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	<title>Pedro Westphalen &#8211; Agência FPA</title>
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	<title>Pedro Westphalen &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Bancada articula para votar nesta semana endividamento rural e diferencial aos biocombustíveis</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/09/bancada-articula-para-votar-nesta-semana-endividamento-rural-e-diferencial-aos-biocombustiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois projetos devem movimentar os Plenários das Casas Legislativas nesta semana. Um deles é o Projeto de Lei 5.122/2023, que trata do endividamento rural. O texto está previsto para ser analisado nesta quarta-feira (10), no Senado Federal. As articulações têm ocorrido com o objetivo de mobilizar os senadores pela aprovação da proposta e também evitar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Dois projetos devem movimentar os Plenários das Casas Legislativas nesta semana. Um deles é o Projeto de Lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5.122/2023</a>, que trata do endividamento rural. O texto está previsto para ser analisado nesta quarta-feira (10), no Senado Federal. As articulações têm ocorrido com o objetivo de mobilizar os senadores pela aprovação da proposta e também evitar vetos por parte do Executivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que foi construído no Senado é algo viável, que para em pé. A gente precisa garantir isso. Então, peço o apoio de todos para que possamos avançar com esse texto. Isso é extremamente necessário. É o ponto número um dos produtores rurais do Brasil”, disse o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (<a href="https://fpagropecuaria.org.br/">FPA</a>), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR), durante a reunião-almoço da bancada nesta terça-feira (9).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O último parecer do projeto tem enfrentado resistência do Ministério da Fazenda e dos bancos. Entre os pontos questionados estão o uso de recursos de fundos, como o Fundo Social, e a inclusão de dívidas não bancárias. Lupion rebateu as críticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre os fundos, ele defendeu que a alternativa construída representa uma solução para um problema apontado desde o ano passado pela própria Fazenda: a falta de recursos primários para a renegociação das dívidas. Quanto à inclusão de dívidas não bancárias, Lupion destacou que é preciso olhar para a cadeia como um todo, já que parte do financiamento de uma safra não vem apenas dos bancos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A dívida do produtor hoje não é só bancária. A gente tem a bancária, mas tem a dívida com o fornecedor, tem a dívida com a cooperativa, tem a com a cerealista, com a trader. Então, não tem como a gente deixar isso só na dívida bancária, isso não resolve o problema do produtor”, comentou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32585 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Alceu-Moreira-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para o coordenador Institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS), é importante ter um alinhamento para que a medida seja efetiva e não fique apenas no discurso. “É muito importante que não haja demagogia, oportunismo, nem gente querendo se colocar como mocinho e tratar os outros como bandidos. Porque de nada adianta aprovar uma proposta no Senado que não tenha o mínimo de acordo com o governo. Caso contrário, ele veta e nós não teremos o resultado esperado”. </span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-32584 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Pedro-Westphalen-e-Afonso-Hamm.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS) lembrou da situação em que muitos produtores estão. &#8220;Não existe plano B. O produtor rural está efetivamente quebrado&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Produtores do Rio Grande do Sul têm prometido uma mobilização em Brasília (DF) para pressionar pela votação. De acordo com o coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/136811"><span style="font-weight: 400">deputado Afonso Hamm</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS), é preciso garantir os avanços alcançados no texto aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo federal está preparando um substitutivo nos mesmos moldes daquele que tentou apresentar na CAE. Graças à firmeza do senador Renan Calheiros e dos demais senadores, inclusive do senador Jaime Bagattoli e da senadora Tereza Cristina, conseguimos aprovar a ampliação do texto”, destacou. </span></p>
<h2><b>Diferencial para biocombustíveis será incluído em projeto </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que está na pauta da bancada é o Projeto de Lei Complementar (PLP) </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2618177"><span style="font-weight: 400">114/2026</span></a><span style="font-weight: 400">. O texto original garante o uso da arrecadação extra com a alta do petróleo para aplicar benefício fiscal sobre os combustíveis. A intenção é reduzir o custo do produto para o consumidor final, diante da elevação dos preços provocada pela escalada do conflito no Oriente Médio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32586 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Marussa-Boldrin-e1781033163342-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Apesar da intenção, o projeto original não contemplava os biocombustíveis, o que pode ser considerado inconstitucional. A diferenciação competitiva entre etanol, biodiesel e combustíveis fósseis está prevista na Constituição. Por isso, o texto que deve ser apresentado pela relatora e vice-presidente da FPA para a região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-GO), incluirá essa garantia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O diferencial competitivo era uma demanda essencial e crucial para o setor do etanol e do biodiesel, para manter o diferencial do biocombustível em relação ao fóssil. E a gente conseguiu colocar isso&#8221;, afirmou Boldrin ao comentar sobre as negociações com o governo sobre o PLP. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32587 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/Arnaldo-Jardim-e1781033225691-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na mesma linha, o vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim</span></a><span style="font-weight: 400"> (Cidadania-SP), ressaltou que esse ponto não representa um benefício adicional aos biocombustíveis. “O parecer da relatora vai no sentido de recompor o diferencial. Não é favorecimento. É para que os biocombustíveis tenham condições de enfrentar essa questão”, defendeu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa da bancada é de que o texto seja apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (10). Depois de aprovada, a proposição seguirá para o Senado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre o endividamento rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/01/inadimplencia-aumenta-em-meio-a-tentativa-do-governo-de-barrar-renegociacao/">Inadimplência aumenta em meio a tentativa do governo de barrar renegociação</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/renegociacao-de-dividas-e-aprovada-em-comissao-do-senado-e-entra-na-reta-final-para-virar-lei/">Renegociação de dívidas é aprovada em comissão do Senado e entra na reta final para virar lei</a></p>
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		<title>Renegociação de dívidas é aprovada em comissão do Senado e entra na reta final para virar lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pleitos que ganhou força no setor agropecuário nos últimos anos está perto de ser atendido. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta legislativa que abre caminho para renegociação das dívidas dos produtores rurais. O Projeto de Lei 5.122/2023 traz mecanismos para a prorrogação desses débitos com condições de juros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Um dos pleitos que ganhou força no setor agropecuário nos últimos anos está perto de ser atendido. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta legislativa que abre caminho para renegociação das dívidas dos produtores rurais. O Projeto de Lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5.122/2023</a> traz mecanismos para a prorrogação desses débitos com condições de juros e prazos mais acessíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria atende produtores de todo o Brasil que hoje vivem uma situação de “tempestade perfeita” contra a produção agropecuária. Juros altos, preços de commodities baixos, aumento dos custos de produção e frustrações de safras devido a intempéries climáticas são alguns dos fatores que explicam o cenário dos produtores. </span><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/18/produtores-pedem-socorro-e-apostam-em-projeto-no-senado-nao-estamos-negando-pagar-divida-estamos-pedindo-ajuda-para-respirar/"><span style="font-weight: 400">“Não estamos negando pagar dívida, estamos pedindo ajuda para respirar”</span></a><span style="font-weight: 400">, relataram alguns produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O colegiado deu aval positivo nesta quarta-feira (27) para que o projeto siga, agora, para o Plenário do Senado, em regime de urgência. O texto aprovado tem alterações em relação ao que saiu da Câmara dos Deputados, como por exemplo, a ampliação das fontes de recursos para viabilizar a repactuação das dívidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das rodadas de negociação com o governo federal através do Ministério da Fazenda, não houve um acordo pleno. A última proposta enviada pela pasta foi considerada insuficiente e limitada, já que não atendia uma grande parcela dos produtores rurais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também falou sobre essas tratativas foi a vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-MS). Segundo ela, não foi o texto ideal, mas “foi o possível”. Ela também lembrou que nem tudo proposto pela Fazenda foi rejeitado. “O que veio ontem deixa de fora uma gama enorme de produtores que não deram causa a essa situação. E nós temos um problema de tempo, devido as parcelas em vencimento”, disse ao lembrar da última proposta enviada pelo governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32534 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1-300x200.jpg" alt="Pedro Lupion" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Lupion-3-1.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Com esse cenário, a FPA também vem se preparando para possíveis represálias do governo, como alertou o presidente da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Já se fala dentro desse corredor a possibilidade de desqualificar os recursos do Plano Safra para pagar essa conta do que acabamos de aprovar. [&#8230;] Nós demos um passo extremamente importante. Estamos alertando aqui hoje que não aceitaremos, de maneira alguma, que isso seja desqualificado ou desmontado. Vamos trabalhar pela votação no Senado e, depois, pela aprovação na Câmara do texto aprovado aqui, para que possamos dar um alento e uma solução ao endividamento dos nossos produtores”, comentou após a aprovação na CAE.