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	<title>Silvia Waiãpi &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Silvia Waiãpi &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Povos indígenas pedem apoio da FPA para superar obstáculos na produção rural em terras indígenas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/02/12/povos-indigenas-pedem-apoio-da-fpa-para-superar-obstaculos-na-producao-rural-em-terras-indigenas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 15:43:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Produção rural em terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) realizou, nesta terça-feira (11), uma reunião-almoço com representantes de diversas etnias, incluindo Paresi, Macuxi, Xukuru, Paiter-Suruí, Munduruku e Kaingang. No encontro, os indígenas destacaram os principais desafios enfrentados para desenvolver a agricultura em suas terras. Entre os temas debatidos, também esteve o Decreto 12.373, que regulamenta o exercício do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) realizou, nesta terça-feira (11), uma reunião-almoço com representantes de diversas etnias, incluindo Paresi, Macuxi, Xukuru, Paiter-Suruí, Munduruku e Kaingang. No encontro, os indígenas destacaram os principais desafios enfrentados para desenvolver a agricultura em suas terras. Entre os temas debatidos, também esteve o Decreto 12.373, que regulamenta o exercício do poder de polícia da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) nas terras indígenas e em áreas com restrição de uso para a proteção dos povos originários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Arnaldo Zunikazae (Paresi), presidente de uma cooperativa agrícola da etnia Paresi, localizada em Mato Grosso, e produtor rural na Terra Indígena Tieriti, destacou que um dos desafios mais urgentes é a falta de um processo de licenciamento simplificado para iniciar a produção em terras indígenas. “A ausência de regulamentação dificulta o acesso ao crédito agrícola e à viabilização da produção. No ano passado, por exemplo, elaboramos um projeto no valor de R$ 50 milhões para custear os trabalhos, mas não pudemos realizá-lo devido à falta de licenciamento ambiental e a uma portaria da Funai, que demorou oito meses para ser emitida”, afirmou Zunikazae.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele também ressaltou que a Constituição garante aos povos indígenas o direito ao usufruto exclusivo de suas terras, mas a falta de regulamentação impede que esses direitos sejam plenamente exercidos. “Precisamos discutir um processo de licenciamento mais ágil e, além disso, o acesso a sementes geneticamente modificadas em nossas terras, para aumentar a competitividade no setor agrícola”, defendeu.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-29754 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54321274961_47d1b9ee53_c.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54321274961_47d1b9ee53_c.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54321274961_47d1b9ee53_c-300x225.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54321274961_47d1b9ee53_c-768x576.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54321274961_47d1b9ee53_c-750x563.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Zunikazae enfatizou, ainda, que é fundamental discutir parcerias nos setores agrícola, mineral e madeireiro, destacando o grande potencial das terras indígenas para contribuir com o desenvolvimento do Brasil, sem comprometer o meio ambiente ou a cultura indígena. “Os povos indígenas não são reconhecidos como produtores e queremos ser tratados como tal. Nossas terras têm grande potencial para a produção agrícola, mas, para isso, precisamos de condições legislativas adequadas”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Jocélio Leite, da tribo Xukuru, defendeu que o foco deve estar na regulamentação e nas parcerias que possibilitem a produção agrícola em terras indígenas. “Não precisa sacrificar a vaca, é só tirar os carrapatos, que são as ONGs. Estivemos no STF, tivemos a oportunidade de falar. Além da regulamentação, é importante também as parcerias para conseguirmos produzir, o que tem sido um dos principais entraves para avançarmos”, disse Leite.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-23668 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1.jpg" alt="" width="1500" height="843" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1.jpg 1500w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-300x169.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-1024x575.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-768x432.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-750x422.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/08/alceu-moreira-fpa-reuniao-1-1140x641.jpg 1140w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><b>A FPA como aliada</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da cooperativa Paresi espera que a FPA compreenda a importância da participação dos povos indígenas na produção agrícola e os reconheça como agentes ativos no setor. “Esperamos que a FPA ajude a criar condições legislativas para que possamos produzir de forma sustentável e competitiva”, declarou Zunikazae.