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	<title>Joaquim Passarinho &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Joaquim Passarinho &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Profert: reduzir dependência externa de fertilizantes é questão de segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil está entre os maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda depende fortemente do mercado internacional para garantir um dos principais insumos da produção agrícola. Atualmente, cerca de 85% dos fertilizantes utilizados no país são importados, situação que deixa o setor agropecuário exposto a oscilações de preços, crises logísticas, conflitos geopolíticos e eventuais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Brasil está entre os maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda depende fortemente do mercado internacional para garantir um dos principais insumos da produção agrícola. Atualmente, cerca de 85% dos fertilizantes utilizados no país são importados, situação que deixa o setor agropecuário exposto a oscilações de preços, crises logísticas, conflitos geopolíticos e eventuais interrupções no abastecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Reduzir essa dependência não é apenas uma necessidade econômica ou industrial. É uma questão de segurança alimentar. Sem uma oferta estável e competitiva de fertilizantes, o país fica mais vulnerável ao aumento dos custos de produção, à redução da produtividade no campo e aos impactos sobre o preço e a disponibilidade dos alimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para enfrentar essa vulnerabilidade, o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei nº 699/2023, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta estimula investimentos na produção nacional, amplia a competitividade da indústria brasileira e reduz a dependência externa de insumos considerados estratégicos para a agricultura.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O projeto foi apresentado em fevereiro de 2023 pelo senador Laércio Oliveira (PP-SE), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A proposta original previa incentivos tributários para estimular novos investimentos na cadeia produtiva de fertilizantes.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Desde o início da tramitação, o autor da proposta defendeu que a criação do programa seria fundamental para reduzir uma vulnerabilidade histórica do país. “A indústria de fertilizantes do Brasil está longe de alcançar o desempenho e a competitividade compatíveis com o seu porte e relevância”, afirmou o senador.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo ele, a construção do projeto exigiu amplo diálogo entre governo, Congresso e setor produtivo. “Tivemos de construir várias pontes. Diante da grandeza da agropecuária brasileira, o setor necessita de um plano nacional de fertilizantes. Não podemos conviver com essa dependência de fertilizantes importados que o setor tem”, destacou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao longo de 2023, a proposta foi debatida em diferentes comissões do Senado, reunindo representantes da indústria, especialistas e entidades do setor agropecuário.</span></p>
<h4 style="text-align: justify">Aprovação no Senado</h4>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em março de 2024, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou o parecer da senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária no Senado Federal. Durante a análise da matéria, a senadora ressaltou que o fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes deixou de ser apenas uma pauta econômica para se tornar uma questão estratégica para o país, especialmente diante dos desafios geopolíticos que afetam o abastecimento mundial.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“A análise técnica e orçamentária do projeto indica conformidade com as normas e destaca a necessidade de promover a autossuficiência na produção de fertilizantes. A proposta também está alinhada com a Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial do governo”, afirmou. </span><span style="font-weight: 400">Após a aprovação no Senado, a proposta seguiu para análise da Câmara dos Deputados.</span></p>
<h3 style="text-align: justify">Reforma tributária exigiu mudanças</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Na Câmara, o projeto passou por uma ampla reformulação em maio de 2026. A principal mudança ocorreu em razão da reforma tributária, que extinguirá gradualmente tributos como PIS, Cofins e IPI, tornando inviável a manutenção dos incentivos originalmente previstos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Sob a relatoria do deputado Júnior Ferrari (PSD-PA), o texto foi adaptado para substituir as isenções tributárias por um novo modelo baseado em créditos fiscais destinados aos investimentos na cadeia nacional de fertilizantes. <img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32821 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/images-1-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/images-1-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/images-1-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/images-1-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A proposta também passou a incorporar mecanismos para estimular a produção doméstica, incentivar a pesquisa mineral, ampliar os investimentos em infraestrutura e criar condições para a expansão da indústria nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), as mudanças permitiram preservar o objetivo central da proposta diante do novo cenário tributário. Segundo o parlamentar, o projeto “cria instrumentos que reduzem o custo de produção e corrige distorções tributárias que hoje tornam o produto importado mais competitivo”.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Na avaliação do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), o fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes representa uma oportunidade para ampliar a competitividade brasileira no mercado internacional.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“O Brasil tem condições de alimentar o mundo, mas precisa de uma política que barateie o custo de produção e amplie o protagonismo do país no abastecimento global”, afirmou.</span></p>
