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	<title>Pezenti &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Pezenti &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Em semana de votação histórica, governo abre ofensiva contra medidas que ajudam produtor rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:03:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal intensificou, nesta semana, uma ofensiva contra medidas de apoio à produção agropecuária no país. A investida mais recente foi o veto total ao Projeto de Lei 715/2023, conhecido como PL dos Safristas. A proposta garante que trabalhadores safristas integrantes do Bolsa Família não percam o benefício enquanto estiverem contratados temporariamente durante o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O governo federal intensificou, nesta semana, uma ofensiva contra medidas de apoio à produção agropecuária no país. A investida mais recente foi o veto total ao Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349508"><span style="font-weight: 400">715/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, conhecido como PL dos Safristas. A proposta garante que trabalhadores safristas integrantes do Bolsa Família não percam o benefício enquanto estiverem contratados temporariamente durante o período de safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/despachos-do-presidente-da-republica-711432853"><span style="font-weight: 400">veto presidencial</span></a><span style="font-weight: 400"> foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11). Na justificativa apresentada pelo Executivo a garantia da permanência dos safristas no programa “criaria despesa obrigatória de caráter continuado”. No entanto, o governo desconsidera ganhos que a medida traz, inclusive no sentido arrecadatório, como aponta o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Rafael Pezenti</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class=" wp-image-32177 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-150x150.jpg" alt="Dep. Pezenti" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />“É bom para os trabalhadores safristas porque eles atuam na formalidade, amparados pela legislação. É bom para o governo porque passa a recolher tributo sobre esses contratos”, destacou. O projeto garante aos safristas acesso a direitos trabalhistas, como FGTS, INSS, férias e 13º salário, sem perda da proteção social. A medida estimula a formalização do trabalho no campo, amplia a renda dos trabalhadores e dá mais segurança jurídica às contratações temporárias durante a safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32202 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-150x150.jpg" alt="Pedro Lupion" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" />“Nós estamos garantindo que aquele trabalhador temporário, de safra, possa ter a carteira assinada e garantir o benefício social”, lembrou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto aprovado pela Câmara dos Deputados contou com ampla articulação e, na votação realizada em maio, recebeu apoio até de partidos como o PSOL. Por isso, o veto causou estranheza na bancada, já que os principais beneficiados pela proposta são os próprios trabalhadores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32338 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="126" height="126" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />O relator da matéria na Câmara e coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-ES), criticou a decisão do governo. “O governo jamais poderia vetar um projeto que permite remunerar melhor os trabalhadores rurais sem que eles percam o acesso aos programas sociais. Vamos trabalhar para derrubar esse veto”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32358 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-150x150.jpg" alt="" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-532x536.jpg 532w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" />O autor da proposta inicial e coordenador Político da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204517"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Vitor</span></a><span style="font-weight: 400"> (PL-MG), comentou sobre outras vantagens que o projeto alcança. “Isso gera qualificação de mão de obra, aproximação das pessoas ao mercado de trabalho e garante segurança aos produtores rurais que possam empregar sem o risco de se manterem na clandestinidade ou na informalidade”, acrescentou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32304 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="Jaime Bagattoli" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli</span></a><span style="font-weight: 400"> (PL-RO), o texto dá segurança para os trabalhadores e também incentiva a produção em diferentes partes do país. Uma das principais áreas que contratam safristas são as lavouras de frutas, devido ao aspecto sazonal das colheitas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós vamos fortalecer a fruticultura no Vale do São Francisco, a colheita de café no Espírito Santo, em Rondônia, Minas Gerais, a colheita de maçã, da cebola, ambas no Estado de Santa Catarina. Vamos resolver um problema em diversos estados”, pontuou o senador.</span></p>
<h2><b>Seguro rural e renegociação de dívidas também sofrem ataques</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta semana, a proposta de renegociação de dívidas rurais foi aprovada pelo Senado, em uma votação considerada histórica e um passo importante para a reestruturação do crédito no setor. No entanto, o governo já sinalizou que pode vetar a medida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A posição acendeu um alerta entre parlamentares, que veem uma sequência de ataques a temas diretamente relacionados ao setor agropecuário. “Também nesta semana vem a notícia de que o projeto aprovado no Senado que trata da renegociação das dívidas dos agricultores, ele [Lula] irá vetar”, disse Evair de Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto de preocupação foi o anúncio do bloqueio de aproximadamente R$ 461 milhões no orçamento destinado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), o que corresponde a quase metade dos recursos previstos. O bloqueio repete o drama observado no ano passado, no qual mais de R$ 500 milhões foram contingenciados, o que comprometeu a cobertura do seguro, atingindo o menor nível desde 2015.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Em menos de uma semana, o governo Lula bloqueou mais de R$ 460 milhões do Seguro Rural e vetou o PL dos Safristas”, criticou Pezenti. Apesar da ofensiva, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deve se mobilizar para avançar com as pautas no Congresso Nacional e trabalhar pela derrubada dos vetos em Plenário.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre o projeto dos safristas:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/11/nota-oficial-veto-ao-projeto-dos-safristas-penaliza-trabalhadores-e-ignora-a-realidade-do-campo/">NOTA OFICIAL – Veto ao Projeto dos Safristas penaliza trabalhadores e ignora a realidade do campo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/vai-a-sancao-projeto-que-garante-beneficio-social-a-safristas/">Vai à sanção projeto que garante benefício social a safristas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produtores rurais poderão ter acesso facilitado a crédito e seguro após perdas climáticas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/produtores-rurais-poderao-ter-acesso-facilitado-a-credito-e-seguro-apos-perdas-climaticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Fraga]]></category>
