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	<title>Reforma Agrária &#8211; Agência FPA</title>
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	<title>Reforma Agrária &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Estado pode assumir custo de georreferenciamento em lotes da reforma agrária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/07/09/estado-pode-assumir-custo-de-georreferenciamento-em-lotes-da-reforma-agraria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:06:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Famílias assentadas em áreas da reforma agrária poderão receber seus títulos de propriedade com mais rapidez e sem custos para o georreferenciamento dos lotes. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o parecer do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) ao Projeto de Lei 1231/2025, de autoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Famílias assentadas em áreas da reforma agrária poderão receber seus títulos de propriedade com mais rapidez e sem custos para o georreferenciamento dos lotes. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o parecer do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) ao Projeto de Lei 1231/2025, de autoria do deputado Nelson Barbudo (PL-MT), que transfere ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a responsabilidade pela execução do serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto altera a sistemática atual ao garantir que o georreferenciamento, requisito essencial para o registro e titulação de imóveis rurais, seja realizado e custeado pelo Incra antes da transferência da propriedade aos assentados. A medida assegura maior celeridade e segurança jurídica no processo de regularização fundiária, além de evitar que famílias de baixa renda arquem com despesas técnicas para obter seus títulos definitivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor, impor esse encargo técnico e financeiro aos assentados compromete toda a política de reforma agrária. “Ao assumir essa responsabilidade, o Incra não apenas desonera as famílias, mas também garante que o serviço seja feito com qualidade, dentro dos padrões exigidos. Isso significa mais agilidade na titulação e mais segurança jurídica para quem vive e produz no campo,&#8221; disse o deputado Nelson Barbudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator ressalta no texto que o Incra já desenvolve, em alguns assentamentos, atividades de georreferenciamento por meio de seus programas internos ou em cooperação técnica com universidades, prefeituras e outras entidades conveniadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Lúcio Mosquini, a proposta reforça o papel do estado na efetivação da política de reforma agrária, ao garantir que os procedimentos técnicos para a titulação dos lotes sejam realizados com responsabilidade pública. &#8220;Essa proposta reduz entraves burocráticos e financeiros que atrasam a titulação definitiva da terra e acelera a inclusão dos assentados no sistema formal de propriedade rural. Estamos apenas formalizando uma prática que já ocorre, mas agora com segurança jurídica e respaldo legal, o que permite planejamento e continuidade das ações do Incra&#8221;, afirmou Mosquini. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Criação de novos assentamentos será condicionada ao cumprimento de índices de ocupação e produtividade</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2025 18:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (7), o parecer do relator, deputado Pezenti (MDB-SC), ao Projeto de Lei (PL 3558/2024). A proposta estabelece critérios para a criação de novos assentamentos rurais, condicionando-os à verificação do cumprimento de índices de ocupação regular e produtividade dos assentamentos já existentes. Segundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (7), o parecer do relator, deputado Pezenti (MDB-SC), ao Projeto de Lei (PL 3558/2024). A proposta estabelece critérios para a criação de novos assentamentos rurais, condicionando-os à verificação do cumprimento de índices de ocupação regular e produtividade dos assentamentos já existentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a coordenadora de Política de Abastecimento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e autora do projeto, deputada Coronel Fernanda (PL-MT), a medida fortalece a produção de alimentos, valoriza o trabalho no campo e impulsiona o desenvolvimento econômico e social do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A reforma agrária representa uma das políticas públicas mais importantes do país e com ela é possível impulsionar a produção de alimentos e fixar o homem no campo, evitando-se o aumento do êxodo rural. Trata-se de uma política que, ao destinar um pedaço de chão para que os trabalhadores rurais possam dele retirar o sustento próprio e familiar, contribui para toda a sociedade brasileira, dando dignidade ao produtor”, explicou.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30280" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/PEZENTI-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/PEZENTI-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/PEZENTI-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/PEZENTI-350x250.