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), que esteve em visita à Terra Indígena Paresi, reiterou seu apoio às demandas dos povos indígenas, destacando a necessidade de garantir o direito de produção. “O que nós queremos, na verdade, é que eles, como qualquer cidadão brasileiro, tenham direito à produção. Se ao lado das propriedades indígenas há soja transgênica sendo plantada, não faz sentido proibir a produção em terras indígenas. Não tem lógica nenhuma”, afirmou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Moreira também criticou o Decreto 12.373, destacando que ele poderia ser usado para criminalizar os indígenas que buscam desenvolver suas terras de maneira sustentável: “São mais de 100 mil hectares de terras de alta qualidade, mas há pilhas e pilhas de multas sendo aplicadas diariamente, impedindo os indígenas de produzir. Esse poder de polícia que querem dar à Funai serve apenas para oprimir os índios e impor, à força, uma visão ideológica. Não vamos permitir isso, vamos derrubar esse decreto. O governo quer criminalizar os índios que trabalham, faz demarcações de terras onde só eles podem entrar e, de preferência, onde não haja indígenas, para vender toda a riqueza dessas áreas, da superfície ao subsolo”, criticou.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-28942 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi.jpg" alt="" width="848" height="477" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi.jpg 848w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-300x169.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-768x432.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-750x422.jpg 750w" sizes="(max-width: 848px) 100vw, 848px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Silvia Waiãpi (PL-AP) também se manifestou contra o decreto, argumentando que ele concede poderes excessivos à Funai e atenta contra a soberania nacional. “O projeto dá à Funai um poder de polícia que ela não possui. Estamos perdendo a oportunidade de pautar essa questão e, no fim, estamos sendo pautados por este governo, que quer manter o povo indígena em um cárcere financeiro e ideológico”, afirmou a deputada.</span></p>
<p><b>Marco Temporal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, nesta última segunda-feira (11), sete propostas de alteração na Lei do Marco Temporal para a demarcação de terras indígenas no Brasil. As sugestões foram apresentadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pela deputada federal Célia Xakriabá (PSOL) e por diversos partidos políticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator das ações no STF, ministro Gilmar Mendes, apresentará, na próxima segunda-feira (17), uma proposta de texto que reúne os pontos convergentes entre as sugestões encaminhadas, contemplando tanto entidades indígenas quanto representantes do agronegócio. O objetivo é buscar consensos nos temas de divergência e debater eventuais ajustes na proposta final de alteração legislativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para avançar nos debates, uma reunião extraordinária foi marcada para o dia 18 de fevereiro, com um esforço concentrado entre os participantes para buscar encaminhamentos sobre a questão.</span></p>
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		<title>Dia Internacional das Mulheres Rurais: celebrando a força feminina na agropecuária brasileira</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/10/16/dia-internacional-das-mulheres-rurais-celebrando-a-forca-feminina-na-agropecuaria-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:53:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A força que move o campo brasileiro muitas vezes tem um nome feminino. São mulheres que, em meio à terra, ao sol e às adversidades do dia a dia, cultivam não apenas alimentos, mas também sonhos e esperanças. Elas lideram propriedades rurais, inovam com práticas sustentáveis e garantem a segurança alimentar do país.  Em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A força que move o campo brasileiro muitas vezes tem um nome feminino. São mulheres que, em meio à terra, ao sol e às adversidades do dia a dia, cultivam não apenas alimentos, mas também sonhos e esperanças. Elas lideram propriedades rurais, inovam com práticas sustentáveis e garantem a segurança alimentar do país. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em um setor historicamente dominado por homens, essas agricultoras, engenheiras e empresárias estão transformando a agropecuária com sua visão de futuro e dedicação. Hoje o Brasil celebra o Dia Internacional das Mulheres Rurais, uma data que vai além da simples homenagem às trabalhadoras rurais. É uma ocasião para destacar a contribuição essencial das mulheres na agropecuária, um setor que hoje é transformado por lideranças femininas que desafiam barreiras e constroem um futuro mais sustentável e inovador para o campo brasileiro.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As mulheres estão à frente de 19% dos estabelecimentos agropecuários do país, segundo o Censo Agropecuário de 2017 do IBGE, o que representa cerca de 947 mil propriedades. Elas desempenham um papel crucial na agricultura familiar, que produz 70% dos alimentos consumidos no Brasil, comprometidas com práticas de produção que preservam o meio ambiente e a eficiência produtiva no campo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A presença feminina no setor agropecuário vai além das porteiras das fazendas. Elas também têm conquistado espaço em áreas de conhecimento técnico, como agronomia, veterinária e engenharia agrícola, onde já representam mais de 50% das matrículas nos cursos superiores. Esta qualificação, somada à experiência prática, prepara as mulheres para enfrentar desafios e liderar com inovação.