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	<title>Direito de Propriedade &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Direito de Propriedade &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Parlamentares da FPA cobram esclarecimentos de ministro na Comissão de Agricultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 23:32:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública Paulo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Carol de Toni]]></category>
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		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcel van Hattem]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) recebeu, nesta terça-feira (6), o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, para prestar esclarecimentos acerca das ações promovidas pela pasta. Deputados que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ressaltaram o aumento no número de invasões promovidas pelo Movimento dos Sem Terra (MST) e suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) recebeu, nesta terça-feira (6), o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, para prestar esclarecimentos acerca das ações promovidas pela pasta. Deputados que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ressaltaram o aumento no número de invasões promovidas pelo Movimento dos Sem Terra (MST) e suas ramificações sob a gestão do atual ministro no MDA, bem como o questionaram a respeito da presença de pessoas ligadas a esses movimentos em comitês que lutam pela paz no campo.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30269" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506161904805MED-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506161904805MED-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506161904805MED-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506161904805MED-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o presidente da CAPADR e coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), além dos dados “assustadores” que apontam recordes de invasões que vão desde 2023 até o ano corrente, o fato de pessoas ligadas ao MST participarem de comitês que lutam por paz no campo levanta dúvidas sobre a proximidade entre o atual governo, o MDA e movimentos ditos sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Só no primeiro ano de sua gestão na pasta foram 72 invasões de terras registradas, isso significa um número maior que os apurados entre 2019 e 2022. Nos resta questionar se algo está sendo feito. Porque o que vemos é uma conivência e uma omissão absurda de todos do governo”, enfatizou Nogueira.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-28726" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/07/evair2-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/07/evair2-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/07/evair2-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/07/evair2-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Evair de Melo (PP-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA, relembrou, inclusive, que termos importantes da agricultura foram cooptados pelo que ele chama de “movimento ideológico”. Segundo Evair, o MST pegou para si as palavras reforma agrária e agricultura familiar como sendo privativos da esquerda política. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Trata-se de uma estratégia, mas tem alguns detalhes importantes. A reforma agrária não tem relação com o MST nem com o PT ou o MDA. A primeira foi feita no Espírito Santo, mas ela foi justa, correta e lícita. E onde tem reforma justa o MST não aparece, bem como não apareceu. A reforma da Constituição não tem movimento criminoso”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-28206" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/04/53658745014_51c1d69d0f_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/04/53658745014_51c1d69d0f_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/04/53658745014_51c1d69d0f_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/04/53658745014_51c1d69d0f_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></span></p>
<p>O deputado Zucco (PL-RS) também confrontou o ministro com dados alarmantes sobre a escalada de invasões de propriedades rurais no Brasil. Segundo levantamento oficial da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o número de invasões em 2025 já alcançou 53 casos — superando os 46 registrados em todo o ano de 2024.</p>
<p>“Essa escalada de invasões não é coincidência. É resultado direto de uma permissividade ideológica promovida pelo governo atual. Os produtores estão desamparados. A lei está sendo rasgada diante de todos nós”, criticou Zucco, que também apontou o silêncio do governo diante das ações do MST.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30270" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/caroline-de-toni-01-04-24-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/caroline-de-toni-01-04-24-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/caroline-de-toni-01-04-24-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/caroline-de-toni-01-04-24-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Reforma Agrária</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Carolina de Toni (PL-SC) destacou em sua fala que o ministro e a pasta devem esclarecimentos à sociedade e afirmou que a realidade das famílias assentadas à espera de uma reforma agrária é “muito cruel”. Segundo ela, pessoas sem acesso à dignidade, na espera de ter um título provisório ou definitivo para ter uma autonomia. Ela ressalta que nada é feito até hoje e lembrou que ainda em 2016 um movimento “clandestino” era responsável por escolher qual terra teria acampamento ou assentamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O MST, um grupo terrorista que, mediante violência, escolhia qual terra seria tomada, no que ela se transformaria e quais pessoas seriam beneficiadas. Essa é a reforma agrária que o atual governo pensa que é a certa? A moralização veio em 2019 com ajustes fundamentais, que cobravam os requisitos legais para as pessoas serem escolhidas ou não. Mas isso acabou em 2023, sob a atual gestão”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A parlamentar acrescentou que o país possui 87 milhões de hectares de áreas de assentamento para famílias destinatárias de reforma agrária, entretanto, apenas 61 milhões para cultivo de grãos no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A produção agrícola dessas famílias não chega a um salário mínimo por mês em média. Essas pessoas estão em situação de pobreza e indignidade. Nós queremos reforma agrária dentro dos parâmetros legais e não com a escravização que elas estão sendo mantidas. Quem não cumpre as leis do MST são punidas e excluídas dos benefícios da reforma agrária dessa gestão. Talvez seja uma estratégia, um puro clientelismo político”, ressaltou. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30271" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506121732455MED-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506121732455MED-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506121732455MED-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506121732455MED-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Rio Grande do Sul</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a tragédia no Rio Grande do Sul, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) lembrou que o que está sendo feito com os produtores rurais gaúchos após a calamidade das chuvas de 2024 é “irresponsável”. Para van Hattem, não dá para acreditar que um ano após as tragédias os trabalhadores seguem pedindo ajuda ao governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O problema é como o governo tem lidado com isso. Não dá acesso aos créditos, os trabalhadores perdem tudo e não têm acesso ao programa Desenrola Brasil, por exemplo. Produtores que trabalharam a vida toda e não tem mais nada. Esse é o tipo de ajuda que o governo dá ao Rio Grande do Sul, é zero. O que acontece, no fim das contas, é que quem precisa não tem amparo”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os deputados presentes destacaram que muitos questionamentos ficaram sem a devida resposta do ministro e criticaram as falas de Teixeira. A ministra Marina Silva, que estava confirmada para prestar esclarecimentos na mesma Comissão nesta quarta-feira (7),  informou que não poderá comparecer à reunião.</span></p>
