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	<title>Orçamento &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Orçamento &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>No Planalto, Moreira defende produção agrícola em terras indígenas e mais orçamento para o agro</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 18:21:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Agrícola Indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente Jair Bolsonaro destaca importância do envolvimento da bancada para aprovar o PL 191/2020 no Congresso Nacional</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Garantir acesso à renda, tecnologia e assistência técnica para os produtores rurais no país e a possibilidade de os indígenas explorarem economicamente suas terras com atividades como agricultura, pecuária, foi o tema da reunião desta quarta-feira (12), da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)  com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante café da manhã, no Palácio do Planalto.</p>
<p>O Presidente Bolsonaro recebeu os representantes da FPA e destacou a importância do envolvimento da bancada na aprovação do projeto que regulamenta a mineração, produção de petróleo, gás e geração de energia elétrica em terras indígenas (PL 191/2020) no Congresso Nacional.</p>
<figure id="attachment_21595" aria-describedby="caption-attachment-21595" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-21595" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2020/02/49524967048_925864613c_k-1024x683.jpg" alt="" width="840" height="560" /><figcaption id="caption-attachment-21595" class="wp-caption-text">(Brasília &#8211; DF, 12/02/2020) Palavras do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni. Foto: Alan Santos/PR</figcaption></figure>
<p>Em tramitação, a proposta dispõe sobre a possibilidade de os indígenas explorarem economicamente suas terras com atividades como agricultura, pecuária, extrativismo e turismo. O presidente FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), ressaltou que a medida é importante para legalizar atividades que, na prática, já existem. &#8220;Só vai produzir na propriedade o índio que quiser produzir. Mas não tem sentido ele ter 1,311 milhão de hectares como a etnia Parecis, no Mato Grosso, do outro lado tem uma propriedade de 70 mil, 80 mil hectares em que o proprietário vai muito bem, obrigado, e naquela população indígena, o cidadão ter que fazer balaio&#8221;, argumentou.</p>
<p>Moreira afirmou que é preciso dar condições de escolha aos índios no Brasil. “Não há nenhuma legislação obrigando comunidade indígena a fazer qualquer coisa na sua propriedade. Se o indígena não quiser, ele não faz, se ele quiser continuar vivendo do extrativismo, da caça e pesca, nada interferi nesse projeto de lei,” explicou.</p>
<p>O parlamentar ressaltou ainda que será criada uma comissão no Congresso Nacional para &#8220;desmistificar&#8221; o debate relacionado à produção agropecuária em terras indígenas. Segundo Alceu Moreira, tudo o que for feito nessas áreas deve estar de acordo com a lei. E, citando convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), acrescentou que o indígena tem o direito de fazer o que ele quiser em suas terras.</p>
<figure id="attachment_21597" aria-describedby="caption-attachment-21597" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-21597" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2020/02/49525475116_7bb00f5196_k-1024x683.jpg" alt="" width="840" height="560" /><figcaption id="caption-attachment-21597" class="wp-caption-text">(Brasília &#8211; DF, 12/02/2020) Café da manhã com a Bancada da Frente Parlamentar da Agropecuária.rFoto: Marcos Corrêa/PR</figcaption></figure>
<p>“A evolução sociológica das comunidades indígenas no Brasil é o isolamento dos índios nas matas, mas hoje isso mudou, alguns já saíram e estão vivendo em vida rural, urbana, com isso, não dá para contornar a liberdade das comunidades com alguém comandando de fora para dentro. Temos que da a liberdade de escolha para os querem plantar em suas propriedades,” disse.</p>
<p><strong>Mais recursos para o Agro –</strong> com mais 250 deputados e 40 senadores na bancada, Moreira defendeu também mais investimento para extensão e assistência técnica ao produtor rural. &#8220;Um país que se predispõe a ter como um eixo fundamental de sua economia o agro não pode deixar de representar no orçamento assistência técnica e extensão rural, pesquisa e inovação e defesa sanitária. São eixos da garantia da sustentabilidade na produção. Se não está no orçamento, alguém que trabalhou o orçamento não deu a importância devida&#8221;, disse o presidente da FPA.</p>
<p>Alceu Moreira ressaltou que não é justo uma instituição como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ter problemas orçamentários enquanto o Brasil tem necessidade de melhorar a sua comunicação científica. &#8220;Podemos exigir tudo da Embrapa. O que não podemos é tirar o seu recurso porque ela como instituição de pesquisa é a mais importante nacional e internacionalmente&#8221;, afirmou o parlamentar.</p>
<p>No fim do ano passado, só na Embrapa, o corte foi de quase metade do que foi destinado em 2019 – a proposta orçamentária do governo destina R$ 1,982 bilhão à estatal em 2020, redução de R$ 1,732 bilhão sobre o valor aprovado para o ano passado, de R$ 3,634 bilhões.</p>
<p>De acordo com o líder da bancada, a ministra da Agricultura marcou um encontro com o colega da Economia, Paulo Guedes, para discutir a questão. &#8220;O Orçamento agora está na mão da Câmara, na mão do Congresso. Temos que articular para conseguir os recursos necessários&#8221;, disse.</p>