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/PEZENTI-1140x815.jpg 1140w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator, deputado Pezenti (MDB-SC), também integrante da FPA, destacou que a criação de novos assentamentos, sem considerar o desempenho dos existentes, resulta não só em desperdício de recursos, como também em prejuízos para os próprios beneficiários, que frequentemente enfrentam carência de infraestrutura, assistência técnica e apoio para viabilizar economicamente seus lotes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A medida proposta não inviabiliza a continuidade da política de reforma agrária, mas impõe uma lógica de avaliação e aprimoramento contínuo. Ela garante que novos assentamentos sejam criados apenas quando houver evidências de que os atuais estão funcionando adequadamente, com ocupação estável e produção efetiva”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Comissão de Agricultura rejeita proposta de penhora de imóveis rurais para reforma agrária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/23/comissao-de-agricultura-rejeita-proposta-de-penhora-de-imoveis-rurais-para-reforma-agraria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:57:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 4522/21, que propõe a penhora de imóveis rurais em execuções fiscais na ausência de dinheiro disponível, foi rejeitado nesta quarta-feira (23) pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A decisão seguiu o parecer do deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 4522/21, que propõe a penhora de imóveis rurais em execuções fiscais na ausência de dinheiro disponível, foi rejeitado nesta quarta-feira (23) pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A decisão seguiu o parecer do deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que considerou a proposta inadequada e prejudicial ao setor produtivo rural.</p>
<p>De acordo com o texto, caso não exista contestação judicial contra a execução, a Fazenda Pública poderá adjudicar o imóvel rural, ou seja, tomar posse do bem em nome da União desde que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) seja consultado e manifeste interesse no prazo de 30 dias.</p>
<p>Para Lupion, o projeto distorce o objetivo da execução fiscal e compromete a destinação equilibrada dos recursos públicos. “Não podemos transformar a execução fiscal em política fundiária”, afirmou.</p>
<p>O relator também destacou que o Brasil já conta com cerca de 90 milhões de hectares destinados à reforma agrária, número superior à área total de produção agrícola do país. “O problema não está na falta de terra, e sim na ausência de políticas de apoio aos pequenos produtores”, pontuou Lupion.</p>
<p>Outro ponto é que a proposta ameaça à segurança jurídica. Segundo o parlamentar, permitir que o estado adjudique propriedades privadas sem garantias claras aos proprietários gera instabilidade no campo e pode desestimular investimentos no setor agropecuário. “O direito de propriedade é garantido pela Constituição. Esse projeto ameaça o equilíbrio entre o direito de propriedade e a função social da terra. A prioridade deve ser o fortalecimento da produção rural, que garante alimentos à mesa dos brasileiros e gera empregos”, concluiu Lupion.</p>
<p>O projeto segue ainda para as Comissões de Finanças e Tributação (CFT); e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</p>
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		<title>Projeto aprovado em comissão permite o uso de imóveis rurais para quitar dívidas com a União</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/27/projeto-aprovado-em-comissao-permite-o-uso-de-imoveis-rurais-para-quitar-dividas-com-a-uniao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:13:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (27), o parecer favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei 3.506/2023, de autoria do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO), foi aprovado pela Comissão de Agricultura (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta, entre outros pontos, altera a Lei nº 13.259, de 2016, e regulamenta o uso de imóveis rurais como forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Nesta quarta-feira (27), o parecer favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei 3.506/2023, de autoria do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO), foi aprovado pela Comissão de Agricultura (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta, entre outros pontos, altera a Lei nº 13.259, de 2016, e regulamenta o uso de imóveis rurais como forma de pagamento de dívidas tributárias inscritas na dívida ativa da União.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator do projeto, deputado Dilceu Sperafico, destacou que a medida representa uma ferramenta inovadora para promover a paz no campo, reduzir prejuízos sociais e fomentar o desenvolvimento sustentável. “A regularização das dívidas fiscais permitirá que os produtores rurais tenham acesso a recursos e possam investir no desenvolvimento econômico das áreas rurais. Paralelamente, a destinação de terras aos agricultores sem-terra é um avanço na redução das desigualdades no campo”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto prevê que os imóveis oferecidos como pagamento sejam avaliados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que verificará as previsões de destino para os agricultores familiares cadastrados no programa de reforma agrária. Além disso, o projeto estipula critérios, como a exigência de que os imóveis estejam livres de ônus e de que o valor da propriedade seja compatível com o débito tributário, permitindo a complementação financeira caso haja diferença.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-29480 " src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini.jpg" alt="" width="707" height="530" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor do projeto, Lúcio Mosquini, a iniciativa busca oferecer uma solução prática para a regularização fiscal dos produtores rurais, ao mesmo tempo em que amplia o estoque de terras disponíveis para a reforma agrária. “Essa medida não só promove a justiça social no campo, como também auxilia o governo na construção de um repositório de terras que, obedecendo às formalidades legais, poderá ser destinado a agricultores familiares”, afirmou o deputado.</span></p>
