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	<title>Regularização Fundiária &#8211; Agência FPA</title>
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	<title>Regularização Fundiária &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Regularização em Faixa de Fronteira é aprovada por 310 votos e vai à sanção presidencial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 01:28:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (9), por 310 votos favoráveis e 115 contrários, o Projeto de Lei 4497/2024, de autoria do deputado Tião Medeiros (PP-PR), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A proposta moderniza a Lei 13.178/2015, reformula o procedimento de ratificação de registros imobiliários na Faixa de Fronteira e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (9), por 310 votos favoráveis e 115 contrários, o Projeto de Lei 4497/2024, de autoria do deputado Tião Medeiros (PP-PR), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A proposta moderniza a Lei 13.178/2015, reformula o procedimento de ratificação de registros imobiliários na Faixa de Fronteira e cria um novo marco para a regularização dominial em áreas estratégicas do território nacional. Com a aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, o projeto segue agora para sanção presidencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto, relatado em Plenário pela deputada Chris Tonietto (PL-RJ) e apoiado pela FPA, representa um avanço histórico na segurança jurídica dos produtores rurais. A proposta corrige entraves antigos e dá previsibilidade a proprietários que há décadas enfrentavam incertezas sobre a titularidade de imóveis em regiões fronteiriças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A relatora destacou que o projeto “unifica procedimentos e cria critérios claros que dão organização e segurança jurídica para quem vive e produz na Faixa de Fronteira”. Ela ressaltou ainda que o texto estabelece regras transparentes para a análise de imóveis acima de 2.500 hectares, garantindo meios jurídicos adequados para a defesa dos direitos dos interessados.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31633" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209194324927MED-1.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209194324927MED-1.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209194324927MED-1-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209194324927MED-1-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209194324927MED-1-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><b>Simplificação do processo e prazos claros</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as principais mudanças do novo marco está a fixação do prazo de 15 anos para que os proprietários solicitem a averbação da ratificação. No caso de imóveis com mais de 2.500 hectares, a regularização dependerá de manifestação do Congresso Nacional, considerada tácita se não houver deliberação em até dois anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também atualiza as regras de georreferenciamento, que passa a ser obrigatório apenas a partir de 31 de dezembro de 2028. Para imóveis de até quatro módulos fiscais, o prazo só valerá após regulamentação do Poder Executivo. A exigência é dispensada em casos como sucessões, divórcios, partilhas, atualizações cadastrais e garantias reais, sendo mantida apenas para transferências definitivas, como leilões e arrematações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As mudanças modernizam etapas que historicamente dificultavam a regularização fundiária, garantindo mais agilidade, previsibilidade e segurança jurídica, sem comprometer o controle territorial do Estado.</span></p>
<p><strong>Segurança jurídica e acesso ao crédito</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), o novo marco rompe um ciclo histórico de insegurança jurídica que travava investimentos e mantinha produtores sob risco patrimonial permanente. Segundo ele, o projeto organiza o processo de ratificação, reduz a margem para indeferimentos arbitrários, diminui litígios e amplia o acesso ao crédito nas regiões de fronteira.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31634" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209212909452MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209212909452MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209212909452MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209212909452MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/img20251209212909452MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">Lupion também ressaltou que o PL 4497/2024 é uma medida estruturante para o desenvolvimento dessas áreas estratégicas, ao mesmo tempo, em que preserva salvaguardas constitucionais ao manter fora da ratificação as terras indígenas e imóveis com vícios dominiais. Além disso, “o texto protege terceiros de boa-fé e reforça a função social da propriedade, ao permitir a atuação do Incra em casos de descumprimento dentro do prazo legal, com possibilidade de desapropriação da terra nua nos termos da lei”.</span></p>
<p><b>Atuação da FPA e manifestações dos parlamentares</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aprovação do PL 4497/2024 contou com forte articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que acompanhou o texto desde as discussões iniciais no Senado, alinhou ajustes técnicos com o setor produtivo e mobilizou sua base para assegurar a manutenção da redação negociada. Para a bancada, o novo marco era fundamental para corrigir distorções da legislação vigente e garantir segurança jurídica aos produtores da Faixa de Fronteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), destacou a importância de preservar o texto enviado pelo Senado. “Regularizar a Faixa de Fronteira com a redação aprovada no Senado evita retrocessos e garante estabilidade. É mais uma vitória do direito de propriedade no Brasil.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros parlamentares da FPA também reforçaram o apoio. Para Eli Borges (PL-TO), a proposta atende uma demanda histórica de regiões produtivas. “A regularização devolve aos produtores o reconhecimento como proprietários e permite acesso ao crédito e continuidade das atividades”. A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que o texto dá previsibilidade e organização ao processo. “É fundamental garantir critérios claros e estabilidade para quem precisa regularizar sua terra.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Bia Kicis (PL-DF) ressaltou o impacto regional da medida. “O projeto dá segurança jurídica a quem produz nas áreas de fronteira e reconhece a relevância dessas regiões para o país”. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) reforçou o alinhamento da bancada. “Jamais faltaremos com o agro brasileiro. Este é um projeto meritório, necessário e urgente”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) destacou o alcance nacional da proposta. “Mais de 11 estados e 15% do território nacional passam a ter garantia de título e estabilidade. O agronegócio é a locomotiva do país.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor do projeto, deputado Tião Medeiros (PP-PR), rebateu críticas levantadas durante o debate. “É infundado afirmar que o texto abre brechas para trabalho escravo. A proposta foi discutida, aprimorada e aprovada em todas as etapas. Não podemos permitir que interpretações distorcidas contaminem um debate sério.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Caroline de Toni (PL-SC), que relatou o projeto em fases anteriores, reforçou os avanços do marco legal. “A proposta encerra inseguranças que se arrastavam por anos e garante previsibilidade ao produtor rural, sem abrir mão das salvaguardas constitucionais.” </span></p>
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		<title>Crédito do FNO será ampliado para agricultores familiares com posse reconhecida pelo INCRA</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 15:05:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Agricultores familiares que ocupam terras públicas em processo de regularização fundiária na região Norte poderão ter acesso facilitado ao crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). O benefício está previsto no Projeto de Lei 3421/2023, com relatório aprovado nesta quarta-feira (21) pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR). A proposta permite [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Agricultores familiares que ocupam terras públicas em processo de regularização fundiária na região Norte poderão ter acesso facilitado ao crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). O benefício está previsto no Projeto de Lei 3421/2023, com relatório aprovado nesta quarta-feira (21) pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta permite a comprovação da posse por meio de documentos emitidos pelo INCRA, como a Carta de Anuência e o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), e reserva 50% dos recursos do FNO exclusivamente para agricultores familiares da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Relator do projeto, o deputado Alexandre Guimarães (Republicanos-RR), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), destacou que a medida corrige um problema histórico. “O Norte do país enfrenta desafios na regularização fundiária, o que exclui milhares de produtores do acesso ao crédito. Essa proposta traz uma solução viável e segura, garantindo apoio a quem realmente produz”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor do projeto, deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO), também reforçou o objetivo de fortalecer a agricultura familiar na região. O texto altera a Lei nº 7.827/1989, que trata dos fundos constitucionais de financiamento regional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta segue agora para as Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), em caráter conclusivo.</span></p>
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		<title>Aprovado o fim da exigência de georreferenciamento para fins de regularização fundiária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/23/aprovado-o-fim-da-exigencia-de-georreferenciamento-para-fins-de-regularizacao-fundiaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:06:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alexandre Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (23), o Projeto de Lei (PL102/2020), que visa simplificar o procedimento de regularização fundiária ao eliminar a exigência do georreferenciamento. A medida pretende agilizar o processo e reduzir a burocracia envolvida na regularização dos lotes rurais em projetos de assentamento demarcados pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (23), o Projeto de Lei (PL102/2020), que visa simplificar o procedimento de regularização fundiária ao eliminar a exigência do georreferenciamento. A medida pretende agilizar o processo e reduzir a burocracia envolvida na regularização dos lotes rurais em projetos de assentamento demarcados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>Outro ponto de alteração é que as ocupações em assentamento sem autorização do Incra, sejam regularizadas, desde que não ultrapassem quatro módulos fiscais e que sejam atendidas algumas condições, como o tempo de ocupação e exploração do lote, sendo superior a um ano.</p>
<p>Para o autor do projeto e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Lucio Mosquini (MDB-RO), o projeto é de “extrema relevância” e corrige uma injustiça para aqueles que já foram titulados pelo Incra. Segundo ele, quando esse título foi expedido, já foi feito o serviço topográfico, mas nada impede que o cartório registre com a topografia já existente, e assim, trazer justiça social para os produtores rurais.</p>
<p>“Estamos tirando um custo das costas do trabalhador rural. Estou feliz com a aprovação da proposta e espero que com o andar da lei, os produtores deixem de ter a obrigação de pagar o georreferenciamento para registrar os títulos já emitidos pelo Incra”, ressaltou.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30094" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O relator do projeto, deputado Alexandre Guimarães (MDB-TO), destaca que medida é justificada pelo fato de que pequenos agricultores têm menores condições de arcar com os custos do georreferenciamento, além de valorizar o trabalho dos produtores. &#8220;As proposições têm objetivos louváveis, na medida em que desburocratizam nosso sistema jurídico de forma a facilitar a regularização fundiária e, consequentemente, valorizar o trabalho do homem do campo.</p>
<p>A matéria segue para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT).</p>
