equipamentos agrícolas&#8221;, complementa o deputado Valdir Cobalchini (MDB-SC).</p>
<p>Confira o que muda com a Resolução nº 1.107/2024:</p>
<p>&#8211; Circulação sem Autorização Especial de Trânsito (AET):</p>
<p>* Como era: exigia o documento para maquinário de qualquer porte.<br />
* Como ficou: dispensa o documento para máquinas com largura de até 3,20m desde que cumpram requisitos específicos como 1) estar acompanhar de batedor durante o trajeto, 2) realizar o tráfego entre o amanhecer e o pôr do sol e 3) restringir o deslocamento a 40km em vias pavimentadas.</p>
<p>&#8211; Registro e licenciamento:</p>
<p>* Como era: exigia o registro e licenciamento para todos os veículos.<br />
* Como ficou: dispensa os veículos de licenciamento, exigindo apenas o registro no Renagro. Maquinários fabricados a partir de 2016 devem ser registrados no Renavam.</p>
<p><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<title>Senado aprova PL dos bioinsumos e projeto vai à sanção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 21:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), o Projeto de Lei 658/2021, que regulamenta e incentiva a produção de bioinsumos no país. Considerado uma das pautas prioritárias da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o projeto promove avanços em produtividade, uso eficiente de recursos e desenvolvimento socioeconômico, pilares essenciais para uma agricultura sustentável.  No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), o Projeto de Lei 658/2021, que regulamenta e incentiva a produção de bioinsumos no país. Considerado uma das pautas prioritárias da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o projeto promove avanços em produtividade, uso eficiente de recursos e desenvolvimento socioeconômico, pilares essenciais para uma agricultura sustentável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Brasil, o mercado de bioinsumos tem registrado um crescimento expressivo, com uma taxa anual de 21% nos últimos três anos, superando em quatro vezes a média global. Na safra 2023/2024, as vendas desses produtos alcançaram R$ 5 bilhões, com destaque para as culturas de soja, milho e cana-de-açúcar. Mato Grosso se posiciona como líder na utilização de bioinsumos, representando 33,4% do consumo, enquanto Goiás e o Distrito Federal somam 13%, e São Paulo aparece com 9%.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29527 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181560276_b3e109cd4b_z.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181560276_b3e109cd4b_z.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181560276_b3e109cd4b_z-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina (PP-MS) agradeceu o empenho da Casa para que a aprovação acontecesse e destacou que a lei vai auxiliar tanto os pequenos agricultores quanto os grandes. Salientou, ainda, que o projeto reforça a dedicação do setor à produção sustentável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O agro foi ouvido, especialmente nas questões on farm. Foi um trabalho realizado com maestria nas duas Casas Legislativas. Se não tivéssemos agido com rapidez os produtores que utilizam os bioinsumos ficariam na ilegalidade. Esse tema é sinônimo de inovação, tecnologia e agricultura sustentável. É o agro movido à ciência, todos estamos de parabéns”, ressaltou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29533 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-19.35.15.jpeg" alt="" width="899" height="859" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-19.35.15.jpeg 899w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-19.35.15-300x287.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-19.35.15-768x734.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-19.35.15-750x717.jpeg 750w" sizes="(max-width: 899px) 100vw, 899px" /></p>
<p>Tereza agradeceu também ao senador Jacques Wagner, relator da proposta no Senado. Ela relembrou o compromisso firmado pelo parlamentar de não veto ao projeto que vai à sanção presidencial. &#8220;Reitero meu agradecimento ao senador que nos auxiliou junto com sua equipe a chegar nesse acordo de uma lei importantíssima, somado ao compromisso firmado de que não haja veto à proposta&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29528 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54180718447_4854a4290e_z.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54180718447_4854a4290e_z.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54180718447_4854a4290e_z-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o senador Jorge Seif (PL-SC), a proposta é inovadora em diversos aspectos e estabelece diretrizes claras, incentivando a tecnologia. Segundo ele, os bioinsumos são o futuro da agricultura e colocam o Brasil na liderança global da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Vamos promover autonomia no campo e fortalecer o desenvolvimento regional. A política nacional de bioinsumos é uma resposta urgente às demandas do nosso tempo e vai fazer o país se desenvolver ainda mais”, disse Seif.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29529 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181604006_e0efa7a6ee_z.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181604006_e0efa7a6ee_z.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54181604006_e0efa7a6ee_z-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Jaime Bagattoli destacou que a aprovação é de suma importância, auxiliando também a imagem do Brasil no exterior. “Preciso parabenizar a senadora Tereza, além dos deputados federais Zé Vitor e Sérgio Souza, que se debruçaram sobremaneira no tema na Câmara dos Deputados. É uma vitória da FPA, do agro e do Brasil”, concluiu.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Seguridade especial</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Também foi aprovado nesta terça-feira o Projeto de Lei (PL1754/2024), que trata da condição de segurado especial dos associados em cooperativas.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto determina que a associação à cooperativa não descaracteriza a condição de segurado especial, que é concedida ao trabalhador que exerce sua atividade majoritariamente no campo.</span></p>
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		<title>Bioinsumos é aprovado na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/27/bioinsumos-e-aprovado-na-camara-dos-deputados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 00:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Vitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei 658/2021, que regulamenta e incentiva a produção de bioinsumos no país. Considerado uma das pautas prioritárias da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o projeto promove avanços em produtividade, uso eficiente de recursos e desenvolvimento socioeconômico, pilares essenciais para uma agricultura sustentável. [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/27/bioinsumos-e-aprovado-na-camara-dos-deputados/">Bioinsumos é aprovado na Câmara dos Deputados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei 658/2021, que regulamenta e incentiva a produção de bioinsumos no país. Considerado uma das pautas prioritárias da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o projeto promove avanços em produtividade, uso eficiente de recursos e desenvolvimento socioeconômico, pilares essenciais para uma agricultura sustentável.