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		<title>Narrativas falsas do MST distorcem realidade do agro brasileiro</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/22/narrativas-falsas-do-mst-distorcem-realidade-do-agro-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 14:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um histórico de invasões de propriedades privadas que se estende por mais de quatro décadas, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) continua a propagar informações falsas sobre o setor agropecuário brasileiro. Embora se autodeclare um movimento social, o grupo é amplamente reconhecido por ações ilegais, muitas vezes toleradas ou até incentivadas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Com um histórico de invasões de propriedades privadas que se estende por mais de quatro décadas, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) continua a propagar informações falsas sobre o setor agropecuário brasileiro. Embora se autodeclare um movimento social, o grupo é amplamente reconhecido por ações ilegais, muitas vezes toleradas ou até incentivadas por autoridades públicas. A conivência do Governo Federal, seja pela omissão diante das infrações ou pelo repasse de recursos do Orçamento, fortalece a atuação do movimento, que passou a usar a desinformação como instrumento para justificar suas ações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre as inverdades divulgadas pelo MST, uma das mais recorrentes é a de que o agronegócio brasileiro é voltado majoritariamente à exportação e não contribui para alimentar a população. Essa alegação ignora dados concretos da produção nacional. O Brasil produz anualmente mais de 10 milhões de toneladas de carne bovina, sendo que cerca de 80% desse volume é consumido internamente. No caso do frango, a produção ultrapassa 15 milhões de toneladas, abastecendo tanto o mercado interno quanto o externo. Portanto, é falso afirmar que o agro brasileiro ignora o abastecimento nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra narrativa difundida pelo grupo é a de que a maior parte dos alimentos consumidos pela população vem exclusivamente da agricultura familiar. A afirmação distorce a realidade. A agricultura familiar no Brasil é composta por pequenos e médios produtores rurais que integram toda a cadeia produtiva do agronegócio, contribuindo significativamente para o abastecimento interno. No entanto, é importante distinguir esse grupo das áreas de assentamentos controladas pelo MST, que apresentam baixos índices de desenvolvimento humano e baixa produtividade. Os dados mostram que o agro brasileiro é um só, formado por pequenos, médios e grandes produtores, todos fundamentais para garantir segurança alimentar, geração de empregos e desenvolvimento sustentável no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O MST também acusa o setor de usar defensivos agrícolas de maneira indiscriminada, argumentando que o modelo prioriza monoculturas voltadas à exportação e, por isso, utiliza grandes quantidades de produtos químicos. A realidade é outra. O uso de defensivos no Brasil está diretamente ligado às condições tropicais do país, que favorecem a incidência de pragas e doenças. Esses produtos têm alto custo para o produtor, que tende a racionalizar seu uso para reduzir despesas. Além disso, a adoção de tecnologias e boas práticas de manejo tem contribuído para o uso mais eficiente e responsável desses insumos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em relação às questões ambientais, o movimento afirma que o modelo produtivo adotado pelo agro brasileiro degrada o solo e contamina os rios. No entanto, o Brasil possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo. O Código Florestal exige que os produtores rurais mantenham parcelas significativas de suas propriedades com vegetação nativa. Em áreas de floresta, por exemplo, esse percentual pode chegar a 80%. Atualmente, 66,3% do território nacional permanece coberto por vegetação nativa, o que representa mais de 560 milhões de hectares — uma área maior que toda a União Europeia. Esses dados desmontam a tese de que o setor opera de forma predatória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra crítica recorrente do MST é a de que a pecuária brasileira seria uma das principais causas do desmatamento da Amazônia e do Cerrado, além de grande emissora de gases de efeito estufa. Relatórios da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), de 2021, mostram que o Brasil produz carne com uma das menores emissões de CO₂ por quilo no mundo. Isso se deve à modernização do setor, com investimentos em nutrição animal, genética e técnicas de manejo sustentável que reduzem significativamente o impacto ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O movimento também tenta desqualificar o setor ao alegar que a mecanização reduziu drasticamente a oferta de empregos no campo. Os dados, no entanto, apontam o oposto. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o agronegócio emprega cerca de 28,2 milhões de pessoas, o que corresponde a aproximadamente 26% das ocupações no Brasil. A modernização impulsionou a produtividade e criou novas oportunidades de trabalho em toda a cadeia produtiva, desde a produção primária até os setores de insumos, indústria e serviços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em temas mais técnicos, como o uso de organismos geneticamente modificados, o MST também aposta na desinformação. Segundo o grupo, os transgênicos aumentam o uso de agrotóxicos e causam perda de biodiversidade. A verdade é que os cultivos transgênicos, como soja e milho resistentes a pragas, foram desenvolvidos justamente para reduzir a necessidade de defensivos químicos. Antes de serem aprovados para o plantio e consumo, esses produtos passam por um processo de validação científica que dura, em média, dez anos. São avaliados aspectos ambientais, toxicológicos, nutricionais e socioeconômicos, que garantem mais segurança alimentar e menor impacto ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto frequentemente explorado pelo MST diz respeito à ocupação de terras. O movimento sustenta que invade áreas improdutivas para produzir alimentos e garantir dignidade às famílias assentadas. No entanto, dados do Censo Agropecuário do IBGE de 2017 mostram uma realidade diferente. A renda média mensal dessas famílias é de apenas R$ 453,56, valor equivalente a pouco mais de meio salário mínimo no ano pesquisado. Além disso, muitas áreas ocupadas pelo movimento não recebem apoio técnico ou crédito rural, o que inviabiliza qualquer projeto produtivo. Em muitos casos, famílias assentadas relatam a obrigação de participar de manifestações e ocupações políticas, ao invés de serem incentivadas a produzir e se desenvolver de forma autônoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O MST, portanto, constrói sua narrativa com base em distorções e omissões que não resistem à checagem dos fatos. Ao atacar o agro brasileiro com falácias, o movimento busca legitimar ações que comprometem a segurança jurídica no campo e desestimulam investimentos em produção e inovação. O setor agropecuário segue como um dos pilares da economia nacional, responsável por gerar alimentos, empregos e desenvolvimento sustentável em todas as regiões do país.</span></p>
