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	<title>Jaime Bagattoli &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Jaime Bagattoli &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:47:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o 2º vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO),</span></a><span style="font-weight: 400"> as invasões afetam todo o setor, independentemente do porte da propriedade. Segundo ele, na Amazônia, até mesmo pequenas áreas já foram alvo de ocupações. <img decoding="async" class="alignleft wp-image-32304 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse é um problema muito sério no Brasil, especialmente na produção primária, e nós precisamos garantir segurança jurídica aos proprietários de terra, independentemente de serem pequenos, médios ou grandes produtores”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O levantamento da CNA também mostra que 2025 foi o ano com maior número de invasões da última década. Ao todo, foram 90 ocorrências no ano passado, das quais 81 foram promovidas ou vinculadas ao MST. Os dados ainda apontam concentração dos casos no mês de abril, quando foram registradas 43 invasões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda conforme a entidade, os últimos três anos indicam uma tendência de alta nas invasões. De 2023 até 15 de abril de 2026, foram contabilizados 241 casos em todo o país.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-32301 size-large aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png" alt="Gráfico invasões" width="1024" height="683" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-300x200.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-768x512.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-750x500.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1140x760.png 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projetos miram prevenção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Com o número crescente de invasões, algumas medidas podem servir como prevenção contra esses atos. É o caso do </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 4.432/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, de autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. A proposta cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse cadastro seria integrado ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e teria registro de ocorrências de invasões de propriedades, tanto públicas como privadas. Também seriam registradas as ações realizadas pelas forças de segurança, bem como apontamentos se houve participação de menores ou de pessoas com armas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32303 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O texto tem o intuito de facilitar a identificação e responsabilização dos invasores. O projeto tem apreciação conclusiva nas comissões, no</span><span style="font-weight: 400"> entanto, há um recurso pedindo a revisão da tramitação para que a matéria seja analisada também no Plenário da Câmara. O recurso aguarda deliberação da Mesa Diretora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo Lula trouxe o MST para dentro do governo desde o início do mandato, contribuindo para as invasões no campo todos os anos aqui no Brasil. A FPA está hoje em uma ofensiva no Congresso Nacional e tem apresentado projetos para combater o esbulho possessório e, especialmente, penalizar criminosos. Quem invade propriedade privada é criminoso e tem que ser tratado assim”, afirmou Nogueira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2351684&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 1.198/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, apresentado pelo </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204378"><span style="font-weight: 400">deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. A matéria altera o Código Penal brasileiro para dar mais peso ao crime de esbulho possessório —  que é quando o dono de imóvel fica impossibilitado de controlar e usar o seu bem por causa de uma invasão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a legislação prevê uma pena de um a seis meses de detenção e multa. A proposta amplia a punição para quatro a oito anos de prisão, além da multa. O texto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e ainda deve passar pelo Plenário da Casa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2598906"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 6.612/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> também modifica o Código Penal, porém para criar uma tipificação penal própria para invasão de propriedades rurais. Neste caso, a proposição do deputado Rodolfo Nogueira, diferencia os tipos de ocupação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que ocorre para reivindicar políticas públicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que acontece em área já designada para desapropriação, porém o proprietário ainda não recebeu a indenização.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também pune quem patrocina e financia essas invasões. Em todos os casos, a pena proposta é de quatro a dez anos de reclusão e multa. Caso a ocupação seja em terra produtiva, a pena é dobrada, e se for cometido por mais de duas pessoas há o aumento de um terço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria aguarda análise na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. Depois, a proposta ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e pelo Plenário. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32302 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/73768"><span style="font-weight: 400">deputado Dilceu Sperafico (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a preocupação dos produtores diante do aumento das invasões e defendeu o avanço de matérias que garantam mais segurança no campo. “O direito de propriedade é constitucional, mas hoje não há segurança jurídica para o proprietário rural. Tivemos muitas invasões de terras nos últimos anos, e isso tem gerado intranquilidade e até o risco de queda na produção nacional. Muitos produtores acabam se afastando da atividade por medo”, disse. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre direito de propriedade:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:07:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), André de Paula.  O chefe da pasta foi recebido na reunião da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">MAPA</span></a><span style="font-weight: 400">), André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O chefe da pasta foi recebido na reunião da bancada realizada nesta terça-feira (14). Durante o encontro, a bancada apresentou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/143632"><span style="font-weight: 400">Dep. Domingos Neto (PSD-CE)</span></a><span style="font-weight: 400">, integrante da FPA, como solução para parte do endividamento que atinge produtores rurais em diversos estados brasileiros. Entre os pontos colocados na matéria, está a utilização do Fundo Social para criar uma linha de crédito específica de repactuação de dívidas rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e será relatado pelo </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400">. Na última semana, a vice-presidente da FPA na Casa Alta, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400"> articulou uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3830"><span style="font-weight: 400">senador Davi Alcolumbre (União-AP)</span></a><span style="font-weight: 400">, e o relator para expor a atual situação do setor e avançar com o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A solicitação dos parlamentares agora é para que a pasta da Agricultura também reforce essa articulação dentro do próprio Executivo. A proposta pode disponibilizar aproximadamente R$ 30 bilhões para a linha de financiamento, no entanto, o valor já é visto como insuficiente para o atual nível de endividamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós estamos dando todo o apoio necessário para que o projeto tenha celeridade, inclusive pedimos ao ministro o apoio institucional do governo para que a gente consiga achar minimamente um alento. Vamos lembrar que os R$ 30 bilhões que estão previstos no PL 5.122 já são completamente insuficientes para o tamanho do problema enfretado”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.  </span><span style="font-weight: 400">  </span></p>
<p><b>A FPA entregou ao ministro um ofício com os pleitos do setor junto ao MAPA:</b></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação para revisar as resoluções do </span><span style="font-weight: 400">Conselho Monetário Nacional (CMN)</span><span style="font-weight: 400"> que conferem restrição ao crédito rural com base exclusiva no PRODES;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Assegurar que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) siga apenas com função consultiva e técnica, sem sobrepor regulações atribuídas ao MAPA ou outros órgãos competentes, em respeito ao Marco Legal de Pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definir um cronograma de das regulamentações envolvendo a Lei de Pesticidas, a Lei do Autocontrole e a Lei dos Bioinsumos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Ampliação do Plano Safra de modo que torne o acesso ao crédito mais fácil para pequenos e médios produtores;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir soluções estruturantes sobre o endividamento rural, tendo como foco a renegociação das dívidas rurais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação junto ao Ministério da Fazenda para publicação da lista complementar de insumos agropecuários com redução de 60% nas alíquotas do IBS e CBS;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Participação ativa nas discussões sobre a atualização da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras para defender posicionamento técnico sobre as espécies com relação econômica;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Suspensão ou revisão da portaria que traz exigências sobre a classificação e comercialização de morangos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Articulação nas negociações sobre o Regulamento Europeu de Desmatamento (EUDR), da União Europeia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Maior participação do setor produtivo nas negociações de acordos comerciais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Esclarecimento sobre as portarias do Mapa que tratam sobre a rastreabilidade de pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Revisão da norma que instituiu a Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de grãos de modo que a certificação continue sendo opcional e contratual, sem a imposição do Estado;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definição de um cronograma claro sobre os anúncios envolvendo o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (SISPA);</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Aprimoramento das regulamentações de uso de drones na agropecuária, tendo como objetivo segurança jurídica, viabilidade e defesa da tecnologia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir junto com os demais órgãos competentes do governo uma solução normativa para indenização de serviço voluntário em folga remunerada aos auditores fiscais federais agropecuários. </span></li>
