• Ir para FPA
Agência FPA
No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Fotos
  • Contato
  • Cadastre seu e-mail
Agência FPA
  • Início
  • Notícias
  • Fotos
  • Contato
  • Cadastre seu e-mail
No Result
View All Result
Agência FPA
No Result
View All Result

O agronegócio brasileiro incomoda muita gente

FPA por FPA
30 de outubro de 2015
em Destaques, Notícias
0

Os avanços de nossa tecnologia agropecuária causam ciúmes nos concorrentes

Os fóruns sociais indígenas, com apresentação de painéis e debates, fizeram parte da programação dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), promovidos semana passada em Palmas, capital do Tocantins.  Chamou atenção no evento a figura de um estrangeiro, que se apresentou como representante do Panamá na Aliança pela Soberania Alimentar na América Latina, Jorge Stanley.

Stanley veio ao Brasil (não se sabe qual Ong financiou sua vinda) para  lamentar a situação pela qual passam os indígenas brasileiros. “Sem território, não é possível ter soberania alimentar. Existe acordo internacional pelos direitos dos povos indígenas, é preciso apenas ratificar, mas a luta se faz no campo, se faz todo dia”, disse. Estaria ele pregando também o conflito?

Matéria produzida pela Agência Brasil mostra que críticas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que transfere a decisão sobre demarcação de terras indígenas do Ministério da Justiça para o Congresso Nacional, e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), deram a tônica dos discursos durante o painel internacional sobre agricultura familiar indígena.

Parcelas expressivas da sociedade ignoram os reais interesses envolvendo a questão indígena em nosso país. Pois saibam que há uma forte estrutura logística de apoio internacional, representada por ONGs indigenistas e ambientalistas e fundações vinculadas a igrejas financiadas pelos concorrentes do Brasil na área do agronegócio, setor que cresce a olhos vistos e por isso mesmo provoca neles temor.

A pergunta que não quer calar: por que a Funai insiste em ignorar a Constituição Federal de 1988?  Nela está dito, em seu artigo 231,  que “são reconhecidos aos índios …os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”. Onde está a dúvida?  Na verdade, a Funai radicalizou na defesa de sua visão caolha sobre a demarcação das terras indígenas.

Hoje os 850 mil indígenas ocupam 110 milhões de hectares – 13% do território nacional. Deste total, cerca de 500 mil vivem nas aldeias e os outros 350 mil nas cidades. Não satisfeita com tamanha área, a Funai trabalha diuturnamente para aumentá-la para mais de 200  milhões de hectares, ou seja, 25% do nosso território, o que corresponderia a seis estados da federação.

Para alcançar seus objetivos e atender a cobiça das Ongs financiadas por organismos internacionais, a Funai analisa hoje 342 reivindicações para demarcações de novas aldeias. Isso sem contar os 150 processos administrativos em curso com essa mesma intenção. Se essas demarcações se concretizarem, muitos estados produtores de alimentos serão esquartejados por meio de portarias.

Um dia desses, cartazes foram expostos pedindo o boicote mundial à nossa carne, soja, álcool, biodiesel etc, sob o deplorável argumento de que tais produtos são manchados de sangue indígena. Quanta ofensa. Não se exagera em  imaginar que possa haver um plano internacional que se utiliza dos índios para boicotar nossos produtos e com isso enfraquecer nossa economia. Essa gente não se conforma em saber que o Brasil exporta próximo a U$S 100 bilhões para mais de 200 mercados. É de assustar mesmo.

É público e notório que a biodiversidade e os avanços da tecnologia da nossa agropecuária despertam cada vez mais ciúmes de potências econômicas. Temos que estar vigilantes na defesa de qualquer olho gordo em cima de nossas riquezas, sejam no céu, na terra ou no mar. Nesse cenário, é conveniente lembrar o que disse tempos atrás o ex-vice-presidente dos Estrados Unidos, Al Gore: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é só deles, mas de todos nós”.

Não faz muito tempo que um estudo publicado nos Estados Unidos causou polêmica ao afirmar que a preservação das matas tropicais significa menor produtividade para o Brasil e mais espaço para o agronegócio norte-americano. O título do relatório: “Farms here, forests there” (Fazendas aqui, florestas lá) faz uma interessante relação entre a degradação da floresta tropical no Brasil, o crescimento do agronegócio brasileiro e as perdas que essa expansão acarreta para a economia dos EUA.