		<category><![CDATA[Perdas climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa de Amparo ao Produtor Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pezenti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores rurais afetados por secas, enchentes e outros desastres climáticos poderão ter acesso facilitado a crédito, seguro rural subsidiado e renegociação de dívidas. A medida está prevista no Projeto de Lei 5029/2025, aprovado nesta quarta-feira (27) pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. O parecer foi lido pelo deputado Pezenti (MDB-SC), coordenador de Meio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Produtores rurais afetados por secas, enchentes e outros desastres climáticos poderão ter acesso facilitado a crédito, seguro rural subsidiado e renegociação de dívidas. A medida está prevista no Projeto de Lei 5029/2025, aprovado nesta quarta-feira (27) pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parecer foi lido pelo deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440">Pezenti</a> (MDB-SC), coordenador de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A proposta, relatada pelo deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/73579">Alberto Fraga</a> (PL-DF), cria o Programa de Amparo ao Produtor Rural (PAPR), com o objetivo de apoiar a recuperação da capacidade produtiva de agricultores e pecuaristas atingidos por eventos climáticos extremos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto aprovado autoriza o governo federal a pagar até 90% do valor do prêmio do Seguro Rural para a safra seguinte. O benefício será destinado a produtores rurais que registrarem perdas superiores a 50% da produção corrente em decorrência de desastres climáticos, em atividades agrícolas, pecuárias, silviculturais, aquícolas ou extrativistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fraga reformulou pontos importantes do texto original para priorizar mecanismos já existentes de crédito rural, seguro agrícola e mitigação de riscos climáticos. Além do subsídio ao seguro rural, o projeto prevê linhas especiais de crédito, renegociação e prorrogação de dívidas, além de medidas de apoio à retomada da atividade produtiva. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Fortalecimento da recuperação no campo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Ao defender a proposta, Fraga afirmou que o projeto enfrenta “a dificuldade de retomada da atividade produtiva por produtores rurais atingidos por desastres climáticos”, cenário que, segundo ele, tem provocado “perdas relevantes de produção, renda e capacidade de investimento”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator também argumentou que os instrumentos atualmente disponíveis ainda são insuficientes para atender produtores em situações de crise. “Ainda que existam instrumentos como o crédito rural, o seguro rural e o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/programa-nacional-de-zoneamento-agricola-de-risco-climatico/proagro">(Proagro</a>), há lacunas, especialmente no que se refere à liquidez imediata e à recomposição da capacidade produtiva após perdas severas de safra”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao apresentar as mudanças no texto original, Fraga destacou que o substitutivo foi elaborado para “assegurar viabilidade jurídica, operacional e fiscal” ao programa. Segundo ele, a nova versão “preserva a governança do crédito rural e reduz riscos de implementação, ao mesmo tempo em que amplia a capacidade de resposta do Estado a situações de desastre climático no meio rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta segue agora para análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.</span></p>
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		<item>
		<title>Conabio: controle de espécies invasoras deve preservar o meio ambiente sem penalizar o produtor rural</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/21/conabio-controle-de-especies-invasoras-deve-preservar-o-meio-ambiente-sem-penalizar-o-produtor-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Gilberto Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Nishimori]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Tião Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normas federais que possam afetar cadeias produtivas da agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, bioeconomia e florestas plantadas deverão passar por análise técnica prévia do órgão federal competente pela área produtiva. A medida está prevista no Projeto de Lei 5900/2025, aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (21). A proposta é de autoria do presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Normas federais que possam afetar cadeias produtivas da agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, bioeconomia e florestas plantadas deverão passar por análise técnica prévia do órgão federal competente pela área produtiva. A medida está prevista no Projeto de Lei 5900/2025, aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (21).