<h3 style="text-align: justify">Bancada reforça importância estratégica do Profert</h3>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32432 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a tramitação na Câmara, outros integrantes da FPA também defenderam a proposta. Autor de outro projeto sobre o tema, o deputado Evair de Melo (PP-ES) afirmou que o programa representa uma oportunidade de reconstrução da indústria nacional. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“Esse projeto trata da ousadia de reorganizar o ambiente brasileiro e fazer renascer a indústria de fertilizantes. Certamente é o recomeço para garantirmos a produção de alimentos para o abastecimento interno e para a exportação”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32401 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), o país reúne condições de ampliar significativamente sua capacidade industrial. “Estamos entre os maiores produtores de grãos do mundo e temos que estar também entre os maiores produtores de fertilizantes. Temos capacidade para isso”, declarou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32271 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O deputado José Rocha (União-BA) ressaltou que a iniciativa representa um avanço estratégico para o país. “Com essa medida, o Brasil dá um passo importante para ampliar sua autonomia na produção de fertilizantes e reduzir a dependência das importações”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32293 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg" alt="Zé Silva" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Silva-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na avaliação do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), o programa fortalece a soberania produtiva nacional. “A aprovação do Profert representa um passo importante para fortalecer a soberania produtiva do Brasil”, destacou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32679 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Sergio-Souza-150x150.jpg" alt="Sergio Souza" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Sergio-Souza-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Sergio-Souza-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/Sergio-Souza-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O deputado Sérgio Souza (MDB-PR) também defendeu a proposta ao afirmar que o Brasil precisa aproveitar melhor seu potencial mineral. “Não podemos ficar reféns dos valores cobrados hoje em dia, se temos um solo com uma riqueza desse tamanho”, ressaltou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32822 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/c1b51a_CONG_MATERIA_MANUAL_aminwaldemirbarretoagenciasenado-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/c1b51a_CONG_MATERIA_MANUAL_aminwaldemirbarretoagenciasenado-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/c1b51a_CONG_MATERIA_MANUAL_aminwaldemirbarretoagenciasenado-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/07/c1b51a_CONG_MATERIA_MANUAL_aminwaldemirbarretoagenciasenado-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para o senador Esperidião Amin (PP-SC), o Profert é a resposta a uma demanda histórica do país. “Esse projeto é mais que oportuno e vai ao encontro de uma carência absurdamente conhecida e diagnosticada”, afirmou. O projeto aguarda votação no Senado Federal.</span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Veja mais sobre Profert:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/profert-e-aprovado-na-camara-e-amplia-estrategia-para-reduzir-dependencia-de-fertilizantes-importados/">Profert é aprovado na Câmara e amplia estratégia para reduzir dependência de fertilizantes importados</a></p>
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			</item>
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		<title>Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/deputados-aprovam-equiparacao-de-fertilizantes-a-minerais-criticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Danilo Forte]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Passarinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (06), a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta [PL 2780/2024] traz avanços para o setor agropecuário ao colocar os fertilizantes no mesmo patamar dos minerais críticos e estratégicos. Na prática, empresas e projetos voltados à produção desses insumos poderão ter acesso a benefícios fiscais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (06), a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta [PL 2780/2024] traz avanços para o setor agropecuário ao colocar os fertilizantes no mesmo patamar dos minerais críticos e estratégicos. Na prática, empresas e projetos voltados à produção desses insumos poderão ter acesso a benefícios fiscais, crédito e mecanismos de investimento incentivado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto inclui o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) entre as políticas que devem orientar a PNMCE. Com isso, os fertilizantes passam a integrar o planejamento estratégico do Estado, o que pode estimular novas ações voltadas à redução da dependência externa e ao fortalecimento da indústria nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esta política nacional está combinada com alguns instrumentos legislativos já por nós definidos, e com mecanismos que são de políticas públicas que também precisam estar harmonizados”, destacou o relator do texto e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta abre caminho para que projetos ligados à produção desses insumos recebam incentivos fiscais, de crédito e regulatórios. Para isso, deverão ser credenciados e habilitados pelo Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos, instância que será criada para gerir as ações relacionadas à nova política.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na avaliação da FPA, a medida é importante porque contribui para reduzir a dependência brasileira da importação de fertilizantes. Segundo levantamento recente da Confederação Nacional da Indústria (</span><a href="https://cni.portaldaindustria.com.br/"><span style="font-weight: 400">CNI</span></a><span style="font-weight: 400">), mais de 80% dos fertilizantes consumidos pela agricultura brasileira  vêm de fora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No retrato por tipo de produto, a maior dependência está nos potássicos, com 97,8% de importação. Em seguida aparecem os nitrogenados, com 89%, e os fosfatados, com 66,4%. Nos últimos meses, os nitrogenados passaram a preocupar ainda mais o setor, já que são produzidos a partir do gás natural. Com o conflito no Oriente Médio, a ureia registrou alta superior a 30% poucas semanas após o início dos ataques. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Proposta inclui fertilizantes em programa de benefício fiscal</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto respaldado pela Câmara cria ainda o Programa Federal de Beneficiamento e Transformação de Minerais Críticos e Estratégicos (PFMCE). Esse mecanismo permite que a União conceda crédito fiscal da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a empresas que atuem na produção, no beneficiamento ou na industrialização de fosfatados, potássicos e nitrogenados. Além de estimular a fabricação nacional desses insumos, a medida pode contribuir para reduzir custos de produção no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para ter acesso ao programa, essas empresas devem respeitar alguns requisitos, que serão regulamentados depois da proposta se tornar lei. Entre esses critérios estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">usar um percentual mínimo de bens e serviços de origem nacional;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">disponibilizar parte da produção ao mercado interno;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">comprovar certo nível de investimento em compras de máquinas, equipamentos e despesas operacionais. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">“Um destaque são os fertilizantes, os fosfatados, potássicos e os nitrogenados, já que o Brasil precisa reduzir a dependência da importação especialmente dos fertilizantes potássicos. No programa de beneficiamento, nós estamos garantindo o incentivo de R$ 1 bilhão por ano, durante cinco anos. Esses benefícios são sempre precedidos de um procedimento concorrencial, onde os fertilizantes são prioridade”, comentou um dos autores do projeto e integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160632"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Silva (União-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também autoriza a emissão de debêntures incentivadas como forma de impulsionar a produção nacional desses insumos agrícolas. As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para captar recursos no mercado de capitais. No caso das incentivadas, investidores pessoa física têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos, o que torna esse tipo de aplicação mais atrativo e facilita o financiamento de projetos estratégicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses títulos poderão ser emitidos por empresas que fazem o beneficiamento, transformação ou mineração de matéria-prima de fertilizantes. Projetos que fazem prospecção e pesquisa também poderão acessar esse instrumento.</span></p>
<p><b>Veja o que disseram integrantes da FPA: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32270 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-150x150.jpg" alt="" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Sergio-Souza-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" />“Os nitrogenados foram os fertilizantes que mais subiram com o advento da guerra [no Oriente Médio]. Nós ficamos muito reféns desse problema geopolítico. Um projeto como esse faz com que o Parlamento passe a debater, de forma estratégica, a segurança na produção de alimentos”, pontuou o</span> <span style="font-weight: 400">coordenador da Comissão Tributária da FPA,</span> <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sérgio Souza (MDB-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32401 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg" alt="" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Joaquim-Passarinho-e1778113752996-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" />“Chega em um momento importante, de transição energética, melhoria da produção nacional e autonomia do Brasil para fazer seu campo trabalhar com tranquilidade, independentemente de guerras que aconteçam em qualquer lugar do mundo. Estamos entre os maiores produtores de grãos do mundo e temos que estar também entre os maiores produtores de fertilizantes. Temos capacidade para isso”, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178910"><span style="font-weight: 400">deputado Joaquim Passarinho (PL-PA)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32402 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-150x150.jpg" alt="" width="129" height="129" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Danilo-Forte-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 129px) 100vw, 129px" />“O Brasil é um país riquíssimo em minerais, mas ainda tem uma política muito acanhada de investimento e valorização dessa riqueza. O mundo hoje disputa minerais críticos e disputa alimentos. O Brasil tem condições de alimentar o mundo, mas precisa de uma política que barateie o custo de produção e amplie o protagonismo do país no abastecimento global”, destacou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/62881"><span style="font-weight: 400">deputado Danilo Forte (PP-CE)</span></a><span style="font-weight: 400">. <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32310 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg" alt="José Rocha" width="130" height="130" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jose-Rocha-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 130px) 100vw, 130px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com essa medida, o Brasil dá um passo importante para ampliar sua autonomia na produção de fertilizantes e reduzir a dependência das importações”, afirmou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/74554"><span style="font-weight: 400">deputado José Rocha (União-BA)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais sobre a atuação da FPA:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/open-finance-do-agro-proposta-avanca-e-pode-melhorar-condicoes-de-credito-e-seguro-rural/">Open Finance do agro: proposta avança e pode melhorar condições de crédito e seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/deputados-aprovam-equiparacao-de-fertilizantes-a-minerais-criticos/">Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>Joaquim Passarinho assume Comissão de Minas e Energia com foco em diálogo técnico e agendas estratégicas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/02/04/joaquim-passarinho-assume-comissao-de-minas-e-energia-com-foco-em-dialogo-tecnico-e-agendas-estrategicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 19:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Minas e Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Passarinho]]></category>