<p><b>Tramitação</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400">O projeto tramita em regime ordinário e ainda será analisado pelas Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), antes de seguir para o Plenário da Câmara. Caso aprovado, a medida permitirá que o Incra, juntamente com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), conduza o processo administrativo para avaliar, aprovar e destinar os imóveis ofertados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Estamos garantindo um mecanismo que oferece segurança jurídica e contribui para um futuro mais sustentável e equitativo no campo”, concluiu Mosquini.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Proposta protege propriedades produtivas e estabelece critérios objetivos para evitar desapropriações para reforma agrária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/13/proposta-protege-propriedades-produtivas-e-estabelece-criterios-objetivos-para-evitar-desapropriacoes-para-reforma-agraria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 18:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[José Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados deu um passo importante para fortalecer a segurança jurídica no campo ao aprovar o relatório do deputado José Medeiros (PL-MT) sobre o Projeto de Lei 2502/2024. De autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), a proposta protege propriedades produtivas contra desapropriações para reforma agrária e estabelece critérios mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados deu um passo importante para fortalecer a segurança jurídica no campo ao aprovar o relatório do deputado José Medeiros (PL-MT) sobre o Projeto de Lei 2502/2024. De autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), a proposta protege propriedades produtivas contra desapropriações para reforma agrária e estabelece critérios mais claros para a avaliação da produtividade rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor, deputado Rodolfo Nogueira, destaca que a propriedade privada é um pilar fundamental para a prosperidade econômica e a manutenção de uma sociedade justa. “Produtores rurais são penalizados com interpretações subjetivas sobre a função social da propriedade e casos fortuitos ou de força maior não são considerados quando da aplicação dos dispositivos legais relacionados à desapropriação pelo não atendimento do Grau de Utilização da Terra (GUT) e do Grau de Eficiência da Exploração (GEE)”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nogueira ressalta ainda que o projeto deixa claro que a área que já é produtiva já cumpre a sua função social e, portanto, seria insustentável a reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o texto, são insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária a pequena e a média propriedade rural, desde que o proprietário não possua outras propriedades rurais que, somadas, ultrapassem o tamanho de 15 módulos fiscais; a propriedade produtiva, independentemente de seu tamanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda segundo o projeto, para estabelecer que se considera área produtiva e, portanto, insuscetível de reforma agrária, a propriedade deve apresentar Grau de Utilização da Terra (GUT) igual ou superior a 50% nos últimos 10 anos e também Grau de Eficiência na Exploração (GEE) não inferior a 50%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator, deputado José Medeiros, ressalta que a proposta é importante considerando a necessidade de maior proteção da propriedade privada e dos direitos daqueles que, apesar das adversidades, contribuem para a alimentação da nação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Projeto de lei que fortalece a Reforma Agrária é aprovado com apoio da FPA</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/13/projeto-de-lei-que-fortalece-a-reforma-agraria-e-aprovado-com-apoio-da-fpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos para Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma decisão significativa para o setor agropecuário e para a reforma agrária no Brasil, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (13), o relatório favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei Complementar (PLP 163/23), de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), ambos integrantes da Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em uma decisão significativa para o setor agropecuário e para a reforma agrária no Brasil, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (13), o relatório favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei Complementar (PLP 163/23), de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), ambos integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto destina 25% dos valores arrecadados por meio de multas ambientais para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, administrado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O objetivo é canalizar esses recursos para projetos de assentamento rural, reforçando a produção agrícola sustentável e a inclusão social no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse sentido, Sperafico destacou que “a proposta traz uma visão holística, onde ecologia, agropecuária e justiça agrária caminham juntas, e não em oposição, como muitas vezes se apresenta nos discursos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outras medidas, o projeto enfatiza a importância de proteger o meio ambiente ao mesmo tempo em que apoia o setor agrícola brasileiro, reconhecido mundialmente pela alta produtividade e pela preservação de mais de 60% de suas áreas naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta altera a Lei Complementar nº 93, de 1998, que instituiu o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, e a Lei nº 9.605, também de 1998, que trata das sanções em casos de danos ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto de Mosquini, que agora segue para avaliação nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que há tempos defendem políticas de incentivo para a agricultura familiar e o setor agropecuário no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Precisamos de políticas que respeitem o meio ambiente sem comprometer a produção de alimentos e a segurança do trabalhador rural”, afirmou Sperafico. Ele reforçou que o Brasil deve ser visto não apenas como uma potência agrícola, mas como um modelo de sustentabilidade e responsabilidade ambiental. “O destino de uma parcela das multas ambientais para a reforma agrária fortalece a economia rural ao mesmo tempo em que promove práticas agrícolas conscientes e sustentáveis”, concluiu.</span></p>
