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	<title>Infraestrutura e Logística &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Infraestrutura e Logística &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Falta de dragagem no Tapajós pode gerar prejuízo de R$ 850 milhões e elevar emissões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao menos 30 entidades do setor produtivo encaminham nesta sexta-feira (28) um ofício ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) pedindo a mobilização do governo federal para viabilizar a dragagem de manutenção da hidrovia do Rio Tapajós. Segundo as instituições, a falta da intervenção pode provocar impactos de até R$ 850 milhões na cadeia produtiva, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Ao menos 30 entidades do setor produtivo encaminham nesta sexta-feira (28) um ofício ao Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">) pedindo a mobilização do governo federal para viabilizar a dragagem de manutenção da hidrovia do Rio Tapajós. Segundo as instituições, a falta da intervenção pode provocar impactos de até R$ 850 milhões na cadeia produtiva, além de aumentar as emissões de carbono. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento classifica a medida como “urgente” para garantir a navegabilidade da hidrovia. A rota faz parte do chamado Arco Norte, conjunto de corredores logísticos utilizados para o escoamento da produção pelos portos das regiões Norte e Nordeste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os possíveis impactos de uma paralisação da hidrovia, as entidades apontam:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">emissão adicional de 55 mil toneladas de carbono com o direcionamento das cargas para o transporte rodoviário;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aumento de R$ 150 a R$ 250 por tonelada devido ao custo de uma logística alternativa;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">risco de até 5 milhões de toneladas de grãos deixarem de ser escoadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">comprometimento do abastecimento de combustíveis na região de Santarém (PA).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Somente no Rio Tapajós, a movimentação de cargas chegou a 16,8 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 14,3% em relação ao ano anterior. O resultado reforça a importância crescente do corredor para a logística nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior preocupação é com a safra 2026/2027. Cerca de 88% do volume transportado pela hidrovia corresponde a soja e milho, o que torna a rota estratégica para o escoamento da produção do Centro-Oeste, principal região produtora desses grãos. Apenas no primeiro bimestre de 2026, foram movimentadas 2,04 milhões de toneladas de soja e milho. </span></p>
<h2><b>Dragagem, calado e risco de seca</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A dragagem de manutenção consiste na retirada de sedimentos, como areia e outros materiais acumulados no leito do rio, para preservar as condições de navegação. O procedimento está diretamente relacionado ao calado das embarcações, medida correspondente à profundidade da parte do navio que permanece submersa. Quando o nível dos rios cai, diminui também a margem de segurança entre a embarcação e o fundo do canal, limitando a quantidade de carga transportada e, em situações mais críticas, impedindo a navegação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o documento, a preocupação aumenta diante da possibilidade de ocorrência de um El Niño de forte intensidade, fenômeno que pode reduzir as chuvas na região Norte e provocar queda no nível dos rios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As entidades fazem um comparativo com o El Niño registrado entre 2023 e 2024. Naquele período, o déficit de chuvas na Bacia do Tapajós chegou a 80 milímetros no pico da seca, levando o nível do rio a ficar abaixo do mínimo necessário para a navegação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O primeiro quadrimestre de 2026 já mostra um comportamento parecido com o de 2023, o que torna a repetição do problema bastante provável”, afirmam as instituições no ofício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da proximidade da safra, outro fator aumenta a urgência: a janela disponível para a execução da dragagem. De acordo com o documento, o maquinário utilizado na operação precisa começar a ser retirado do rio a partir de setembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto apresentado é que a dragagem de manutenção não tem o mesmo impacto ambiental da dragagem de aprofundamento. A primeira serve para conservar a infraestrutura já existente e não está sujeita à licenciamento ambiental, conforme a Lei Geral do Licenciamento Ambiental.</span></p>
<h2><b>Gastos serão arcados pelo setor privado</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O documento também menciona acordo de cooperação firmado entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Navegação Interior (ABANI), que permite a realização da dragagem de manutenção pelo setor privado. Segundo as entidades, a operação poderia ser executada sem custos para o poder público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O alerta também se estende a outras hidrovias estratégicas, como a do Rio Madeira. “O tratamento tempestivo e continuado dessas hidrovias é essencial para a resiliência do sistema de transporte nacional, e o presente pleito, embora centrado no Tapajós, alinha-se a essa necessidade mais ampla de manutenção permanente das hidrovias brasileiras”, afirmam. </span></p>
