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	<title>Alimentação e Saúde &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Alimentação e Saúde &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Produtos artesanais: menos burocracia para abrir mercados aos pequenos produtores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitos anos, pequenos produtores rurais enfrentaram dificuldades para comercializar alimentos artesanais além das fronteiras de seus municípios ou estados. Embora produzissem alimentos reconhecidos pela qualidade, tradição e identidade regional, como queijos, mel, embutidos, pescados e derivados lácteos, estavam submetidos a regras sanitárias estruturadas, em grande parte, para estabelecimentos de escala industrial. Nos últimos anos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/07/30/produtos-artesanais-menos-burocracia-para-abrir-mercados-aos-pequenos-produtores/">Produtos artesanais: menos burocracia para abrir mercados aos pequenos produtores</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Por muitos anos, pequenos produtores rurais enfrentaram dificuldades para comercializar alimentos artesanais além das fronteiras de seus municípios ou estados. Embora produzissem alimentos reconhecidos pela qualidade, tradição e identidade regional, como queijos, mel, embutidos, pescados e derivados lácteos, estavam submetidos a regras sanitárias estruturadas, em grande parte, para estabelecimentos de escala industrial.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Nos últimos anos, esse cenário começou a mudar. A partir de iniciativas legislativas defendidas pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o Congresso Nacional avançou na construção de regras compatíveis com as características da produção artesanal, com redução da burocracia, ampliação dos mercados e manutenção dos controles de qualidade e segurança sanitária.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Selo Arte abriu o mercado nacional</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32338 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Um dos principais marcos dessa transformação foi a Lei nº 13.680/2018, originada de projeto do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871?ano=2025">Evair de Melo</a> (Republicanos-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA. A norma criou o Selo Arte e permitiu a comercialização interestadual de produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma artesanal, desde que submetidos à fiscalização sanitária oficial. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A legislação determinou que as exigências para o registro dos estabelecimentos e dos produtos fossem simplificadas e adequadas às dimensões e às finalidades de cada empreendimento. Também estabeleceu que a inspeção e a fiscalização dos produtos com o Selo Arte tivessem natureza prioritariamente orientadora.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Antes da medida, muitos produtores ficavam impedidos de vender seus alimentos fora do estado de origem, mesmo quando atendiam às exigências sanitárias locais. Na prática, a restrição limitava o crescimento dos pequenos negócios e dificultava o acesso dos consumidores a produtos tradicionais de diferentes regiões do país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A regulamentação foi aperfeiçoada pelo Decreto nº 11.099/2022, que autorizou órgãos federais, estaduais, municipais e distritais de agricultura e pecuária a conceder o Selo Arte. O decreto também reforçou que as exigências devem ser simplificadas e proporcionais ao tamanho e à finalidade do empreendimento.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Queijos artesanais conquistam legislação própria</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Outro avanço importante ocorreu com a aprovação da Lei nº 13.860/2019, de autoria dos deputados<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"> Zé Silva (União-MG</a>), integrante da FPA, e<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"> Alceu Moreira (MDB-RS),</a> coordenador Institucional da bancada. A norma estabeleceu regras específicas para a elaboração e a comercialização de queijos artesanais, inclusive os produzidos a partir de leite cru. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lei reconheceu as particularidades dos métodos tradicionais de produção, determinou a simplificação dos procedimentos de controle, fiscalização e rastreabilidade para os pequenos produtores e permitiu a comercialização dos queijos artesanais em todo o território nacional, desde que cumpridas as exigências sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32293 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg" alt="Zé Silva" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Regulamentada em 2022, a legislação também deu origem ao Selo Queijo Artesanal, destinado aos produtos elaborados por métodos tradicionais e vinculados à identidade territorial, regional ou cultural. </span><span style="font-weight: 400">“O Certificado Selo Queijo Artesanal veio quebrar um paradigma, rompeu a grande barreira da comercialização de queijos, estabelecida na década de 50”, afirma o deputado Zé Silva.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32257 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O deputado Alceu Moreira destaca que a medida representa o reconhecimento de uma atividade histórica no país e a valorização da produção familiar. “Estamos falando de um produto que carrega cultura, tradição e identidade regional. A lei garante segurança jurídica ao produtor e permite que o consumidor tenha acesso a um alimento de qualidade, sem abrir mão das características artesanais”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A proposta corrige um dos principais entraves enfrentados pelas pequenas queijarias: a aplicação de exigências concebidas para grandes indústrias a propriedades familiares que produzem em menor escala e preservam métodos tradicionais.</span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Projeto reconhece inspeção municipal</span></h2>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32228 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-150x150.jpg" alt="José Medeiros" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A modernização das regras continua com o Projeto de Lei 2.775/2019, de autoria do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204472">José Medeiros</a> (PL-MT), integrante da FPA. A proposta atualiza as normas para circulação, comercialização, fiscalização e inspeção dos produtos alimentícios artesanais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32253 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em junho de 2026, o projeto foi aprovado pela Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados, com parecer do deputado Daniel Agrobom (PSD-GO), também integrante da bancada. O texto segue agora em análise na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, sob relatoria do deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440?ref=blog.organizacaopaulista.com.br">Pezenti</a> (MDB-SC), coordenador de Meio Ambiente da FPA.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Entre os principais pontos estão o reconhecimento da inspeção realizada por órgãos municipais de saúde pública para viabilizar a comercialização interestadual e a possibilidade de participação dos produtos artesanais brasileiros em feiras, concursos e provas internacionais, mediante autorização simplificada do órgão federal competente.