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		<title>Artigo &#8211; Abril Verde e Amarelo: pela ordem, propriedade e segurança no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 14:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Reinehr]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão de terras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado no Congresso em Foco, em 8/4/2025. Abril é um mês emblemático para os brasileiros que defendem a livre iniciativa, a propriedade privada e a segurança no campo. É o mês em que reafirmamos nossos valores mais caros: a ordem, o respeito à lei e o direito de produzir com dignidade. Como deputada federal e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no Congresso em Foco, em 8/4/2025.</em></p>
<p>Abril é um mês emblemático para os brasileiros que defendem a livre iniciativa, a propriedade privada e a segurança no campo. É o mês em que reafirmamos nossos valores mais caros: a ordem, o respeito à lei e o direito de produzir com dignidade. Como deputada federal e mulher do campo, reforço, neste mês de abril, a nossa luta em defesa dos produtores rurais, segurança jurídica e contra qualquer forma de invasão ou afronta ao estado de direito.</p>
<p>O chamado abril vermelho, promovido pelo MST e fomentado pelo governo federal, longe de representar justiça social, é uma afronta à Constituição e à democracia. Invasões de terra não são reformas, são crimes e nós temos trabalhado arduamente no Congresso Nacional para fortalecer a legislação nesse sentido, em defesa da propriedade, desincentivando crimes de invasão de terras que são os crimes de alteração de limites, de usurpação de águas e de esbulho possessório, previstos no artigo 161 do Código Penal.</p>
<p>Sou autora do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2352185" target="_blank" rel="noopener">projeto de lei 1276/2023</a>, que aumenta a pena de um a seis meses para penas de reclusão de dois a quatro anos &#8211; inclusive coloca uma qualificadora, podendo dobrar a pena quando esse crime for cometido por agentes ideológicos ou grupos com cunho político. Também sou autora do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2429246" target="_blank" rel="noopener">PDL 205/2024</a> que susta os efeitos do Programa Terra da Gente, que numa verdadeira inovação jurídica cria uma nova forma de retirar as terras dos produtores, de invadir as terras e fere o direito à propriedade. Nenhuma pauta legítima pode ser sustentada pela violência, pelo desrespeito à propriedade privada, pela ameaça ao homem e à mulher do campo que levantam cedo, trabalham todos os dias (faça chuva ou faça sol) e colocam alimento na nossa mesa, garantindo a economia brasileira diante das piores crises que já enfrentamos.</p>
<p>Sob o pretexto de inovação, o MST tenta agora se reinventar com discursos moderninhos e até &#8220;ecológicos&#8221;, mas o objetivo segue o mesmo: o avanço da esquerda radical sobre o setor que mais dá certo no Brasil o agronegócio. A nova roupagem não apaga o velho modus operandi: ocupações ilegais, destruição de lavouras e ataques àqueles que realmente sustentam o país com suor, tecnologia e investimento colocando em risco a nossa produção e até a segurança alimentar do Brasil e do mundo.</p>
<p>Santa Catarina conhece bem o valor da produção rural e da propriedade, que se desenvolve com muito trabalho, amor à terra e respeito à lei não com assistencialismo ou doutrinação. O campo precisa de fomento, infraestrutura, acesso a crédito e segurança para crescer. E é por isso que sigo firme ao lado dos nossos agricultores, pecuaristas, cooperativas e empresários do agro que se desenvolvem com muito trabalho, amor à terra e respeito à lei.</p>
<p>Especialmente neste mês de abril, em que o MST com guarida do governo federal, ameaça invadir as nossas propriedades e tocar o horror no campo, mais do que nunca, precisamos unir forças contra os retrocessos que esse grupo e essa ideologia representam. Vamos defender a nossa pátria com coragem e com fé porque o Brasil que queremos não é vermelho, é verde e amarelo.</p>
<p><em><strong>Daniela Reinehr</strong> é deputada federal por Santa Catarina, advogada e produtora rural.</em></p>
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		<title>Muito além do “Abril Vermelho”</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 11:10:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega o mês de abril e com ele o cumprimento das invasões criminosas por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o chamado “Abril Vermelho”. Trata-se do período onde o dito movimento social intensifica os ataques às propriedades sob o guarda-chuva da reforma agrária. Apesar do “crime anunciado”, quem deveria impedir essas ações,  entretanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Chega o mês de abril e com ele o cumprimento das invasões criminosas por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o chamado “Abril Vermelho”. Trata-se do período onde o dito movimento social intensifica os ataques às propriedades sob o guarda-chuva da reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar do “crime anunciado”, quem deveria impedir essas ações,  entretanto, age na contramão do direito de propriedade e da segurança jurídica. O governo federal demonstra conivência com as práticas ilegais e disposição em atender às reivindicações desses grupos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo antes do início oficial do conhecido &#8220;Abril Vermelho&#8221;, o país já registrava propriedades invadidas, produtores rurais expulsos de suas terras e um cenário preocupante de incertezas sobre a responsabilização dos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) alertou incessantemente para uma escalada preocupante das invasões no campo já antes do mês de abril começar e apontou ações coordenadas por movimentos como o MST, que já realizou cinco invasões somente nos primeiros meses de 2025. Em 2024, conforme dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ocorreram 28 ocupações em diversos estados, incluindo Bahia, Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo, Sergipe, Paraná, Rio Grande do Norte e Pará.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da bancada acompanhar com a máxima atenção esse cenário, sabe-se que a ameaça à segurança jurídica no campo, compromete a produção agropecuária nacional e coloca em risco a integridade física e patrimonial dos produtores rurais e de suas famílias. O contexto atual, portanto, é de instabilidade crescente, potencializada pela postura permissiva do governo federal diante das pressões políticas exercidas por esses movimentos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Movimentos pressionam o governo federal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda no mês de março deste ano, em meio a pressão contra o governo, o MST invadiu três terras na Bahia, Ceará e Espírito Santo. As invasões fizeram parte da Jornada de Luta das Mulheres que prepara o grupo para o “Abril Vermelho”. Na Bahia, </span><span style="font-weight: 400">terras tidas como improdutivas foram ocupadas; no Ceará, </span><span style="font-weight: 400">o alvo foi uma propriedade produtiva com mais de dois mil hectares.