<h2><b>FPA já havia alertado governo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O ofício desta sexta-feira reforça uma demanda apresentada anteriormente ao governo federal. A Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) já havia encaminhado documento pedindo providências para garantir a navegação no Tapajós, mas, até o momento, não houve a execução das medidas solicitadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32967 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Tereza-Cristina-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Tereza-Cristina-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Tereza-Cristina-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Tereza-Cristina-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para a vice-presidente da FPA, senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-MS), a ausência de uma solução pode elevar custos logísticos e provocar impactos econômicos e ambientais. “A paralisação da hidrovia coloca milhares de caminhões em rodovias precárias e aumenta as emissões de carbono. Isso é proteger o meio ambiente? É a incoerência total nas políticas de Estado. O resultado é frete mais caro e risco de não escoar a safra, fatores que impactam os custos de produção e os preços para o consumidor”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32969 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Zequinha-Marinho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Zequinha-Marinho-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Zequinha-Marinho-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/08/Zequinha-Marinho-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O coordenador da Comissão de Orçamento da FPA, senador </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3806"><span style="font-weight: 400">Zequinha Marinho</span></a><span style="font-weight: 400"> (Podemos-PA), ressaltou que o ganho não é apenas econômico. “Isso [falta de dragagem] é ruim até para o meio ambiente, porque esses rios, com o tempo, vão se enchendo de areia, prejudicando o leito e, principalmente, o canal. Então, quando eu dou uma drenada nesse rio, que eu tiro o lixo, eu tiro o excesso de areia, eu dou vida ao rio”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com o novo documento, as entidades esperam que o Ministério da Agricultura intensifique a articulação junto à Casa Civil e aos demais órgãos responsáveis para viabilizar a dragagem nos pontos críticos da hidrovia antes do período mais severo de seca.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/19/gasto-com-renegociacao-poderia-proteger-mais-de-r-112-bilhoes-no-seguro-rural/">Gasto com renegociação poderia proteger mais de R$ 112 bilhões com seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/12/congresso-instala-comissao-para-analisar-mp-do-endividamento-rural-em-meio-a-demora-para-acesso-a-renegociacao/">Congresso instala comissão para analisar MP do endividamento rural em meio a demora para acesso a renegociação</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo da USP propõe aperfeiçoamentos no cálculo do piso mínimo do frete</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/26/estudo-da-usp-propoe-aperfeicoamentos-no-calculo-do-piso-minimo-do-frete/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log), da Universidade de São Paulo (USP), indicou ao menos 17 aperfeiçoamentos na metodologia da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC). De acordo com os especialistas, a atual forma de calcular o piso mínimo apresenta distorções e não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Um estudo realizado pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (<a href="https://esalqlog.esalq.usp.br/" target="_blank" rel="noopener">Esalq-Log</a>), da Universidade de São Paulo (USP), indicou ao menos 17 aperfeiçoamentos na metodologia da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC). De acordo com os especialistas, a atual forma de calcular o piso mínimo apresenta distorções e não contempla a diversidade de situações presentes na logística rodoviária brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O conjunto das evidências apresentadas converge para um diagnóstico comum. A metodologia vigente tende a superestimar de forma sistemática os custos regulatórios, sobretudo em operações de maior produtividade e de menor distância”, concluem os pesquisadores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A análise se baseou em quatro eixos de avaliação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>características operacionais:</b><span style="font-weight: 400"> traz adequações relacionadas a custos recorrentes da operação, como jornada de trabalho e consumo de combustível;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>parâmetros de capital e da frota:</b><span style="font-weight: 400"> o estudo propõe ajustes nas bases relacionadas ao custo dos veículos, como o parâmetro referente à idade média dos caminhões e a diferenciação dos pisos conforme a quantidade de eixos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>questões operacionais e de acordos: </b><span style="font-weight: 400">nesse grupo de propostas, as considerações tratam de aspectos mais específicos de alguns tipos de transporte rodoviário, como o frete de alto desempenho e o chamado retorno vazio;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>outras propostas de aperfeiçoamento regulatório:</b><span style="font-weight: 400"> os pesquisadores apresentam sugestões adicionais para a regulamentação, como a criação de uma nova modalidade de contratação. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os parâmetros analisados no primeiro eixo está a carga horária mensal, considerada pelo estudo um elemento central do modelo de custos por influenciar diretamente a produtividade operacional do veículo e a diluição dos custos fixos. Atualmente, a metodologia do piso mínimo adota 181 horas mensais de trabalho. Segundo os pesquisadores, esse parâmetro “sugere subutilização da capacidade operacional do veículo e do próprio tempo legal de disponibilidade do motorista”, o que elevaria o custo unitário do transporte e, consequentemente, o valor calculado do piso do frete.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por isso, a proposta é elevar esse parâmetro para 220 horas mensais, número que estaria mais próximo da jornada efetiva de trabalho dos motoristas. Na simulação realizada na pesquisa, somente essa alteração resultaria em redução média de aproximadamente 7,6% nos valores calculados do piso. Em alguns casos, como no transporte de grãos, a redução poderia variar entre 6,38% e 11,04%, dependendo da distância percorrida e da quantidade de eixos do veículo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A metodologia do piso mínimo também considera a depreciação e a remuneração do capital investido, ou seja, a perda de valor do veículo ao longo do tempo e o custo de oportunidade do dinheiro aplicado no caminhão. Para esse cálculo, a metodologia considera uma vida econômica de sete anos para a composição veicular. O estudo questiona esse parâmetro ao comparar a referência com dados da própria ANTT, que apontam idade média de 16,4 anos para os veículos de tração no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com os pesquisadores, essa diferença também gera valores superestimados do piso mínimo. Com algumas adequações dentro desse parâmetro, como o uso da idade média de 16 anos, o custo do transporte de grãos poderia cair entre 6% e 10%, conforme o trecho percorrido e o tipo de veículo.</span></p>
<h2><b>Setor encaminha sugestões para melhorar regulamentação do piso mínimo </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Entidades do setor produtivo encaminharam à ANTT, nesta quarta-feira (26), um documento com contribuições para a regulamentação da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O envio ocorre durante a tomada de subsídios aberta pela agência, cujo prazo termina nesta quarta-feira (26).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As contribuições estão sendo coletadas pela ANTT e servirão de base para a revisão da resolução que regulamenta a política do piso mínimo, após as recentes alterações promovidas pela Lei 15.485 de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, foram apresentados 15 itens de colaboração. Entre as sugestões está a adoção do custo operacional efetivo como uma das diretrizes da metodologia de cálculo. Na prática, o pedido é para que custos que não representem desembolso efetivo para a realização do transporte sejam retirados da conta.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto trata da contagem do prazo para pagamento do frete. A legislação estabeleceu prazo máximo de 30 dias úteis. O pleito é para que esse período comece a ser contado a partir da entrega da carga no destino. Há receio de que uma contagem iniciada antes da entrega pressione o capital de giro das empresas e possa afetar negociações em diferentes segmentos econômicos. </span></p>
<h2><b>Vetos desagradam setor</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32760 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/senadora-tereza-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/senadora-tereza-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/senadora-tereza-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/senadora-tereza-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A Lei 15.485 de 2026, que alterou a política do piso mínimo do frete, foi aprovada pelo Congresso Nacional após uma articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para mitigar os impactos sobre o setor e, ao mesmo tempo, viabilizar o pleito dos caminhoneiros. “Dentro de uma Casa [Senado Federal] com os mais diversos pensamentos, a gente chegou num texto que eu acho que vai atender aos dois lados”, ressaltou à época a vice-presidente da FPA, senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, ao sancionar a matéria, o presidente da República vetou trechos que haviam sido acordados durante a tramitação. Os vetos ainda não têm data para apreciação, mas parlamentares da bancada já indicam a intenção de recompor o texto aprovado pelo Congresso Nacional.