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		<title>Comissão do Senado aprova projeto que retira restrições à regularização fundiária na Amazônia</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/06/13/comissao-do-senado-aprova-projeto-que-retira-restricoes-a-regularizacao-fundiaria-na-amazonia/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 14:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Rogério]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (12), o relatório favorável do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 467/2023. Proposto pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), o projeto visa revogar as restrições impostas pelo Decreto 11.688/2023, que limita a destinação de florestas públicas para regularização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (12), o relatório favorável do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 467/2023. Proposto pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), o projeto visa revogar as restrições impostas pelo Decreto 11.688/2023, que limita a destinação de florestas públicas para regularização fundiária em terras da União na Amazônia Legal e em terras do Incra.</p>
<p>O Decreto 11.688/23, do Poder Executivo, restringe a destinação de florestas públicas a certas políticas públicas, tais como a criação e regularização de unidades de conservação, a regularização de terras indígenas, territórios quilombolas e comunidades tradicionais, concessões, além de outras compatíveis com a gestão sustentável das florestas.</p>
<p>Em seu relatório, o senador Jaime Bagattoli destacou que o PDL busca restaurar a segurança jurídica e promover a regularização fundiária, permitindo que agricultores familiares continuem a buscar a titulação de suas terras. &#8220;O Decreto 11.688 proibiu a destinação de terras públicas federais ocupadas por florestas para a realização de reforma agrária,&#8221; explicou Bagattoli.</p>
<p>Com base nesse decreto, o Incra determinou a interrupção de todos os processos de regularização fundiária até que se definam as regras para identificação de florestas públicas. O projeto, ao sustar os efeitos do decreto, acarretará a suspensão imediata desse ofício.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28620 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Senador-Marcos-Rogerio.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Senador-Marcos-Rogerio.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Senador-Marcos-Rogerio-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O autor do PDL, senador Marcos Rogério, argumentou que as restrições impostas pelo Decreto 11.688/2023 são um obstáculo à regularização fundiária e penalizam os trabalhadores rurais na região da Amazônia. &#8220;Isto vai contra os objetivos estabelecidos pela Lei nº 11.952/2009, prejudicando a disponibilidade de áreas para regularização e representando uma ação oportunista e desleal com os agricultores, principalmente, os mais pobres,&#8221; afirmou o senador.</p>
<p>O PDL segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
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		<title>Entenda a importância da Regularização Fundiária no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 20:43:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou em plenário a urgência nesta terça-feira (13) para votação do Projeto de Lei 2633/2020, que trata da Regularização Fundiária no país, com 330 votos favoráveis. A medida garante segurança jurídica aos proprietários de terra e auxilia na fiscalização e identificação de infratores, na garantia da aplicação da Lei. A Frente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou em plenário a urgência nesta terça-feira (13) para votação do Projeto de Lei 2633/2020, que trata da Regularização Fundiária no país, com 330 votos favoráveis. A medida garante segurança jurídica aos proprietários de terra e auxilia na fiscalização e identificação de infratores, na garantia da aplicação da Lei. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) entende que a medida é uma forma de combate à grilagem, às queimadas e desmatamento ilegais, fatores que geram prejuízos ambientais, sociais e econômicos para o Brasil.</p>
<p>A regularização fundiária garante acesso ao crédito, aos programas governamentais e às inovações tecnológicas, além de promover a competitividade e a sustentabilidade dos negócios, sem deixar de lado a conservação ambiental. A partir da titulação de terras, a regularização surge como alternativa para contribuir com o desenvolvimento do país e geração de emprego e renda no campo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23484" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/06/Sergio-Souza_14.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/06/Sergio-Souza_14.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/06/Sergio-Souza_14-300x225.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/06/Sergio-Souza_14-768x576.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/06/Sergio-Souza_14-750x563.jpg 750w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O deputado federal, Sérgio Souza (MDB-PR), presidente da FPA, esclarece que a regularização fundiária proporciona dignidade humana, segurança jurídica, justiça e responsabilidade com o campo. “O título de propriedade é um direito de quem produz”.</p>
<p>No entendimento do parlamentar, a ocupação de terras no Brasil, de forma desordenada, é um problema de décadas e com o passar dos anos, os conflitos no ambiente rural se tornaram muito violentos. “O campo não pode ser um local hostil, perigoso, palco de guerras entre oportunistas invasores e o produtor honesto que trabalha para o sustento de sua família”, diz o deputado.</p>
<p>O autor do projeto, deputado federal Zé Silva (SD-MG), citou que é importante a aprovação da proposta para garantir segurança jurídica a toda a agricultura brasileira e fazer justiça a quem ocupou terras públicas à convite do próprio governo. Zé Silva explica que “ Brasil precisa cumprir seu papel de nação séria, com uma lei que não dê trégua para ocupações irregulares, grilagem e desmatamento ilegal e infrações ambientais, assim é o meu projeto&#8221;.</p>
<p>Ponto importante em relação à regularização fundiária é a determinação de um Marco Temporal, que estipule uma data limite da posse para obtenção do título de forma mais econômica. A FPA defende como marco a aprovação do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012) &#8211; 25 de maio de 2012 -, primeira grande Lei a fazer um raio x sobre a questão ambiental do país e que definiu claramente as questões relacionadas à preservação de terras.</p>