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta é de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395">Pedro Lupion</a> (Republicanos-PR), e teve relatório aprovado do coordenador de Meio Ambiente da bancada, deputado<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"> Pezenti</a> (MDB-SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto vale para normas capazes de alterar o ordenamento, o regime de produção, criação, cultivo, manejo, transporte, processamento ou comercialização de espécies utilizadas em atividades produtivas. Na prática, a proposta cria uma etapa obrigatória de avaliação técnica antes da adoção de medidas federais com impacto sobre cadeias agropecuárias, aquícolas, pesqueiras e de florestas plantadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Lupion, o projeto enfrenta a insegurança jurídica provocada por normas ambientais editadas sem análise integrada dos impactos sobre a produção, o abastecimento e os investimentos no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A proposta nasce da necessidade de enfrentar a crescente insegurança jurídica gerada pela edição unilateral de atos normativos que acabam impactando, de maneira direta e desproporcional, cadeias produtivas inteiras”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o presidente da FPA, preservação ambiental e produção agropecuária precisam caminhar juntas. “Precisamos proteger quem produz no Brasil. A conservação ambiental e a produção agropecuária não são agendas excludentes, são complementares. O desafio é garantir equilíbrio entre sustentabilidade e desenvolvimento”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion também criticou classificações que passaram a enquadrar espécies de relevância produtiva em regimes regulatórios capazes de impor restrições ao setor. “Espécies de enorme relevância produtiva, como tilápia, tambaqui, camarão cultivado, frutíferas tropicais e florestas plantadas, passaram a ser enquadradas em regimes regulatórios que podem inviabilizar seu uso ou impor restrições arbitrárias”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o parlamentar, as consequências já são sentidas por produtores e empreendimentos rurais. “Esse processo gera efeitos concretos, com licenças ambientais mais difíceis de renovar, operações de crédito rural questionadas e empreendimentos submetidos a restrições que comprometem sua viabilidade.”</span></p>
<h2><b>Substitutivo garante adequação constitucional</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a votação, o relator, deputado Pezenti, explicou que o projeto passou por ajustes técnicos para garantir sua constitucionalidade. O texto original alterava diretamente a Lei nº 14.600/2023, que trata da organização administrativa do Executivo federal. No substitutivo aprovado, a matéria foi deslocada para a Lei nº 8.171/1991, que institui a Política Agrícola Nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Pezenti, a mudança preserva o objetivo central da proposta e dá mais segurança jurídica ao texto. Durante a defesa do parecer, o relator afirmou que produtores rurais convivem hoje com um ambiente de insegurança regulatória provocado por normas elaboradas sem diálogo com o setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Como se já não bastassem todos os problemas que os produtores rurais têm no Brasil, nós temos uma insegurança jurídica com normas redigidas por burocratas que têm tirado o sono de muitas famílias”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator também criticou classificações ambientais envolvendo espécies amplamente difundidas na economia brasileira. “Já incluíram nessa lista espécies altamente relevantes para a nossa economia e difundidas há décadas no país, como tilápia, braquiária, pinus, eucalipto, manga e goiaba”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pezenti reforçou que a proposta não enfraquece a proteção ambiental, mas integra diferentes áreas técnicas do governo. “A iniciativa não enfraquece a tutela ambiental. Pelo contrário, qualifica ao exigir que os atos normativos com repercussão sobre espécies produtivas sejam precedidos de avaliação integrada e coordenação institucional”, disse.</span></p>
<h2><b>Manifestação do MAPA terá peso decisivo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos pontos centrais do projeto é o caráter vinculante da manifestação técnica do Ministério da Agricultura e Pecuária <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">(MAPA)</a>. Isso significa que a análise da pasta terá peso decisivo nos aspectos econômicos, produtivos e de abastecimento relacionados às normas regulatórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também prevê que atos editados sem manifestaespecção prévia da Agricultura poderão perder validade jurídica em relação às atividades produtivas atingidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta mantém as competências dos órgãos ambientais e determina atuação coordenada entre as áreas ambiental e produtiva, com base nos princípios da segurança jurídica, previsibilidade regulatória e harmonização institucional.</span></p>
<h2><b>Parlamentares destacam segurança jurídica para o setor produtivo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Coautores da proposta, os deputados <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684">Tião Medeiros</a> (PP-PR), <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871">Evair Vieira de Melo</a> (Republicanos-ES) e<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/162332"> Luiz Nishimori</a> (PSD-PR) comemoraram a aprovação do projeto e destacaram os impactos da medida para o setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32480 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“Precisamos garantir equilíbrio entre preservação ambiental e quem produz alimentos, gera empregos e movimenta o país”, afirmou Tião Medeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32478 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“A aprovação do projeto traz mais equilíbrio e segurança jurídica para cadeias produtivas estratégicas, como o eucalipto e o pinus, que são fundamentais para a economia brasileira”, disse Evair Vieira de Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32481 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“O projeto garantirá mais segurança jurídica ao setor produtivo e evitará que decisões sem análise socioeconômica prejudiquem empregos, investimentos e cadeias consolidadas na mesa do brasileiro”, declarou Luiz Nishimori.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32479 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a votação, o deputado<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220574"> Cabo Gilberto Silva</a> (PL-PB) também elogiou o relatório apresentado por Pezenti e defendeu o avanço da proposta. “É um projeto justo para melhorar a situação do nosso país, sobretudo de quem produz, diante de vários problemas relacionados às questões ambientais”, afirmou.</span></p>