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/19/gasto-com-renegociacao-poderia-proteger-mais-de-r-112-bilhoes-no-seguro-rural/">Gasto com renegociação poderia proteger mais de R$ 112 bilhões com seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/12/arrecadacao-extra-com-royalties-e-tributos-sera-destinada-a-desoneracao-sobre-gasolina-etanol-e-diesel/">Vai à sanção projeto para viabilizar pagamento de subvenção a combustíveis</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/26/estudo-da-usp-propoe-aperfeicoamentos-no-calculo-do-piso-minimo-do-frete/">Estudo da USP propõe aperfeiçoamentos no cálculo do piso mínimo do frete</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa que impulsiona produção de fertilizantes vai à sanção</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/11/programa-que-impulsiona-producao-de-fertilizantes-vai-a-sancao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 21:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Laércio Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agencia.fpagropecuaria.org.br/?p=32915</guid>

					<description><![CDATA[<p>Senadores aprovaram nesta terça-feira (11) o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). O Projeto de Lei 699/2023, prevê mecanismos para ampliar a produção nacional de fertilizantes. Após o aval dos senadores, a medida segue para a sanção presidencial para virar lei. Além de fertilizantes de origem sintética, mineral e orgânica, o Profert também [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/08/11/programa-que-impulsiona-producao-de-fertilizantes-vai-a-sancao/">Programa que impulsiona produção de fertilizantes vai à sanção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Senadores aprovaram nesta terça-feira (11) o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). O Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174878"><span style="font-weight: 400">699/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, prevê mecanismos para ampliar a produção nacional de fertilizantes. Após o aval dos senadores, a medida segue para a sanção presidencial para virar lei.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de fertilizantes de origem sintética, mineral e orgânica, o Profert também abarca remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes. Um dos objetivos centrais da matéria é reduzir a dependência brasileira da importação desses produtos, como lembrou a relatora da matéria no Senado e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil consolidou-se como uma das maiores potências agropecuárias do mundo, mas permanece altamente dependente da importação de fertilizantes, sobretudo dos macronutrientes essenciais à produção agrícola, como nitrogênio, fósforo e potássio. Essa dependência torna o agronegócio brasileiro particularmente sensível às oscilações dos mercados internacionais, às interrupções das cadeias globais de suprimento e às tensões geopolíticas que afetam a produção e a logística desses insumos”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil responde por 8% do consumo mundial de fertilizantes e mais de 80% desse produto é comprado de outros países. A dependência aumenta ao analisar por segmento, sendo que 97,8% dos potássicos e 89% dos nitrogenados vêm de fora do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Há 50 anos atrás o Brasil era importador líquido de alimentos. Em 50 anos nós revolucionamos a agricultura e a produção brasileira e hoje, neste ano, nós devemos passar os Estados Unidos como maiores exportadores de grãos do mundo. Nós vamos fazer essa façanha com terras pobres que precisam de fertilizantes. Isso é uma política de Estado, não de governo”, completou a vice-presidente após a aprovação do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Profert estabelece um percentual de mistura obrigatória de fertilizantes nacionais nos adubos vendidos no país. A definição será feita pelo Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert). No entanto, o projeto propõe uma espécie de calendário com limites para a mistura:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">entre 2% e 10% a partir de julho de 2027, sendo que em 2037, o percentual deve ser de 10%;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">a partir de 2038, os limites devem ser entre 10% e 30%, tendo como base uma análise técnica para atestar a viabilidade do percentual. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">O autor da matéria e integrante da FPA, senador </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/4811"><span style="font-weight: 400">Laércio Oliveira (PP-SE)</span></a><span style="font-weight: 400">, apontou a importância do setor de fertilizantes para a economia brasileira. “Importante destacar que o setor de fertilizantes representa um elo fundamental para diversos segmentos industriais, uma vez que diversos mercados dependem de seus insumos. Dessa forma o investimento e estímulo do setor favorece a economia brasileira em escala elevada, auxiliando no desenvolvimento econômico do País”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra iniciativa da proposição aprovada também garante que o governo poderá criar linhas de financiamento. As condições, como taxas e prazos dessas linhas, serão regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Os critérios de elegibilidade também deverão ser definidos pelo poder Executivo em outra norma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após o encerramento da discussão no Plenário do Senado, Oliveira lembrou da origem da proposta e ressaltou a expectativa de diminuir a dependência estrangeira sobre o tema. “A partir da sanção desse projeto, o Brasil vai ter uma política nacional de fertilizantes com incentivo à indústria nacional para que a gente saia dessa dependência”, indicou o senador</span></p>