<p>Outro ponto relevante que diz respeito à regularização de terras no Brasil está relacionado ao tamanho das propriedades, que terão o processo facilitado pelo uso do Sensoriamento Remoto. A FPA defende que pequenos e médios imóveis rurais possam fazer uso deste processo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22979" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1.jpeg" alt="" width="1250" height="600" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1.jpeg 1250w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1-300x144.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1-1024x492.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1-768x369.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1-750x360.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Iraja-1-1140x547.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1250px) 100vw, 1250px" />Para o senador Irajá (PSD-TO), “é uma grande oportunidade poder regularizar as propriedades rurais no Brasil”. Na visão do parlamentar, a obrigação do Congresso Nacional é formar boas leis para brasileiros que precisam ser regularizados e estão produzindo. “Definitivamente, não haverá espaço para criminosos que eventualmente estimulem a grilagem”, completou.</p>
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		<title>Senadores defendem votação da Regularização Fundiária em live promovida pela FPA com o INCRA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rafaelpacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 10:52:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo debate sobre Regularização Fundiária foi promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta segunda-feira (3). O tema que já havia sido discutido na semana passada, desta vez trouxe ao debate o Projeto de Lei 510/2021, de autoria do senador Irajá (PSD-TO). Durante a live, o parlamentar defendeu a proposta de fazer com que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo debate sobre Regularização Fundiária foi promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta segunda-feira (3). O tema que já havia sido discutido na semana passada, desta vez trouxe ao debate o Projeto de Lei 510/2021, de autoria do senador Irajá (PSD-TO). Durante a live, o parlamentar defendeu a proposta de fazer com que o marco regulatório da regularização seja “amplo e democrático”, em um projeto que contemple os pequenos e médios produtores rurais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23095" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1.jpeg" alt="" width="1276" height="708" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1.jpeg 1276w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1-300x166.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1-1024x568.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1-768x426.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1-750x416.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/333-1-1140x633.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1276px) 100vw, 1276px" /></p>
<p>Irajá deu exemplos de como a tecnologia pode ser benéfica na questão da regularização fundiária. Ele citou o Cadastro Ambiental Rural, CAR, instituído em 2014 e que hoje já conta com 98% das propriedades monitoradas por meio do uso da imagem de satélites, ao longo de seis anos. Para o senador, a regularização fundiária é a correção para uma injustiça histórica às famílias que esperam há décadas para receber os seus títulos &#8211; &#8220;terra sem dono é uma terra sem lei&#8221;, conceituou o parlamentar.</p>
<p>Também participaram do encontro o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) &#8211; relator do Projeto de Lei 510/2021; e o presidente do INCRA, Geraldo Melo. Fávaro declarou que em sua relatoria “serão prioridades os pequenos e médios proprietários de terra, será garantido que o Código Florestal seja cumprido e serão avaliadas questões inerentes a todos os estados e não só na região amazônica.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23094" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1.jpeg" alt="" width="1279" height="697" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1.jpeg 1279w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1-300x163.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1-1024x558.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1-768x419.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1-750x409.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/222-1-1140x621.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1279px) 100vw, 1279px" /></p>
<p>O relator lembrou da crise imposta pelo novo coronavírus. Para Fávaro, com a regularização, cerca de 300 mil famílias do campo serão beneficiadas. &#8220;Este processo irá fomentar a indústria, que vai criar empregos, em um Brasil de pós pandemia, onde nós temos que incentivar a economia a crescer.&#8221;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23096" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1.jpeg" alt="" width="1277" height="712" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1.jpeg 1277w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1-300x167.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1-1024x571.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1-768x428.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1-750x418.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/444-1-1140x636.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /></p>
<p>Já Geraldo Melo, presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), ressaltou que “o impacto da regularização fundiária na vida das pessoas representa a inserção das famílias no mercado formal, no acesso a crédito, na inserção dessas famílias no agronegócio brasileiro. Essas pessoas têm o direito de ser respeitadas e é isso que o PL 510/2021 nos ajuda a fazer.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22737" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1.jpg" alt="" width="1240" height="525" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1.jpg 1240w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1-300x127.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1-1024x434.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1-768x325.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1-750x318.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/02/Nilson-Leitao-1-1140x483.jpg 1140w" sizes="(max-width: 1240px) 100vw, 1240px" /></p>
<p>A live foi mediada por Nilson Leitão, presidente do Instituto Pensar Agro (IPA). Nilson encerrou o evento dizendo não ter dúvidas que “a regularização fundiária neste momento é a mãe de todas as reformas para o avanço que o Brasil precisa.&#8221;</p>
<p>O encontro promovido de forma virtual nesta segunda-feira (3), faz parte de uma série de debates promovidos pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) sobre temas importantes para o setor. A proposta é incentivar a discussão diante de assuntos relevantes ao meio rural, que geram reflexos à sociedade como um todo. As lives ocorrem todas as segundas-feiras, a partir das 19 horas.</p>