<p>O encontro da FPA com o Jair Bolsonaro deu sequência a outro, realizado no ano passado, em que foram discutidos assuntos relacionados ao agronegócio e questões políticas. A pauta específica do setor incluiu questões como endividamento rural, demarcação de terras indígenas, tecnologia no campo e mais recursos para o setor, principalmente nas áreas de pesquisa, defesa e assistência técnica.</p>
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		<title>Relator do Orçamento: setor agropecuário não será prejudicado</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 19:31:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O relator geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), participou, nesta terça-feira (3), da reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Na ocasião, ele apresentou a agenda de trabalho da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, formada por deputados e senadores. Ele afirmou que irá tratar com sensibilidade a questão dos recursos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O relator geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), participou, nesta terça-feira (3), da reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Na ocasião, ele apresentou a agenda de trabalho da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, formada por deputados e senadores. Ele afirmou que irá tratar com sensibilidade a questão dos recursos destinados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e ao setor agropecuário.</p>
<p>“A lei do Orçamento chegou na sexta-feira. Fiz questão de elencar o agro como o primeiro setor que visitei, sabendo de sua importância para a economia do país”, disse. Ele destacou que, embora devam acontecer reduções graves nos orçamentos dos Ministérios, é preciso ter muito cuidado com o setor que move a economia do país.</p>
<p>Domingos Neto também fez um apelo aos parlamentares para que o Orçamento possa, de fato, ser impositivo. “Hoje nós votamos o orçamento e o governo tem maleabilidade extrema de movimentação, contingenciamento, cancelamento de fonte. O que eu defendo, e isso vai fortalecer o Parlamento, é que esse tipo de mudança, caso o governo queira fazer, tenha que ser feita via PLN (projeto de lei do congresso nacional), sempre, via de regra”.</p>
<p>Para ele, é preciso mudar a configuração atual, em que o governo pode cancelar emendas de bancada e contingenciar recursos dos Ministérios, por meio de portaria ou por decreto. “Quando você traz essa rigidez orçamentária, você burocratiza um pouco mais a máquina, mas nós construiremos um ambiente que torne isso mais ágil”.</p>
<p>Para o presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o Ministério da Agricultura não pode mais ser tratado como um apêndice do Ministério da Economia. “Queremos o Ministério da Agricultura com autonomia econômica-financeira. Com um orçamento que reflita claramente isso”.</p>
<p>Vice-presidente da FPA, Sérgio Souza (MDB-PR), também manifestou preocupação com a questão do orçamento para o ano que vem. “Estamos recebendo notícias de que pode haver um corte de 45% no orçamento da Embrapa. Então, gostaria que no momento oportuno nós debatêssemos novamente essas reduções”.</p>
<p>O deputado José Mario Schreiner (DEM-GO) destacou que no último PLN foi apresentada emenda de um pouco mais de R$ 200 milhões para a defesa agropecuária. “Estamos falando de um setor que representa 100 bilhões de dólares de exportações. Então, 200 milhões de reais é muito pouco pelo que ele representa”.</p>
<p>Ele destacou que o seguro rural também precisa de mais investimentos. “Este ano conseguimos um avanço de R$ 400 milhões para R$ 1 bilhão de reais, mas se não conseguirmos fazer o seguro rural expandir sua base, com mais produtores podendo aderir a ele, vamos continuar discutindo muitos anos renegociação de dívidas, problemas com perdas de safra”.</p>
<p>O deputado Roberto Pessoa (PSDB-CE) reforçou a atenção para os cortes na Embrapa. “Os recursos têm é que aumentar. Não fosse a empresa não tínhamos agricultura no Brasil”. Ele também reivindicou ao relator recursos para a área de defesa sanitária, para garantir que os produtos brasileiros continuem sendo vendidos para mais de 180 países no mundo.</p>
<p><strong>Cadastro Ambiental Rural –</strong> Relator da Comissão Mista destinada a examinar e emitir parecer sobre a Medida Provisória nº 884, o senador Irajá (PSD-TO) destacou que o texto não prevê anistia a produtores rurais que desmatam. “Tenho reafirmado isso em várias oportunidades. Precisamos desconstruir essa imagem negativa usada para minimizar a importância da MP”.</p>
<p>Ele ressaltou que, há cinco anos, o levantamento de reservas legais e Áreas de Preservação Permanente (APPs) em propriedades era feito pelo IBGE. “Desde 2014, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) mudou essa dinâmica completamente, dando muito mais transparência e confiabilidade aos dados. O CAR é um raio-X das propriedades e identifica os passivos para que haja a devida regularização ambiental”.</p>
<p><strong>Pagamento por Serviços Ambientais –</strong> O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) anunciou que a FPA e a Frente Ambientalista chegaram a um texto de consenso para o PL 312/2015, que cria a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). De acordo com ele, a intenção é votar o projeto ainda nesta terça-feira.</p>
<p>O projeto permite que o poder público ou agente privado pague pela manutenção de serviços ambientais em um contrato direto com aquele que preserva, seja pessoa física ou jurídica. O objetivo é promover o estoque ou a diminuição do fluxo de carbono pela preservação de recursos naturais, como cobertura vegetal, conservação ou recuperação da biodiversidade ou recursos hídricos.</p>
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