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		<title>Bancada do agro pedirá urgência de projeto que autoriza controle de javalis por estados</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/10/07/bancada-do-agro-pedira-urgencia-de-projeto-que-autoriza-controle-de-javalis-por-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 19:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em reação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, pelas próximas semanas, deverá julgar a constitucionalidade do controle de javalis e espécies invasoras feito pelos estados, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pedirá a urgência do projeto de lei que regulamenta o tema em todo o território nacional, reconhecendo a competência dos entes no manejo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em reação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, pelas próximas semanas, deverá julgar a constitucionalidade do controle de javalis e espécies invasoras feito pelos estados, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pedirá a urgência do projeto de lei que regulamenta o tema em todo o território nacional, reconhecendo a competência dos entes no manejo de fauna. A informação foi confirmada, nesta terça-feira (7), pelo presidente da bancada do agro, deputado Pedro Lupion (PP-PR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Lupion, o projeto de lei (PL4253/25), de autoria do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), resguarda todos os méritos constitucionais, bem como as preocupações do setor primário com o controle sanitário e as exportações de proteína animal do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Se o problema é constitucional, vamos resolver isso, porque não faz o menor sentido para um país como o nosso, que produz alimento para mais de um bilhão de pessoas em todo o planeta, estar sujeito a uma peste suína ou febre aftosa por falta de um controle eficiente”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outros pontos, a proposta propõe a criação de um sistema descentralizado de controle e manejo de espécies invasoras, delegando competências aos estados e retirando essa atribuição do Ibama. A proposta autoriza a caça, o abate e outros métodos de controle populacional, regulamenta a comercialização de produtos e subprodutos dessas ações e institui o Fundo Nacional de Controle de Espécies Invasoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o deputado Alceu Moreira, coordenador institucional da FPA, a atuação da autarquia tem sido fortemente questionada pelo excesso de autuações contra caçadores profissionais, o que inviabiliza o manejo em diversos casos. “Temos que otimizar esse controle, pois é inadmissível que um país como o nosso, que levou anos para consolidar mercados mundo afora, esteja sujeito a fechar fronteiras por febre aftosa ou gripe suína”, justificou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também estabelece condições para consumo, distribuição e comercialização dos produtos e subprodutos resultantes do abate, desde que estejam em conformidade com a legislação sanitária e ambiental dos estados. Outro ponto que ficará a cargo dos estados é a possibilidade de bonificação aos caçadores credenciados, estimulando a adesão voluntária no manejo de espécies invasoras.</span></p>
<p><b>Controle e manejo de animais </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na última sexta-feira (4), a Suprema Corte reconheceu a repercussão geral (Tema 1.426) da matéria tratada no Recurso Extraordinário (RE) 1.430.827 que discute se os estados podem autorizar a caça de espécies invasoras em seus territórios. A decisão a ser tomada, em data ainda não definida, deverá ser seguida por todas as instâncias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O caso trata da validade da Lei Estadual nº 17.295/2020, de São Paulo, que autorizou medidas de controle populacional e manejo de animais classificados como invasores e nocivos ao meio ambiente, à saúde pública e à agricultura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31181 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o deputado Pezenti (MDB-SC), a autonomia dos estados é essencial. “Os estados conhecem sua realidade, suas fronteiras agrícolas e os riscos que enfrentam. O manejo responsável é uma questão de sobrevivência para o produtor e de proteção para o país.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31180 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mesmo sentido, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da Comissão de Agricultura (CAPADR) na Câmara, reforçou que o problema ultrapassa o debate político. “Quem vive no campo sabe o estrago que o javali causa. Não estamos falando de caça esportiva, e sim de defesa da produção e da vida no meio rural. É uma questão sanitária, ambiental e até de segurança pública. Os estados precisam ter autonomia para agir antes que o prejuízo seja irreversível.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31221 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3.jpg 960w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) destacou a necessidade de respostas rápidas do poder legislativo. “O produtor rural não pode ficar refém da burocracia enquanto o problema cresce a cada dia. Dar aos estados o poder de controlar espécies invasoras é garantir uma resposta rápida, técnica e eficaz. O Congresso tem o dever de proteger a base da nossa economia, que é o agro brasileiro.”</span></p>
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		<title>Pagamento em produtos no arrendamento rural avança na Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 19:15:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arrendamento Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Reinehr]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 292/2025, que permite o pagamento de contratos de arrendamento rural com uma quantidade fixa de frutos ou produtos agrícolas, avançou na Câmara dos Deputados. A proposta, de autoria do deputado Pezenti (MDB-SC), recebeu parecer favorável da deputada Daniela Reinehr (PL-SC) e foi aprovada nesta terça-feira (11) pela Comissão de Agricultura da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Projeto de Lei 292/2025, que permite o pagamento de contratos de arrendamento rural com uma quantidade fixa de frutos ou produtos agrícolas, avançou na Câmara dos Deputados. A proposta, de autoria do deputado Pezenti (MDB-SC), recebeu parecer favorável da deputada Daniela Reinehr (PL-SC) e foi aprovada nesta terça-feira (11) pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na prática, o texto autoriza que o arrendatário pague o valor do arrendamento com itens como sacas de soja, milho, arroz ou outras culturas, conforme estabelecido previamente em contrato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a relatora, a medida traz mais flexibilidade e segurança jurídica aos produtores, especialmente aos pequenos e médios, que enfrentam forte oscilação de preços no mercado. “O projeto moderniza as relações de arrendamento, aproximando a legislação da realidade do campo”, afirmou Daniela Reinehr.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a deputada, a proposta não cria uma inovação jurídica, mas formaliza uma prática consolidada. “Estamos apenas reconhecendo algo que já ocorre amplamente e retirando da ilegalidade grande parte dos contratos em vigor.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor da proposta, deputado Pezenti, reforçou a importância da regularização. “Essa forma de pagamento é comum, mas se tornou ilegal após um decreto presidencial em 1966. Estamos apenas regulamentando algo corriqueiro, dando segurança jurídica às partes envolvidas.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto segue agora para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). </span></p>