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		<title>Acir Gurgacz diz ser necessário dar documento ao homem do campo, em audiência pública no Senado</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/05/03/acir-gurgacz-diz-ser-necessario-dar-documento-ao-homem-do-campo-em-audiencia-publica-no-senado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 21:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em continuidade à audiência pública iniciada na última sexta-feira (30), a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado recebeu, nesta segunda-feira (3), o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo, para tratar do Projeto de Lei (PL 510/2021) que versa sobre a regularização fundiária. O senador Acir Gurgacz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em continuidade à audiência pública iniciada na última sexta-feira (30), a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado recebeu, nesta segunda-feira (3), o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo, para tratar do Projeto de Lei (PL 510/2021) que versa sobre a regularização fundiária.</p>
<p>O senador Acir Gurgacz (PDT-RO), solicitante da audiência pública, ressaltou a importância do debate sobre a produção de alimentos e infraestrutura no país. Segundo ele, para aumentar ainda mais a produção, em quantidade e qualidade, um dos temas importantes é a aprovação do PL 510/2021, de autoria do senador Irajá (PSD-TO), que altera as regras de regularização da ocupação fundiária em terras da União.</p>
<p>“Nós temos que levar documento ao homem do campo, aqueles que têm realmente direito de receber o seu título definitivo e posteriormente fazer a sua escritura,” disse o parlamentar. A proposta chegou a ser pautada na sessão da última quarta-feira (28) e acabou sendo retirada da ordem do dia para aprofundar as discussões. O PL 510/2021 propõe unificar a legislação de regularização fundiária para todas as regiões do Brasil.</p>
<p>Segundo Gurgacz, o projeto de lei do senador Irajá busca a evolução e modernização do processo de regularização fundiária. “Precisamos aperfeiçoar a legislação existente com a utilização de tecnologia como sensoriamento remoto, cruzamento de bancos de dados, e parceria com prefeituras para darmos mais agilidade, segurança, e transparência no processo.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23089" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/geraldo-melo-filho-foto-jane-araujo-agencia-senado-1.jpg" alt="" width="800" height="447" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/geraldo-melo-filho-foto-jane-araujo-agencia-senado-1.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/geraldo-melo-filho-foto-jane-araujo-agencia-senado-1-300x168.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/geraldo-melo-filho-foto-jane-araujo-agencia-senado-1-768x429.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/05/geraldo-melo-filho-foto-jane-araujo-agencia-senado-1-750x419.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>Programa Titula Brasil</strong></p>
<p>Apresentada como forma de acelerar os processos de titulação de terras públicas federais, pelo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo, a plataforma virtual, já em funcionamento, pode ser utilizada em parceria com as prefeituras de todo Brasil. “Mais de 700 municípios já solicitaram adesão ao programa e a medida faz parte do programa Titula Brasil,” disse.</p>
<p>Geraldo Melo explica que a finalidade é aumentar a capacidade operacional dos procedimentos de regularização e titulação nos projetos de reforma agrária ou terras públicas passíveis de regularização. O presidente do Incra enfatizou que “o PL 510/2021 promove a utilização de tecnologias, validação de informações dos requerentes na base de dados do sistema e favorece a aplicação da legislação ambiental, aperfeiçoando o processo administrativo.”</p>
<p>Melo pontuou as características do PL 510/2021 em relação aos principais temas relacionados à regularização fundiária no país:</p>
<p>&#8211; Promove a utilização de tecnologias (sensoriamento remoto e outras);<br />
&#8211; Permite a validação das informações dos requerentes nas bases de dados e sistemas de diferentes órgãos do governo federal;<br />
&#8211; Favorece a aplicação de legislação ambiental aos ocupantes;<br />
&#8211; Aperfeiçoa o processo administrativo de verificação dos requisitos da lei;<br />
&#8211; Proporciona mais segurança jurídica e transparência ao processo de regularização fundiária;<br />
&#8211; Aumenta a governança fundiária e ordenamento territorial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23078" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1.jpg" alt="" width="840" height="560" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1.jpg 840w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></p>
<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) afirmou que quando se fala em regularização fundiária, todo mundo pensa na Amazônia, mas chamou atenção para casos existentes em outras regiões do país. “Brasília não é diferente”, disse o senador. Segundo Izalci, “a metade da população do DF mora em áreas irregulares, precisamos resolver isso.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22999" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/imagem_materia-1.jpg" alt="" width="860" height="570" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/imagem_materia-1.jpg 860w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/imagem_materia-1-300x199.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/imagem_materia-1-768x509.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/imagem_materia-1-750x497.jpg 750w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /></p>
<p>Já o senador Wellington Fagundes (PL-MT) enfatizou que além da regularização fundiária rural é necessário também a urbana. “Dar o título da terra a quem precisa é o melhor bem que faremos para o Brasil”. O parlamentar disse ainda que para o estado de Mato Grosso, a regularização fundiária será uma “revolução econômica e sustentável da região”. Segundo ele, “o estado matogrossense possui 80 mil famílias aguardando há 30, 40 anos o documento que vai dar legitimidade da verdadeira cidadania com acesso a crédito, renda e mais riqueza para o pequeno produtor.”</p>