		<category><![CDATA[Presidência CME 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao assumir, nesta terça-feira (3), a presidência da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados, o deputado e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou que pretende consolidar o colegiado como um espaço permanente de diálogo para enfrentar os principais desafios dos setores energético e mineral. Integrante da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Ao assumir, nesta terça-feira (3), a presidência da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados, o deputado e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou que pretende consolidar o colegiado como um espaço permanente de diálogo para enfrentar os principais desafios dos setores energético e mineral.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Integrante da comissão há mais de uma década, Passarinho destacou que sua gestão terá como prioridade a construção de soluções técnicas e consensuais para temas considerados estratégicos da economia brasileira, fortalecendo a interlocução entre governo, Parlamento e setor produtivo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-31917" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/02/img20260203192754236MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/02/img20260203192754236MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/02/img20260203192754236MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/02/img20260203192754236MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/02/img20260203192754236MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“Estou aqui para fazer esse trabalho de interlocução sobre tudo o que está acontecendo no Brasil nos setores de energia e mineração”, afirmou durante o discurso de posse. Segundo ele, a CME se diferencia por priorizar debates técnicos, afastados de disputas políticas, característica que será mantida ao longo de sua presidência.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O deputado também ressaltou que 2026 exigirá ritmo acelerado de trabalho em razão do calendário eleitoral. “Será um ano difícil. Vamos precisar fazer, em seis meses, o que normalmente faríamos em um ano”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Entre os temas prioritários mencionados estão a exploração de petróleo na Margem Equatorial e os desafios enfrentados pelo setor de energia eólica no Nordeste. Para Passarinho, o avanço dessas agendas passa necessariamente pelo diálogo entre os diferentes agentes envolvidos. “Precisamos chamar todo mundo para conversar. A nossa postura será essa: dialogar sempre. A única coisa que eu não me canso é de escutar”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Passarinho reforçou ainda que a presidência da comissão estará aberta à participação dos parlamentares e de representantes do setor produtivo. “A comissão é de vocês. A presidência estará aberta para que possamos trabalhar temas relevantes e construir uma legislação boa para o Brasil”, declarou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Trajetória política e profissional</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Joaquim Passarinho Pinto de Souza nasceu em Belém (PA), em 18 de julho de 1957, e é formado em Arquitetura pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Antes de ingressar na política, atuou como empresário no setor da construção civil.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Iniciou a vida pública em 1988, ao ser eleito vereador de Belém, cargo que ocupou por quatro mandatos consecutivos até 2002. Em seguida, foi deputado estadual do Pará entre 2003 e 2010 e, entre 2011 e 2014, exerceu o cargo de secretário de Obras Públicas do estado, durante o governo de Simão Jatene.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Eleito deputado federal em 2014, foi reeleito em 2018 e, em 2022, já filiado ao PL, recebeu 122.553 votos, figurando entre os mais votados do Pará. Passarinho é sobrinho de Jarbas Passarinho, ex-senador, ex-governador do Pará e ex-ministro.</span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Reconhecimento parlamentar</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O deputado acumula reconhecimentos pelo desempenho no Congresso Nacional. Recebeu o Prêmio Excelência Parlamentar do Ranking dos Políticos nos anos de 2017, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025, figurando entre os parlamentares mais bem avaliados do país.</span></p>
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		<title>MP do Fim do Mundo deve cair após articulação de Frentes Parlamentares e Confederações</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/06/11/mp-do-fim-do-mundo-deve-cair-apos-articulacao-de-frentes-parlamentares-e-confederacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 19:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Passarinho]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1227/2024]]></category>
		<category><![CDATA[MP do Fim do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) recebeu, nesta terça-feira (11), representantes de 28 bancadas do Congresso Nacional para debaterem sobre a Medida Provisória 1227/2024, a “MP do Fim do Mundo”. O discurso de devolução da medida ao Poder Executivo se somou ao pedido de inconstitucionalidade do documento junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) recebeu, nesta terça-feira (11), representantes de 28 bancadas do Congresso Nacional para debaterem sobre a Medida Provisória 1227/2024, a “MP do Fim do Mundo”. O discurso de devolução da medida ao Poder Executivo se somou ao pedido de inconstitucionalidade do documento junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou que, em conversa com o presidente da República, houve a resposta de que a medida provisória será devolvida ou derrubada. “Se serviu para algo essa MP 1227 foi para mostrar a união dos setores. O agro e a indústria estão juntos por um Brasil melhor e mais desenvolvido. Vamos aguardar o fim dessa MP”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28585 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784079292_88b9ae48b5_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784079292_88b9ae48b5_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784079292_88b9ae48b5_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784079292_88b9ae48b5_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784079292_88b9ae48b5_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Alban acrescenta que foi garantido pelo presidente da República que não será mais discutido PIS/Cofins e que o tema seria repassado para discussão dentro do Congresso Nacional. “É uma forma de encontrar novos caminhos para o país. Vamos deixar para o Legislativo desenvolver isso e, finalmente, o governo entendeu essa importância”, disse ele.