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	<title>Lucio Mosquini &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Lucio Mosquini &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Deputados aprovam projeto que proíbe embargos com base em imagens de satélites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 23:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Marussa Boldrin]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores rurais terão mais segurança contra medidas ambientais desproporcionais aplicadas de forma exclusiva por imagens de satélites. O Projeto de Lei 2.564/2025, que trata do tema, foi aprovado, nesta quarta-feira (20), no Plenário da Câmara dos Deputados após a mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para avançar em pautas do setor. A proposta mantém [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Produtores rurais terão mais segurança contra medidas ambientais desproporcionais aplicadas de forma exclusiva por imagens de satélites. O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2516808">Projeto de Lei 2.564/2025</a>, que trata do tema, foi aprovado, nesta quarta-feira (20), no Plenário da Câmara dos Deputados após a mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (<a href="https://fpagropecuaria.org.br/">FPA</a>) para avançar em pautas do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta mantém a aplicação de medidas administrativas cautelares em casos de irregularidades ambientais. No entanto, garante que essas iniciativas não sejam adotadas antecipadamente como forma de sanções punitivas. Como defendeu a vice-presidente da FPA para a região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">, é preciso assegurar o direito de defesa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós estamos falando de produtores que amanhecem com suas propriedades embargadas apenas pelo apontamento do sistema remoto, como o Prodes [Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Legal por Satélite], muitas vezes sem a fiscalização presencial, sem contraditório e sem qualquer oportunidade de defesa prévia”, destacou a parlamentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto ressalta ainda que a imposição de embargos ambientais feitos exclusivamente com base em imagens de satélites estão proibidos. O autor da matéria e coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lucio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, lembrou dos casos de restrições ao crédito rural feitos a partir de apontamentos do Prodes.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Detectou? Então notifique o produtor. O ônus da prova é todo do produtor porque o satélite não se comunica. O satélite não sabe se ele tem uma licença de desmatamento, o satélite não sabe se houve uma tempestade e caiu uma árvore”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, recordou que na situação ocorrida com o Prodes, produtores estavam inseguros para tomar crédito. “Teve um caso que nos apresentaram de um pomar de caqui, de produção comercial, em que os pés têm que ser cortados e plantados novamente como acontece no café e tantas outras culturas, e que entram com uma anotação de desmatamento”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entendimento da bancada, não há uma fragilização da fiscalização ambiental com a matéria. O que o texto traz é a oportunidade dos produtores apresentarem esclarecimentos antes da prescrição de restrições que afetam o crédito e a atividade produtiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse projeto não acaba com a fiscalização ambiental, não protege ilegalidade, não flexibiliza a crise ambiental. O que ele faz é impedir que as medidas cautelares sejam utilizadas como punição antecipada”, acrescentou a deputada goiana.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue agora para o Senado Federal. Caso receba aval positivo dos senadores e não haja modificação, o projeto irá à sanção presidencial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais sobre o Prodes e os efeitos na cadeia produtiva:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/07/o-que-sao-os-falsos-positivos-do-prodes-e-como-eles-impactam-o-produtor-rural/">O que são os falsos-positivos do Prodes e como eles impactam o produtor rural?</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/produtor-rural-pode-ter-area-embargada-so-por-imagem-de-satelite-entenda-o-projeto-que-muda-essa-regra/">Produtor rural pode ter área embargada só por imagem de satélite? Entenda o projeto que muda essa regra</a></p>
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		<title>FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/fpa-aponta-desmonte-em-normas-de-protecao-fundiaria-nos-ultimos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Pollon]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Valadares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país.  A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de recursos orçamentários para desapropriações de terras. É o caso da revogação do memorando-circular nº 01/2019 do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em abril de 2023. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d12002.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 12.002/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> segue a mesma linha ao revogar o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9191.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 9.191/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, que exigia comprovação de recursos antes da publicação de atos com impacto fiscal, como desapropriações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra manobra para aliviar as regras veio com o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11637.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.637 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. Essa norma permite a titulação de terra — processo de regularização de uma ocupação — para pessoas jurídicas, desde que sejam associações ou cooperativas de assentados. Além disso, prioriza a titulação coletiva em relação à titulação individual. A avaliação do setor é de que isso abre brecha para que grupos, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), recebam terras através do processo de Reforma Agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-132-de-27-de-julho-de-2023-502118095"><span style="font-weight: 400">Instrução Normativa 132/2023 do Incra</span></a><span style="font-weight: 400"> que amplia a atuação de movimentos sociais nas indicações para cadastro no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ao permitir que outras instituições realizem o cadastramento de famílias aptas ao programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também há omissão do governo na regulamentação da </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14757.