</span><span style="font-weight: 400"> No Espírito Santo, mil mulheres ficaram acampadas em uma área que pertence à empresa Suzano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As invasões ocorreram apenas uma semana após o MST ter recebido o presidente da República em assentamento no estado de Minas Gerais. Na ocasião, o chefe do Executivo anunciou que imóveis rurais e fazendas seriam desapropriadas – medida comemorada pelo movimento, mas considerada insuficiente.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29945" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que os crimes na Bahia vão além das discussões sobre terra e ideologia, elas evidenciam a atuação de organizações criminosas. O parlamentar pontuou que o país vive um problema de justiça e segurança pública que deve envolver diversos segmentos para a resolução dos conflitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Bandos armados estão tirando produtores de suas casas com a conivência do governo do estado. Precisamos de medidas efetivas do Tribunal de Justiça da Bahia e do Conselho Nacional de Justiça, onde solicitamos uma audiência. Aqui em Brasília, vamos trabalhar para evitar uma batalha campal na região”, afirmou Lupion.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29899" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o deputado Evair de Melo (PP-ES), os grupos se somam ao MST para “roubar, atirar e tirar tudo o que é possível”. Segundo o parlamentar, o governo da Bahia está refém dessas organizações, e a polícia não tem condições de garantir a segurança dos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esses grupos são quadrilhas organizadas que invadem propriedades. Estamos nos aproximando da safra do café e eles já estão roubando café verde de dentro das lavouras. A Bahia virou a Faixa de Gaza do Brasil”, ressaltou Evair.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">R$ 1 bilhão para as demandas do MST</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo diante do cenário preocupante, o governo federal disponibilizou um orçamento bilionário para o MST. A quantia foi distribuída entre R$ 400.000.000.00 para Aquisição de Alimentos de Associados; R$ 350.000.000.00 para Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e 300.000.000.00 para Formação de estoques públicos. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29269" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a ex-ministra da Agricultura, senadora Tereza Cristina (PP-MS), a medida do governo é eleitoreira. “A agricultura é uma só. Por que não contemplar a agricultura com o seguro rural, por exemplo? Por que não dar para toda a agricultura familiar desse país? Assim, dirigido para o MST, isso me parece uma medida eleitoreira”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O governo ainda destinou mais R$ 6 milhões para contribuição ao Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e Caribe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A FPA já denunciou a manobra orçamentária que retirou quase R$ 900 milhões de ações diretamente ligadas à agropecuária – como garantia de preços e promoção de exportações – para redirecionar R$ 1,05 bilhão ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, com ações voltadas a grupos ligados ao MST. Essa inversão de prioridades revela o aparelhamento da máquina pública e o uso político do orçamento. A Frente atua com firmeza no Congresso para barrar esse desvio de finalidade e exigir transparência na aplicação de recursos públicos. Nosso compromisso é com os produtores que cumprem a lei e movem a economia brasileira.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Desmanche para o agro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na outra ponta, o setor que produz, alimenta, sustenta a economia e se mantém como o principal pilar social do país recebeu negativas sequenciais do governo para obter o básico para dar tranquilidade aos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O setor produtivo passou pela suspensão do Plano Safra, a falta do crédito rural, as altas de juros, e claro, as invasões de terras que aumentam consideravelmente à violência no campo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Retrocesso na gestão da reforma agrária</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Não é de hoje que o governo federal altera procedimentos e estimula a invasão de terras como ferramenta de pressão política, além de permitir a seleção de beneficiários por grupos organizados, em detrimento de um sistema universal e acessível. Foi assim com a Instrução Normativa (IN) nº 132, publicada em 27 de julho de 2023 pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que alterou os procedimentos para a declaração de interesse social de terras destinadas à reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao eliminar a necessidade de um cadastro transparente e imparcial, a norma aumenta os riscos de uso político da reforma agrária, compromete a credibilidade do programa e a segurança jurídica do campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma, o Decreto nº 11.637, de 16 de agosto de 2023,  modificou o processo de titulação e gestão dos assentamentos, com a centralização das decisões no INCRA e a redução da autonomia dos assentados. A medida enfraquece a transparência e a impessoalidade da reforma agrária e pode transformar a redistribuição de terras em moeda de troca no cenário político, ao invés de ser uma solução estruturada para o desenvolvimento agrário e social do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas iniciativas vêm acompanhadas de remanejamento orçamentário que, na prática, beneficia o MST e outros movimentos invasores.</span></p>
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		<title>FPA apresenta medidas legislativas para combater invasões de terras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 20:49:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta terça-feira (31), um pacote de medidas legislativas com o objetivo de combater invasões de terras no Brasil. Durante reunião-almoço, parlamentares discutiram estratégias para acelerar a tramitação de projetos nas comissões da Câmara dos Deputados. A discussão ganha força com a proximidade do chamado &#8220;Abril Vermelho&#8221;, período em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta terça-feira (31), um pacote de medidas legislativas com o objetivo de combater invasões de terras no Brasil. Durante reunião-almoço, parlamentares discutiram estratégias para acelerar a tramitação de projetos nas comissões da Câmara dos Deputados. A discussão ganha força com a proximidade do chamado &#8220;Abril Vermelho&#8221;, período em que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) intensifica as ocupações de propriedades privadas no país.</p>
<p>O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que a bancada fez um diagnóstico detalhado sobre o uso político da reforma agrária. “Nós conseguimos fazer um diagnóstico muito claro sobre os problemas sérios que encontramos na legislação e as medidas que o governo tem adotado para contornar essa legislação por meio de decretos, divisões de atribuições ministeriais, transferências de responsabilidades e financiamentos de movimentos. Conseguimos puxar todo o fio desse problema em um mês que já foi anunciado como um período de invasões”, afirmou Lupion.</p>