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		<title>Senadores defendem agilidade para analisar PL da Regularização Fundiária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/04/29/senadores-defendem-agilidade-para-analisar-pl-da-regularizacao-fundiaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 20:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) no Senado, que contou com a presença do secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Nabhan Garcia, nesta quinta-feira (29), senadores defenderam agilidade sobre o projeto de lei que versa sobre a regularização fundiária. O presidente da comissão, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/04/29/senadores-defendem-agilidade-para-analisar-pl-da-regularizacao-fundiaria/">Senadores defendem agilidade para analisar PL da Regularização Fundiária</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) no Senado, que contou com a presença do secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Nabhan Garcia, nesta quinta-feira (29), senadores defenderam agilidade sobre o projeto de lei que versa sobre a regularização fundiária.</p>
<p>O presidente da comissão, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou que a concessão de títulos de terras é uma via para ampliar a produção de alimentos e atender as demandas internas e externas. “O que buscamos é a evolução e modernização do processo, com a utilização de tecnologia com sensoriamento remoto, cruzamento dos bancos de dados e parceria com as prefeituras para dar mais agilidade, segurança e transparência a todo processo,” disse.</p>
<p>A proposta de autoria do senador Irajá (PSD-TO) &#8211; PL 510/2021 -, retirada de pauta pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM- MG), na última quarta-feira (28), visa instituir novas regras para ocupação de terras da União e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que foram ocupadas antes de 25 de maio de 2012 e pretende abranger propriedades com até 2,5 mil hectares.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23077" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/1002_Carlos_Favaro_02-1.jpg" alt="" width="860" height="570" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/1002_Carlos_Favaro_02-1.jpg 860w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/1002_Carlos_Favaro_02-1-300x199.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/1002_Carlos_Favaro_02-1-768x509.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/1002_Carlos_Favaro_02-1-750x497.jpg 750w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /></p>
<p>O senador Carlos Fávaro (PSD-MT), relator do projeto, destacou que vai compilar um texto que atenda aos interesses dos produtores rurais com a preservação ambiental. “Ninguém está aqui para contemplar grileiros de terras e ser coniventes com crimes ambientais. Não vamos defender latifundiários, esse projeto de lei visa regularizar as terras de pequenos e médios produtores”, ponderou Fávaro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22917" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/03/iraja-silvestre-filho-psd-to-1.jpg.750x0_q95_crop-1.jpg" alt="" width="750" height="421" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/03/iraja-silvestre-filho-psd-to-1.jpg.750x0_q95_crop-1.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/03/iraja-silvestre-filho-psd-to-1.jpg.750x0_q95_crop-1-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O senador Irajá ressaltou que as mudanças nas regras da regularização fundiária já foram amplamente debatidas, desde 2019, com a edição da MP 910. Segundo ele, o marco regulatório da regularização fundiária corrige uma injustiça histórica com mais de 300 mil famílias de pequenos produtores rurais, especialmente localizadas nos sete estados do bioma amazônico brasileiro, “entre eles o meu estado de Tocantins, que aguardam, há décadas, o título das suas terras, há 20, 30, 40, 50 anos”, disse o parlamentar.</p>
<p>O senador explicou ainda que a terra sem dono é uma terra sem lei. “É nesse sentido que o projeto fortalece o combate ao desmatamento e às queimadas ilegais, uma vez que os órgãos de fiscalização, de controle, como o Ibama, o Ministério do Trabalho e também o Incra, entre outros, poderão identificar e punir os verdadeiros autores de eventuais crimes ambientais cometidos nessas áreas.”</p>
<p>Os senadores já apresentaram 98 emendas à proposta e poderão apresentar outras até que a matéria volte à pauta de votações. Para o secretário especial de Assuntos Fundiários do ministério da Agricultura, Nabhan Garcia, a proposta de regularização fundiária do senador Irajá respeita a Constituição e não faz discriminação contra o pequeno, médio e grande produtor rural. “Esse projeto vai de encontro com a ansiedade das famílias que estão aguardando a terra e de uma forma muito eficaz preserva o meio ambiente combatendo a grilagem de terra e o desmatamento ilegal.” Segundo o secretário, em 2020 foram emitidos quase 110 mil documentos titulatórios, e a expectativa da pasta é de 130 a 170 mil títulos este ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23078" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1.jpg" alt="" width="840" height="560" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1.jpg 840w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/izalci1-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></p>
<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) afirmou que “houve uma expectativa muito grande&#8221; quando a lei de regularização fundiária rural e urbana (Lei 13.465, de 2017) foi publicada pelo governo federal”, mas avaliou que há mais de um ano, por incompatibilidade no sistema de certificação, milhares de produtores não conseguem finalizar o processo para aquisição do título. “Temos aqui no Distrito Federal 1.500 títulos para serem entregues e está faltando o sistema resolver.”</p>
<p><strong>Combate aos crimes ambientais</strong></p>
<p>O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), defende a necessidade de combater com &#8220;o rigor da lei&#8221; quem comete crime ambiental. “A versão de que regularizar é premiar irregularidades não se sustenta, porque não é verdadeira. Criminosos responsáveis por queimadas devem ser tratados como assunto de polícia e não de governo ou da política,” diz Sérgio Souza.</p>
<p>Segundo ele, a FPA apoia todas as políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. Por isso defende que regularizar gera renda e emprego, garantindo dignidade e segurança. “Produtores sem registro de propriedade são como cidadãos sem RG ou CPF, não tendo acesso a crédito e programas governamentais.”</p>