</ol>
<h2><b>Ministro fala em reaproximação com a bancada</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">André de Paula ouviu dos parlamentares a demanda por uma maior participação da FPA nas decisões que tratam sobre políticas públicas para o setor. Uma sugestão dada pela ex-ministra da Agricultura, Sen. Tereza Cristina, foi a manutenção de encontros periódicos entre a bancada e a gestão do ministério.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32250 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“Todo governo, seja ele de que matiz for, enfrenta problemas, porque a agricultura tem necessidades e o cobertor é curto. Outras áreas também têm as suas demandas, e esse embate é necessário. Mas, quando o senhor tem uma frente como essa, ajudando a remar para a frente, facilita muito a vida”, disse a parlamentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ministro afirmou que vai acolher a iniciativa. “Eu tenho disposição para isso e  vou conversar com o presidente [da FPA] Pedro para que a gente construa essa possibilidade”, destacou André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da questão do crédito e do endividamento, o vice-presidente da FPA na Câmara, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">, fez ainda outro apelo ao ministro. Ele enfatizou a necessidade de uma “implantação radical” do Código Florestal. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32251 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós falamos das restrições de crédito via PRODES e é urgente. São problemas que vão surgindo porque não há essa matriz da análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, comentou Jardim ao lembrar do problema com as resoluções do Conselho Monetário Nacional responsáveis pela restrição de acesso ao crédito rural para produtores que estão em situação ambiental regular. </span></p>
<p><b>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32256 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Você, André de Paula, falou uma coisa que me deixou muito feliz de ouvir: ‘respeito aos demais colegas, mas nós temos que defender o agro’. E é isso que estamos sentindo falta no Ministério da Agricultura: uma atuação mais proativa”, disse o coordenador de Defesa Agropecuária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160758"><span style="font-weight: 400">deputado Domingos Sávio (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32257 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />&#8220;Hoje, o que precisamos do Ministério da Agricultura, é salvar o ente produtivo chamado produtor rural, de qualquer tamanho. Ser salvo como célula produtiva. Ele não é um caloteiro, não é um mau caráter. Ele só não conseguiu produzir porque as condições oferecidas para ele são completamente adversas&#8221;, indicou o coordenador Institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32254 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Independente do governo, a gente precisa avançar. A gente precisa cuidar de quem está devendo, de quem está desesperado, pagando as contas dos filhos, e vive da agropecuária&#8221;, pontuou a vice-presidente da região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (MDB-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32253 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg" alt="" width="117" height="117" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" />&#8220;O senhor disse que gostaria de deixar uma marca na sua gestão, que espero, seja muito profícua. Que a sua marca seja então para melhorar o PSR, para dar Seguro Rural a milhões de produtores&#8221;, destacou o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Pezenti (MDB-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32255 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“As novas regras do Prodes precisam ser revistas com urgência. É uma medida contraditória, que fere o processo legal e dificulta o acesso ao crédito rural, impactando diretamente o agro brasileiro&#8221;, afirmou o 2º vice-presidente da FPA no senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32263 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu diria que, tirando o café hoje no Brasil, todos os outros segmentos estão com muita dificuldade de fazer a próxima safra. É o momento, ministro, do projeto 5122/2023. Nós, mais do que nunca, precisamos desse legado para as gerações futuras&#8221;, comentou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32261 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu não tenho dúvida de que nós vamos precisar pensar numa repactuação das condições de endividamento dos produtores rurais. E a gente espera muito um Plano Safra com volume de recurso suficiente e com uma quantidade de equalização de juros que possa baixar o principal custo do produtor rural, que é esse custo do financiamento, para que ele possa sobreviver&#8221;, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178905"><span style="font-weight: 400">deputado Fabio Garcia (União-MT)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32262 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Se eu pudesse, ministro, dizer algo para o senhor sair daqui com uma única missão, eu diria para tentar convencer o ministro Dario, o presidente Lula, de dar um quinhão do orçamento público correspondente à importância que a agropecuária tem&#8221;, solicitou o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684"><span