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		<title>Projeto de lei propõe novas regras para criação de assentamentos rurais no Brasil</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/09/17/projeto-de-lei-propoe-novas-regras-para-criacao-de-assentamentos-rurais-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Fernanda]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), apresentou na última sexta-feira (13), na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei (PL 3558/2024), que visa reformular as diretrizes para a criação de novos assentamentos rurais no Brasil. A proposta, entre outros pontos, estabelece que novos assentamentos só poderão ser criados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), apresentou na última sexta-feira (13), na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei (PL 3558/2024), que visa reformular as diretrizes para a criação de novos assentamentos rurais no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta, entre outros pontos, estabelece que novos assentamentos só poderão ser criados se os projetos já existentes no estado e no município atingirem índices mínimos de ocupação e produtividade. Para que um novo assentamento seja autorizado, por exemplo, 80% dos assentamentos estaduais e 90% dos municipais deverão estar ocupados de forma regular por, no mínimo, dois anos. Além disso, 70% dos lotes já criados precisam ser considerados produtivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Não podemos permitir que o INCRA continue criando assentamentos sem uma regularização clara. O Estado tem o dever de regularizar todos os assentamentos já existentes antes de distribuir novas terras, sem a intenção real de concluir a reforma agrária&#8221;, afirmou Coronel Fernanda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto de destaque no projeto é a exigência de que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) publique, anualmente, em seu site oficial, os índices de ocupação e produtividade de todos os assentamentos, garantindo maior transparência na execução do programa nacional da reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A aprovação desse projeto será um marco na política de reforma agrária, com foco na regularização e na garantia de direitos para os trabalhadores rurais já assentados,” destacou a deputada.</span></p>
<p><b>Correção de falhas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com dados do Incra, cerca de 88 milhões de hectares foram distribuídos desde o início do programa, resultando na criação de mais de 9 mil assentamentos no país. No entanto, segundo a deputada, a falta de produtividade e da ocupação plena dos lotes distribuídos aponta que a política pública tem sido desvirtuada para atender a interesses políticos e eleitorais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;As terras do nosso país não podem ser usadas por alguns políticos de forma eleitoreira. A reforma agrária é um assunto muito sério para virar o balcão de negócios da esquerda. Precisamos de uma solução definitiva que beneficie quem realmente precisa&#8221;, destacou a deputada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Coronel Fernanda ressalta ainda que o projeto servirá como um &#8220;freio de arrumação&#8221; para a política de reforma agrária, estabelecendo critérios mais rígidos para a criação de novos assentamentos, além de promover melhorias nas condições de vida e produtividade dos assentados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A prioridade deve ser dada à infraestrutura, à assistência técnica, ao crédito rural e à seleção criteriosa de beneficiários de imóveis para a vida agrícola,” concluiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
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		<title>Reforma Agrária: com apoio da FPA, comissão barra decreto que favorece movimentos sociais</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/08/14/reforma-agraria-com-apoio-da-fpa-camara-barra-decreto-que-favorece-movimentos-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 18:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assentados]]></category>
		<category><![CDATA[Esbulho possessório]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Titulação de Terras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), o parecer do relator, deputado e presidente da bancada, Pedro Lupion (PP/PR), ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 313/2023, para reverter as mudanças promovidas pelo Decreto nº 11.637/2023, que altera as regras do Programa Nacional de Reforma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), o parecer do relator, deputado e presidente da bancada, Pedro Lupion (PP/PR), ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 313/2023, para reverter as mudanças promovidas pelo Decreto nº 11.637/2023, que altera as regras do Programa Nacional de Reforma Agrária.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O PDL 313/2023, de autoria dos deputados Caroline de Toni (PL-SC) e Ricardo Salles (PL-SP), ambos integrantes da FPA, foi proposto para sustar as alterações promovidas pelo Decreto nº 11.637, que segundo eles não encontra amparo nem na lei que o regulamenta, nem na própria Constituição. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O relator Lupion elogiou a iniciativa dos colegas, destacando que o decreto favorece o uso da Reforma Agrária para fins não republicanos, criando impedimentos para que o produtor obtenha o título definitivo de sua terra. “Com finalidade eleitoreira e demagoga, o decreto cria obstáculos à concessão do título definitivo da terra ao agricultor familiar, beneficiando falsas lideranças de movimentos que se dizem sociais,&#8221; destacou o parlamentar.