<p>Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aponta 57 invasões de terras apenas no primeiro semestre de 2023, número próximo ao total registrado entre 2019 e 2022. De janeiro a abril de 2023, 48 municípios brasileiros sofreram invasões.</p>
<p>“O MST já anunciou novas ações este mês. Vamos apresentar esses projetos diretamente às lideranças partidárias e às presidências das Casas, mostrando o risco que representa esse desmonte da política agrária feita por vias administrativas,” destacou Lupion. “Já falamos com governo, oposição e líderes da Câmara. Estamos propondo que o deputado Arnaldo Jardim seja o relator, o que trará a seriedade que o tema exige,” completou.</p>
<p>A senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado, também denunciou o uso político da reforma agrária. “O governo está comprometendo o direito à posse ao favorecer um único movimento. A falta de títulos definitivos e infraestrutura básica nos assentamentos é reflexo dessa política ideológica e seletiva,” afirmou.</p>
<p>“O problema não é a reforma agrária em si, mas a centralização de recursos e decisões em um único grupo, que define quem receberá terras. Isso prejudica quem realmente precisa da regularização fundiária,” alertou. “Esse modelo não favorece os assentados. Ele apenas serve a interesses políticos,” concluiu.</p>
<p><strong>Propostas em destaque</strong></p>
<p>Entre os projetos destacados está o PL 3768/2021, do deputado Zé Vitor, que propõe a regularização de lotes ocupados sem autorização do Incra, desde que usados de forma produtiva e com residência fixa. A proposta garante segurança jurídica aos agricultores e facilita o acesso ao crédito rural.</p>
<p>“Essa medida corrige distorções causadas pelo aparelhamento político da reforma agrária. Precisamos reconhecer quem realmente produz e vive da terra,” disse Zé Vitor. “A ausência de regularização é um entrave real, não ideológico. E os municípios têm papel essencial nesse processo,” acrescentou.</p>
<p>O deputado estadual Leandro de Jesus (PL-BA) também participou da reunião e alertou sobre crimes relacionados às invasões no sul da Bahia. “Além da invasão em si, há posse ilegal de armas, cárcere privado, agressões e até tentativas de homicídio. Estamos lidando com organizações criminosas financiadas com dinheiro público, sob proteção política. Em uma operação, a polícia foi recebida a tiros,” denunciou.</p>
<p>“Esses falsos indígenas e movimentos sociais armados invadem, saqueiam e operam até com o tráfico de drogas, com o respaldo de partidos que lucram com isso,” afirmou.</p>
<p><strong>Projeto da Reciprocidade</strong></p>
<p>Sobre o Projeto da Reciprocidade, que foi aprovado hoje de forma terminativa no Senado e agora segue para a Câmara dos Deputados, a senadora Tereza Cristina ressaltou que a bancada trabalha na articulação para sua aprovação definitiva. “Esse é um tema que foi debatido ao longo de um ano inteiro e, apesar dos pedidos de vista, conseguimos avançar com aprovação unânime no Senado,” disse.</p>
<p>“O projeto é fundamental para que o Brasil possa adotar contramedidas caso seja alvo de tarifas injustas sobre seus produtos. Amanhã, por exemplo, os Estados Unidos farão um grande anúncio sobre a imposição de tarifas que afetarão diversos países, inclusive o Brasil. Não sabemos ainda quais produtos serão afetados e qual o percentual exato das tarifas, mas há indícios de que algumas podem ultrapassar 20%,” destacou a senadora.</p>
<p>O deputado Pedro Lupion também mencionou a possibilidade de retaliações comerciais por parte dos Estados Unidos, o que poderia impactar a economia brasileira. “Devemos estar preparados para cenários mais graves. Países como Estados Unidos, Austrália, Japão e China possuem mecanismos de retaliação econômica fortes. Precisamos ter uma carta na manga, que esperamos não usar, mas que sirva para mostrar que o Brasil também pode reagir caso necessário”, disse.</p>
<p>Pedro Lupion afirmou que a intenção é garantir que os projetos tenham tramitação célere. “Vamos tentar resolver a tramitação da melhor forma possível. Se conseguirmos levar diretamente ao plenário, sem precisar passar por comissões, melhor. A expectativa é que o tema seja tratado com a urgência que merece, pois é de interesse não apenas da FPA, mas de todo o país”, concluiu.</p>
<p><strong>O que disseram os integrantes da FPA:</strong></p>
<p>“O governo fomenta invasões por meio de portarias e decretos, beneficiando criminosos. No Congresso, resistimos e precisamos agir com firmeza, porque essa luta vai além do agro – é pelo Brasil e pela liberdade”, reiterou o deputado Domingos Sávio (PL-MG).</p>
<p>“Precisamos mudar o cenário, avançando no Congresso com parceria entre comissões e lideranças. O futuro do país depende dessa união”, destacou em sua fala o deputado Sérgio Souza (MDB-PR).</p>
<p>“O que vivemos hoje não é por acaso. O governo federal estruturou esse cenário, criando ministérios e terras indígenas sem fundamento. Tudo foi planejado para chegar a esse ponto”, complementou o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), presidente da CRA no Senado.</p>
<p>“Vamos usar a Comissão de Agricultura para barrar esse movimento e defender a segurança e o desenvolvimento do país,” deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da CAPADR na Câmara.</p>
<p>&#8220;Ninguém é contra a distribuição de terra no Brasil; todos somos favoráveis a isso. O que queremos é garantir que o nosso pequeno produtor, que representa quase 1 milhão de famílias assentadas, tenha a legalidade do seu documento e o título de propriedade. Precisamos regularizar essa situação no campo, e só conseguiremos isso com a união da FPA, enfrentando essa questão de frente e sem desistir,&#8221; senador Jaime Bagattoli (PL-RO).</p>
<p>“O tema divide a sociedade e exige respeito aos trâmites legais. O governo, porém, governa legislando, com apoio do Judiciário. A FPA segue firme na defesa dos produtores rurais, e, na CCJ, estaremos atentos para pautar essas demandas”, reforçou o deputado Paulo Azi (UNIÃO-BA).</p>
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		<title>“Vivemos um problema sério de justiça e segurança pública com as invasões”, diz Lupion</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/03/18/vivemos-um-problema-serio-de-justica-e-seguranca-publica-com-as-invasoes-diz-lupion/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 19:22:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (18) para debater o avanço das invasões de terras pelo Brasil, especialmente no sul da Bahia e no Espírito Santo. Parlamentares relataram casos de grupos armados que invadem propriedades, roubam e expulsam moradores de suas terras. Além disso, a bancada discutiu os gargalos de infraestrutura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (18) para debater o avanço das invasões de terras pelo Brasil, especialmente no sul da Bahia e no Espírito Santo. Parlamentares relataram casos de grupos armados que invadem propriedades, roubam e expulsam moradores de suas terras. Além disso, a bancada discutiu os gargalos de infraestrutura e logística que impactam o desenvolvimento do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), salientou que os crimes no sul da Bahia vão além das discussões sobre terra e ideologia, elas evidenciam a atuação de organizações criminosas. O parlamentar pontuou que o país vive um problema de justiça e segurança pública que deve envolver diversos segmentos para a resolução dos conflitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Bandos armados estão tirando produtores de suas casas com a conivência do governo do estado. Precisamos de medidas importantes do Tribunal de Justiça da Bahia e do Conselho Nacional de Justiça, onde solicitamos uma audiência. Aqui em Brasília, vamos trabalhar para evitar uma batalha campal na região”, afirmou Lupion.