style="font-weight: 400">deputado Tião Medeiros (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32259 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Também existe outro projeto de lei (PL 320/2025), de autoria do senador Heinze e eu fui designado relator, e trata exclusivamente da securitização, uma espécie de um Refis do campo. Eu queria aqui me prontificar junto à FPA e aos colegas do Senado Federal para que nós possamos ser céleres na tramitação desse projeto, o que eu acho que é convergente com o PL 5122”, disse o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5385"><span style="font-weight: 400">senador Irajá (PSD-TO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32252 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“A gente tem inúmeros desafios: é o leite, a banana, a cebola, o morango, o alho. Nós estamos com inúmeros problemas nessas áreas. Mas gostaria de pedir uma atenção especial, principalmente, no nosso leite; que a gente já vem há muito tempo trabalhando e está ficando cada vez mais difícil para o produtor”, afirmou a vice-presidente da FPA para a Região Sudeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/107970"><span style="font-weight: 400">deputada Ana Paula Leão (PP-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/09/deputados-aprovam-melhorias-em-leis-para-resguardar-biocombustiveis/">Deputados aprovam melhorias em leis para resguardar biocombustíveis</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Safristas: FPA constrói solução para formalizar o trabalho temporário no campo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/15/safristas-fpa-constroi-solucao-para-formalizar-o-trabalho-temporario-no-campo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
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		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Mecias de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[PL dos Safristas]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva FPA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Vitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como PL dos Safristas, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31729 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png" alt="" width="140" height="175" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png 240w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-819x1024.png 819w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-768x960.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-750x938.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo.png 1080w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como </span><i><span style="font-weight: 400">PL dos Safristas</span></i><span style="font-weight: 400">, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao firmarem contratos de curta duração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta foi apresentada na Câmara dos Deputados pelo coordenador Político da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Zé Vitor (PL-MG), e teve como relator na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) o coordenador de Direito de Propriedade da FPA, deputado Evair de Melo (PP-ES). Desde o início, o texto estabeleceu a possibilidade de formalização do vínculo empregatício por contrato de safra sem a perda do acesso a benefícios sociais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-27385 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">Para Zé Vitor, o projeto cria oportunidades reais no campo. “Queremos que os safristas possam formalizar o vínculo de trabalho, garantindo direitos trabalhistas e mantendo o benefício social”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao defender a iniciativa, Evair de Melo destacou o impacto social da medida. “O projeto vai permitir que integrantes de programas sociais e trabalhadores de colheitas sazonais nas propriedades rurais possam assinar carteira e ter seus direitos reconhecidos”, ressaltou.</span></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Avanço nas comissões e garantia jurídica</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Em abril de 2024, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado por Evair de Melo ao PL 715/2023. O texto reforçou a garantia de continuidade dos benefícios sociais durante o período do contrato de safra, em consonância com a legislação que regula esse tipo de vínculo, prevista na Lei nº 5.889/1973, que trata da sazonalidade da atividade agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o relator, a proposta assegura proteção jurídica tanto aos empregadores, que dependem de mão de obra sazonal, quanto aos trabalhadores. A medida permite a manutenção do recebimento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante a vigência do contrato de safra.</span></p>