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 14.757 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que trata da regularização fundiária na Amazônia. Ela prevê que os laudos de vistoria para desapropriação produzidos há mais de cinco anos deverão, a pedido do dono da propriedade, ser atualizados com a situação atual da propriedade. Sem uma regulamentação dessa lei a norma não pode ser plenamente aplicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros atos dificultam a regularização fundiária ao incluir questões ambientais no processo. O </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11688.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.688/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, por exemplo, direcionou áreas passíveis de regularização para políticas ambientais e retirou o Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">) da Câmara Técnica de Destinação e Regularização Fundiária de Terras Públicas Rurais (CTD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em continuação a esse movimento, a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma/mda-n-1.309-de-4-de-fevereiro-de-2025-610819784"><span style="font-weight: 400">Portaria 1.309/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (</span><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br"><span style="font-weight: 400">MMA</span></a><span style="font-weight: 400">), ampliou a participação do MMA nas competências do Incra e permitiu a atuação de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais em diagnósticos e levantamentos fundiários.<img decoding="async" class="alignleft wp-image-32338 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A afronta que o governo Lula faz diante da segurança jurídica do direito de propriedade, o desrespeito à propriedade privada, precisa ser encarado com rigidez por nós parlamentares. O governo Lula e seus ministros não têm mostrado nenhuma responsabilidade com quem produz neste país. Ele provoca a insegurança jurídica para criar instabilidade e dentro do caos tirar algum benefício político”, pontuou o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (PP-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ilegalidade do Programa Terra da Gente</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das medidas anteriores terem efeitos imediatos em procedimentos, o ponto alto da atual política de Reforma Agrária adotada pelo governo federal foi a instituição do Programa Terra da Gente. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11995.htm"><span style="font-weight: 400">decreto</span></a><span style="font-weight: 400"> que criou a iniciativa foi editado em abril de 2024, como uma das medidas para atender às demandas do MST. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, o programa tem dispositivos ilegais e questionáveis. Um deles é a possibilidade de se apropriar de terras que entraram como bens penhorados. O entendimento jurídico é de que precisa haver uma compensação orçamentária, caso isso não ocorra, a ação pode ser enquadrada como pedalada fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto é a possibilidade de cancelamento de títulos já emitidos, inclusive em áreas de faixa de fronteira. Além disso, o decreto não diferencia propriedades produtivas daquelas que não cumprem função social, contrariando a Constituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na esteira do programa, em março de 2025, foram publicados sete decretos que declararam terras de interesse social para desapropriação. Essas normas burlam mecanismos que impedem a implementação de assentamentos em terras invadidas. Além disso, há propriedades que se enquadram como de porte médio, o que é contra a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8629.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 8.629 de 1993</span></a><span style="font-weight: 400"> que regulamenta os dispositivos constitucionais da Reforma Agrária.<img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32336 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg" alt="Rodrigo Valadares" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para barrar a estratégia, parlamentares da FPA protocolaram um projeto de decreto legislativo (PDL) para sustar o decreto do Programa Terra da Gente. Na Câmara dos Deputados, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2426930"><span style="font-weight: 400">PDL 167/2024</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/165470"><span style="font-weight: 400">deputado Rodrigo Valadares (PL-SE)</span></a><span style="font-weight: 400"> está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Governo Lula mantém a insegurança no campo e coloca o produtor rural com a faca no pescoço, seja pelo incentivo à invasão, seja pelas dificuldades no Plano Safra e no Seguro Rural, desestimulando investimentos. Sustar o Programa Terra da Gente é garantir segurança jurídica e o direito de propriedade para quem carrega o Brasil nas costas”, destacou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que também acaba com as brechas legais é o Projeto de Lei 4.357/2023. De autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220546"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, o texto define o que é o descumprimento da função social de uma propriedade rural. Esse é um dos critérios para que o imóvel seja passível de desapropriação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Crimes ambientais e trabalhistas podem levar ao entendimento de que a propriedade não cumpre com a função social prevista em lei. A proposição que tramita no Senado propõe que só poderia ser considerada descumprida a função social quando houver decisão judicial transitada em julgado nas situações de ocorrência desses crimes. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Medidas extras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O pacote anti-invasão inclui ao menos outras oito propostas. Entre elas, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400"> permite ao proprietário retomar a posse com uso da própria força ou apoio policial, mesmo sem ordem judicial, dentro de um prazo de 180 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32339 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg" alt="Lúcio Mosquini" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após notificação, a polícia terá até 48 horas para garantir a manutenção ou restituição da posse. O texto aguarda votação no Plenário da Câmara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que o Estado brasileiro pode fazer é garantir o direito de propriedade de um produtor rural. O que nós queremos convencer o Plenário é que o direito de propriedade é fundamental, é como se fosse o direito à vida de quem planta e cria, de quem produz, de quem coloca comida na mesa”, coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lúcio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já para inibir os atos de invasão, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349493"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> estabelece sanções adicionais para os invasores de terras. O texto propõe que essas pessoas fiquem impedidas por oito anos de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">participar do Programa Nacional de Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">celebrar contratos com órgãos públicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">receber benefícios e auxílios ou mesmo acessar crédito subsidiado; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ser nomeado para cargos públicos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">As penalidades também poderão ser aplicadas a ocupações com objetivo de pressionar o Estado por políticas públicas. O projeto, de autoria do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220547"><span style="font-weight: 400">deputado Marcos Pollon (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, aguarda definição de tramitação no Senado.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/23/reforma-agraria-engatinha-no-brasil-e-mantem-assentados-em-baixa-renda/">Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/">Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
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		<item>
		<title>Bancada articula para derrubar restrições indevidas sobre crédito rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagatolli]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deve atuar em pelo menos duas vias para reverter os efeitos de duas resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa norma tem causado insegurança e dúvida em produtores que pretendem tomar crédito rural, pois prevê restrições em financiamentos.  As resoluções 5.268 de 2025 e 5.193 de 2024 entraram em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deve atuar em pelo menos duas vias para reverter os efeitos de duas resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa norma tem causado insegurança e dúvida em produtores que pretendem tomar crédito rural, pois prevê restrições em financiamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As resoluções </span><a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5268"><span style="font-weight: 400">5.268 de 2025</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5193"><span style="font-weight: 400">5.193 de 2024</span></a><span style="font-weight: 400"> entraram em vigor em 1º de abril e, na prática, obrigam que instituições financeiras consultem o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) antes de liberar o crédito. No entanto, produtores têm relatado que os bloqueios ocorrem mesmo em áreas regulares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A questão do Prodes é uma questão correta, uma questão que não há questionamentos sobre a eficiência. O problema é que está gerando uma insegurança jurídica enorme para os produtores, porque eles estão sendo embargados ou tendo anotações no seu CAR [Cadastro Ambiental Rural], sem ter prévio aviso ou direito à ampla defesa”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, após a reunião-almoço desta terça-feira, 07. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-32202" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-750x500.jpg" alt="Pedro Lupion" width="719" height="479" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion.jpg 799w" sizes="(max-width: 719px) 100vw, 719px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda conforme o líder da bancada, uma das atuações da FPA será dentro do Congresso Nacional. Por lá, tramitam dois projetos de lei — </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2516808"><span style="font-weight: 400">2.564/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/167090"><span style="font-weight: 400">205/2025</span></a><span style="font-weight: 400">. O primeiro impede que a imposição de embargo ambiental ocorra somente por meio de detecção remota de supressão de vegetação. Já o segundo aponta quais são as condicionantes ambientais que bloqueiam o acesso ao crédito rural, tendo como base o previsto no Código Florestal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Teve um caso que nos apresentaram hoje de um pomar de caqui de produção comercial, em que os pés têm que ser cortados e plantados novamente como acontece no café e tantas outras culturas, e que entram com uma anotação de desmatamento. E isso impede o produtor de acessar crédito”, exemplificou Lupion. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A outra via de trabalho é através é uma sensibilização do governo federal para ajustar a norma de forma que garanta o desincentivo ao desmatamento ilegal, mas não penalize produtores que estão regulares. “Nós já pedimos ao Ministério da Fazenda, ao Ministério do Planejamento e ao Banco Central para nos ouvir, para que a gente possa apresentar quais são esses desafios”, completou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também participou da reunião da FPA foi o presidente da Datagro, Plínio Nastari. Ele ressaltou o papel que o Prodes tem e trouxe mais exemplos que podem ocorrer caso as regras não sejam ajustadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Prodes faz uma varredura por imagens de satélite. O problema é que ele gera apontamentos sobre atividades usuais da atividade rural, como limpeza de pasto, supressão de pomar para outro tipo de produção ou supressão de área ocupada com eucalipto para o plantio de cafezal. Tudo isso gera apontamento. Na verdade, a intenção deveria ser controlar o desmatamento ilegal”, disse aos parlamentares. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-featured-750 wp-image-32206" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Plinio-Nastari-e1775594491931-750x586.jpeg" alt="Plinio Nastari" width="750" height="586" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Plinio-Nastari-e1775594491931-750x586.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Plinio-Nastari-e1775594491931-300x234.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Plinio-Nastari-e1775594491931-768x600.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Plinio-Nastari-e1775594491931.jpeg 836w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Conforme dados da Datagro, foram registrados 5,4 milhões de apontamentos positivos no Prodes em propriedades rurais até outubro de 2025. Especialista alertou que parte desses avisos são falso-positivos, ou seja, o Prodes detectou supressão de vegetação mas não há comprovação de essa retirada está regular ou que faz parte de uma atividade de cultivo. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Solução emergencial </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32207 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagatolli-300x200.jpg" alt="Jaime Bagatolli" width="236" height="157" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagatolli-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagatolli-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagatolli-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagatolli.jpg 799w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" />A bancada também vai trabalhar para que um dos seis projetos de decreto legislativo que derrubam as resoluções seja aprovado de forma emergencial. “O que nós precisamos fazer agora nesse momento é derrubar essa resolução, porque se não vai ficar muito difícil a situação do crédito para o produtor”, destacou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, que é autor da proposta 205/2025. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32201 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-300x200.jpg" alt="Lúcio Mosquini" width="230" height="153" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini.jpg 799w" sizes="(max-width: 230px) 100vw, 230px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também tratando sobre o tema, o coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lúcio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, explicou a intenção do projeto 2.564/2025. “O </span><span style="font-weight: 400">que nós queremos aqui é uma segurança jurídica como a que a multa de trânsito tem. Com a multa você é notificado, agora, no caso do Prodes essa resolução [5193] trouxe a desclassificação da operação”, disse.</span></p>
<h2 style="text-align: left"><span style="font-weight: 400">Projeto sobre endividamento deve ganhar tração no Senado</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Na avaliação da vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, o Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">5.122 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400"> está “maduro” para ser votado nesta Casa Legislativa. O texto autoriza o uso do Fundo Social como fonte para viabilizar uma linha de crédito emergencial para ajudar produtores afetados por intempéries climáticas e calamidades públicas a quitarem dívidas com as safras impactadas.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32205 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-300x200.jpg" alt="Tereza Cristina" width="237" height="158" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina.jpg 799w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" />“Eu acho que chegou o momento [de votar]. Vou ter uma conversa com o senador Renan Calheiros, presidente da CAE [Comissão de Assuntos Econômicos], e acredito que agora a discussão no Senado vai amadurecer e caminhar”, comentou a senadora. A pauta aguarda designação de relator na comissão desde fevereiro deste ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32204 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-300x200.jpg" alt="" width="236" height="157" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira.jpg 799w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" />Quem também se manifestou sobre o projeto foi o coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220546"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. “O projeto lá não tem relator ainda e está parado no Senado hoje, porque o governo federal contribuiu para isso e colocou a mão para segurar esse projeto”, criticou o parlamentar ao lembrar dos casos de recuperação judicial no Mato Grosso Sul devido a secas vividas </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-32203" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Afonso-Hamm-e1775594797313-210x300.jpg" alt="" width="134" height="192" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">nas últimas temporadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/136811"><span style="font-weight: 400">deputado Afonso Hamm (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400"> , ressaltou que há uma força tarefa em ação para tratar do tema. Os produtores do Rio Grande do Sul tem se mobilizado pela pauta e buscado sensibilizar senadores sobre a proposta. &#8220;Para nós é a tábua de salvação. Estamos fazendo uma colheita média, mas nós dependemos desse alongamento da dívida, da aprovação do projeto 5.122, que foi construído por todo o agro brasileiro&#8221;, pontuou.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Seguro Rural: relator deve finalizar texto ainda nesta semana</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Os parlamentares também têm defendido que além de um socorro aos produtores endividados por safras frustradas seja aprovado o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2596615"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 2.951 de 2024</span></a><span style="font-weight: 400">. Essa pauta traz uma atualização do Seguro Rural com a viabilização de um fundo de catástrofes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto tem regime de urgência e deve ser pautado no Plenário da Câmara dos Deputados em breve. De acordo com o relator da matéria, deputado Pedro Lupion, o relatório pode ser finalizado ainda nesta terça-feira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Espero que a gente consiga já na próxima semana botar em plenário para a gente votar, mais tardar na outra semana.  Estamos buscando o presidente [da Câmara], deputado Hugo Motta, para que ele nos dê um espaço em plenário para algumas pautas prioritárias”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O tema é uma das prioridades de 2026 para a FPA. Apesar de ser uma política pública relevante, o cenário dos últimos anos é de recursos estagnados para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/seguro-rural"><span style="font-weight: 400">PSR</span></a><span style="font-weight: 400">). De acordo com o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">), o maior montante destinado e executado à subvenção foi registrado em 2021, com R$ 1,15 bilhão. Desde então, os valores caíram e em 2025 atingiu o menor nível desde 2019, com R$ 565,3 milhões.