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29899" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o deputado Evair de Melo (PP-ES), existe um movimento novo denominado Movimento de Luta pela Terra (MLT), que se soma ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) para “roubar, atirar e tirar tudo o que é possível”. Segundo o parlamentar, o governo da Bahia está refém dessas organizações, e a polícia não tem condições de garantir a segurança dos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esses grupos são quadrilhas organizadas que invadem propriedades. Estamos nos aproximando da safra do café e eles já estão roubando café verde de dentro das lavouras. A Bahia virou a Faixa de Gaza do Brasil”, ressaltou Evair.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29900" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395503399_b89a3da34a_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395503399_b89a3da34a_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395503399_b89a3da34a_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395503399_b89a3da34a_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395503399_b89a3da34a_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o ex-ministro da Cidadania, João Roma, grupos criminosos exploram áreas de alto interesse econômico. Segundo ele, há uma manipulação de cidadãos, que são transformados em sem-terra ou indígenas, enquanto essas áreas são utilizadas pelo crime organizado sem a devida intervenção das forças de segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Estamos atingindo um nível de risco muito alto, com a anuência de muitos que deveriam conter a situação. Existem formas de resolver o problema e a FPA atuará para impedir que esse cenário se agrave ainda mais”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29901" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395552678_2a26bab9b3_k-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395552678_2a26bab9b3_k-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395552678_2a26bab9b3_k-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395552678_2a26bab9b3_k-350x250.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54395552678_2a26bab9b3_k-1140x815.jpg 1140w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o deputado Zé Trovão (PL-SC), o governo federal precisa agir imediatamente para que os invasores não destruam o agro brasileiro. O deputado destaca que a bancada precisa tomar uma decisão firme para não perder os produtores rurais do país. “O governo federal precisa aparecer e acabar com tudo o que ele mesmo reforça. É inadmissível ver o governo paralisado enquanto os crimes acontecem. Se nós ficarmos aqui só na discussão do microfone, esses invasores vão tomar o nosso país”, disse.<br />
</span></p>
<h3>Escoamento da safra de grãos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion destacou a necessidade de solucionar gargalos que afetam os custos do frete, que já dobraram em relação a 2024. O parlamentar também lembrou que uma supersafra está a caminho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Um imposto altíssimo de produção e isso entra nos custos dos produtos brasileiros, além de uma defasagem da armazenagem enorme que precisa ser resolvido e esses grandes investimentos precisam ser prioridade. Não dá para a gente depender da infraestrutura que temos hoje”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado ressaltou que, diante da escassez de recursos e da falta de prioridade do governo federal para melhorias na infraestrutura, a solução pode estar no investimento da iniciativa privada e de fundos internacionais. “Não podemos depender do orçamento federal nem resolver tudo de imediato. Essa safra já está rodando pelas estradas, mas no Plano Safra precisamos priorizar a armazenagem e garantir recursos para isso”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre os modais de transporte, Lupion destacou que o Brasil enfrenta problemas em todas as frentes, e que tanto o modal ferroviário quanto o rodoviário necessitam de investimentos significativos. No setor de logística náutica, há desafios urgentes que precisam ser solucionados para melhorar o escoamento da produção agrícola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Precisamos apresentar essa demanda aos grandes investidores globais para que possam nos auxiliar. Essa é uma medida imprescindível para que o Brasil exerça seu papel como um dos principais players do mercado internacional”, enfatizou o parlamentar.</span></p>
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		<title>&#8220;Deve haver respeito ao que o Congresso aprovou por ampla maioria&#8221;, diz Lupion sobre marco temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 19:08:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Temporal]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (18), dois dos temas de maior relevância e repercussão dos últimos anos estiveram em pauta: o marco temporal, que está novamente sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), e a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem impactado significativamente a produção agropecuária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (18), dois dos temas de maior relevância e repercussão dos últimos anos estiveram em pauta: o marco temporal, que está novamente sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), e a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem impactado significativamente a produção agropecuária do estado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre o marco temporal, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), recordou a “discussão acalorada” ocorrida na última segunda-feira (17), no STF, ao lado de outros integrantes da bancada. Na ocasião, Lupion afirmou ter recebido com estranheza a minuta apresentada pelo ministro Gilmar Mendes à comissão especial que busca um acordo sobre a Lei do Marco Temporal (14.701/2023), uma vez que o documento não reconhece a tese.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A minuta apresentada pelo ministro ignorou completamente a questão do marco temporal. O marco temporal é inegociável. Caso haja necessidade de votarmos mais uma vez, vamos reiterar esses votos e garantir o entendimento em relação à questão. Deixamos isso extremamente claro”, defendeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion acrescentou que a tentativa de conciliação para atender os dois lados não será negociada. Segundo ele, há áreas invadidas por grupos que se dizem indígenas em diversos estados da Federação, e essa situação não comporta negociação, pois fere princípios básicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente já se posicionou. Partimos do princípio de não negociar área invadida. Na Bahia, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, existem diversas áreas nessa situação e não vamos sentar para negociar condições assim. Ou há respeito ao que o Congresso fez por ampla maioria ou vamos votar contrariamente”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29760 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Caroline de Toni (PL-SC) reforçou a posição de Lupion e salientou que o marco temporal é uma questão de soberania nacional e alimentar. Para ela, trata-se de um tema prioritário, essencial para que a agenda em defesa da propriedade e da segurança jurídica possa avançar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A defesa é uma questão de soberania nacional e alimentar. São questões prioritárias e temos que avançar com essa agenda, garantindo que a lei aprovada pelo Congresso Nacional tenha validade. O Congresso é soberano”, destacou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29761 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) também criticou as recentes decisões do STF sobre questões indígenas, argumentando que elas tendem a gerar mais violência e invasões de propriedades. O parlamentar afirmou que o tribunal toma decisões “ideológicas” sobre o tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Supremo, por uma questão ideológica, é contra a decisão tomada pelo Congresso sobre o marco temporal. Eles acendem os fósforos nesse barril de pólvora, porque, além das invasões, os assassinatos já começaram, e esse sangue estará nas mãos dos ministros. Ou o STF reconhece a nossa lei ou os conflitos vão explodir no Brasil”, disse Nogueira.