<h4><strong><span style="font-size: 12pt">Aprovação no Plenário da Câmara</span></strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda em 2024, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados, consolidando a compatibilização entre o contrato de safra e os programas de transferência de renda. À época, Evair de Melo, então presidente da Comissão de Agricultura, destacou que o temor de perder benefícios empurrava muitos trabalhadores para a informalidade. “O próprio trabalhador rural opta pela informalidade, com receio de ficar desamparado. A proposta cria um critério objetivo para a manutenção do benefício, sem que a renda da safra exclua o trabalhador do Bolsa Família ao longo do ano”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30411" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor da proposta na Câmara, deputado Zé Vitor, o avanço do Brasil passa diretamente por quem produz e por quem trabalha, e a expectativa é superar essa etapa de forma definitiva. Para o parlamentar, a iniciativa representa um marco de inclusão. “Esse é um passo importante para aprimorarmos, dia após dia, os programas existentes, garantindo segurança tanto para quem emprega quanto para o trabalhador rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o coordenador da Comissão Trabalhista da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Afonso Hamm (PP-RS), o projeto é estratégico para equilibrar as necessidades do setor. “A proposta garante segurança jurídica e condições dignas de trabalho, sem prejudicar o acesso a benefícios sociais”, destacou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28470" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Senado aprova e texto retorna à Câmara</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Após tramitar no Senado Federal, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado pelo Plenário da Casa Alta em dezembro de 2025. A matéria teve relatoria do senador e segundo vice-presidente da FPA, Jaime Bagattoli (PL-RO). Durante a votação, o relator ressaltou que, por se tratar de vínculo temporário, o contrato de safra não deve resultar na perda automática de benefícios sociais. “Esse é o primeiro passo para resolvermos o problema do safrista que temos hoje no campo”, afirmou, destacando também o fortalecimento das colheitas em diferentes regiões do país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29483" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-weight: 400">O senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) contribuiu com a tramitação ao apresentar emenda incorporada ao texto, que solucionou um entrave operacional. “A proposta se fortalece ao pavimentar o caminho para enfrentar a falta de mão de obra no campo e em outras atividades sazonais”, avaliou.</span></p>
<p><img decoding="async" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53920790306_762c7f85af_o-scaled.jpg" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação no Senado, o PL 715/2023 consolida uma trajetória marcada por diálogo e consenso em torno da necessidade de conciliar proteção social, formalização do trabalho e produtividade no campo. Agora, o texto retorna à Câmara dos Deputados, onde teve origem, para a conclusão de sua tramitação no Congresso Nacional.</span></p>
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		<title>Senado debate impacto da lista de espécies exóticas sobre produção nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies exóticas]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicultura]]></category>
		<category><![CDATA[segurança jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lista de espécies exóticas elaborada pela Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), foi tema de intenso debate nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Após atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades do setor produtivo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lista de espécies exóticas elaborada pela Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), foi tema de intenso debate nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Após atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades do setor produtivo, o governo anunciou a suspensão temporária do processo de elaboração do documento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">João Paulo Capobianco, ministro substituto do Meio Ambiente, representou a pasta na audiência em lugar da ministra Marina Silva, inicialmente convidada para esclarecer pontos críticos da resolução. Diante da ausência da ministra, os senadores aprovaram novo requerimento de convocação, apresentado pelo senador Jorge Seif (PL-SC), também responsável por propor a realização da audiência.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Seif reforçou as críticas à falta de diálogo e de transparência do Executivo. “O governo avançou com uma lista dessa magnitude sem transparência e sem diálogo mínimo com quem será diretamente afetado. O setor produtivo ficou sabendo depois, quando o impacto já estava colocado na mesa”, afirmou. O senador também alertou para riscos econômicos e jurídicos: “A inclusão de espécies como tilápia, pirarucu, mangueira, jaqueira, goiabeira e eucalipto criaria um ambiente de completa insegurança jurídica. Isso afetaria licenciamento ambiental, acesso a crédito e certificações sanitárias.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O presidente da CRA, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), compartilhou a preocupação, ressaltando que classificar espécies de alto valor produtivo, como a tilápia, como invasoras criaria entraves para financiamento, licenciamento e exportações. “Isso comprometeria a competitividade do Brasil no mercado internacional”, afirmou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31691 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) lembrou que cultivos como pinus e eucalipto foram incentivados pelo antigo IBDF desde a década de 1960 justamente para impulsionar economias regionais. Ele destacou que “essas espécies não avançaram sobre áreas nativas e hoje sustentam cadeias industriais inteiras, com ciclos produtivos mais curtos que os europeus”. Para ele, considerar essas culturas prejudiciais traria impacto desproporcional sobre estados do Sul.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31679" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o.jpg" alt="" width="2356" height="1571" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o.jpg 2356w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1536x1024.