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		<title>Parlamentares da bancada e especialistas debatem soluções para o Proagro e o seguro rural</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/06/10/parlamentares-da-bancada-e-especialistas-debatem-solucoes-para-o-proagro-e-o-seguro-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 23:27:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a perdas severas provocadas por eventos climáticos extremos e à fragilidade das políticas de proteção rural, deputados, representantes do governo e do setor produtivo participaram nesta terça-feira (10) de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O foco foi discutir a situação do Programa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em meio a perdas severas provocadas por eventos climáticos extremos e à fragilidade das políticas de proteção rural, deputados, representantes do governo e do setor produtivo participaram nesta terça-feira (10) de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O foco foi discutir a situação do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e do seguro rural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo foi buscar alternativas para fortalecer os mecanismos de proteção aos pequenos e médios produtores e garantir maior estabilidade à produção agropecuária, com ênfase na agricultura familiar, a mais afetada por prejuízos recorrentes e dificuldades de continuidade produtiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o Proagro está ultrapassado. “É um modelo com mais de 50 anos, ainda operando da mesma forma. Seguro e crédito são irmãos gêmeos e precisam de uma plataforma integrada, contínua e nacional para funcionar de verdade”, afirmou. Ele disse estar trabalhando em uma nova proposta junto ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Pensar Agropecuária (IPA), com foco em estabilidade e previsibilidade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30554 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1.jpeg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-768x473.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-750x462.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Westphalen (PP-RS) destacou a gravidade da situação no Rio Grande do Sul. “Enfrentamos quatro secas e duas enchentes em poucos anos. O Proagro foi importante, mas está esgotado. Precisamos de mudanças estruturais, com diálogo.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30555 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2.jpeg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-768x473.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-750x462.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o deputado Pezenti (MDB-SC) criticou a redução de recursos no Proagro e a estagnação do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “O enquadramento do Proagro caiu de R$ 335 mil para R$ 200 mil, e a garantia de renda mínima despencou de R$ 40 mil para R$ 9 mil. O produtor está sendo empurrado para a monocultura sem qualquer segurança”, alertou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30556" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07.jpeg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-768x474.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-750x463.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">O deputado Coronel Meira (PL-PE) lamentou a ausência de representantes do Banco do Brasil e de outras instituições financeiras. “Falta dinheiro para o homem do campo. O agricultor não quer esmola, quer condições para produzir.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30558 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1.jpg" alt="" width="768" height="512" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><b>Desafios para modernizar a política de risco rural</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Augusto Costa Rios, apresentou propostas com base em consultas feitas a produtores de todo o país. “Defendemos quatro pilares: a aprovação do PL 2951/22, da senadora Tereza Cristina; proteção orçamentária para o seguro rural; modernização do Proagro com foco na agricultura familiar; e criação de uma agência nacional para a gestão de riscos agropecuários.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cláudio Filgueiras Moreira, chefe do departamento do Banco Central responsável pelo Proagro, reconheceu avanços, mas apontou desafios. “A tecnologia permitiu bloquear fraudes por perdas recorrentes, mas o programa ainda depende do orçamento. Já tivemos de retirar recursos da saúde e da educação para cobrir o Proagro, o que é insustentável.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária, Guilherme Campos, afirmou que o seguro rural é uma prioridade. “Visitamos o México para conhecer os seguros paramétricos e catastróficos. Se funcionam em um país com vulcões, furacões e terremotos, podem funcionar aqui.”</span></p>
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		<title>FPA se reúne com Davi Alcolumbre e apresenta prioridades para 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 19:27:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) recebeu, nesta terça-feira (10), o senador Davi Alcolumbre (União-AP), candidato à presidência do Senado Federal. Durante o encontro, a bancada apresentou as principais pautas para 2025. Entre as demandas destacadas estão o projeto de lei dos Safristas (PL 715/2023), a Reciprocidade Ambiental (PL 2088/2023), o Marco Temporal (PEC 48), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) recebeu, nesta terça-feira (10), o senador Davi Alcolumbre (União-AP), candidato à presidência do Senado Federal. Durante o encontro, a bancada apresentou as principais pautas para 2025. Entre as demandas destacadas estão o projeto de lei dos Safristas (PL 715/2023), a Reciprocidade Ambiental (PL </span><span style="font-weight: 400">2088/2023), o Marco Temporal (PEC 48)</span><span style="font-weight: 400">, o Programa de Apoio à Tecnologia no Agronegócio Nacional (Paten – PL 327/2021), dentre outros. Todas as propostas são vistas como estratégicas para o fortalecimento do setor agropecuário no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), destacou a importância de se firmar compromissos para garantir o avanço das pautas prioritárias no Congresso. “Estamos aqui para firmar compromissos. Temos preocupações em temas que tramitam no Senado, como o licenciamento ambiental, a reforma tributária, a reciprocidade ambiental, as leis dos incêndios e também a participação efetiva na COP 30. Pautas que nós apresentamos e elencamos como prioridades para o setor. Da mesma forma as questões indígenas, as invasões de terra, a regularização fundiária, questões de política agrícola”, falou o deputado Pedro Lupion, com a chegada do senador Davi Alcolumbre.