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29762 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54.jpeg" alt="" width="841" height="651" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54.jpeg 841w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-300x232.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-768x594.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-750x581.jpeg 750w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Invasões em Tamarana (PR)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião, a bancada ouviu o relato de Rodolfo Ciciliato, advogado da Sociedade Rural do Paraná, que descreveu invasões de grupos que se dizem indígenas a uma propriedade privada em Tamarana, no Paraná. Segundo ele, os invasores estariam impedindo que o próprio dono da terra realizasse o plantio na área de sua propriedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Pedro Lupion, Tamarana é um município paranaense de grande importância produtiva, com terras demarcadas desde os anos 1950. No entanto, segundo ele, indígenas resolveram invadir propriedades privadas. “Não tem relação com marco temporal, é puramente invasão de terras. A FPA é solidária à situação e pode contar com o nosso apoio para tratar disso. O que for necessário da bancada será feito”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29763 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o ex-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o caso é de desordem pública. Por conta disso, a autoridade policial do Paraná não está tratando de caso indígena. “Isso é desvio de conduta e os invasores devem ser retirados imediatamente. Nem de longe é uma situação de demarcação de terras”, afirmou.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Estiagens no Rio Grande do Sul</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A bancada também debateu a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem causado grandes prejuízos à produção agropecuária do estado. Para Alceu Moreira, os produtores gaúchos foram severamente afetados por anos de seca, além da tragédia das chuvas em 2023. O parlamentar ressaltou a importância da aprovação do projeto de lei que trata da securitização das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos a partir de 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Sem a securitização, não tem como. O cidadão precisa do crédito e que a dívida passada seja diluída em um orçamento viável, senão ele não paga. A proposta da securitização não é como qualquer outra e, por isso, temos que aprovar no Congresso de forma urgente”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29764" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor da proposta, deputado gaúcho Pedro Westphalen (PP-RS), esclareceu que o projeto pertence a todo o Rio Grande do Sul. Devido à complexidade da situação no estado, o parlamentar ressaltou que “não adianta colocar </span><i><span style="font-weight: 400">band-aid</span></i><span style="font-weight: 400">”, pois o estado está “entubado”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse projeto foi feito com a seriedade de um estado que está na UTI. A FPA é a última trincheira para a conquista de nossos direitos e, por isso, peço que a bancada aprove o regime de urgência para que a proposta seja votada na Câmara”, solicitou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29765" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também do Rio Grande do Sul, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) recordou que de cinco safras, já totalizam três com estiagens. “São perdas consideradas irreversíveis, com municípios em estado de emergência. Nós precisamos de socorro e da securitização também. O tratamento recente que deram ao Rio Grande do Sul causa apreensão para todos, pois houve uma potencialização das dívidas no último ano. Esse é um problema de todo o Brasil”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Lupion reforçou que o problema no estado é muito grave e que a FPA buscará soluções para dar esperança aos produtores e a toda a população gaúcha.</span></p>
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		<title>Frente Parlamentar da Agropecuária atuará contra regulamentação do poder de polícia da Funai e veto aos Fiagros, afirma Evair de Melo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 22:14:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Câmara dos Deputados, deputado federal Evair de Melo (PP-ES), manifestou nesta terça-feira (4) insatisfação com a decisão do governo federal de conceder poder de polícia aos servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em cumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Câmara dos Deputados, deputado federal Evair de Melo (PP-ES), manifestou nesta terça-feira (4) insatisfação com a decisão do governo federal de conceder poder de polícia aos servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em cumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o parlamentar, a medida representa uma interferência indevida do Judiciário e é impulsionada por partidos de esquerda e movimentos ligados às causas indígenas.</p>
<p>&#8220;Há muito tempo o STF está se envolvendo em assuntos que não são de sua competência. Essa é uma movimentação ideológica, pautada pelos partidos de esquerda, que agora impõem essa regulamentação&#8221;, afirmou Evair.</p>
<p>O deputado argumenta que a regulamentação pode enfraquecer as forças policiais já existentes, como a Polícia Federal e as Forças Armadas, que, segundo ele, são as instituições responsáveis pela segurança e fiscalização dos territórios indígenas. &#8220;Nós já temos as Forças Armadas, temos a Polícia Federal, que precisam ser potencializadas e equipadas para exercer poder de polícia. A Funai deve cumprir seu papel social e organizacional, mas não de polícia&#8221;, destacou.</p>
<p>Além disso, Evair aponta que a medida pode favorecer a atuação de organizações não governamentais (ONGs) estrangeiras em território nacional, o que, na sua visão, representa uma ameaça à soberania do país. &#8220;A Funai agora com poder de polícia vai proteger ONGs e interesses que nada têm a ver com a defesa do patrimônio e da riqueza brasileira&#8221;, criticou.</p>
<p>Diante desse cenário, o parlamentar afirmou que a FPA tomará medidas no Congresso Nacional para tentar reverter a regulamentação. &#8220;Estamos acionando as forças da FPA dentro do Congresso para que possamos entrar com ações legais e enfrentar essa militância ideológica do STF&#8221;, reforçou.</p>