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28586 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785471745_956c5aef3d_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785471745_956c5aef3d_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785471745_956c5aef3d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785471745_956c5aef3d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785471745_956c5aef3d_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o deputado federal e presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), o debate e a união entre setores e bancadas foram primordiais para o recuo do Governo Federal. De acordo com ele, a Medida Provisória gera transtornos para os exportadores, mas também para quem gera emprego e renda no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A MP precisa ser enfrentada e só conseguiremos com muita união. Isso vem em um momento extremamente delicado, em um momento em que o governo pede para ter confiança na Reforma Tributária. É um golpe frontal e não podemos aceitar”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28587 size-full aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785233853_c95743cdf0_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785233853_c95743cdf0_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785233853_c95743cdf0_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785233853_c95743cdf0_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785233853_c95743cdf0_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina (PP-MS) defendeu a devolução da MP, mas reforçou que as frentes parlamentares devem permanecer com discurso uníssono. Ela explica que o governo chegou a abrir espaço para mudanças no texto, mas a decisão deve ser mais drástica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Devemos estar unidos e firmes em nossas posições. A medida provisória deve ser devolvida e me recuso a apresentar qualquer emenda, pois não é algo que dá para ajustar. Defendo e continuarei defendendo a devolução da MP”, enfatizou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28588 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785045386_9d28d64ed0_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785045386_9d28d64ed0_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785045386_9d28d64ed0_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785045386_9d28d64ed0_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785045386_9d28d64ed0_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o senador Zequinha Marinho, o Brasil vive um “temporal” por não ter um planejamento definido e um ambiente favorável aos investimentos. Ele alega que a medida provisória auxiliou no agravamento da crise econômica, além de aflorar o despreparo do governo em comandar o país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28589 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784091922_c966028082_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784091922_c966028082_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784091922_c966028082_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784091922_c966028082_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784091922_c966028082_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Sérgio Souza (MDB-PR) destacou que a MP fez um ato positivo, uniu o parlamento, ainda mais, em torno do povo. Ele acredita que qualquer aumento de tributo deve ser negado e ser constantemente vigiado dentro do Congresso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O melhor disso é que o povo está sendo representado no Congresso Nacional em suas causas. A primeira e a última palavra são do povo, que não aguenta mais pagar tantos impostos. É imposto na veia e quem está pagando é a sociedade. Não vamos permitir esse absurdo”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28590 size-full aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785044856_b92a9cd975_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785044856_b92a9cd975_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785044856_b92a9cd975_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785044856_b92a9cd975_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53785044856_b92a9cd975_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), afirmou que a ideia de unir as frentes veio ainda na terça-feira passada. “Nos reunimos para mostrar que estamos mobilizados para derrubar essa MP. É  festejar a união do Congresso, dos setores e comemorar que estamos todos imbuídos no desenvolvimento do país”, finalizou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28591 size-full alignnone" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784106677_121da67d57_c.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784106677_121da67d57_c.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784106677_121da67d57_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784106677_121da67d57_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/53784106677_121da67d57_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400">CNA</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, foi enfático na relação com o atual governo daqui para frente. Para ele, as formas como o Executivo tem buscado dialogar com o setor agropecuário parece querer causar confusão entre os segmentos. “Chegou a hora de dar um basta nesse governo. Essas conversas separadas parecem ter a intenção de nos enganar. Estamos vivendo em um desgoverno”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Martins acrescenta que, apesar de ter sido convidado, não quis conversar com o presidente da República. Segundo ele, não existe planejamento por parte do chefe do Executivo. “Me avisaram que ele queria falar comigo, mas eu recusei. Não há o que conversar, que não quero falar com presidente. Me recuso”, disse Martins.</span></p>
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