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29487 size-jnews-750x375" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240416211534454-750x375.jpg" alt="" width="750" height="375" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240416211534454-750x375.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240416211534454-360x180.jpg 360w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240416211534454-1140x570.jpg 1140w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator da matéria, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou que o texto foi fruto de amplas discussões, envolvendo mais de 50 entidades do setor, além de órgãos governamentais, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">Dialogamos com o Mapa, Anvisa, Ibama, e também com o Parlamento, por meio da consultoria legislativa. As entidades do setor cederam em alguns pontos, aperfeiçoaram outros, tudo para que encontrássemos um texto consolidado e bom para o país e o agro brasileiro, em especial aos produtores de orgânicos”, disse Souza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parlamentar ressalta, ainda, que a aprovação assegura um ambiente regulatório confiável que oferecerá segurança à pesquisa, à indústria, aos produtores e aos usuários. “Para atrair maiores investimentos no desenvolvimento de tecnologias voltadas aos bioinsumos, que auxiliem na proteção de cultivos, no aporte de nutrientes ou no melhor aproveitamento deles, entre outras inúmeras funcionalidades, é indispensável um ambiente dentro da legalidade”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seu relatório, Sérgio Souza agradeceu ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) pelo compromisso com as pautas do setor e fez questão de lembrar do apoio das entidades na busca por um texto consolidado. Em seu relatório, o parlamentar destaca que o PL promove o uso sustentável dos agentes biológicos e as tecnologias que promovem a redução na importação dos insumos agrícolas. Segundo ele, o Brasil encontra-se em posição privilegiada para continuar com sua soberania agrícola, além do enorme potencial no controle de pragas, doenças e o fomento à pesquisa no agro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Fortalece a nossa bioeconomia e a geração de empregos no setor. Os bioinsumos são usados nas principais culturas agrícolas do país e os impactos dos bioinsumos é notável. A produção de bioinsumos terão regras claras e será um aliado da cadeia produtiva para a produção sustentável do agro. Com a participação de múltiplos atores, incluindo a FPA que trabalhou todos esses anos para um texto que vai ao Senado com a possibilidade de se manter e ir à sanção presidencial”, concluiu Souza.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29312 size-jnews-750x375" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/73793-750x375.jpg" alt="" width="750" height="375" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/73793-750x375.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/73793-360x180.jpg 360w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/73793-1140x570.jpg 1140w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR) destacou que o relator e a bancada do agro trabalharam ativamente na discussão e ressaltou que o produtor brasileiro estava esperando por isso. “Fizemos um acordo em várias frentes e devemos ter celeridade em um processo extremamente importante. É uma vitória para os produtores e é o que o mundo está pedindo hoje. É um orgulho o trabalho que estamos fazendo em prol do nosso país”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Brasil, o mercado de bioinsumos tem registrado um crescimento expressivo, com uma taxa anual de 21% nos últimos três anos, superando em quatro vezes a média global. Na safra 2023/2024, as vendas desses produtos alcançaram R$ 5 bilhões, com destaque para as culturas de soja, milho e cana-de-açúcar. Mato Grosso se posiciona como líder na utilização de bioinsumos, representando 33,4% do consumo, enquanto Goiás e o Distrito Federal somam 13%, e São Paulo aparece com 9%.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29488 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/ze-vitor.jpg" alt="" width="800" height="483" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/ze-vitor.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/ze-vitor-300x181.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/ze-vitor-768x464.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/ze-vitor-750x453.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Zé Vitor (PL-MG), autor do projeto, destaca que os bioinsumos são uma fonte inesgotável de sustentabilidade e inovação para o Brasil. “Temos a maior biodiversidade do planeta, que pode ser racionalmente explorada e dividida com o mundo a partir de estímulos legislativos corretos”, ressaltou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ele, a aprovação é um gesto de maturidade da Câmara, que mostra o compromisso do agro com o futuro e a economia. “Nós estamos na vanguarda e esse trabalho será replicado mundo afora. Torna-se uma vantagem para o Brasil que poderá exportar tecnologia e dar segurança para produtores. É uma vitória do país”, argumentou Zé Vitor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29489 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240507211606395-768x473-1.jpg" alt="" width="768" height="473" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240507211606395-768x473-1.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240507211606395-768x473-1-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20240507211606395-768x473-1-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Evair de Melo (PP-ES) comemorou a aprovação e ratificou a urgência em transformar o projeto em lei. “A aprovação é essencial para garantir que os produtores de orgânicos não sejam colocados na irregularidade. Temos um prazo a cumprir e precisamos avançar com esse cronograma”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acrescentou, ainda, que reconhece no texto o mérito e afirmou que os bioinsumos são fruto de pesquisa e não de achismo ou do acaso. “Temos critérios técnicos de aplicação e é preciso ressaltar que com ciência e responsabilidade essa aprovação está avançando. Os bioinsumos serão agregadores. Parabéns à FPA pela grande construção”.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Tramitação e apoio da FPA</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Amplamente debatido desde 2021 pela FPA, a proposta foi, ainda naquele ano, aprovada nas Comissões de Meio Ambiente (CMADS) e Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), para depois seguir com o parecer do relator Sérgio Souza na Comissão de Finanças e Tributação (CFT).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No ano seguinte, em 2022, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o parecer relatado pelo deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), integrante da FPA. A proposta tramitou em caráter conclusivo e, portanto, seguiu para a análise do Senado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação no Plenário da Câmara, a matéria retorna ao Senado, e caso seja aprovada, poderá ser sancionada ainda em 2024.</span></p>
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