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Linha especial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta cria uma linha específica com recursos do Fundo Social (FS) e do superávit de outros fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda. Também poderão compor essa linha outras fontes indicadas pelo Executivo. Um dos pedidos do governo foi de que não houvesse um limite dos valores, o que foi acatado no texto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto às condições para a linha, o projeto indica que o limite para a tomada será de R$ 10 milhões por produtor, podendo chegar a R$ 50 milhões em caso de associações, cooperativas ou condomínio de produtores. Já as taxas de juros devem ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">3,5% ao ano para produtores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e pequenos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">5,5% ao ano para produtores do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e médios;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">7,5% ao ano para os demais produtores. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto ao prazo, serão três anos de carência e 10 anos para pagamento. Em casos extraordinários, esse tempo pode chegar a 15 anos — os critérios serão definidos em regulamentação posterior. Já as garantias são as usuais na tomada de crédito rural. Garantias adicionais estão proibidas, exceto quando elas ultrapassarem os valores regulamentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto importante diz respeito às dívidas que poderão entrar na renegociação. Nesse sentido, houve uma ampliação do alcance da proposta, já que estão contempladas as operações contratadas até 31 de dezembro de 2025, com parcelas vencidas ou vincendas, incluindo aquelas já renegociadas. Além das operações de crédito rural, as Cédulas de Produto Rural (CPRs) também poderão ser renegociadas por meio da linha especial do Fundo Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para poder acessar os recursos dessa linha, o produtor deve se enquadrar em pelo menos uma dessas condições:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ter registrado perdas em duas ou mais safras de no mínimo 30% da produção no período de 2019 a 2025 — mediante apresentação de laudo;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimento financiado deve estar localizado em um Município que tenha declarado estado de calamidade pública ou situação de emergência entre 2019 e 2025, com reconhecimento do governo federal ou estadual, motivado por alguma intempérie climática;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimento financiado estar localizado em um Município que registrou pelo menos duas perdas de produção de no mínimo 20% do rendimento médio da produção. Essas perdas devem ser em ao menos duas das três principais atividades agrícolas do Município e no período de 2019 a 2025;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">empreendimentos em cidades que o percentual de dívidas com mais de 90 dias de atraso e de dívidas renegociadas supere 10% do total da carteira de crédito rural do Município na data de 31 de dezembro de 2025;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">produtor que comprovar dificuldade de fluxo de caixa devido a perdas de safras anteriores decorrentes de intempéries climáticas entre 2019 e 2025. Também entram como justificativa, impactos econômicos de conflitos geopolíticos internacionais que acarretaram em perdas de receitas e aumento dos custos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Também ficam proibidas normativas infralegais, como resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), que restrinjam o que está previsto no projeto. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-jnews-750x375 wp-image-32531 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Tereza-Cristina-e-Renan-Calheiros-640x375.jpg" alt="Tereza Cristina e Renan Calheiros" width="640" height="375" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Autorizações para novas linhas de crédito </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A redação aprovada na CAE também incorpora dispositivos que permitem ao governo federal ampliar os mecanismos de apoio à renegociação. Um deles autoriza o Tesouro Nacional a emitir títulos para viabilizar o alongamento de dívidas não contempladas pela linha especial. Essas emissões deverão observar os limites das metas fiscais previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também autoriza o governo a criar linhas de crédito adicionais à linha especial. A regulamentação ficará a cargo do CMN, mas alguns parâmetros deverão ser observados, como prazo de pagamento de até 13 anos, com possibilidade de ampliação por mais cinco anos em casos específicos, e taxas de juros de 6% para beneficiários do Pronaf, 8% para beneficiários do Pronamp e 10% para os demais produtores.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Emendas aumentam recursos e transparência</span></h2>
<p>O relatório final do senador Renan Calheiros também acolhe sugestões apresentadas por parlamentares da FPA. É o caso da emenda da senadora Tereza Cristina, que autoriza o aporte de recursos da União em um fundo garantidor para cobrir operações de crédito rural contratadas por produtores afetados por eventos climáticos adversos. A medida também permite a participação no fundo de produtores, bancos, instituições financeiras e governos estaduais e municipais.</p>
<p>A iniciativa pode ampliar o volume de recursos disponíveis para financiamento, já que esse fundo passa a atuar como garantia para as operações dos produtores. Estimativas iniciais indicam que, a depender do volume aportado, a alavancagem pode chegar a R$ 200 bilhões.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra emenda da senadora acatada no relatório garante mais transparência às ações de socorro aos produtores. O governo federal deverá apresentar um relatório com a execução das medidas de apoio, a ser disponibilizado em até 180 dias após o prazo final de contratação da linha de crédito.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Parlamentares celebram aprovação</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32532 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Alceu-Moreira-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros membros da FPA comemoraram o andamento do projeto de lei na CAE. O coordenador Institucional da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-RS), ressaltou o papel do relator, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-AL), em ser um mediador do tema e ouvir as demandas dos produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje nós aprovamos um projeto de lei que não é um projeto para resolver este episódio que nós estamos vivendo na agricultura brasileira. O senador Renan Calheiros acaba de ser relator de um projeto que inaugura um outro modelo de financiamento, com outros fundos, para o agro brasileiro. Agora teremos recursos das fontes mais diversas”, ressaltou. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32533 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-e1779906406591-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O gaúcho e integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS), salientou a importância do andamento da proposta. “Esse projeto é uma esperança para quem quer pagar a conta e sempre pagou a conta, o produtor rural. Aliás, é o único setor que cresceu verticalmente no Brasil, mas que neste momento está na UTI, está entubado. É necessário que o Estado brasileiro estenda a mão na velocidade que o produtor precisa para ele continuar produzindo”, disse.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/26/credito-mais-restrito-ameaca-investimentos-no-campo-e-acende-alerta-para-proxima-safra/">Crédito mais restrito ameaça investimentos no campo e acende alerta para próxima safra</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/25/endividamento-avanca-no-campo-apos-juros-altos-perdas-climaticas-e-queda-da-renda/">Endividamento avança no campo após juros altos, perdas climáticas e queda da renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/dia-do-agro-bancada-articula-avanco-de-projetos-estrategicos-para-o-setor-produtivo/">Dia do Agro: bancada articula avanço de projetos estratégicos para o setor produtivo</a></p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:50:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026 trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2618177"><span style="font-weight: 400">114/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar os produtores pode ser incluído no substitutivo da proposta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto foi um dos pontos discutidos na reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) desta terça-feira (5). Segundo o presidente da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, esse superávit extraordinário pode ser bem empregado não apenas para mitigar os efeitos da elevação dos combustíveis, mas em outras necessidades, como das renegociações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O ganho bruto da União com a alta do petróleo, com royalties, dividendos da Petrobras, tributos federais e o imposto de exportação, dá exatamente R$ 128,7 bilhões&#8221;, comentou </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400">, ao falar sobre levantamento feito pela FPA sobre o assunto. Ainda conforme os dados, mesmo descontando as renúncias fiscais com o diesel e com os demais combustíveis, sobrariam para a União R$ 41,2 bilhões até o final do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vice-presidente da Região Centro-Oeste da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">, está com a relatoria do PLP 114/26. Ela explicou que a ideia não seria impor a destinação, mas abrir a possibilidade de que parte desse recurso tenha a finalidade de abarcar as dívidas rurais. Ainda conforme a parlamentar, isso traria mais uma alternativa ao Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, em discussão no Senado e que aborda o tema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A senadora Tereza trouxe a sugestão para que a gente pudesse utilizar esses recursos extraordinários em paralelo ao projeto que está tramitando lá no Senado, relatado pelo senador Renan Calheiros. Vou apresentar esta possibilidade no nosso texto, além de incluir  o Seguro Rural”, acrescentou Boldrin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada complementou indicando que outros pontos também devem estar presentes no relatório final, ainda sem uma previsão para ser apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados. Entre eles está um dispositivo para garantir que os biocombustíveis continuem com benefícios fiscais mais favoráveis em relação aos combustíveis fósseis. Na prática, a medida será para garantir que a renúncia fiscal dada na gasolina e no diesel seja aplicada também, de forma proporcional, ao etanol e ao biodiesel, mantendo esses produtos renováveis mais atrativos. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projeto do endividamento segue em negociação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No encontro desta terça, a vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, atualizou a bancada sobre o andamento das articulações sobre o PL 5.122/2023. As equipes técnicas da senadora e do relator, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400"> , se reuniram com integrantes do Ministério da Fazenda na última quinta-feira (30) para tratar do assunto. No entanto, ainda não há um consenso entre o governo e os parlamentares sobre a origem dos recursos para a renegociação da dívida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O que o governo está trazendo para a gente é o que sobrou do dinheiro que não conseguiram aplicar do Plano Safra passado, R$ 82 bilhões. Esse é o montante, mas também não é suficiente. Que esse volume venha, mas nós precisamos no mínimo de R$ 180 bilhões&#8221;, disse a senadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, as equipes tentam encontrar fontes para suprir a necessidade. O Fundo Social do Pré-sal, o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) e também os recursos extras da alta do petróleo — tratados no PLP 114/26 — estão entre as possibilidades em estudo. A intenção é colocar o projeto 5.122/23 em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima semana, informou Tereza Cristina. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-32384 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Conflito no Oriente Médio já soma mais de R$ 7 bilhões em custos para o agro brasileiro</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Uma temática relacionada ao aumento dos preços dos combustíveis é a alta nos custos operacionais do agro no Brasil. Segundo dados da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (</span><a href="https://www.farsul.org.br/"><span style="font-weight: 400">Farsul</span></a><span style="font-weight: 400">), o custo extra com a subida do diesel nos últimos meses chega a R$ 7,2 bilhões, sem contar gastos com logística. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós observamos que a cada R$ 0,25 que o preço do diesel aumenta o custo para o produtor rural lá na ponta é de R$ 1,3 bilhão”,apontou o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, que participou da reunião-almoço e apresentou o estudo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o especialista lembrou que esse cenário tende a agravar a realidade do produtor rural, que já está impactado com dívidas. “Nós tivemos um aumento de 23% no preço do diesel. Isso traz uma preocupação não só para a colheita da primeira safra, como o plantio e a colheita da segunda safra e no plantio da primeira safra de 2026/2027”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar do quadro grave, o economista também apontou que a situação traz oportunidades para o Brasil. A principal é o aumento das misturas obrigatórias — de 32% do etanol na gasolina e de 16% de biodiesel no diesel. Ele explicou que um impulsionamento das misturas pode, por exemplo, aumentar o esmagamento de soja no Brasil e agregar valor à soja, fazendo com que a commodity brasileira fique mais valorizada também no mercado internacional de exportação. </span></p>
<p><strong>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32385 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg" alt="Sérgio Souza" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />&#8220;O agro hoje é símbolo de segurança energética. E aqui nos dá garantia de perenidade na produção de grãos, porque se não fosse a produção de energia estaríamos comercializando soja a R$ 90, a saca de milho a R$ 25 no Mato Grosso. Então trouxe um novo mercado&#8221;, acrescentou o coordenador da Comissão Tributária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sérgio Souza (MDB-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32390  alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg" alt="Jaime Bagattoli" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Esse projeto [PLP 114/2026] é muito importante. O governo tem que entender que nós precisamos, praticamente, quase zerar os impostos para ser competitivo nas condições que está o petróleo hoje”, destacou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32386 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Nós temos que superar os problemas burocráticos e ambientais. Na minha cidade, Cruz Alta (RS), nós temos três cooperativas que se uniram para fazer uma empresa de biocombustível, e não há jeito de conseguir a licença ambiental. No momento em que se agoniza com esse conflito no Irã, ter esses obstáculos é incompreensível e inaceitável”, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre endividamento rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/28/nao-ha-porque-lancar-plano-safra-se-o-produtor-rural-nao-tem-como-acessar-credito-destaca-alceu-moreira-sobre-endividamento/">“Não há porque lançar Plano Safra se o produtor rural não tem como acessar crédito”, destaca Alceu Moreira sobre endividamento</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a></p>
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		<title>Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:07:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tião Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), André de Paula.  O chefe da pasta foi recebido na reunião da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">MAPA</span></a><span style="font-weight: 400">), André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O chefe da pasta foi recebido na reunião da bancada realizada nesta terça-feira (14). Durante o encontro, a bancada apresentou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/143632"><span style="font-weight: 400">Dep. Domingos Neto (PSD-CE)</span></a><span style="font-weight: 400">, integrante da FPA, como solução para parte do endividamento que atinge produtores rurais em diversos estados brasileiros. Entre os pontos colocados na matéria, está a utilização do Fundo Social para criar uma linha de crédito específica de repactuação de dívidas rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e será relatado pelo </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400">. Na última semana, a vice-presidente da FPA na Casa Alta, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400"> articulou uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3830"><span style="font-weight: 400">senador Davi Alcolumbre (União-AP)</span></a><span style="font-weight: 400">, e o relator para expor a atual situação do setor e avançar com o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A solicitação dos parlamentares agora é para que a pasta da Agricultura também reforce essa articulação dentro do próprio Executivo. A proposta pode disponibilizar aproximadamente R$ 30 bilhões para a linha de financiamento, no entanto, o valor já é visto como insuficiente para o atual nível de endividamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós estamos dando todo o apoio necessário para que o projeto tenha celeridade, inclusive pedimos ao ministro o apoio institucional do governo para que a gente consiga achar minimamente um alento. Vamos lembrar que os R$ 30 bilhões que estão previstos no PL 5.122 já são completamente insuficientes para o tamanho do problema enfretado”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.  </span><span style="font-weight: 400">  </span></p>
<p><b>A FPA entregou ao ministro um ofício com os pleitos do setor junto ao MAPA:</b></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação para revisar as resoluções do </span><span style="font-weight: 400">Conselho Monetário Nacional (CMN)</span><span style="font-weight: 400"> que conferem restrição ao crédito rural com base exclusiva no PRODES;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Assegurar que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) siga apenas com função consultiva e técnica, sem sobrepor regulações atribuídas ao MAPA ou outros órgãos competentes, em respeito ao Marco Legal de Pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definir um cronograma de das regulamentações envolvendo a Lei de Pesticidas, a Lei do Autocontrole e a Lei dos Bioinsumos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Ampliação do Plano Safra de modo que torne o acesso ao crédito mais fácil para pequenos e médios produtores;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir soluções estruturantes sobre o endividamento rural, tendo como foco a renegociação das dívidas rurais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação junto ao Ministério da Fazenda para publicação da lista complementar de insumos agropecuários com redução de 60% nas alíquotas do IBS e CBS;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Participação ativa nas discussões sobre a atualização da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras para defender posicionamento técnico sobre as espécies com relação econômica;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Suspensão ou revisão da portaria que traz exigências sobre a classificação e comercialização de morangos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Articulação nas negociações sobre o Regulamento Europeu de Desmatamento (EUDR), da União Europeia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Maior participação do setor produtivo nas negociações de acordos comerciais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Esclarecimento sobre as portarias do Mapa que tratam sobre a rastreabilidade de pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Revisão da norma que instituiu a Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de grãos de modo que a certificação continue sendo opcional e contratual, sem a imposição do Estado;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definição de um cronograma claro sobre os anúncios envolvendo o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (SISPA);</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Aprimoramento das regulamentações de uso de drones na agropecuária, tendo como objetivo segurança jurídica, viabilidade e defesa da tecnologia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir junto com os demais órgãos competentes do governo uma solução normativa para indenização de serviço voluntário em folga remunerada aos auditores fiscais federais agropecuários. </span></li>
</ol>