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29583 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54195124387_ed98eefd4d_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54195124387_ed98eefd4d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54195124387_ed98eefd4d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54195124387_ed98eefd4d_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54195124387_ed98eefd4d_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, reforçou a importância de fortalecer a atuação da bancada no Senado. &#8220;A FPA do Senado sempre teve menos peso, menos senadores do que na Câmara. Agora temos uma frente robusta com 50 assinaturas, mas precisamos transformá-la no colegiado que é na Câmara dos Deputados. Vamos fortalecer a FPA do Senado para que tenhamos mais senadores pelas pautas do agro. A boa relação entre a Câmara e o Senado é fundamental, essa interlocução é essencial&#8221;, afirmou a senadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Davi Alcolumbre se comprometeu a dialogar sobre as demandas apresentadas e destacou a importância de construir consensos que atendam aos interesses do setor e da sociedade. &#8220;A ponte de entendimento é fundamental para a construção e essa é uma característica minha. Precisamos ter um Poder Legislativo altivo, respeitável e independente&#8221;, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Alcolumbre também ressaltou os desafios enfrentados pelo Legislativo nos últimos anos. &#8220;Nós vivenciamos na eleição para a presidência do Senado, há dois anos, um terceiro turno da eleição presidencial. Saímos de um processo eleitoral com o país dividido, o que gerou distanciamento entre Câmara e Senado e fragilizou o Poder Legislativo. Estou muito confiante&#8221;, completou o senador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) destacou o dinamismo do senador Alcolumbre. “Confiamos nele para fazer o agro e o Brasil mais fortes.” Já o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) ressaltou que a chegada do senador à presidência dá esperança. “Esperança pela restauração da democracia, onde o Senado tem papel importante nessa cura. Precisamos conversar com a suprema corte e organizar seus limites.”</span></p>
<h3><b>Reforma Tributária</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Outro tema de grande relevância abordado na reunião foi a Reforma Tributária, que atualmente tramita no Senado. O parecer sobre o tema foi lido e aguarda votação, prevista para esta quarta-feira (11) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Uma das conquistas celebradas pela bancada foi a inclusão das carnes na cesta básica, fruto de articulações realizadas ainda na Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina disse que muitos pontos da pauta da FPA foram acatados no relatório apresentado. “O senador acatou muitas das nossas pautas que vieram da Câmara, algumas que nós aqui da Frente colocamos para ele através de emendas. Agora nós estamos fazendo uma leitura, um pente fino, para ver aquilo que é prioritário para o setor e que ainda pode ser incluído no relatório”, disse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Lupion destacou que praticamente 90% das pautas negociadas na Câmara foram mantidas no texto. “Essas pautas são essenciais para garantir a competitividade do agro, gerar a lucratividade dos produtores, mas muito mais do que isso, manter o alimento barato na mesa dos brasileiros, acho que esse é o ponto essencial.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion ressaltou que agora tem outros temas que estão sendo discutidos, como a questão dos óleos. “Nós temos óleos vegetais que, na Câmara, incluímos na cesta básica e o senador agora retirou alguns deles, deixou só óleo de soja, sendo que a gente tem ainda óleo de milho, óleo de algodão, que também são importantes,” finalizou. </span></p>
<h3><b>Safristas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29582 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196458290_57148b1c80_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196458290_57148b1c80_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196458290_57148b1c80_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196458290_57148b1c80_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196458290_57148b1c80_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), relator do Projeto de Lei 715/2023 que permite que trabalhadores rurais mantenham o acesso a benefícios sociais ao assinarem contratos de safra, afirmou que a proposta vai entrar na pauta do Plenário da Casa nesta semana. “Conversei com os líderes, com o governo e vamos avançar com essa proposta para que a sanção ocorra ainda este ano.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29585 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196272904_0c336ec3a0_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196272904_0c336ec3a0_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196272904_0c336ec3a0_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196272904_0c336ec3a0_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/54196272904_0c336ec3a0_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O deputado Pezenti (MDB-SC) ressaltou que o projeto é muito importante e que  produtores são prejudicados pela falta de mão de obra ou pela falta de registros. “Moro em Ituporanga, lá temos produtores de cebola e para eles não existe lei mais importante do que esta que estamos tratando aqui. O principal problema é a falta de registro na carteira, mas muitos trabalhadores não querem o registro para não perderem os benefícios do governo. Aprovando, esse projeto vai salvar a vida de várias famílias e produtores,” disse.</span></p>
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		<title>FUNDEAGRO é aprovado na Comissão de Agricultura da Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 21:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundeagro]]></category>