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">José Medeiros defendeu que milhares de pequenos produtores ainda enfrentam obstáculos administrativos que dificultam a expansão de seus negócios. “A legislação deve estimular o empreendedorismo rural e criar condições para que os produtores alcancem novos mercados sem abrir mão da segurança sanitária.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32864 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/img20251104163412640MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Relator da proposta na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220571?ano=2024">Daniel Agrobom</a> destacou que o projeto reduz custos para os pequenos empreendedores, amplia o alcance comercial dos produtos e oferece maior segurança jurídica aos produtores e aos órgãos de fiscalização.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“O novo marco regulatório representa mais um passo na construção de uma legislação moderna, capaz de incentivar a produção artesanal sem impor exigências incompatíveis com a realidade das pequenas propriedades rurais.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A evolução da legislação demonstra que simplificar procedimentos não significa reduzir os cuidados sanitários. O objetivo é criar regras proporcionais à escala de produção, permitir a formalização dos pequenos negócios e abrir novos mercados para alimentos que carregam a tradição e a identidade das diferentes regiões brasileiras.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão de Desenvolvimento Econômico aprova mecanismo para proteger produção nacional de arroz</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/29/comissao-de-desenvolvimento-economico-aprova-mecanismo-para-proteger-producao-nacional-de-arroz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (29), o parecer do deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT) ao Projeto de Lei 690/2026, que autoriza a adoção de restrições temporárias à importação de arroz quando o preço de mercado estiver abaixo do custo de produção nacional. De autoria da deputada Geovania [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (29), o parecer do deputado Rodrigo da Zaeli </span><i><span style="font-weight: 400">(PL-MT) </span></i><span style="font-weight: 400">ao <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3103690&amp;filename=Avulso%20PL%20690/2026">Projeto de Lei 690/2026,</a> que autoriza a adoção de restrições temporárias à importação de arroz quando o preço de mercado estiver abaixo do custo de produção nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De autoria da <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178966">deputada Geovania de Sá</a> (PSDB-SC), a proposta cria um mecanismo de defesa comercial para preservar a atividade produtiva interna diante da concorrência externa. O texto estabelece que a suspensão das importações poderá ocorrer em situações de desequilíbrio de mercado, desde que haja estoque suficiente para garantir o abastecimento interno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No relatório aprovado, Zaeli argumenta que a medida é necessária para assegurar condições justas de concorrência ao produtor brasileiro. “A proposta contribui para a estabilidade do setor agrícola”, afirma, ao destacar que o mecanismo evita também a desestruturação da cadeia produtiva em cenários de preços abaixo do custo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parlamentar sustenta que a preservação da produção nacional de arroz tem impacto direto na segurança alimentar do país, reduzindo a dependência externa e garantindo maior previsibilidade ao mercado interno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria tramita em caráter conclusivo nas comissões e ainda será analisada pela Comissão de Agricultura e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) antes de seguir ao Senado.</span></p>
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		<title>Senado aprova regras para teor mínimo de cacau em chocolates e texto vai à sanção</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/16/senado-aprova-regras-para-teor-minimo-de-cacau-em-chocolates-e-texto-vai-a-sancao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), em regime de urgência, o projeto de lei (PL 1.769/2019) que estabelece percentuais mínimos de cacau em produtos como chocolate e cacau em pó. De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta segue agora para sanção presidencial. O texto define [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), em regime de urgência, o projeto de lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135966">(PL 1.769/2019)</a> que estabelece percentuais mínimos de cacau em produtos como chocolate e cacau em pó. De autoria do senador <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3806">Zequinha Marinho (Podemos-PA)</a>, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a proposta segue agora para sanção presidencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto define parâmetros técnicos para a produção de derivados de cacau e determina que rótulos, embalagens e peças publicitárias informem o percentual total de cacau presente nos produtos, nacionais ou importados. A medida amplia a transparência ao consumidor e fortalece a cadeia produtiva do cacau no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse projeto garante mais clareza para o consumidor e valoriza o produtor brasileiro. Estamos estabelecendo um padrão mínimo de qualidade para o chocolate vendido no país, protegendo quem produz e quem consome”, afirmou Zequinha Marinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria aprovada é um substitutivo da Câmara dos Deputados, relatado no Senado pelo <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5967">senador Angelo Coronel (Republicanos-BA)</a>. O texto original, apresentado por Zequinha Marinho, já havia sido aprovado anteriormente pelos senadores, mas retornou à Casa após alterações feitas pelos deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais pontos, a proposta estabelece que o chocolate deverá conter, no mínimo, 35% de sólidos totais de cacau, sendo ao menos 18% de manteiga de cacau. O texto também limita a adição de outras gorduras vegetais a 5% e fixa critérios para produtos como chocolate ao leite, chocolate branco, cacau em pó e achocolatados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil tem potencial para crescer ainda mais na produção de cacau, e essa regulamentação ajuda a dar segurança jurídica, estimular a indústria e fortalecer toda a cadeia produtiva”, acrescentou o senador.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Produção nacional</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a discussão da matéria, parlamentares destacaram que a iniciativa contribui para valorizar a produção nacional, especialmente o pequeno produtor rural, além de estimular a geração de empregos e reduzir a dependência de importações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Brasil é atualmente o sexto maior produtor mundial de cacau, com destaque para Bahia e Pará, estados que concentram mais de 90% da produção nacional. Segundo dados do setor, o consumo de chocolate no país também tem avançado e já está presente em mais de 90% dos lares brasileiros.<br />
</span></p>
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