<h2><b>Ministro fala em reaproximação com a bancada</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">André de Paula ouviu dos parlamentares a demanda por uma maior participação da FPA nas decisões que tratam sobre políticas públicas para o setor. Uma sugestão dada pela ex-ministra da Agricultura, Sen. Tereza Cristina, foi a manutenção de encontros periódicos entre a bancada e a gestão do ministério.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32250 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“Todo governo, seja ele de que matiz for, enfrenta problemas, porque a agricultura tem necessidades e o cobertor é curto. Outras áreas também têm as suas demandas, e esse embate é necessário. Mas, quando o senhor tem uma frente como essa, ajudando a remar para a frente, facilita muito a vida”, disse a parlamentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ministro afirmou que vai acolher a iniciativa. “Eu tenho disposição para isso e  vou conversar com o presidente [da FPA] Pedro para que a gente construa essa possibilidade”, destacou André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da questão do crédito e do endividamento, o vice-presidente da FPA na Câmara, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">, fez ainda outro apelo ao ministro. Ele enfatizou a necessidade de uma “implantação radical” do Código Florestal. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32251 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós falamos das restrições de crédito via PRODES e é urgente. São problemas que vão surgindo porque não há essa matriz da análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, comentou Jardim ao lembrar do problema com as resoluções do Conselho Monetário Nacional responsáveis pela restrição de acesso ao crédito rural para produtores que estão em situação ambiental regular. </span></p>
<p><b>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32256 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Você, André de Paula, falou uma coisa que me deixou muito feliz de ouvir: ‘respeito aos demais colegas, mas nós temos que defender o agro’. E é isso que estamos sentindo falta no Ministério da Agricultura: uma atuação mais proativa”, disse o coordenador de Defesa Agropecuária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160758"><span style="font-weight: 400">deputado Domingos Sávio (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32257 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />&#8220;Hoje, o que precisamos do Ministério da Agricultura, é salvar o ente produtivo chamado produtor rural, de qualquer tamanho. Ser salvo como célula produtiva. Ele não é um caloteiro, não é um mau caráter. Ele só não conseguiu produzir porque as condições oferecidas para ele são completamente adversas&#8221;, indicou o coordenador Institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32254 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Independente do governo, a gente precisa avançar. A gente precisa cuidar de quem está devendo, de quem está desesperado, pagando as contas dos filhos, e vive da agropecuária&#8221;, pontuou a vice-presidente da região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (MDB-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32253 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg" alt="" width="117" height="117" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" />&#8220;O senhor disse que gostaria de deixar uma marca na sua gestão, que espero, seja muito profícua. Que a sua marca seja então para melhorar o PSR, para dar Seguro Rural a milhões de produtores&#8221;, destacou o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Pezenti (MDB-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32255 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“As novas regras do Prodes precisam ser revistas com urgência. É uma medida contraditória, que fere o processo legal e dificulta o acesso ao crédito rural, impactando diretamente o agro brasileiro&#8221;, afirmou o 2º vice-presidente da FPA no senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32263 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu diria que, tirando o café hoje no Brasil, todos os outros segmentos estão com muita dificuldade de fazer a próxima safra. É o momento, ministro, do projeto 5122/2023. Nós, mais do que nunca, precisamos desse legado para as gerações futuras&#8221;, comentou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32261 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu não tenho dúvida de que nós vamos precisar pensar numa repactuação das condições de endividamento dos produtores rurais. E a gente espera muito um Plano Safra com volume de recurso suficiente e com uma quantidade de equalização de juros que possa baixar o principal custo do produtor rural, que é esse custo do financiamento, para que ele possa sobreviver&#8221;, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178905"><span style="font-weight: 400">deputado Fabio Garcia (União-MT)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32262 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Se eu pudesse, ministro, dizer algo para o senhor sair daqui com uma única missão, eu diria para tentar convencer o ministro Dario, o presidente Lula, de dar um quinhão do orçamento público correspondente à importância que a agropecuária tem&#8221;, solicitou o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684"><span style="font-weight: 400">deputado Tião Medeiros (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32259 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Também existe outro projeto de lei (PL 320/2025), de autoria do senador Heinze e eu fui designado relator, e trata exclusivamente da securitização, uma espécie de um Refis do campo. Eu queria aqui me prontificar junto à FPA e aos colegas do Senado Federal para que nós possamos ser céleres na tramitação desse projeto, o que eu acho que é convergente com o PL 5122”, disse o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5385"><span style="font-weight: 400">senador Irajá (PSD-TO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32252 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“A gente tem inúmeros desafios: é o leite, a banana, a cebola, o morango, o alho. Nós estamos com inúmeros problemas nessas áreas. Mas gostaria de pedir uma atenção especial, principalmente, no nosso leite; que a gente já vem há muito tempo trabalhando e está ficando cada vez mais difícil para o produtor”, afirmou a vice-presidente da FPA para a Região Sudeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/107970"><span style="font-weight: 400">deputada Ana Paula Leão (PP-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/09/deputados-aprovam-melhorias-em-leis-para-resguardar-biocombustiveis/">Deputados aprovam melhorias em leis para resguardar biocombustíveis</a></p>
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		<title>Endividamento rural mobiliza Congresso e acelera propostas de securitização em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:02:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A crise de endividamento no campo, agravada por estiagens sucessivas e eventos climáticos extremos, com impacto especialmente severo no Rio Grande do Sul e também em estados como Mato Grosso do Sul, pautou a atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ao longo de 2025. A bancada articulou uma agenda legislativa voltada tanto a medidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31729 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png" alt="" width="140" height="175" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png 240w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-819x1024.png 819w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-768x960.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-750x938.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo.png 1080w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /> A crise de endividamento no campo, agravada por estiagens sucessivas e eventos climáticos extremos, com impacto especialmente severo no Rio Grande do Sul e também em estados como Mato Grosso do Sul, pautou a atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ao longo de 2025. A bancada articulou uma agenda legislativa voltada tanto a medidas emergenciais quanto a soluções estruturais, com foco na securitização e na renegociação de passivos, além da criação de linhas especiais de crédito e da revisão de entraves regulatórios no financiamento rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda no primeiro semestre, integrantes da FPA se reuniram com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para apresentar as demandas dos produtores gaúchos, fortemente afetados por perdas de safra. Parlamentares reforçaram que a crise exigia respostas imediatas, mas também instrumentos capazes de garantir previsibilidade no médio e longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Zucco (PL-RS) destacou que “o agro precisa de ações imediatas, mas também de planejamento”, ressaltando que a situação no Rio Grande do Sul exige responsabilidade e compromisso com quem produz. Já o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), coordenador de Seguro Rural da FPA, levou ao Mapa a necessidade de prorrogação das dívidas com vencimento em 2025 e defendeu a securitização como alternativa para dar fôlego financeiro aos agricultores.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28865" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240710120525502MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240710120525502MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240710120525502MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240710120525502MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240710120525502MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Coordenador da Comissão Trabalhista da bancada, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) afirmou que o produtor rural não pode continuar arcando sozinho com riscos cada vez mais frequentes. Para ele, é fundamental garantir mecanismos de proteção que permitam a continuidade da atividade produtiva diante de eventos climáticos extremos.</span></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Debate avança no Senado</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">O tema ganhou força no Senado Federal em maio, quando a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), presidida pelo senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), aprovou o Projeto de Lei 320/2025, de autoria do senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS). A proposta trata da renegociação de dívidas rurais contraídas por produtores afetados por desastres climáticos entre 2021 e 2025.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-27740" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k.jpg" alt="" width="2047" height="1365" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k.jpg 2047w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-1536x1024.