		<category><![CDATA[Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 711/2022, que institui o Fundo Nacional para Prevenção, Proteção e Defesa Agropecuária Contra Calamidades (FUNDEAGRO), foi aprovado, nesta terça-feira (12), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem como finalidade financiar a execução de ações de prevenção, proteção e defesa agropecuária ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Projeto de Lei 711/2022, que institui o Fundo Nacional para Prevenção, Proteção e Defesa Agropecuária Contra Calamidades (FUNDEAGRO), foi aprovado, nesta terça-feira (12), na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem como finalidade financiar a execução de ações de prevenção, proteção e defesa agropecuária ou concessão de subsídios para os produtores rurais afetados por eventos climáticos ou sanitários adversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o relator da proposta e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Rafael Pezenti (MDB-SC), o apoio ao produtor diante de adversidades que possam atingir suas lavouras contribui para que o mesmo tenha condições de prevenir, proteger e defender sua lavoura contra riscos de perdas, fator essencial para a manutenção da atividade e desenvolvimento do setor agropecuário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com essa proposta, buscamos criar mais um mecanismo para proteção contra eventos que causem prejuízo ao setor agropecuário, que é o principal gerador de divisas para o nosso país. Esse fundo vem complementar os mecanismos previstos para a política agrícola, como um novo instrumento fiscal”, enfatizou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parlamentar ressalta que o fundo auxiliará, ainda, na concessão de subsídios aos produtores rurais que sofrerem prejuízo por causa dessas calamidades, de modo a fomentar o agro no país. “Será possível não apenas criar ações preventivas para esses eventos adversos, como também diminuir o risco ao qual os produtores rurais estão expostos às calamidades, tais como a ocorrência de eventos climáticos, como secas e chuvas em excesso, e eventos sanitários, como doenças que afetam as plantações e as criações de animais”, concluiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta segue para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e depois para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Indígenas pedem autonomia para plantar transgênicos com apoio da FPA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 19:18:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de autonomia e direitos iguais, uma comitiva formada por oito lideranças indígenas Kaingang da Terra Indígena Xapecó (SC), localizada nos municípios de Ipuaçu e Entre Rios (SC), reuniu-se com parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (12) para pedir apoio à aprovação do Projeto de Lei (PL 4297/24). O objetivo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em busca de autonomia e direitos iguais, uma comitiva formada por oito lideranças indígenas Kaingang da Terra Indígena Xapecó (SC), localizada nos municípios de Ipuaçu e Entre Rios (SC), reuniu-se com parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (12) para pedir apoio à aprovação do Projeto de Lei (PL 4297/24). O objetivo da proposta é autorizar o cultivo de sementes transgênicas em terras indígenas no país, prática atualmente proibida pela Lei nº 11.460, de 21 de março de 2007.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A autora da proposta, deputada Carol de Toni (PL-SC), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJC), destacou a necessidade de mudança legislativa para garantir que as comunidades indígenas possam exercer sua autonomia econômica. &#8220;É uma injustiça proibir os povos indígenas de utilizarem sementes geneticamente modificadas. Os indígenas querem produzir, mas estão sendo impedidos de usar sementes transgênicas devido a uma lei de 2007&#8221;, afirmou a deputada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outros pontos, a proposta visa permitir que os povos indígenas, assim como qualquer outro agricultor brasileiro, possam escolher suas formas de cultivo, incluindo o uso de sementes geneticamente modificadas (OGMs). De acordo com Carol de Toni, “a mudança é crucial para garantir dignidade e liberdade para as comunidades indígenas no Brasil”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-23668 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1.jpg" alt="" width="1500" height="843" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1.jpg 1500w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-300x169.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-1024x575.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-768x432.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-750x422.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-1140x641.jpg 1140w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><b>Apoio de parlamentares da FPA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diversos parlamentares da FPA manifestaram apoio à proposta. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) ressaltou que os povos indígenas buscam &#8220;liberdade e dignidade&#8221; e não podem ser tratados como &#8220;meio-cidadãos&#8221;. Para ele, é fundamental que as comunidades indígenas tenham acesso a financiamento, crédito e condições adequadas de produção, assim como qualquer outro brasileiro. &#8220;A esquerda quer manter essas pessoas isoladas, e isso precisa acabar&#8221;, criticou Moreira.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28404 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/52115322814_c25547d5ac_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/52115322814_c25547d5ac_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/52115322814_c25547d5ac_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/52115322814_c25547d5ac_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/52115322814_c25547d5ac_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) também se posicionou a favor do projeto, criticando a politização da questão indígena e destacando que &#8220;não podemos deixar que a ideologia continue a manipular e discriminar os povos indígenas&#8221;. Segundo Marinho, “é preciso garantir que eles tenham liberdade para produzir e sustentar suas famílias”.</span></p>