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Bancada pedirá liberação para B100</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A reunião-almoço da frente também serviu para que os parlamentares pudessem avaliar as recentes medidas anunciadas pelo governo federal para reduzir os impactos do conflito no Oriente Médio nos combustíveis. O vice-presidente na Câmara da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">, voltou citar uma sugestão apresentada pela bancada de aumentar as misturas de biocombustíveis nos combustíveis fósseis — 17% de biodiesel no diesel e 32% de álcool na gasolina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32188 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/55153217806_c541ee708d_c-1-300x200.jpg" alt="" width="234" height="156" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/55153217806_c541ee708d_c-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/55153217806_c541ee708d_c-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/55153217806_c541ee708d_c-1-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/55153217806_c541ee708d_c-1.jpg 799w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" />Jardim também disse que os parlamentares vão enviar uma solicitação à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (</span><a href="https://www.gov.br/anp/pt-br"><span style="font-weight: 400">ANP</span></a><span style="font-weight: 400">) para que o abastecimento 100% com biodiesel seja facilitado. Segundo o deputado, já há empresas que têm autorização para operar frotas internas com B100, a intenção é levar essa possibilidade para outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós vamos pedir à ANP que avalie e revogue esta medida que estabelece um limite para possibilidade de liberdade. Se o empreendedor quiser,  se o produtor, o transportador quiser usar, que isso possa ser confortavelmente estabelecido”, indicou. Ele ainda completou: “Então, os transportadores que usam B100 estão fazendo uma ilegalidade? Não. Eles tiveram que pedir uma autorização especial, tramitou e foi dada. O que nós queremos é que seja generalizadamente dada essa liberdade”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre a atuação da FPA:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/02/mudancas-retiram-pelo-menos-116-mil-produtores-do-proagro/">Mudanças retiram pelo menos 116 mil produtores do Proagro</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/25/senado-avanca-em-projeto-que-cria-nova-lei-do-trabalho-rural-e-substitui-regras-de-1973/">Senado avança em projeto que cria nova lei do trabalho rural e substitui regras de 1973</a></p>
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		<item>
		<title>Bancada do agro pedirá urgência de projeto que autoriza controle de javalis por estados</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/10/07/bancada-do-agro-pedira-urgencia-de-projeto-que-autoriza-controle-de-javalis-por-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 19:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Oficiais]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Caça aos javalis]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Pezenti]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, pelas próximas semanas, deverá julgar a constitucionalidade do controle de javalis e espécies invasoras feito pelos estados, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pedirá a urgência do projeto de lei que regulamenta o tema em todo o território nacional, reconhecendo a competência dos entes no manejo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em reação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, pelas próximas semanas, deverá julgar a constitucionalidade do controle de javalis e espécies invasoras feito pelos estados, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pedirá a urgência do projeto de lei que regulamenta o tema em todo o território nacional, reconhecendo a competência dos entes no manejo de fauna. A informação foi confirmada, nesta terça-feira (7), pelo presidente da bancada do agro, deputado Pedro Lupion (PP-PR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Lupion, o projeto de lei (PL4253/25), de autoria do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), resguarda todos os méritos constitucionais, bem como as preocupações do setor primário com o controle sanitário e as exportações de proteína animal do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Se o problema é constitucional, vamos resolver isso, porque não faz o menor sentido para um país como o nosso, que produz alimento para mais de um bilhão de pessoas em todo o planeta, estar sujeito a uma peste suína ou febre aftosa por falta de um controle eficiente”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outros pontos, a proposta propõe a criação de um sistema descentralizado de controle e manejo de espécies invasoras, delegando competências aos estados e retirando essa atribuição do Ibama. A proposta autoriza a caça, o abate e outros métodos de controle populacional, regulamenta a comercialização de produtos e subprodutos dessas ações e institui o Fundo Nacional de Controle de Espécies Invasoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o deputado Alceu Moreira, coordenador institucional da FPA, a atuação da autarquia tem sido fortemente questionada pelo excesso de autuações contra caçadores profissionais, o que inviabiliza o manejo em diversos casos. “Temos que otimizar esse controle, pois é inadmissível que um país como o nosso, que levou anos para consolidar mercados mundo afora, esteja sujeito a fechar fronteiras por febre aftosa ou gripe suína”, justificou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta também estabelece condições para consumo, distribuição e comercialização dos produtos e subprodutos resultantes do abate, desde que estejam em conformidade com a legislação sanitária e ambiental dos estados. Outro ponto que ficará a cargo dos estados é a possibilidade de bonificação aos caçadores credenciados, estimulando a adesão voluntária no manejo de espécies invasoras.</span></p>
<p><b>Controle e manejo de animais </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na última sexta-feira (4), a Suprema Corte reconheceu a repercussão geral (Tema 1.426) da matéria tratada no Recurso Extraordinário (RE) 1.430.827 que discute se os estados podem autorizar a caça de espécies invasoras em seus territórios. A decisão a ser tomada, em data ainda não definida, deverá ser seguida por todas as instâncias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O caso trata da validade da Lei Estadual nº 17.295/2020, de São Paulo, que autorizou medidas de controle populacional e manejo de animais classificados como invasores e nocivos ao meio ambiente, à saúde pública e à agricultura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31181 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924120715386MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o deputado Pezenti (MDB-SC), a autonomia dos estados é essencial. “Os estados conhecem sua realidade, suas fronteiras agrícolas e os riscos que enfrentam. O manejo responsável é uma questão de sobrevivência para o produtor e de proteção para o país.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31180 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/img20250924112053819MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mesmo sentido, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da Comissão de Agricultura (CAPADR) na Câmara, reforçou que o problema ultrapassa o debate político. “Quem vive no campo sabe o estrago que o javali causa. Não estamos falando de caça esportiva, e sim de defesa da produção e da vida no meio rural. É uma questão sanitária, ambiental e até de segurança pública. Os estados precisam ter autonomia para agir antes que o prejuízo seja irreversível.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-31221 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3.jpg 960w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/10/86jyx2rdhuolob3-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) destacou a necessidade de respostas rápidas do poder legislativo. “O produtor rural não pode ficar refém da burocracia enquanto o problema cresce a cada dia. Dar aos estados o poder de controlar espécies invasoras é garantir uma resposta rápida, técnica e eficaz. O Congresso tem o dever de proteger a base da nossa economia, que é o agro brasileiro.”</span></p>