Com 48 páginas, o documento foi encomendado pela ONG Avoided Deforestation Partners (Parceiros contra o desmatamento) e a National Farmers Union (Sindicato Nacional dos Fazendeiros). Quando foi divulgado por aqui, o relatório recebeu contundentes críticas, como as do atual ministro da Defesa  ex-deputado federal Aldo Rebelo, na ocasião relator do Código Florestal: “… Na cabeça deles não passamos de um fundo de quintal que precisa ser preservado para que eles possam destruir o resto do mundo com a consciência tranquila e, principalmente, com o bolso cheio”. É preciso dizer mais?

Por essas e outras é que os integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), também conhecida como bancada ruralista, defendem com unhas e dentes, aqui e alhures, o segmento mais exitoso da nossa economia: o setor produtivo rural.  E tal procedimento está incomodando muita  gente.

Publicação anterior

CPI vai apurar fraudes da Funai e do Incra

Próxima publicação

Cardápio da FPA debate CPI da Funai e Paraquat

Próxima publicação

Cardápio da FPA debate CPI da Funai e Paraquat

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

66 − 61 =

No Result
View All Result

Participe do nosso Canal

Receba notícias no Whatsapp

Revista FPA 2023-2024

Últimas do X

Frente Parlamentar da Agropecuária Follow

fpagropecuaria
fpagropecuaria Frente Parlamentar da Agropecuária @fpagropecuaria ·
22 abr

🌱🛡️ Não dá mais para correr o risco de produzir sem segurança.

Com a previsão de retorno do El Niño no segundo semestre, aumentam os riscos de eventos climáticos extremos e perdas no campo.

👉🏼 Segundo o dep. Rodrigo da Zaeli, a nova lei do seguro rural chega para garantir

Reply on Twitter 2047057861629689871 Retweet on Twitter 2047057861629689871 Like on Twitter 2047057861629689871 3 Twitter 2047057861629689871
fpagropecuaria Frente Parlamentar da Agropecuária @fpagropecuaria ·
22 abr

💰 Recurso para quem invade, insegurança para quem produz!

Enquanto movimentos que promovem invasões e caos no campo recebem bilhões dos cofres públicos, o produtor rural, que gera emprego, sustenta a economia e alimenta o Brasil, convive com insegurança jurídica, ameaça ao

Reply on Twitter 2046967262746399205 Retweet on Twitter 2046967262746399205 Like on Twitter 2046967262746399205 2 Twitter 2046967262746399205
Veja mais

RSS Últimas notícias

  • Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda
  • Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos
  • Projeto que barra compra pública de leite importado pode avançar na Câmara
  • Senado aprova regras para teor mínimo de cacau em chocolates e texto vai à sanção
  • Gastos com preservação ambiental poderão ser abatidos em imposto de renda de produtor
  • Marcelo Queiroz assume Comissão de Indústria, Comércio e Serviços e promete foco no crescimento econômico
  • Produtores de alho alertam para crise e pedem medidas para barrar produto estrangeiro
  • FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade
  • CCJC aprova projeto que moderniza lei da aquicultura no país
  • Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento
  • Início
  • Notícias
  • Contato
  • Cadastre seu e-mail
  • Política de privacidade

Site desenvolvido pela Pressy © 2021
Pressy Comunicação e Tecnologia

No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Cadastre seu e-mail
  • Contato
  • Fotos
  • Ir para FPA

Site desenvolvido pela Pressy © 2021
Pressy Comunicação e Tecnologia

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência neste site. Ao fechar esta mensagem sem modificar as definições do seu navegador, você concorda com a utilização deles. Saiba mais sobre cookies e nossa política de privacidade.
Configuração de CookiesAceitar
Manage consent

Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Estes cookies serão armazenados no seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de desativar esses cookies. Mas a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Necessários
Sempre ativado
Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o bom funcionamento do site. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.
Não Necessários
Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados ​​especificamente para coletar dados pessoais do usuário por meio de análises, anúncios e outros conteúdos incorporados são denominados cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.
SALVAR E ACEITAR