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/01/53040937249_1cc6026f04_k-1140x760.jpg 1140w" sizes="(max-width: 2047px) 100vw, 2047px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto prevê a conversão dessas dívidas em títulos garantidos pelo Tesouro Nacional, com limite global de R$ 60 bilhões, prazo de até 20 anos, carência de três anos e condições diferenciadas de juros. O projeto recebeu parecer favorável do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e foi encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Heinze ressaltou que a iniciativa não representa perdão de dívidas, mas a criação de condições reais para que o produtor continue na atividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado, também defendeu a proposta, destacando que muitos produtores estão endividados não por má gestão, mas por perdas sucessivas causadas por eventos climáticos. Uma semana depois, nova audiência pública na CRA reforçou a urgência do tema. Heinze alertou que o produtor gaúcho “não aguenta mais esperar”, enquanto Mourão cobrou do Executivo uma resposta concreta para equacionar os débitos rurais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29559 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-11.02.18-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-size: 12pt"><b>Audiência na Câmara e cobrança ao Executivo</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Agricultura (CAPADR) recebeu o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em audiência pública solicitada por parlamentares da FPA, como Daniela Reinehr (PL-SC), Evair Vieira de Melo (PP-ES) e Zucco (PL-RS), para discutir medidas emergenciais e soluções estruturais para o endividamento no campo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29498" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20241128123003782MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20241128123003782MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20241128123003782MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20241128123003782MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/img20241128123003782MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o debate, Rodolfo Nogueira, presidente da CAPADR, defendeu que a securitização fosse tratada como prioridade. Zucco criticou a falta de respostas efetivas e alertou para o impacto social da crise. Daniela Reinehr destacou a sucessão de dificuldades enfrentadas pelo produtor rural, citando desde a gripe aviária até os efeitos do clima. Evair Vieira de Melo ampliou o debate para gargalos de infraestrutura e segurança no meio rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vice-presidente da FPA na Região Sul, Caroline de Toni (PL-SC), defendeu respostas objetivas e concretas para o produtor. Já o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) cobrou maior clareza e efetividade das ações do governo. Afonso Hamm reforçou que os produtores não pedem anistia, mas o alongamento das dívidas em condições viáveis.</span></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Crédito emergencial aprovado</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda em maio, o Plenário da Câmara aprovou o Projeto de Lei 5122/2023, relatado por Afonso Hamm, que autoriza renegociação, descontos e cria uma linha especial de financiamento para produtores afetados por eventos climáticos extremos entre 2020 e 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Parlamentares da FPA destacaram o caráter emergencial da medida. O deputado Alceu Moreira, coordenador institucional da bancada, ressaltou o desenho técnico da proposta e afirmou que o fundo será ressarcido. Marcel Van Hattem classificou a votação como histórica, enquanto Pedro Westphalen (PP-RS) chamou atenção para as graves consequências sociais da crise climática no estado.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt"><b>Cenário atual</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A securitização das dívidas rurais segue em tramitação no Senado, com o PL 320/2025 aprovado na CRA e aguarda análise na Comissão de Assuntos Econômicos. Já a linha emergencial de crédito aprovada pela Câmara foi encaminhada ao Senado e tramita com pedido de urgência.</span></p>
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		<title>Moratória da Soja: FPA critica interferência do governo federal em acordo comercial privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 21:16:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A Moratória da Soja, acordo privado firmado em 2006 por tradings, indústrias e ONGs e que, segundo parlamentares, hoje conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23). A bancada reiterou que não há base legal para punir produtores que cumprem o Código Florestal com regras extralegais e afirmou que atuará em defesa da legalidade e da segurança jurídica no campo.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O assunto ganhou novo fôlego após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que em agosto instaurou processo por indícios de cartel contra empresas signatárias e determinou a suspensão do pacto. Em reação, o secretário de Controle do Desmatamento do MMA, André Lima, classificou a medida como “subversão absoluta” e informou que a Advocacia-Geral da União (AGU) atuará em defesa do acordo, tratado pelo governo como “complemento de política pública”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a movimentação do Executivo configura uso indevido da máquina pública para sustentar um pacto privado em desacordo com a lei. “Estamos diante de um caso grave de desvio de finalidade. O governo insiste em criar, por vias indiretas, um ‘desmatamento zero’ que não existe no Código Florestal”, afirmou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> Ação contra o pacto</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Após a reunião, Lupion reafirmou que a bancada vai mobilizar ações contra a moratória. “Vamos agir com todas as ações políticas que pudermos. Isso foi provocado por acordo entre particulares, foi judicializado e está no CADE”, disse. Segundo ele, a atuação do governo torna a situação ainda mais grave.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31170 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> “A partir do momento que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, chama a AGU para o processo e faz com que o Estado participe de um lado somente contra os produtores rurais, a nossa obrigação é entrar como parte também e enfrentar essa questão. Vamos apoiar as ações no CADE e buscar um meio termo que retire o Executivo dessa discussão. Não tem absolutamente nada a ver nem com a AGU e muito menos com o MMA. É privado”, criticou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Agricultura (CAPADR) aprovou requerimento da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), coordenadora de Política de Abastecimento da FPA, na última passada, para solicitar que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue o uso da estrutura do MMA em defesa da moratória.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A parlamentar fez críticas ao pacto: “A Moratória se transformou em um pesadelo para os produtores rurais em 2025. Não cabe mais ao Brasil aceitar pactos que prejudiquem justamente o setor que mais contribui para a economia nacional e para a segurança alimentar mundial. Hoje a legislação que vale é o Código Florestal, aprovado pelo Congresso Nacional, e não entendimentos pessoais. Apresentei um requerimento para convocar a ministra Marina Silva, que tem a obrigação de cumprir a lei, mas aciona a AGU para defender iniciativas privadas que penalizam os produtores. Isso é inaceitável, e a FPA vai lutar para que não aconteça”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), ex-presidente da FPA, também defendeu o fim do acordo privado. Para o parlamentar, eventuais pendências devem ser resolvidas dentro da legalidade, sempre em defesa do produtor rural.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31173 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Esse pacto desconsidera que o Brasil tem um Código Florestal, aprovado em 2012 e declarado constitucional pelo Supremo, que consolidou as áreas abertas até 2008 e definiu regras claras para a supressão de vegetação após essa data. Mesmo onde a lei permite, como no uso de até 20% da área na Amazônia para atividade agropecuária, as tradings se recusam a comprar, o que é ilegal e injusto. Ouvimos todos os atores, Aprosoja, CNA, ABIOVE, e a FPA chegou a um consenso: a moratória não cabe mais”, ressaltou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), coordenador Institucional da Frente, a saída para o impasse passa pelo diálogo e pela construção de um acordo entre todos os envolvidos, sem distinções que prejudiquem os produtores.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31168 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Não existe trade sem soja e não existe produção em grande escala sem financiamento. Temos hoje questões judicializadas, mas a melhor decisão judicial é sempre um acordo. Se é para negociar, que seja com todas as partes na mesa, construindo uma solução conjunta. O que não podemos é manter a moratória, que cria produtores de primeira e segunda classe. Isso não faz sentido, não é bom para o produtor, não é bom para as trades e não é bom para ninguém. Cabe a nós, da FPA, buscar a construção desse acordo de forma equilibrada”, destacou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), 2º vice-presidente da FPA no Senado, afirmou que “é injusto que produtores que abriram suas áreas após 2008, de forma legal, tenham sido impedidos de vender sua produção, acumulando prejuízos. A questão já foi levada ao CADE e, se há ou não cartel, deve ser discutida. Mas o fundamental é que o produtor não continue arcando com os prejuízos. Precisamos de um acordo definitivo que coloque fim à moratória da soja”, afirmou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31171 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Pedro Westphalen (PP-RS), “a FPA fez o que precisava ser feito: abriu espaço para que as partes se manifestassem. Sempre estivemos e continuaremos ao lado do produtor rural. Essa pauta vem sendo discutida há muito tempo. Já houve várias tentativas sem sucesso, mas agora esperamos reunir todas as entidades e autoridades responsáveis para construir uma solução que beneficie tanto o produtor quanto o setor industrial”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31169 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Impactos ao produtor rural</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Pela moratória, as empresas se comprometem a não comprar soja de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008, mesmo que o desmatamento tenha sido legal, autorizado e dentro das regras do Código Florestal (Lei 12.651/2012). A medida, segundo entidades do setor, já teria afetado mais de 4.200 agricultores em Mato Grosso, com perdas que podem ultrapassar R$ 20 bilhões. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“É inaceitável que um acordo entre privados seja usado para desvalorizar terras legalmente abertas, gerar insegurança jurídica e excluir produtores do mercado. Quem cumpre a lei não pode ser tratado como ilegal”, reforçou Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A FPA reforçou que o Código Florestal é a única referência legítima para o uso da terra no Brasil, e que qualquer tentativa de criar regras paralelas representa ameaça à Constituição, à livre iniciativa e ao direito de propriedade. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“O setor que mais preserva, garante comida na mesa dos brasileiros e sustenta a economia merece respeito, não perseguição”, concluiu Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span><b><strong class="selectable-text copyable-text xkrh14z x117nqv4">Pecuária tropical pelo clima</strong></b><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na reunião desta terça-feira (23) a FPA recebeu o movimento Pecuária Tropical pelo Clima, articulação inédita de pecuaristas dos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia dedicada a promover uma pecuária sustentável em larga escala. A iniciativa valoriza o legado do campo e coloca o produtor como protagonista da agenda climática, com foco em práticas de manejo, recuperação de pastagens, integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e transparência de resultados.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31172 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Foi feita a entrega oficial de uma Carta Aberta, um Chamado à Ação e o Primeiro Acervo Digital das Pecuárias, plataforma para compartilhar casos, dados e aprendizados. O objetivo é ampliar o diálogo com a sociedade e o mercado, consolidando a pecuária como parte da solução para os desafios climáticos, sem abrir mão da identidade, dos valores e da cultura do produtor brasileiro.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Viemos para construir juntos uma agenda positiva e criar um ecossistema de mercado para transformação da pecuária em um modelo sustentável. Queremos participar ativamente dessa construção, porque no final quem sofre com os problemas climáticos somos nós”, disse o pecuarista Raul Morais, representante do grupo.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/09/23/moratoria-da-soja-fpa-critica-interferencia-do-governo-federal-em-acordo-comercial-privado/">Moratória da Soja: FPA critica interferência do governo federal em acordo comercial privado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>Câmara aprova linha emergencial de crédito para produtores rurais atingidos por desastres naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 13:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
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		<category><![CDATA[Eeventos climáticos extremos]]></category>
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		<category><![CDATA[produtores rurais RS]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Secutirização de dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (16), com 346 votos favoráveis, o relatório do deputado Afonso Hamm (PP-RS) ao Projeto de Lei 5122/2023, que autoriza a liquidação, anistia, renegociação e concessão de descontos em dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores. A proposta, de autoria do deputado [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/07/17/camara-aprova-linha-emergencial-de-credito-para-produtores-rurais-atingidos-por-desastres-naturais/">Câmara aprova linha emergencial de crédito para produtores rurais atingidos por desastres naturais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (16), com 346 votos favoráveis, o relatório do deputado Afonso Hamm (PP-RS) ao Projeto de Lei 5122/2023, que autoriza a liquidação, anistia, renegociação e concessão de descontos em dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores. A proposta, de autoria do deputado Domingos Neto (PSD-CE), cria uma linha especial de financiamento voltada a produtores rurais impactados por eventos climáticos extremos entre 2020 e 2025.  </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A medida permite a quitação ou renegociação de dívidas rurais e de Cédulas de Produto Rural (CPRs), com juros reduzidos e prazo de pagamento de até 10 anos, com 3 anos de carência, podendo chegar a 15 anos em casos excepcionais. O limite de crédito é de R$ 10 milhões por produtor e R$ 50 milhões por cooperativa ou associação. As taxas de juros variam conforme o porte do beneficiário: 3,5% ao ano para pequenos produtores, 5,5% para médios e 7,5% para os demais.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Os beneficiários devem comprovar que foram atingidos por desastres naturais reconhecidos por autoridades federais ou estaduais em pelo menos dois anos no período entre 2020 e 2025, além de terem registrado perdas agrícolas significativas e alta inadimplência local. A proposta também veda a capitalização de juros de mora e impede que a adesão à medida gere restrições de crédito.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo o relator, a iniciativa oferece uma resposta concreta e estruturada às dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais frente à crescente frequência de eventos climáticos extremos. “Não se trata de privilégio setorial, mas de uma resposta emergencial à repetida devastação climática que tem comprometido a produção de alimentos, o sustento das famílias rurais e a segurança alimentar do país. Com responsabilidade fiscal e sensibilidade social, oferecemos uma saída concreta para quem está lutando para continuar produzindo”, afirmou Afonso Hamm.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30775 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-17-at-10.45.57.jpeg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-17-at-10.45.57.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-17-at-10.45.57-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-17-at-10.45.57-768x473.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-17-at-10.45.57-750x462.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“Esse projeto é um resgate para quem perdeu tudo. Não se trata de benefício, mas de apoio para famílias que ficaram sem renda, sem produção e sem crédito. Aprovamos uma solução real para quem sustenta a economia brasileira com trabalho e coragem no campo”, declarou o deputado Zucco (PL-RS), um dos autores da proposta.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O financiamento será operacionalizado por instituições financeiras com recursos do Fundo Social (Lei nº 12.351/2010) e poderá ser complementado por recursos dos fundos constitucionais (FNE, FNO, FCO) e do Funcafé. “O agro é a locomotiva do nosso país. Mas, neste momento, o produtor rural enfrenta um endividamento jamais visto, muitos sequer sabem se conseguirão plantar na próxima safra. Este Parlamento tem o dever de aprovar medidas que deem suporte a quem sustenta o Brasil. Esse projeto traz exatamente isso: um alívio necessário para que o produtor possa continuar no campo, produzindo e gerando riqueza”, destacou o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS). </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30781 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716163900609MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716163900609MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716163900609MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716163900609MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716163900609MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) afirmou que a proposta foi construída em conjunto com o ministro Carlos Fávaro (Mapa), o Banco Central, o BNDES, técnicos do Ministério da Fazenda e de outros órgãos. “É uma proposta séria, que não abre espaço para oportunismos. Cada critério foi definido com base técnica, pensando na real necessidade do campo. A seca atingiu a todos, pequenos, médios e grandes produtores, e esta linha de crédito é uma resposta responsável. Vamos devolver cada centavo ao Fundo Social”, assegurou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30776 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716214850308MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716214850308MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716214850308MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716214850308MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716214850308MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Westphalen (PP-RS) também reforçou a urgência da medida, ao lembrar as graves consequências sociais da crise climática no estado. “Passamos por problemas seríssimos, com mais de vinte suicídios no Rio Grande do Sul. Hoje, faz 25 anos de uma revolução agrícola que proporcionou ao Brasil sair de uma produção de 80 milhões de toneladas para 350 milhões de toneladas, mostrando que o produtor é adimplente, sim, e que, apesar de todas as dificuldades, tem cumprido com seus compromissos”, afirmou. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30780 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716154343656MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716154343656MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716154343656MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716154343656MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716154343656MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Já o deputado Marcel Van Hattem (NOVO-RS) ressaltou a importância histórica da aprovação do projeto para o setor agropecuário gaúcho e reconheceu o esforço coletivo dos parlamentares que atuaram diretamente pela proposta. “Esta sessão é histórica para nós. Foi graças à interlocução da nossa bancada que avançamos neste tema tanto na Câmara quanto no Senado. A securitização para o agronegócio gaúcho é fundamental para superarmos este momento tão difícil.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30779 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716203852506MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716203852506MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716203852506MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716203852506MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/img20250716203852506MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A proposta segue agora para análise no Senado Federal.  </span></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Parlamentares da bancada e especialistas debatem soluções para o Proagro e o seguro rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 23:27:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a perdas severas provocadas por eventos climáticos extremos e à fragilidade das políticas de proteção rural, deputados, representantes do governo e do setor produtivo participaram nesta terça-feira (10) de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O foco foi discutir a situação do Programa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em meio a perdas severas provocadas por eventos climáticos extremos e à fragilidade das políticas de proteção rural, deputados, representantes do governo e do setor produtivo participaram nesta terça-feira (10) de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O foco foi discutir a situação do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e do seguro rural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo foi buscar alternativas para fortalecer os mecanismos de proteção aos pequenos e médios produtores e garantir maior estabilidade à produção agropecuária, com ênfase na agricultura familiar, a mais afetada por prejuízos recorrentes e dificuldades de continuidade produtiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o Proagro está ultrapassado. “É um modelo com mais de 50 anos, ainda operando da mesma forma. Seguro e crédito são irmãos gêmeos e precisam de uma plataforma integrada, contínua e nacional para funcionar de verdade”, afirmou. Ele disse estar trabalhando em uma nova proposta junto ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Pensar Agropecuária (IPA), com foco em estabilidade e previsibilidade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30554 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1.jpeg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-768x473.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-1-750x462.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Westphalen (PP-RS) destacou a gravidade da situação no Rio Grande do Sul. “Enfrentamos quatro secas e duas enchentes em poucos anos. O Proagro foi importante, mas está esgotado. Precisamos de mudanças estruturais, com diálogo.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30555 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2.jpeg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-768x473.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-2-750x462.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o deputado Pezenti (MDB-SC) criticou a redução de recursos no Proagro e a estagnação do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “O enquadramento do Proagro caiu de R$ 335 mil para R$ 200 mil, e a garantia de renda mínima despencou de R$ 40 mil para R$ 9 mil. O produtor está sendo empurrado para a monocultura sem qualquer segurança”, alertou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30556" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07.jpeg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-768x474.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-10-at-20.15.07-750x463.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">O deputado Coronel Meira (PL-PE) lamentou a ausência de representantes do Banco do Brasil e de outras instituições financeiras. “Falta dinheiro para o homem do campo. O agricultor não quer esmola, quer condições para produzir.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30558 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1.jpg" alt="" width="768" height="512" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/06/img20230315174557858-768x512-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><b>Desafios para modernizar a política de risco rural</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Augusto Costa Rios, apresentou propostas com base em consultas feitas a produtores de todo o país. “Defendemos quatro pilares: a aprovação do PL 2951/22, da senadora Tereza Cristina; proteção orçamentária para o seguro rural; modernização do Proagro com foco na agricultura familiar; e criação de uma agência nacional para a gestão de riscos agropecuários.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cláudio Filgueiras Moreira, chefe do departamento do Banco Central responsável pelo Proagro, reconheceu avanços, mas apontou desafios. “A tecnologia permitiu bloquear fraudes por perdas recorrentes, mas o programa ainda depende do orçamento. Já tivemos de retirar recursos da saúde e da educação para cobrir o Proagro, o que é insustentável.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária, Guilherme Campos, afirmou que o seguro rural é uma prioridade. “Visitamos o México para conhecer os seguros paramétricos e catastróficos. Se funcionam em um país com vulcões, furacões e terremotos, podem funcionar aqui.”</span></p>
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		<title>Parlamentares da FPA cobram agilidade do governo para socorrer produtores gaúchos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 10:25:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (22), uma audiência pública proposta pelo deputado Afonso Hamm (PP-RS), para debater os impactos da seca e buscar soluções para as dívidas acumuladas por perdas de safra nos últimos anos no Rio Grande do Sul. “Estamos diante de uma sequência trágica de eventos climáticos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (22), uma audiência pública proposta pelo deputado Afonso Hamm (PP-RS), para debater os impactos da seca e buscar soluções para as dívidas acumuladas por perdas de safra nos últimos anos no Rio Grande do Sul. “Estamos diante de uma sequência trágica de eventos climáticos, e o produtor está no limite. Vamos precisar do governo. Se o governo não nos ajudar, nós não saímos dessa”, disse Hamm.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30076 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154742607MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154742607MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154742607MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154742607MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154742607MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Desde 2018, o Rio Grande do Sul já enfrentou cinco secas e duas enchentes, a mais severa em 2024, que atingiu cerca de 90% do território gaúcho. O estado enfrenta uma severa estiagem, ao menos 50 municípios, cerca de 10% do total, já decretaram emergência. A falta de chuvas compromete a produção agrícola, acumula prejuízos e deixa os produtores em situação crítica, diante da escassez de crédito e das dificuldades para manter as atividades no campo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Irrigação, crédito e seguro rural em debate</strong></p>
<p style="text-align: justify">O deputado Afonso Hamm agradeceu o apoio do ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, e defendeu a construção de uma interlocução com o governo. &#8220;Precisamos de suporte governamental para chegar aos agentes financeiros, fornecedores e agroindústrias. O produtor precisa de apoio para continuar colocando comida na mesa dos brasileiros.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Em resposta, o ministro do TCU alertou para a necessidade urgente de investimentos em irrigação. &#8220;Visitei 40 municípios recentemente e o que vejo é um estado à beira de uma calamidade. É preciso coragem política para estabelecer uma política de irrigação robusta. O governo precisa reconhecer o que o Rio Grande do Sul já fez pelo país e retribuir com ações concretas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30079 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154752711MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154752711MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154752711MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154752711MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/img20250422154752711MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify">O secretário de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, Vilson Luiz Covatti, destacou as articulações em curso com o governo federal e parlamentares. &#8220;Temos que focar nos produtores que mais precisam e viabilizar soluções de curto, médio e longo prazo. Cerca de R$28 bilhões em dívidas vencem em 2025 no estado. A atuação conjunta entre Executivo e Legislativo será essencial.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30080 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/vilson.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/vilson.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/vilson-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/vilson-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/vilson-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify">O chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações de Crédito Rural e do Proagro &#8211; Banco Central, Claudio Filgueiras, admitiu a gravidade da situação dos produtores e reconheceu o acúmulo de prejuízos. &#8220;Nos últimos cinco anos, a agricultura gaúcha vem tendo perdas consecutivas. Mitigação de riscos e readequação são urgentes; mudanças não acontecem da noite para o dia, mas precisamos começar.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Integrantes da FPA criticam lentidão do governo federal</strong></p>
<p style="text-align: justify">O presidente da Comissão de Agricultura, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), destacou a gravidade do endividamento dos produtores e alertou que a falta de apoio do Parlamento pode levar à falência do agro no Rio Grande do Sul. Para o deputado Pedro Westphalen (PP-RS), a situação exige união e ação imediata, com soluções estruturadas que possam ser replicadas em outras regiões do país.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30082 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403343203298.jpg" alt="" width="1020" height="590" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403343203298.jpg 1020w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403343203298-300x174.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403343203298-768x444.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403343203298-750x434.jpg 750w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" />Já o deputado Lucas Redecker (PSDB-RS) defendeu celeridade na liberação de recursos e propôs uma securitização de dívidas nos moldes da realizada no governo Fernando Henrique. Por videoconferência, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) cobrou mais transparência e respostas concretas por parte do governo federal, com a reabilitação urgente do crédito rural.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30081 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403121268958.jpg" alt="" width="760" height="380" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403121268958.jpg 760w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403121268958-300x150.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403121268958-360x180.jpg 360w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403121268958-750x375.jpg 750w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" />O deputado Zucco (PL-RS) alertou que o endividamento dos produtores já ultrapassou os limites do razoável, colocando em risco o setor agropecuário do estado. O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) reforçou a necessidade de medidas estruturantes, como a renegociação de dívidas, investimentos em irrigação e adoção de novas tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify">