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		<title>Estado pode assumir custo de georreferenciamento em lotes da reforma agrária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/07/09/estado-pode-assumir-custo-de-georreferenciamento-em-lotes-da-reforma-agraria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:06:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Georreferenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Barbudo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Famílias assentadas em áreas da reforma agrária poderão receber seus títulos de propriedade com mais rapidez e sem custos para o georreferenciamento dos lotes. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o parecer do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) ao Projeto de Lei 1231/2025, de autoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Famílias assentadas em áreas da reforma agrária poderão receber seus títulos de propriedade com mais rapidez e sem custos para o georreferenciamento dos lotes. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o parecer do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) ao Projeto de Lei 1231/2025, de autoria do deputado Nelson Barbudo (PL-MT), que transfere ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a responsabilidade pela execução do serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto altera a sistemática atual ao garantir que o georreferenciamento, requisito essencial para o registro e titulação de imóveis rurais, seja realizado e custeado pelo Incra antes da transferência da propriedade aos assentados. A medida assegura maior celeridade e segurança jurídica no processo de regularização fundiária, além de evitar que famílias de baixa renda arquem com despesas técnicas para obter seus títulos definitivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor, impor esse encargo técnico e financeiro aos assentados compromete toda a política de reforma agrária. “Ao assumir essa responsabilidade, o Incra não apenas desonera as famílias, mas também garante que o serviço seja feito com qualidade, dentro dos padrões exigidos. Isso significa mais agilidade na titulação e mais segurança jurídica para quem vive e produz no campo,&#8221; disse o deputado Nelson Barbudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator ressalta no texto que o Incra já desenvolve, em alguns assentamentos, atividades de georreferenciamento por meio de seus programas internos ou em cooperação técnica com universidades, prefeituras e outras entidades conveniadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Lúcio Mosquini, a proposta reforça o papel do estado na efetivação da política de reforma agrária, ao garantir que os procedimentos técnicos para a titulação dos lotes sejam realizados com responsabilidade pública. &#8220;Essa proposta reduz entraves burocráticos e financeiros que atrasam a titulação definitiva da terra e acelera a inclusão dos assentados no sistema formal de propriedade rural. Estamos apenas formalizando uma prática que já ocorre, mas agora com segurança jurídica e respaldo legal, o que permite planejamento e continuidade das ações do Incra&#8221;, afirmou Mosquini. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Aprovado o fim da exigência de georreferenciamento para fins de regularização fundiária</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/23/aprovado-o-fim-da-exigencia-de-georreferenciamento-para-fins-de-regularizacao-fundiaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:06:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (23), o Projeto de Lei (PL102/2020), que visa simplificar o procedimento de regularização fundiária ao eliminar a exigência do georreferenciamento. A medida pretende agilizar o processo e reduzir a burocracia envolvida na regularização dos lotes rurais em projetos de assentamento demarcados pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (23), o Projeto de Lei (PL102/2020), que visa simplificar o procedimento de regularização fundiária ao eliminar a exigência do georreferenciamento. A medida pretende agilizar o processo e reduzir a burocracia envolvida na regularização dos lotes rurais em projetos de assentamento demarcados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p>Outro ponto de alteração é que as ocupações em assentamento sem autorização do Incra, sejam regularizadas, desde que não ultrapassem quatro módulos fiscais e que sejam atendidas algumas condições, como o tempo de ocupação e exploração do lote, sendo superior a um ano.</p>
<p>Para o autor do projeto e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Lucio Mosquini (MDB-RO), o projeto é de “extrema relevância” e corrige uma injustiça para aqueles que já foram titulados pelo Incra. Segundo ele, quando esse título foi expedido, já foi feito o serviço topográfico, mas nada impede que o cartório registre com a topografia já existente, e assim, trazer justiça social para os produtores rurais.</p>
<p>“Estamos tirando um custo das costas do trabalhador rural. Estou feliz com a aprovação da proposta e espero que com o andar da lei, os produtores deixem de ter a obrigação de pagar o georreferenciamento para registrar os títulos já emitidos pelo Incra”, ressaltou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30094" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/Dep._Alexandre_Guimaraes-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O relator do projeto, deputado Alexandre Guimarães (MDB-TO), destaca que medida é justificada pelo fato de que pequenos agricultores têm menores condições de arcar com os custos do georreferenciamento, além de valorizar o trabalho dos produtores. &#8220;As proposições têm objetivos louváveis, na medida em que desburocratizam nosso sistema jurídico de forma a facilitar a regularização fundiária e, consequentemente, valorizar o trabalho do homem do campo.</p>