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Lupion criticou duramente a alteração nos critérios de seleção de beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária, que quadruplicou a pontuação concedida aos acampados. Segundo ele, essa mudança obriga praticamente os agricultores sem-terra a se filiarem a movimentos como o Movimento Sem Terra (MST) e a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL), sob pena de não conseguirem pontuação suficiente para serem selecionados. </span></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-28923 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53921386250_a508c54ee4_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53921386250_a508c54ee4_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53921386250_a508c54ee4_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53921386250_a508c54ee4_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53921386250_a508c54ee4_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA também reforçou que o Tribunal de Contas da União já havia considerado ilegal a concessão de pontuação extra a acampados no processo de seleção. Além disso, mencionou relatórios de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Funai, Incra e MST que revelaram o desvio de recursos públicos e a manipulação de seleções por parte de movimentos sociais e entidades representativas.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O parlamentar também destacou a preocupação com a possibilidade de titulação de terras para associações ou cooperativas, o que vai contra a Lei nº 8.629/93, que proíbe a titulação para pessoas jurídicas. Segundo Lupion, essa medida concede grandes porções de terras a entidades com CNPJs, deixando as famílias assentadas à mercê de líderes ou dirigentes, e impedindo que sejam verdadeiramente proprietárias de suas terras. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“A terra da reforma agrária deve ser prioritariamente destinada a indivíduos, e não a coletivos. Essas mudanças incentivam o esbulho possessório e a formação de acampamentos, desconsiderando as condições desumanas em que muitas famílias vivem”, alertou Lupion.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo o deputado, a suspensão do decreto é uma medida justa, moral e constitucional, compatível com uma Reforma Agrária de Estado. “Somos favoráveis a uma reforma que leve o trabalhador rural brasileiro ao título da terra,&#8221; concluiu Lupion.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Agora, a proposta segue para apreciação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Transferência irregular de lotes adquiridos em Reforma Agrária pode ser considerada crime </title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2019/09/11/transferencia-irregular-de-lotes-adquiridos-em-reforma-agraria-pode-ser-considerada-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 20:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta foi construída pela CPI da Funai/Incra em 2017 e recebeu relatoria favorável do Dep. Celso Maldaner  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (11), o relatório do deputado Celso Maldaner (MDB-SC) ao projeto de lei <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2140098" target="_blank">7.779/2017</a>. A proposta inclui um inciso sobre transferência irregular de lotes adquiridos em programas de Reforma Agrária ao art. 171 do Código Penal, com pena de reclusão, de um a cinco anos, e multa. A matéria segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania.</p>
<p style="font-weight: 400">De acordo com Maldaner, a reforma agrária é, sem dúvidas, uma política necessária. Mas, infelizmente, muitas vezes tem servido de pretexto para o desvio de recursos públicos e destinação de terras da União para pessoas que não se enquadram no perfil de agricultor sem-terra. “O fato de tipificar expressamente a conduta da transmissão irregular desencoraja a atuação de fraudadores, incentivando o trabalho na terra pelo verdadeiro agricultor familiar brasileiro”, destacou o relator.</p>
<p style="font-weight: 400">Para ele, é hora de colocar fim a essas fraudes. “A aprovação dessa proposição é um passo importante para isso, mas deverá vir acompanhada de outras medidas, como o fortalecimento do Incra e a criação de condições dignas para a vida e produção nos assentamentos”, afirmou.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20988" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/09/img20190909191555661MED.jpg" alt="" width="100%" height="667" /></p>
<p style="font-weight: 400">A deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) ressaltou a importância da agricultura familiar. “A agricultura familiar é 80% da agricultura do Brasil. Precisamos fortalece-los para que eles aumentem suas demandas de plantio, tenham condições de vender ainda mais seus produtos e melhorarem a condição do nosso país”, disse a parlamentar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-21010" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/09/lucio-mosquini.jpg" alt="" width="100%" height="667" /></p>
<p style="font-weight: 400">Ao relembrar o trabalho realizado pela CPI da Funai/Incra em 2017, o deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) comentou a construção da proposta. “Aqui estamos tratando de um trabalho que demorou quase um ano para ser efetivado e, ao final, viu-se a necessidade de que seja prevista dentro do Código Penal a proibição da venda dessas terras públicas, ” enfatizou.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2019/09/11/transferencia-irregular-de-lotes-adquiridos-em-reforma-agraria-pode-ser-considerada-crime/">Transferência irregular de lotes adquiridos em Reforma Agrária pode ser considerada crime </a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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