<img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30083 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403653702093.jpg" alt="" width="1020" height="590" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403653702093.jpg 1020w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403653702093-300x174.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403653702093-768x444.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/1745403653702093-750x434.jpg 750w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" />O deputado Afonso Hamm encerrou a audiência pública reforçando que, desde o início do ano, a FPA com o apoio da Farsul e da Fetag, já havia discutido a situação do Rio Grande do Sul em uma audiência promovida pela FPA. &#8220;Naquela ocasião, tivemos a apresentação de dados do Antônio da Luz, que já mostravam a gravidade da situação. Esses números, na verdade, estão ainda mais críticos hoje, e os dados de 2025 certamente irão evidenciar a necessidade urgente de apoio.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Também participaram da audiência os deputados Sanderson (PL-RS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pompeu de Mattos (PDT-RS).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Ações da FPA em apoio ao Rio Grande do Sul</strong></p>
<p style="text-align: justify">Durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) atuou de forma emergencial para garantir assistência aos produtores rurais e à população atingida. A bancada divulgou uma nota oficial em solidariedade às vítimas e reafirmou seu compromisso com políticas públicas efetivas, capazes de assegurar segurança, dignidade e condições adequadas de trabalho no campo.</p>
<p style="text-align: justify">Articulou a realização de uma audiência pública conjunta entre a Comissão de Agricultura e a Comissão Externa sobre Danos Causados pelas Enchentes no estado, por iniciativa do deputado Afonso Hamm (PP-RS), e com a participação de parlamentares da bancada gaúcha, como Marcel van Hattem (Novo-RS) e Lucas Redecker (PSDB-RS), para debater a reconstrução dos municípios gaúchos, a recuperação econômica e a urgência na liberação dos recursos prometidos.</p>
<p style="text-align: justify">Entre as principais medidas, a bancada criticou a Medida Provisória 1247/24, por considerar que o texto não atendia de forma satisfatória os produtores afetados. Também se posicionou contra o veto presidencial à prorrogação das dívidas rurais e apoiou o Projeto de Lei 2764/2024, que autoriza a compra emergencial de alimentos para recomposição dos estoques públicos em situações de calamidade.</p>
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		<title>&#8220;Deve haver respeito ao que o Congresso aprovou por ampla maioria&#8221;, diz Lupion sobre marco temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 19:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (18), dois dos temas de maior relevância e repercussão dos últimos anos estiveram em pauta: o marco temporal, que está novamente sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), e a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem impactado significativamente a produção agropecuária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (18), dois dos temas de maior relevância e repercussão dos últimos anos estiveram em pauta: o marco temporal, que está novamente sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), e a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem impactado significativamente a produção agropecuária do estado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre o marco temporal, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), recordou a “discussão acalorada” ocorrida na última segunda-feira (17), no STF, ao lado de outros integrantes da bancada. Na ocasião, Lupion afirmou ter recebido com estranheza a minuta apresentada pelo ministro Gilmar Mendes à comissão especial que busca um acordo sobre a Lei do Marco Temporal (14.701/2023), uma vez que o documento não reconhece a tese.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A minuta apresentada pelo ministro ignorou completamente a questão do marco temporal. O marco temporal é inegociável. Caso haja necessidade de votarmos mais uma vez, vamos reiterar esses votos e garantir o entendimento em relação à questão. Deixamos isso extremamente claro”, defendeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion acrescentou que a tentativa de conciliação para atender os dois lados não será negociada. Segundo ele, há áreas invadidas por grupos que se dizem indígenas em diversos estados da Federação, e essa situação não comporta negociação, pois fere princípios básicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente já se posicionou. Partimos do princípio de não negociar área invadida. Na Bahia, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, existem diversas áreas nessa situação e não vamos sentar para negociar condições assim. Ou há respeito ao que o Congresso fez por ampla maioria ou vamos votar contrariamente”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29760 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242714_0107a7aa7d_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada Caroline de Toni (PL-SC) reforçou a posição de Lupion e salientou que o marco temporal é uma questão de soberania nacional e alimentar. Para ela, trata-se de um tema prioritário, essencial para que a agenda em defesa da propriedade e da segurança jurídica possa avançar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A defesa é uma questão de soberania nacional e alimentar. São questões prioritárias e temos que avançar com essa agenda, garantindo que a lei aprovada pelo Congresso Nacional tenha validade. O Congresso é soberano”, destacou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29761 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336241994_f9f16e6bd2_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) também criticou as recentes decisões do STF sobre questões indígenas, argumentando que elas tendem a gerar mais violência e invasões de propriedades. O parlamentar afirmou que o tribunal toma decisões “ideológicas” sobre o tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Supremo, por uma questão ideológica, é contra a decisão tomada pelo Congresso sobre o marco temporal. Eles acendem os fósforos nesse barril de pólvora, porque, além das invasões, os assassinatos já começaram, e esse sangue estará nas mãos dos ministros. Ou o STF reconhece a nossa lei ou os conflitos vão explodir no Brasil”, disse Nogueira.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29762 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54.jpeg" alt="" width="841" height="651" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54.jpeg 841w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-300x232.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-768x594.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-18-at-12.43.54-750x581.jpeg 750w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Invasões em Tamarana (PR)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a reunião, a bancada ouviu o relato de Rodolfo Ciciliato, advogado da Sociedade Rural do Paraná, que descreveu invasões de grupos que se dizem indígenas a uma propriedade privada em Tamarana, no Paraná. Segundo ele, os invasores estariam impedindo que o próprio dono da terra realizasse o plantio na área de sua propriedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Pedro Lupion, Tamarana é um município paranaense de grande importância produtiva, com terras demarcadas desde os anos 1950. No entanto, segundo ele, indígenas resolveram invadir propriedades privadas. “Não tem relação com marco temporal, é puramente invasão de terras. A FPA é solidária à situação e pode contar com o nosso apoio para tratar disso. O que for necessário da bancada será feito”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29763 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336253198_8cdacb6982_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o ex-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o caso é de desordem pública. Por conta disso, a autoridade policial do Paraná não está tratando de caso indígena. “Isso é desvio de conduta e os invasores devem ser retirados imediatamente. Nem de longe é uma situação de demarcação de terras”, afirmou.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Estiagens no Rio Grande do Sul</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A bancada também debateu a estiagem no Rio Grande do Sul, que tem causado grandes prejuízos à produção agropecuária do estado. Para Alceu Moreira, os produtores gaúchos foram severamente afetados por anos de seca, além da tragédia das chuvas em 2023. O parlamentar ressaltou a importância da aprovação do projeto de lei que trata da securitização das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos a partir de 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Sem a securitização, não tem como. O cidadão precisa do crédito e que a dívida passada seja diluída em um orçamento viável, senão ele não paga. A proposta da securitização não é como qualquer outra e, por isso, temos que aprovar no Congresso de forma urgente”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29764" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336021136_c484582aec_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O autor da proposta, deputado gaúcho Pedro Westphalen (PP-RS), esclareceu que o projeto pertence a todo o Rio Grande do Sul. Devido à complexidade da situação no estado, o parlamentar ressaltou que “não adianta colocar </span><i><span style="font-weight: 400">band-aid</span></i><span style="font-weight: 400">”, pois o estado está “entubado”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse projeto foi feito com a seriedade de um estado que está na UTI. A FPA é a última trincheira para a conquista de nossos direitos e, por isso, peço que a bancada aprove o regime de urgência para que a proposta seja votada na Câmara”, solicitou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29765" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/02/54336242814_f17e813f64_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também do Rio Grande do Sul, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) recordou que de cinco safras, já totalizam três com estiagens. “São perdas consideradas irreversíveis, com municípios em estado de emergência. Nós precisamos de socorro e da securitização também. O tratamento recente que deram ao Rio Grande do Sul causa apreensão para todos, pois houve uma potencialização das dívidas no último ano. Esse é um problema de todo o Brasil”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Pedro Lupion reforçou que o problema no estado é muito grave e que a FPA buscará soluções para dar esperança aos produtores e a toda a população gaúcha.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/02/18/deve-haver-respeito-ao-que-o-congresso-aprovou-por-ampla-maioria-diz-lupion/">&#8220;Deve haver respeito ao que o Congresso aprovou por ampla maioria&#8221;, diz Lupion sobre marco temporal</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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