<p>A matéria segue para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT).</p>
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		<title>Aprovado projeto que transfere à União e aos estados o mapeamento de imóveis rurais originários de terras públicas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/09/aprovado-projeto-que-transfere-a-uniao-e-aos-estados-o-mapeamento-de-imoveis-rurais-originarios-de-terras-publicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 19:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[José Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Mapeamento de imóveis rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei 5861/2023, de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB/RO). A proposta autoriza a União e os estados a realizarem o mapeamento de imóveis rurais originados de terras públicas, medida considerada estratégica para a regularização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei 5861/2023, de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB/RO). A proposta autoriza a União e os estados a realizarem o mapeamento de imóveis rurais originados de terras públicas, medida considerada estratégica para a regularização fundiária e a reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Relator do projeto, o deputado José Medeiros (PL-MT), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), defende que a responsabilidade pela apresentação da documentação técnica deve ser atribuída ao poder público, e não ao beneficiário da terra. “Quando se trata de terras públicas já regularizadas com títulos definitivos, é evidente que essas regularizações exigem trabalho técnico rigoroso”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Medeiros explicou que esse processo técnico envolve georreferenciamento, delimitações por meio de plantas, memoriais descritivos e registros em cadastros legalmente reconhecidos. Para ele, cabe ao órgão emissor do título dominial — seja federal ou estadual — providenciar essa documentação junto aos cartórios e às instâncias administrativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O beneficiário já arca com o custo da terra. Não é justo impor a ele também a responsabilidade por toda a parte técnica”, destacou o parlamentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Medeiros, a proposta representa um avanço importante para os programas de regularização fundiária e reforma agrária, ao assegurar equilíbrio técnico e jurídico em favor das famílias beneficiadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação na CAPADR, o projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Comissão de Agricultura aprova isenção de Imposto sobre Propriedade Territorial Rural (ITR)</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/09/comissao-de-agricultura-aprova-isencao-de-imposto-sobre-propriedade-territorial-rural-itr/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto sobre Propriedade Territorial Rural (ITR)]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (PL 6360/2019), que fortalece a transparência do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). A proposta permite que conselhos municipais, regionais e federais de desenvolvimento rural denunciem acordos relacionados ao imposto às autoridades [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/09/comissao-de-agricultura-aprova-isencao-de-imposto-sobre-propriedade-territorial-rural-itr/">Comissão de Agricultura aprova isenção de Imposto sobre Propriedade Territorial Rural (ITR)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (<a href="https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/capadr" target="_blank" rel="noopener">CAPADR</a>) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2233209" target="_blank" rel="noopener">PL 6360/2019</a>), que fortalece a transparência do <a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/02/comissao-de-agricultura-aprova-criterios-para-cobranca-do-imposto-sobre-a-propriedade-territorial-rural-itr/" target="_blank" rel="noopener">Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)</a>. A proposta permite que conselhos municipais, regionais e federais de desenvolvimento rural denunciem acordos relacionados ao imposto às autoridades legais. Também aumenta a responsabilidade dos órgãos fiscalizadores, ao assegurar a aplicação eficaz do tributo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes, para garantir imunidade do ITR, o proprietário precisava trabalhar sozinho ou com a família na terra. No entanto, a Emenda Constitucional nº 42, de 2023, alterou esse requisito. A nova regra eliminou a obrigatoriedade de o dono trabalhar diretamente na propriedade para obter isenção, reconhecendo que, em certos casos, as terras podem ser administradas por meio de parcerias ou contratos de aluguel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado federal <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559" target="_blank" rel="noopener">Alceu Moreira</a> (MDB-RS), relator da proposta, considerou o texto uma “nobre iniciativa” para alinhar a legislação do ITR à Constituição, promover justiça tributária e incentivar a produção rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Trata-se de um projeto que aumenta a transparência do imposto. Igualmente, traz algo fundamental para o trabalhador do campo, que é a justiça tributária. O avanço é importante para que o ITR e a Constituição Federal possam falar a mesma língua”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-30018" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/lucio-mosquini-750x536.jpg" alt="" width="750" height="536" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/lucio-mosquini-750x536.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/lucio-mosquini-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/lucio-mosquini-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Já o autor do projeto, deputado federal <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954" target="_blank" rel="noopener">Lucio Mosquini</a> (MDB-RO), afirmou que a aprovação representa um grande avanço para o campo brasileiro. Para ele, o objetivo sempre foi garantir a transparência na arrecadação do ITR e e assegurar que pequenos e médios produtores rurais tenham seus direitos respeitados.</p>
<p>&#8220;Estamos corrigindo distorções e fortalecendo a justiça tributária no setor rural, além de valorizar quem realmente produz e movimenta a economia do país”, afirmou o deputado federal Lúcio Mosquini.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria segue agora para a <a href="https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cft" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Finanças e Tributação</a> (CFT) da Câmara dos Deputados.</span></p>