</span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Liderança feminina no parlamento e no campo</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é uma aliada importante dessas mulheres. Composta por 44 parlamentares entre deputadas e senadoras que atuam em defesa das pautas do setor agropecuário, a FPA busca garantir a igualdade de oportunidades para as agricultoras, promovendo políticas públicas que ampliem o acesso ao crédito, à capacitação e a direitos previdenciários, como aposentadorias dignas para as trabalhadoras rurais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO) que integra a FPA e preside a bancada  na região Centro-Oeste, destaca a importância de ampliar o protagonismo feminino no setor agrícola. Segundo a parlamentar, o avanço das mulheres no campo já é uma realidade visível. &#8220;Precisamos de mais mulheres conquistando espaço na agricultura de forma competente. Sentir pertencimento e fazer parte do local contribui para um trabalho mais eficaz. Quando se fala do espaço da mulher no campo, ele já está bem avançado comparado a outros setores, como a indústria e o comércio.&#8221;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-29226 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052690046_6d81537b1d_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052690046_6d81537b1d_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052690046_6d81537b1d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052690046_6d81537b1d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052690046_6d81537b1d_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /> <span style="font-weight: 400">Marussa também aborda um tema essencial: a aposentadoria das mulheres rurais. Ela destaca a dificuldade que muitas enfrentam ao tentar comprovar os anos de trabalho no campo, devido à falta de registros em seus nomes, já que, historicamente, a produção rural era documentada em nome de seus maridos ou pais. &#8220;Nós temos um projeto de aposentadoria da mulher do campo, está tramitando na Câmara e já foi aprovado na Comissão das Mulheres. Quem faz pelo campo faz pela cidade. E a gente sabe que o olhar feminino traz um diferencial”, afirmou a parlamentar.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Já a deputada Gisela Simona (União-MT), destacou a crescente participação feminina no setor. Ela aponta que, além de liderarem a produção de alimentos, as mulheres têm ampliado sua presença nas universidades e cursos técnicos. “O último censo do IBGE já revela isso. Cursos como veterinária, engenharia agrícola e agronomia já têm metade das cadeiras ocupadas por mulheres.&#8221;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-29227 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240826173455368MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240826173455368MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240826173455368MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240826173455368MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240826173455368MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A deputada Coronel Fernanda (PL-MT), outra integrante da FPA, reforça o valor das mulheres do campo em sua luta diária pela produção de alimentos e pelo desenvolvimento do país. &#8220;Lá nas fazendas, nas pequenas propriedades, tem mulheres batalhadoras que lutam de sol a sol para produzir e levar alimento para nossas mesas. Quero parabenizar essas mulheres e dizer que, com sua capacidade e coragem, o nosso país vai se desenvolver muito mais”, pontuou a parlamentar. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-29229 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052687361_9547fdf86d_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052687361_9547fdf86d_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052687361_9547fdf86d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052687361_9547fdf86d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54052687361_9547fdf86d_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A deputada Silvia Waiãpi (PL-AP), também envolvida na defesa das pautas do setor agropecuário, reforçou o papel histórico de superação das mulheres no campo. &#8220;Com a mecanização e a industrialização da agricultura, essa atividade começou a ser dominada pelos homens. Porém, ao introduzir as mulheres nesse mercado, estamos recuperando toda uma história de resistência e sobrevivência da humanidade. As mulheres do campo estão de parabéns, pois resistiram a todas as pressões e hoje dominam também esse setor.&#8221;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-29228 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54053135900_b3e0d4a0f4_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54053135900_b3e0d4a0f4_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54053135900_b3e0d4a0f4_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54053135900_b3e0d4a0f4_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54053135900_b3e0d4a0f4_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A deputada Daniela Reinehr (PL-SC) acrescenta que, além da força e determinação, as mulheres do campo têm buscado cada vez mais qualificação profissional e acesso ao crédito, fatores fundamentais para o sucesso de suas atividades. Ela reforça que o apoio a essas trabalhadoras é essencial para garantir sua autonomia e capacidade de inovação, possibilitando o desenvolvimento sustentável e o aumento da competitividade do agronegócio brasileiro. &#8220;Investir na qualificação e no acesso ao crédito para as mulheres do campo é garantir que elas continuem à frente da revolução agrícola. Com isso, fortalecemos toda a cadeia produtiva e asseguramos um futuro de crescimento para o Brasil.