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		<title>Produtor sem título da terra é o mesmo que cidadão sem CPF, diz deputado Zé Silva</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/04/27/produtor-sem-titulo-da-terra-e-o-mesmo-que-cidadao-sem-cpf-diz-deputado-ze-silva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[rafaelpacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 12:18:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em debate há mais de 50 anos no Congresso Nacional, a Regularização Fundiária tem como meta promover a dignidade humana e dar condições para que as famílias ocupantes de áreas públicas prosperem e passem a fazer parte do sistema produtivo, dando as condições adequadas para isso, como financiamento rural, assistência técnica e acesso à tecnologia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em debate há mais de 50 anos no Congresso Nacional, a Regularização Fundiária tem como meta promover a dignidade humana e dar condições para que as famílias ocupantes de áreas públicas prosperem e passem a fazer parte do sistema produtivo, dando as condições adequadas para isso, como financiamento rural, assistência técnica e acesso à tecnologia para, também, garantir o desenvolvimento da agropecuária brasileira, principalmente dos pequenos e médios produtores rurais.</p>
<p>Neste contexto, o Projeto de Lei 2633/2020, de autoria do deputado Zé Silva (SD-MG), pretende transmitir uma nova mensagem à sociedade: a de que “não vale mais a pena ocupar terras públicas ilegalmente no Brasil”, afirmou o parlamentar durante live produzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), na última segunda-feira (26).</p>
<p>O deputado disse que o projeto de lei não é para reforma agrária. &#8220;Esta proposta é para as terras do Governo, as terras públicas que estejam em nome da União ou em nome do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).”</p>
<p>Zé Silva ressaltou ainda que o Brasil tem uma dívida incalculável com mais de 300 mil produtores rurais que vivem na esperança de o Governo Federal cumprir seu papel da regularização fundiária. O parlamentar explica que “na nova proposta a vistoria poderá ser feita de forma remota, utilizando imagens de satélite, em propriedade com até 6 módulos fiscais, já as que extrapolarem este limite deverão receber a vistoria do fiscal do Incra, de forma presencial.”</p>
<h3>A Regularização Fundiária em sete pontos</h3>
<p>Em sua proposta, Zé Silva cita os sete pontos necessários para que o proprietário de área pública possa receber o título da terra:</p>
<p>1) Apresentar o CAR (Cadastro Ambiental Rural), planta da área com georreferenciamento;<br />
2) Não ser proprietário de outro imóvel;<br />
3) Não ser funcionário público;<br />
4) Não ter infração ou embargo ambiental;<br />
5) Não ter sido beneficiário da reforma agrária ou regularização fundiária;<br />
6) Não ter trabalhadores em condições análogas às de escravo; e<br />
7) Comprovar a ocupação mansa e pacífica anterior a 22 de julho de 2008.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23030" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1.png" alt="" width="1209" height="819" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1.png 1209w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1-300x203.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1-1024x694.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1-768x520.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1-750x508.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Agostinho-live-RF-1-1140x772.png 1140w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></p>
<p>A live promovida pela FPA contou também com a participação do coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que ressaltou o desafio de estabelecer um ponto de equilíbrio dentro deste debate. “O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas também é um país florestal. É o país com a maior biodiversidade do planeta.”</p>
<p>O deputado chamou atenção para os avanços obtidos ao longo do debate do texto, proposto no PL 2633/20. “A regularização fundiária precisa acontecer do ponto de vista de terras públicas, indígenas e áreas protegidas. Precisamos enfrentar esse desafio criando uma legislação que não permita a contínua ocupação de terras públicas.”</p>
<p>Rodrigo Agostinho completou ao dizer que “não somos contra a regularização fundiária” e que defende uma legislação transparente com controle social e tecnologia. “Precisamos começar a punir a grilagem de terras”, afirmou o parlamentar.</p>
<p>Ele explicou, ainda, que o Brasil precisa continuar sendo um grande produtor de alimentos no mundo e que para produzir, o produtor precisa da floresta, por conta da chuva e, além disso, de uma boa imagem no exterior. “Não basta você ser, é preciso parecer e dar o exemplo aos outros países,” finalizou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23029" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1.png" alt="" width="1216" height="817" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1.png 1216w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1-300x202.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1-1024x688.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1-768x516.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1-750x504.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Fernando-Cadore-live-RF-1-1140x766.png 1140w" sizes="(max-width: 1216px) 100vw, 1216px" /></p>
<p>Já Fernando Cadore, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja-MT), também presente ao debate, entende que a regularização fundiária contempla um mix de utilidades: “é importante para questões diretas como a segurança jurídica, a dignidade, o acesso ao crédito e a própria questão ambiental.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23032" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1.png" alt="" width="1215" height="829" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1.png 1215w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1-300x205.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1-1024x699.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1-768x524.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1-750x512.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/04/Nilson-live-RF-1-1140x778.png 1140w" sizes="(max-width: 1215px) 100vw, 1215px" /></p>
<p>Esta foi a terceira live produzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária, de uma série de encontros que tratam de assuntos importantes para o setor agro &#8211; e a primeira a abordar o assunto Regularização Fundiária. Na próxima segunda-feira (3 de maio), também às 19h, o presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Nilson Leitão (mediador do evento), recebe o senador Irajá &#8211; autor do PL 510/2021 &#8211; e o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, para seguir o debate sobre Regularização Fundiária no Brasil.</p>