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		<title>Projeto aprovado em comissão permite o uso de imóveis rurais para quitar dívidas com a União</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/27/projeto-aprovado-em-comissao-permite-o-uso-de-imoveis-rurais-para-quitar-dividas-com-a-uniao/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:13:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (27), o parecer favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei 3.506/2023, de autoria do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO), foi aprovado pela Comissão de Agricultura (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta, entre outros pontos, altera a Lei nº 13.259, de 2016, e regulamenta o uso de imóveis rurais como forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Nesta quarta-feira (27), o parecer favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei 3.506/2023, de autoria do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO), foi aprovado pela Comissão de Agricultura (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta, entre outros pontos, altera a Lei nº 13.259, de 2016, e regulamenta o uso de imóveis rurais como forma de pagamento de dívidas tributárias inscritas na dívida ativa da União.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator do projeto, deputado Dilceu Sperafico, destacou que a medida representa uma ferramenta inovadora para promover a paz no campo, reduzir prejuízos sociais e fomentar o desenvolvimento sustentável. “A regularização das dívidas fiscais permitirá que os produtores rurais tenham acesso a recursos e possam investir no desenvolvimento econômico das áreas rurais. Paralelamente, a destinação de terras aos agricultores sem-terra é um avanço na redução das desigualdades no campo”, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto prevê que os imóveis oferecidos como pagamento sejam avaliados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que verificará as previsões de destino para os agricultores familiares cadastrados no programa de reforma agrária. Além disso, o projeto estipula critérios, como a exigência de que os imóveis estejam livres de ônus e de que o valor da propriedade seja compatível com o débito tributário, permitindo a complementação financeira caso haja diferença.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29480 " src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini.jpg" alt="" width="707" height="530" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/Lucio-Mosquini-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor do projeto, Lúcio Mosquini, a iniciativa busca oferecer uma solução prática para a regularização fiscal dos produtores rurais, ao mesmo tempo em que amplia o estoque de terras disponíveis para a reforma agrária. “Essa medida não só promove a justiça social no campo, como também auxilia o governo na construção de um repositório de terras que, obedecendo às formalidades legais, poderá ser destinado a agricultores familiares”, afirmou o deputado.</span></p>
<p><b>Tramitação</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400">O projeto tramita em regime ordinário e ainda será analisado pelas Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), antes de seguir para o Plenário da Câmara. Caso aprovado, a medida permitirá que o Incra, juntamente com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), conduza o processo administrativo para avaliar, aprovar e destinar os imóveis ofertados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Estamos garantindo um mecanismo que oferece segurança jurídica e contribui para um futuro mais sustentável e equitativo no campo”, concluiu Mosquini.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto de lei que fortalece a Reforma Agrária é aprovado com apoio da FPA</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/11/13/projeto-de-lei-que-fortalece-a-reforma-agraria-e-aprovado-com-apoio-da-fpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:47:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos para Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma decisão significativa para o setor agropecuário e para a reforma agrária no Brasil, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (13), o relatório favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei Complementar (PLP 163/23), de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), ambos integrantes da Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em uma decisão significativa para o setor agropecuário e para a reforma agrária no Brasil, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) aprovou, nesta quarta-feira (13), o relatório favorável do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) ao Projeto de Lei Complementar (PLP 163/23), de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), ambos integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto destina 25% dos valores arrecadados por meio de multas ambientais para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, administrado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O objetivo é canalizar esses recursos para projetos de assentamento rural, reforçando a produção agrícola sustentável e a inclusão social no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse sentido, Sperafico destacou que “a proposta traz uma visão holística, onde ecologia, agropecuária e justiça agrária caminham juntas, e não em oposição, como muitas vezes se apresenta nos discursos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outras medidas, o projeto enfatiza a importância de proteger o meio ambiente ao mesmo tempo em que apoia o setor agrícola brasileiro, reconhecido mundialmente pela alta produtividade e pela preservação de mais de 60% de suas áreas naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta altera a Lei Complementar nº 93, de 1998, que instituiu o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, e a Lei nº 9.605, também de 1998, que trata das sanções em casos de danos ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto de Mosquini, que agora segue para avaliação nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que há tempos defendem políticas de incentivo para a agricultura familiar e o setor agropecuário no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Precisamos de políticas que respeitem o meio ambiente sem comprometer a produção de alimentos e a segurança do trabalhador rural”, afirmou Sperafico. Ele reforçou que o Brasil deve ser visto não apenas como uma potência agrícola, mas como um modelo de sustentabilidade e responsabilidade ambiental. “O destino de uma parcela das multas ambientais para a reforma agrária fortalece a economia rural ao mesmo tempo em que promove práticas agrícolas conscientes e sustentáveis”, concluiu.</span></p>
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