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	<title>Rodrigo Valadares &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Rodrigo Valadares &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país.  A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/fpa-aponta-desmonte-em-normas-de-protecao-fundiaria-nos-ultimos-anos/">FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de recursos orçamentários para desapropriações de terras. É o caso da revogação do memorando-circular nº 01/2019 do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em abril de 2023. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d12002.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 12.002/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> segue a mesma linha ao revogar o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9191.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 9.191/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, que exigia comprovação de recursos antes da publicação de atos com impacto fiscal, como desapropriações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra manobra para aliviar as regras veio com o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11637.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.637 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. Essa norma permite a titulação de terra — processo de regularização de uma ocupação — para pessoas jurídicas, desde que sejam associações ou cooperativas de assentados. Além disso, prioriza a titulação coletiva em relação à titulação individual. A avaliação do setor é de que isso abre brecha para que grupos, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), recebam terras através do processo de Reforma Agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-132-de-27-de-julho-de-2023-502118095"><span style="font-weight: 400">Instrução Normativa 132/2023 do Incra</span></a><span style="font-weight: 400"> que amplia a atuação de movimentos sociais nas indicações para cadastro no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ao permitir que outras instituições realizem o cadastramento de famílias aptas ao programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também há omissão do governo na regulamentação da </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14757.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 14.757 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que trata da regularização fundiária na Amazônia. Ela prevê que os laudos de vistoria para desapropriação produzidos há mais de cinco anos deverão, a pedido do dono da propriedade, ser atualizados com a situação atual da propriedade. Sem uma regulamentação dessa lei a norma não pode ser plenamente aplicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros atos dificultam a regularização fundiária ao incluir questões ambientais no processo. O </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11688.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.688/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, por exemplo, direcionou áreas passíveis de regularização para políticas ambientais e retirou o Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">) da Câmara Técnica de Destinação e Regularização Fundiária de Terras Públicas Rurais (CTD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em continuação a esse movimento, a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma/mda-n-1.309-de-4-de-fevereiro-de-2025-610819784"><span style="font-weight: 400">Portaria 1.309/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (</span><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br"><span style="font-weight: 400">MMA</span></a><span style="font-weight: 400">), ampliou a participação do MMA nas competências do Incra e permitiu a atuação de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais em diagnósticos e levantamentos fundiários.<img decoding="async" class="alignleft wp-image-32338 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A afronta que o governo Lula faz diante da segurança jurídica do direito de propriedade, o desrespeito à propriedade privada, precisa ser encarado com rigidez por nós parlamentares. O governo Lula e seus ministros não têm mostrado nenhuma responsabilidade com quem produz neste país. Ele provoca a insegurança jurídica para criar instabilidade e dentro do caos tirar algum benefício político”, pontuou o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (PP-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ilegalidade do Programa Terra da Gente</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das medidas anteriores terem efeitos imediatos em procedimentos, o ponto alto da atual política de Reforma Agrária adotada pelo governo federal foi a instituição do Programa Terra da Gente. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11995.htm"><span style="font-weight: 400">decreto</span></a><span style="font-weight: 400"> que criou a iniciativa foi editado em abril de 2024, como uma das medidas para atender às demandas do MST. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, o programa tem dispositivos ilegais e questionáveis. Um deles é a possibilidade de se apropriar de terras que entraram como bens penhorados. O entendimento jurídico é de que precisa haver uma compensação orçamentária, caso isso não ocorra, a ação pode ser enquadrada como pedalada fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto é a possibilidade de cancelamento de títulos já emitidos, inclusive em áreas de faixa de fronteira. Além disso, o decreto não diferencia propriedades produtivas daquelas que não cumprem função social, contrariando a Constituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na esteira do programa, em março de 2025, foram publicados sete decretos que declararam terras de interesse social para desapropriação. Essas normas burlam mecanismos que impedem a implementação de assentamentos em terras invadidas. Além disso, há propriedades que se enquadram como de porte médio, o que é contra a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8629.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 8.629 de 1993</span></a><span style="font-weight: 400"> que regulamenta os dispositivos constitucionais da Reforma Agrária.<img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32336 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg" alt="Rodrigo Valadares" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para barrar a estratégia, parlamentares da FPA protocolaram um projeto de decreto legislativo (PDL) para sustar o decreto do Programa Terra da Gente. Na Câmara dos Deputados, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2426930"><span style="font-weight: 400">PDL 167/2024</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/165470"><span style="font-weight: 400">deputado Rodrigo Valadares (PL-SE)</span></a><span style="font-weight: 400"> está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Governo Lula mantém a insegurança no campo e coloca o produtor rural com a faca no pescoço, seja pelo incentivo à invasão, seja pelas dificuldades no Plano Safra e no Seguro Rural, desestimulando investimentos. Sustar o Programa Terra da Gente é garantir segurança jurídica e o direito de propriedade para quem carrega o Brasil nas costas”, destacou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que também acaba com as brechas legais é o Projeto de Lei 4.357/2023. De autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220546"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, o texto define o que é o descumprimento da função social de uma propriedade rural. Esse é um dos critérios para que o imóvel seja passível de desapropriação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Crimes ambientais e trabalhistas podem levar ao entendimento de que a propriedade não cumpre com a função social prevista em lei. A proposição que tramita no Senado propõe que só poderia ser considerada descumprida a função social quando houver decisão judicial transitada em julgado nas situações de ocorrência desses crimes. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Medidas extras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O pacote anti-invasão inclui ao menos outras oito propostas. Entre elas, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400"> permite ao proprietário retomar a posse com uso da própria força ou apoio policial, mesmo sem ordem judicial, dentro de um prazo de 180 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32339 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg" alt="Lúcio Mosquini" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após notificação, a polícia terá até 48 horas para garantir a manutenção ou restituição da posse. O texto aguarda votação no Plenário da Câmara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que o Estado brasileiro pode fazer é garantir o direito de propriedade de um produtor rural. O que nós queremos convencer o Plenário é que o direito de propriedade é fundamental, é como se fosse o direito à vida de quem planta e cria, de quem produz, de quem coloca comida na mesa”, coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lúcio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já para inibir os atos de invasão, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349493"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> estabelece sanções adicionais para os invasores de terras. O texto propõe que essas pessoas fiquem impedidas por oito anos de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">participar do Programa Nacional de Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">celebrar contratos com órgãos públicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">receber benefícios e auxílios ou mesmo acessar crédito subsidiado; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ser nomeado para cargos públicos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">As penalidades também poderão ser aplicadas a ocupações com objetivo de pressionar o Estado por políticas públicas. O projeto, de autoria do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220547"><span style="font-weight: 400">deputado Marcos Pollon (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, aguarda definição de tramitação no Senado.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/23/reforma-agraria-engatinha-no-brasil-e-mantem-assentados-em-baixa-renda/">Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/">Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
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		<title>Proposta para ampliar transparência e segurança jurídica ao pequeno produtor rural avança na Câmara</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/proposta-para-endurecer-regras-e-evitar-irregularidades-na-agricultura-familiar-avanca-na-camara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 20:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[José Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Valadares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8), o Projeto de Lei (PL 4.705/2025), que atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural. O texto, relatado pelo deputado José Medeiros (PL-MT), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), segue agora para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="flex flex-col text-sm pb-25">
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<p data-start="318" data-end="787">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8), o Projeto de Lei <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2563287">(PL 4.705/2025)</a>, que atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural. O texto, relatado pelo deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204472"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">José Medeiros</span></span> (PL-MT)</a>, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</p>
<p data-start="789" data-end="1105">Logo após a aprovação, o relator destacou a importância de aperfeiçoar a legislação para fortalecer a efetividade das políticas públicas. “O que estamos fazendo é garantir critérios claros, mais transparência e segurança jurídica para que esses recursos cheguem a quem realmente trabalha no campo”, afirmou Medeiros.</p>
<p data-start="1107" data-end="1442">De autoria do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/165470"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Rodrigo Valadares</span></span></a> (União-SE), também integrante da FPA, a proposta propõe ajustes na legislação que rege a Política Nacional do pequeno produtor rural. A iniciativa aprimora os mecanismos de controle e dá mais segurança na destinação de recursos públicos ao setor.</p>
<p data-start="1444" data-end="1826">Entre as medidas previstas, está a exigência de comprovação da propriedade ou da posse legítima da terra para acesso a programas governamentais, além da necessidade de inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O texto também estabelece diretrizes para garantir maior regularidade no acesso aos benefícios, especialmente em casos envolvendo disputas fundiárias.</p>
<p data-start="1828" data-end="2157">Em seu parecer, Medeiros ressaltou que o aprimoramento dos critérios contribui para tornar as políticas públicas mais justas e eficientes. “Nosso objetivo é assegurar que os recursos públicos sejam aplicados de forma correta, com transparência e responsabilidade, beneficiando quem de fato produz e gera renda no campo”, afirmou.</p>
<p data-start="2159" data-end="2481">O deputado também destacou que a proposta fortalece o pequeno produtor rural ao valorizar quem atua de forma regular. “A medida reconhece e valoriza quem vive da atividade rural, produz alimentos, gera emprego e sustenta sua família, ao mesmo tempo em que aprimora os instrumentos de gestão das políticas públicas”, disse.</p>
<p data-start="2483" data-end="2691" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A tramitação do projeto é conclusiva nas comissões. Isso significa que, caso a proposta também seja aprovada na CCJC, poderá seguir diretamente para o Senado, sem necessidade de votação no plenário da Câmara.</p>
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<p>Leia mais sobre agricultura familiar:</p>
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