<p><b>Vozes das comunidades indígenas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O cacique e vereador Osmar Barbosa participou da reunião e expressou a preocupação das comunidades indígenas em relação à proibição do cultivo de sementes transgênicas. &#8220;As comunidades indígenas vêm enfrentando hoje a proibição de plantar sementes transgênicas, o que as levou a se endividar com as atividades convencionais&#8221;, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O branco a gente vê plantando diversas variedades, e nós estamos sendo penalizados&#8221;, destacou o vereador. &#8220;Vemos uma lei discriminatória, sem consulta à comunidade indígena, com os indígenas buscando seus direitos e querendo respeito&#8221;, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Osmar Barbosa ainda afirmou que o governo deseja retroceder no tempo, impedindo as comunidades indígenas de acompanhar a evolução da agricultura. &#8220;O governo quer que a gente volte atrás no tempo e não acompanhe a evolução, quando poderíamos contribuir com as terras indígenas&#8221;, disse ele. O vereador também citou um antigo ditado: &#8220;Diziam que o índio não trabalhava. Quando começamos a trabalhar, houve penalidade até da própria justiça. Querem ver as comunidades indígenas acabarem&#8221;, lamentou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29348 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-12-at-16.17.13.jpeg" alt="" width="785" height="528" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-12-at-16.17.13.jpeg 785w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-12-at-16.17.13-300x202.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-12-at-16.17.13-768x517.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-12-at-16.17.13-750x504.jpeg 750w" sizes="(max-width: 785px) 100vw, 785px" /></p>
<p><b>Histórico e impactos da legislação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pezenti (MDB-SC) enfatizou a importância de transformar a ideia em lei, unindo a FPA em torno dessa causa. &#8220;Todos nós defendemos o direito dos povos originários. A mudança permitirá que essas comunidades escolham suas formas de cultivo, assim como qualquer outro agricultor brasileiro&#8221;, afirmou Pezenti.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Odacir Zonta, ex-secretário de Agricultura de Santa Catarina, relembrou que, até 2007, não existia uma legislação que impedisse o cultivo de transgênicos pelas comunidades indígenas. Ele destacou que o Pronaf Indígena, criado entre 1999 e 2002, possibilitou grandes avanços para essas comunidades, mas afirmou que “a proibição do cultivo de sementes transgênicas após 2007 acabou limitando os progressos alcançados”.</span></p>
<p><b>Potencial de impacto</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A aprovação do PL 4297/24 pode ter um impacto significativo, uma vez que 14% do território nacional é ocupado por terras indígenas, o que representa um grande potencial para o cultivo de OGMs no Brasil. A medida permitiria não apenas a autonomia das comunidades, mas também poderia aumentar a produção agrícola do país.</span></p>
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		<title>Comissão de Agricultura da Câmara aprova projeto que incentiva tecnologias para reduzir riscos agroclimáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 18:43:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
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		<category><![CDATA[Riscos Agroclimáticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de estimular a adoção de tecnologias que reduzam os impactos de eventos climáticos adversos na agricultura, foi aprovado na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR), nesta quarta-feira (28), o relatório do deputado Tião Medeiros (PP-PR) referente ao Projeto de Lei 968/2024, de autoria do deputado Pezenti (MDB-SC). A proposta cria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Com o objetivo de estimular a adoção de tecnologias que reduzam os impactos de eventos climáticos adversos na agricultura, foi aprovado na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR), nesta quarta-feira (28), o relatório do deputado Tião Medeiros (PP-PR) referente ao Projeto de Lei 968/2024, de autoria do deputado Pezenti (MDB-SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta cria o programa de incentivo à adoção de tecnologias que visam reduzir os riscos agroclimáticos, para tornar a agricultura brasileira mais resiliente às mudanças climáticas, como secas, enchentes, geadas e outras condições extremas que podem causar perdas significativas na produção agrícola. Esses eventos climáticos extremos representam grandes desafios para os produtores rurais, afetando diretamente a produtividade agrícola e, consequentemente, a segurança alimentar do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto propõe que o Poder Executivo disponibilize uma linha de crédito subsidiada para financiar tecnologias que reduzam os riscos agroclimáticos, com subsídios de até 60%, semelhante ao seguro agrícola. A linha de crédito incluirá limites adequados, taxas de juros competitivas e prazos flexíveis para pagamento e carência, viabilizando investimentos em tecnologias recomendadas pela pesquisa agropecuária oficial, como irrigação, drenagem e proteção de cultivos. O programa contará com recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, do Pronaf e do Orçamento Geral da União, garantindo suporte financeiro robusto e direcionado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o autor do projeto, deputado Pezenti, a criação de um programa específico para o incentivo a essas tecnologias é fundamental para a modernização do setor agrícola, tornando-o mais competitivo e preparado para enfrentar as mudanças climáticas. “A adoção dessas tecnologias garante não apenas a continuidade das atividades no campo, mas também assegura a oferta de alimentos à população, promovendo a sustentabilidade do setor”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente precisa investir na prevenção de catástrofes meteorológicas. As intempéries em alguns casos podem ser prevenidas e o governo precisa incentivar essa prevenção. Propus que o governo disponibilize uma linha de crédito subsidiada para financiar essas tecnologias. Essa ideia partiu dos produtores com quem converso sistematicamente,” explicou Pezenti.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator do projeto, deputado Tião Medeiros, destacou que a modernização já faz parte do vocabulário do agronegócio brasileiro. O setor já vem se modernizando para produzir com sustentabilidade, dentro de um cenário desafiador, com fenômenos climáticos extremos em todo o país. “O agro precisa adotar tecnologias que ajudem os produtores rurais a saírem da zona de vulnerabilidade e estarem melhor preparados aos desafios que a natureza impõe. Estas mudanças precisam acontecer com o incentivo do poder público&#8221;, disse. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29004 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Evair de Melo (PP-ES), presidente da Comissão de Agricultura, ressaltou que o projeto constrói uma janela de esperança para os produtores rurais. “Precisamos nos pautar na tecnologia que é tão essencial para poder manter a produtividade e levar renda, principalmente para os nossos pequenos agricultores.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto segue para apreciação conclusiva nas Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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