<p>Taxação dos Fiagros</p>
<p>Outra pauta abordada pelo deputado, durante entrevista ao programa AgroMais, da TV Band, foi a taxação dos Fundos de Investimento do Agronegócio (Fiagros) após a reforma tributária. Evair de Melo criticou o governo federal e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pelo veto à isenção desses fundos, o que, segundo ele, prejudica diretamente o setor agropecuário.</p>
<p>&#8220;O governo tentou dar mais uma pernada no agronegócio. O veto foi uma afronta ao setor e ao Parlamento, orientado pelo ministro Haddad de forma sorrateira&#8221;, afirmou o deputado.</p>
<p>Para Evair, a decisão pode impactar negativamente a produção agrícola e a economia do país. &#8220;Quando o governo tira a isenção desses fundos, ele reduz a área plantada, reduz a oferta e gera inflação, piorando ainda mais a vida do brasileiro&#8221;, alertou.</p>
<p>O parlamentar defendeu que o Fiagro é um instrumento essencial para garantir crédito rápido e acessível ao setor agropecuário, sem interferência do governo. &#8220;Queremos dinheiro barato, simplificado e sem burocracia para garantir o crescimento do agro&#8221;, pontuou.</p>
<p>Por fim, Evair reforçou que a Frente Parlamentar da Agropecuária e outros setores produtivos do Congresso Nacional trabalharão para derrubar o veto e manter os incentivos aos Fiagros e aos Fundos Imobiliários. &#8220;O governo terá que enfrentar a Frente Parlamentar da Agropecuária e as forças produtivas no Congresso. E ele será derrotado&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>Alceu Moreira entra com PDL para anular decisão de Lula que confere poder de polícia à Funai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 20:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Poder de polícia da Funai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupado com as consequências do decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que regulamenta o poder de polícia para a Funai, o deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro no Congresso Nacional, protocolou na noite desta segunda-feira (03) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) com o objetivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupado com as consequências do decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que regulamenta o poder de polícia para a Funai, o deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro no Congresso Nacional, protocolou na noite desta segunda-feira (03) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) com o objetivo de sustar integralmente os efeitos da decisão publicada pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>Segundo o parlamentar, que foi presidente da CPI da Funai e do Incra na Câmara, o ato acarretará em uma “baderna institucionalizada” por todo o país, uma vez que o órgão passa a ter prerrogativa para autuar sobre áreas delimitadas — isto é, com processo de demarcação ainda sob análise.</p>
<p>“A grande maioria dos processos de demarcação têm vícios de origem ou são fraudulentos para atender a interesses velados e que em nada beneficiam as comunidades indígenas. Isso é pano de fundo para que a Funai tenha o direito ao abuso de autoridade e reprima proprietários que compraram a sua terra com o suor do rosto”, afirma.</p>
<p>Alceu alertou para os incisos VI e VII, que conferem à Funai a aplicação de medidas cautelares como apreensão e destruição de bens, além da lacração de instalações de particulares “empregados na prática de infração”.</p>
<p>“Vou pedir uma convocação ao Pedro (Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária &#8211; FPA) para que unamos forças de todas as frentes possíveis e possamos derrubar esse absurdo. Temos votos para aprovar”, conclui o deputado.</p>
<p><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<title>Projeto permite ação policial imediata para retomada de propriedades invadidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 20:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote anti-invasão]]></category>
		<category><![CDATA[Zucco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou, nesta quarta-feira (11), com 39 votos a favor e 15 contrários, o substitutivo do deputado Zucco (PL-RS) ao Projeto de Lei 8262/2017. A proposta estabelece que a lei permita, em caso de invasão de terras, que o proprietário acione as forças policiais para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou, nesta quarta-feira (11), com 39 votos a favor e 15 contrários, o substitutivo do deputado Zucco (PL-RS) ao Projeto de Lei 8262/2017. </span><span style="font-weight: 400">A proposta estabelece que a lei permita, em caso de invasão de terras, que o proprietário acione as forças policiais para a retirada dos invasores, de forma imediata, sem a necessidade de um mandado judicial, com garantia aos direitos dos proprietários e a preservação da ordem e da justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No relatório, o parlamentar aprova o projeto e outras 22 propostas apensadas que tratam do assunto. O relator ressalta que a aprovação, sem dúvida, representa um importante passo ao respeito da propriedade privada e ao fim das invasões de terras no Brasil. “Sob o pretexto da concessão de terras aos mais necessitados, não podemos admitir que invadam, causem prejuízo, terror e pânico ao homem do campo”, disse o relator.<br />
</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Uma das propostas apensadas é o Projeto de Lei 10.010/2018, de autoria do ex-deputado federal, Nilson Leitão, que trata do procedimento de execução de decisões judiciais em ações possessórias em caso de invasão coletiva, para permitir o uso de força policial nas situações de desforço imediato e criar o crime de esbulho possessório coletivo, com aumento de pena para o esbulho possessório simples.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o substitutivo aprovado, as decisões em ações de manutenção ou reintegração de posse devem ser cumpridas no prazo máximo de 48 horas e se necessário, deve contar com apoio da Polícia Militar ou Federal. O juiz deve determinar medidas como suspensão de serviços públicos na área invadida, remoção de todos os participantes da invasão, notificação à Ouvidoria Agrária Regional do Incra para encontrar área provisória para os removidos, e o envio de um relatório circunstanciado sobre a operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;Infelizmente, temos observado constantes tentativas de relativizar o respeito à propriedade privada no Brasil, seja por meio de propostas normativas que incentivam a coletivização, seja pelo incentivo a movimentos que se dizem sociais, mas que vivem de invasões e crimes conexos, como extorsão, roubo, ameaça e até assassinato. A polícia tem o dever de agir, e o proprietário tem o direito de contar com esse apoio para preservar sua propriedade. Essa é uma medida fundamental para garantir segurança e progresso no país,&#8221; justificou Zucco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O substitutivo também aumenta a pena para esbulho possessório para reclusão de um a quatro anos, e multa. Se o crime for cometido por três ou mais pessoas, a pena é dobrada. Em propriedades rurais produtivas, a pena é aumentada em um terço. E em casos de invasão feita por indígenas em áreas sem conclusão de demarcação, o Poder Público Federal deve indenizar o proprietário não-indígena pelos danos causados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta segue para o Plenário da Câmara dos Deputados.</span></p>
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