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		<title>Marcelo Queiroz assume Comissão de Indústria, Comércio e Serviços e promete foco no crescimento econômico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio e Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com discurso em defesa da união e do fortalecimento do setor produtivo, o deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi eleito nesta terça-feira (14) presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados.  Ele foi escolhido por unanimidade, com 10 votos, e sucede o deputado Beto Richa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Com discurso em defesa da união e do fortalecimento do setor produtivo, o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160161">Marcelo Queiroz</a> (PSDB-RJ), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi eleito nesta terça-feira (14) presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ele foi escolhido por unanimidade, com 10 votos, e sucede o deputado Beto Richa (PSDB-PR), também integrante da bancada, que presidiu o colegiado em 2025 e agora ocupará a 1ª vice-presidência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No primeiro discurso após a eleição, Queiroz classificou como “uma honra e um orgulho” assumir o comando da comissão e afirmou que sua gestão será guiada por uma agenda voltada ao crescimento econômico, com foco em segurança jurídica, estabilidade e geração de empregos. “O Brasil vive um momento de divisão, e o que todos mais precisam é de paz para trabalhar, previsibilidade e condições para investir”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parlamentar também defendeu uma condução pautada pela eficiência e pelo diálogo institucional, independentemente de posições ideológicas ou do calendário eleitoral. Segundo ele, o funcionamento regular da comissão será essencial para garantir resultados concretos ao setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Queiroz afirmou ainda que manterá o colegiado aberto ao diálogo com os diferentes segmentos da economia e reforçou o compromisso com o acompanhamento de políticas públicas voltadas à indústria, ao comércio e aos serviços. “A comissão precisa ser um espaço de debate, fiscalização e avanço de pautas que contribuam para o desenvolvimento do país”, disse.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Trajetória política</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Nascido em 3 de novembro de 1984, no Rio de Janeiro, Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2008, quando disputou pela primeira vez uma vaga como vereador. Foi eleito em 2012 e, à época, tornou-se o mais jovem da legislatura. Ao longo da carreira, também ocupou cargos em secretarias municipais e estaduais no Rio de Janeiro. Em 2022, foi eleito deputado federal com 73.728 votos.</span></p>
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		<title>Frentes debatem compromissos com pautas de logística e infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura e Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Oliveira Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Reinehr]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Petecão]]></category>
		<category><![CDATA[Tião Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil terminou 2025 como o segundo principal exportador mundial de produtos agropecuários com mais de US$ 169,2 bilhões e por pouco não superou os Estados Unidos, que lideram esse ranking. No entanto, um dos gargalos de eficiência são as questões de logística e infraestrutura. Por isso, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Brasil terminou 2025 como o segundo principal exportador mundial de produtos agropecuários com mais de US$ 169,2 bilhões e por pouco não superou os Estados Unidos, que lideram esse ranking. No entanto, um dos gargalos de eficiência são as questões de logística e infraestrutura. Por isso, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos (</span><a href="https://portoseaeroportosfppa.com.br/"><span style="font-weight: 400">FPPA</span></a><span style="font-weight: 400">) se juntaram para discutir compromissos com pautas relacionadas a esses temas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o seminário “AgroPortos 2026”, as bancadas debateram, nesta quarta-feira (8), um documento em que elencam as prioridades e comprometimentos para tornar a infraestrutura brasileira uma política de Estado. A ideia é dar garantias para os investimentos no setor, sejam eles com recursos privados ou públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dos parlamentares, a intenção é que essa discussão seja levada também para os candidatos a governos estaduais e federais para aderirem a esses compromissos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32224 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Daniela-Reinehr-e1775678961840-300x186.jpg" alt="Daniela Reinehr" width="300" height="186" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Daniela-Reinehr-e1775678961840-300x186.