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		<title>Audiência Pública na Câmara debate propostas de Regularização Fundiária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/04/09/audiencia-publica-na-camara-debate-propostas-de-regularizacao-fundiaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 18:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização Fundiária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Importante para trazer dignidade humana àqueles que ocupam a terra de forma mansa, pacífica e de boa fé, mas que ainda não possuem a escritura pública da propriedade, a Regularização Fundiária foi tema de debate no Congresso Nacional, em audiência pública, realizada nesta sexta-feira (9), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/04/09/audiencia-publica-na-camara-debate-propostas-de-regularizacao-fundiaria/">Audiência Pública na Câmara debate propostas de Regularização Fundiária</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Importante para trazer dignidade humana àqueles que ocupam a terra de forma mansa, pacífica e de boa fé, mas que ainda não possuem a escritura pública da propriedade, a Regularização Fundiária foi tema de debate no Congresso Nacional, em audiência pública, realizada nesta sexta-feira (9), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O deputado Zé Silva (SD-MG), destaca que decretos, portarias e instruções normativas que tratam do tema não dão segurança jurídica ao longo do tempo. “É preciso ter uma lei, pois ela dará segurança jurídica não só internamente, mas também para o cenário internacional. Precisamos da regularização fundiária para fazer justiça àqueles que ocuparam as terras de forma legal.”</p>
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<p>Presidente da CAPADR, a deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) entende que a regularização fundiária é fundamental para trazer dignidade para milhares de brasileiros por meio do acesso ao crédito, a garantia de emprego e renda e a promoção de assistência técnica e auxílio de novas tecnologias. “A regularização não quer incentivar a ação de grileiros, mas sim organizar a vida daqueles proprietários que têm legalmente o seu direito.”</p>
<p>De acordo com Thiago Bras, consultor de Política Agrícola da Aprosoja-MT, este é um tema caro para o cidadão que se instalou em áreas da união, mas é também um tema caro para a sociedade. “Vemos dentro desse debate que temos muito em comum, não queremos perder ativos ambientais e nem que cidadãos brasileiros ataquem a nossa própria imagem. Muitos querem se desenvolver em suas propriedades e não conseguem. Precisamos de processos e requisitos racionais e inteligentes que possam gerar pontos de controle.”</p>
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<p>O relator do PL 2633/20, deputado Bosco Saraiva (SD-AM), ressaltou que está participando de reuniões e que quer ouvir as convergências. “Debates anteriores me deram muitas luzes sobre este tema, vamos levar ao Plenário o mínimo possível de divergência porque imagino que todos queiram efetivamente que a proposta valorize a tecnologia e possa ajudar o Incra a cumprir o seu papel.”</p>
<p>Durante a audiência pública, o presidente do INCRA, Geraldo Melo enfatizou que a MP 910/19 foi maldosamente apelidada de MP da grilagem como se fosse uma instrução legal fadada a trabalhar contra as questões ambientais. “Se você tiver a curiosidade de pegar a lei 11.952 e procurar palavras como embargos e infração ambiental você não irá encontrar. A exigência do CAR, a proibição da regularização em áreas com infração ambiental e com embargos ambientais, o uso do sensoriamento remoto e a exigência de TAC ou de PRA para o processo de regularização, em lei foram inseridos pela MP 910”, intensifica o presidente do Incra.</p>
<p>Geraldo destacou ainda que há um plano de transformação digital no instituto. “Estamos pegando os serviços que são prestados pelo Incra de maneira manual, presencial e tornando-os digitais. Lançamos o aplicativo Titula Brasil para facilitar a chegada no campo com esses serviços”, explicou.</p>
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<p>Segundo o ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o pressuposto básico para discutir regularização fundiária é o marco temporal. “Ele evita a possibilidade do cidadão oportunista, do grileiro, usar essa terra. A posse mansa e pacífica e a utilização da terra &#8211; saber se o cidadão é agricultor e há quanto tempo ele trabalha com a terra com a sua família &#8211; são pressupostos que tiram a possibilidade de dar terra a quem não merece.”</p>
<p>Dados apresentados pelo secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do MAPA, Fernando Schwanke mostram que a agricultura familiar, no último censo agropecuário de 2017, representa 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil, “portanto ela tem uma importância produtiva e social”, argumenta Schwanke. Para o secretário, “a regularização fundiária é essencial no desenvolvimento das famílias que estão no campo.”</p>
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<p>Lúcio Mosquini (MDB-RO), coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, acrescenta que a necessidade da regularização fundiária “é indiscutível”, até mesmo para conter o desmatamento e queimadas ilegais. “Quando a terra tiver dono, teremos condições de fiscalizar. Esse tema é de extrema urgência e não podemos retroagir mais. Vamos ajustar alguns trechos, mas a regularização fundiária tem que sair”, complementa o parlamentar.</p>
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<p>Já o deputado Pedro Lupion (DEM-PR) cita a caducidade da MP 910 para declarar que “agora temos a oportunidade de resolver essa história”. Lupion ressalta ser necessário separar o discurso ideológico do discurso técnico. “Essas pessoas merecem dignidade e seus títulos”, completa o parlamentar.</p>
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<p>Também expressaram suas opiniões sobre o assunto, os deputados Evair de Melo (PP-ES) e Nelson Barbudo (PSL-MT). “O país será outro depois que implementarmos uma regularização fundiária irrestrita para este país. As pessoas precisam de renda e qualidade de vida”, declarou Evair. Já Nelson Barbudo, disse que “a regularização fundiária é o mínimo que o governo deve fazer para os brasileiros que estão trabalhando em suas terras há anos, produzindo alimentos, gerando emprego e renda.”</p>
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