&#8221;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-29230 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240507160741155MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240507160741155MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240507160741155MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240507160741155MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/img20240507160741155MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto que permite doação de materiais para enfrentar emergências sanitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 22:50:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Emergências fitossanitárias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), o Projeto de Lei 2052/24, que autoriza a União a doar materiais e equipamentos a estados e municípios para o enfrentamento de emergências fitossanitárias e zoossanitárias. A proposta segue agora para análise no Senado Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator da proposta, deputado Tião Medeiros (PP-PR), destacou que o projeto é estratégico e fundamental para manter a sanidade agrícola e animal no Brasil. “Sem esse tipo de medida, corremos o risco de ver o país vulnerável a pragas e doenças que podem causar prejuízos imensuráveis ao setor agropecuário,” afirmou. O texto aprovado permite que as doações sejam realizadas mesmo se o beneficiário estiver inadimplente com a administração pública federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Sistema de Defesa Nacional Agropecuária, organizado pelo Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), é a base desse enfrentamento. Entre outros pontos, o sistema reúne serviços e instituições oficiais, produtores rurais, órgãos de fiscalização e entidades privadas, cada um atuando dentro de suas competências para promover a saúde e a vigilância agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A legislação que trata das emergências fitossanitárias e zoossanitárias teve origem com a detecção da praga </span><i><span style="font-weight: 400">Helicoverpa armigera</span></i><span style="font-weight: 400"> no Brasil, que atacou severamente as plantações de soja no país. “Isso levou à necessidade de um arcabouço legal que permitisse uma resposta rápida e eficaz, inclusive com a importação emergencial de agrotóxicos,” destacou Medeiros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28941 " src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Jose-Rocha.jpg" alt="" width="731" height="548" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Jose-Rocha.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Jose-Rocha-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado José Rocha (União-BA) afirmou que “o projeto é crucial para que o Brasil possa antecipar e prevenir crises sanitárias que possam comprometer nossa produção agropecuária e as exportações do agronegócio. Com ele, vamos fortalecer as ferramentas de enfrentamento e assegurar que o país esteja sempre preparado para agir.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Ministério da Agricultura e Pecuária, instituição central do SUASA, também terá maior autonomia para custear as despesas e os deslocamentos dos servidores envolvidos nessas atividades. “Esse reforço é essencial, pois, muitas vezes, a resposta a emergências fica limitada pela falta de recursos para mobilizar pessoal de forma eficiente”, apontou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o projeto autoriza a contratação temporária de agentes para atuar em emergências sanitárias, sem a necessidade de processo seletivo, uma medida já utilizada em situações de saúde pública, calamidades e emergências ambientais. Segundo Rocha, “essas contratações temporárias são vitais para garantir uma resposta rápida em situações críticas, onde o tempo é um fator determinante.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28942 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi.jpg" alt="" width="848" height="477" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi.jpg 848w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-300x169.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-768x432.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/Silvia-Waiapi-750x422.jpg 750w" sizes="(max-width: 848px) 100vw, 848px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a deputada Silvia Waiãpi (PL-AP) ressaltou que, em situações de emergência, as autoridades públicas poderão adotar medidas rigorosas, como restrições temporárias ao trânsito de produtos agropecuários e ações de contenção e desinfecção. “Quando lidamos com crises como a gripe aviária, precisamos de todas as ferramentas possíveis para proteger nosso patrimônio agropecuário,” afirmou Waiãpi. Ela acrescentou: “Essas ações serão sempre fundamentadas em evidências científicas e na melhor estratégia de defesa agropecuária.”</span></p>
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