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Daniela-Reinehr-e1775678961840.jpg 720w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“O que se propõe aqui é justamente encontrar alternativas que a gente possa oferecer a quem estará à frente do país nos próximos quatro anos, para realmente resolver os problemas que a gente tem; esses gargalos de infraestrutura que são 30% do nosso custo de produção”, disse a vice-presidente de articulação política da FPPA e integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220557"><span style="font-weight: 400">deputada Daniela Reinehr (PL-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na avaliação da Confederação Nacional do Transporte (</span><a href="https://www.cnt.org.br/"><span style="font-weight: 400">CNT</span></a><span style="font-weight: 400">), os projetos de logística em andamento no país “não tem foco de longo prazo”. Por isso, o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, destaca que o momento atual favorece uma união “para fazer uma logística de longo prazo”.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Oportunidade de investimentos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Para o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684"><span style="font-weight: 400">deputado Tião Medeiros (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, o atual cenário brasileiro pode ser visto de duas formas: como um risco ou como uma oportunidade para investimentos. Segundo ele, o Brasil aporta cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, o que é abaixo de outros países como China (13%), Índia (5%) e até mesmo da média dos vizinhos da América Latina (3%). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos aspectos que o parlamentar destacou foi a falta de armazenamento, mesmo com uma produção crescente. De acordo com as últimas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (</span><a href="https://www.gov.br/conab/pt-br"><span style="font-weight: 400">Conab</span></a><span style="font-weight: 400">), o país deve colher 353,2 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/2026, o que representaria um novo recorde. No entanto, uma boa colheita nem sempre corresponde a um bom retorno aos produtores, como pontuou Medeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32223 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-300x236.jpeg" alt="Tião Medeiros" width="278" height="219" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-300x236.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-1024x805.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-768x604.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-750x590.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676-1140x896.jpeg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-e1775679024676.jpeg 1248w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" />“Como a agricultura cresceu, e cresceu muito, a armazenagem estacionou, não conseguiu acompanhar o desenvolvimento do campo. [&#8230;] Quando chega no momento da colheita, o produtor precisa escoar logo, ele não tem como segurar. Aí você tem uma pressão em cima do frete, para escoar rápido. Também tem uma pressão em cima dos terminais que precisam embarcar esses grãos e, ainda, em cima do contratante de navio do armador”, explicou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dos deputados </span><span style="font-weight: 400">Daniela Reinehr</span><span style="font-weight: 400"> e Tião Medeiros, outros membros da FPA estiveram presentes na discussão como o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160600"><span style="font-weight: 400">deputado Arthur Maia (União-BA)</span></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/4560"><span style="font-weight: 400">senador Sérgio Petecão (PSD-AC)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre logística e infraestrutura:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/11/comissao-de-viacao-e-transportes-aprova-criacao-de-programa-de-infraestrutura-rural-sustentavel/">Comissão de Viação e Transportes aprova criação de programa de infraestrutura rural sustentável</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/21/do-emaranhado-de-normas-ao-marco-legal-a-trajetoria-do-licenciamento-ambiental/">Do emaranhado de normas ao marco legal: a trajetória do licenciamento ambiental</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/10/frentes-debatem-compromissos-com-pautas-de-logistica-e-infraestrutura/">Frentes debatem compromissos com pautas de logística e infraestrutura</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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