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-2048x1366.jpg 2048w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1140x760.jpg 1140w" sizes="(max-width: 2356px) 100vw, 2356px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Bagattoli também chamou atenção para diferenças agroclimáticas que impedem generalizações. “Manga, castanheira e mogno não se desenvolvem no Sul, assim como espécies amazônicas como pirarucu e tambaqui não se adaptam ao frio. A simples classificação como ‘invasora’ não reflete a realidade produtiva do país”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) reforçou o impacto na piscicultura, lembrando que a tilápia diversificou economias regionais e impulsionou renda de pequenos produtores. “Somos o quarto maior produtor de tilápia do mundo e podemos chegar ao primeiro lugar. Uma restrição mal formulada prejudica um setor que emprega, gera renda e funciona muito bem”, disse. Heinze também alertou para riscos de repercussão internacional: “Essa lista pode nos colocar em uma lista negra ambiental. Nenhum país preserva como o Brasil, e precisamos que a política ambiental reconheça isso.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31690 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Capobianco afirmou que a elaboração da lista atende a compromissos assumidos pelo Brasil na COP 15, dentro da meta 6 do Acordo Kunming-Montreal, voltada à redução da introdução de espécies exóticas invasoras até 2030. Ele disse que o intuito é identificar espécies mais agressivas e dialogar com os setores produtivos para mitigar impactos sem inviabilizar a produção. Bráulio Dias, diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade do MMA, esclareceu que a meta se refere à introdução de novas espécies invasoras, não às já consolidadas no país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além de espécies da piscicultura como tilápia, tambaqui, pirarucu e camarão-branco, responsáveis por mais de 840 mil toneladas anuais e por mais de 1 milhão de empregos diretos e indiretos, a lista preliminar também inclui culturas tradicionais da fruticultura, como mangueira, goiabeira e jaqueira. No setor de silvicultura, aparecem eucalipto, pinus taeda e pinus caribaea, base da cadeia de papel e celulose e da produção de madeira de reflorestamento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O debate deve prosseguir no Senado, com a expectativa de que o MMA apresente critérios mais claros, respaldo técnico sólido e diálogo real com o setor produtivo, garantindo proteção à biodiversidade sem comprometer atividades econômicas estratégicas para o país.</span></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>MP do Setor Elétrico atende pleitos do agro e protege irrigação e aquicultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 16:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1304/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (30), o relatório favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Medida Provisória (MP) nº 1.304/2025. A proposta, que segue agora para sanção presidencial, altera regras do setor elétrico, estabelece um teto para as despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e cria o Encargo de Complemento de Recursos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (30), o relatório favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Medida Provisória (MP) nº 1.304/2025. A proposta, que segue agora para sanção presidencial, altera regras do setor elétrico, estabelece um teto para as despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e cria o Encargo de Complemento de Recursos (ECR), com impacto direto sobre o custo da energia para produtores rurais.</p>
<p>Entre os principais avanços do texto, o relator incluiu medidas que atendem aos pleitos do setor agropecuário, defendidos pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional.</p>
<p>O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), 2º vice-presidente da FPA no Senado, destacou que a inclusão dos irrigantes e produtores aquícolas entre as exceções do §2º do Art. 13-A da Lei nº 10.438/2002 foi essencial para preservar atividades concentradas no semiárido nordestino, no MATOPIBA e em polos de fruticultura irrigada.</p>
<p>“Na redação original, irrigantes e produtores aquícolas não estavam isentos do encargo, o que poderia elevar custos e comprometer a viabilidade econômica de atividades estratégicas. A energia elétrica representa uma parcela relevante do custo produtivo, e novos encargos impactariam diretamente o preço dos alimentos e a renda dos produtores”, afirmou Bagattoli.</p>
<p>A Emenda nº 352, de autoria do senador, foi acatada oralmente pelo relator. Ela assegura a proteção desses produtores contra o repasse de encargos adicionais e garante a manutenção de instrumentos fundamentais para a segurança alimentar e a competitividade do agro brasileiro.</p>
<p><strong>FPA garante avanços no texto</strong></p>
<p>O vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ressaltou que o relatório da MP atendeu as principais demandas apresentadas pela bancada do agro.</p>
<p>“Conseguimos suprimir o art. 1º, que tratava do uso prioritário dos recursos hídricos, uma mudança que poderia gerar conflitos em períodos de estiagem e prejudicar a produção agropecuária, especialmente dos pequenos produtores”, destacou Jardim.</p>
<p><strong>Principais medidas da MP 1.304/2025</strong></p>
<p>O relatório aprovado traz ajustes considerados estruturais para o setor elétrico, entre os quais:</p>
<p>* Criação de um teto para o crescimento da CDE, atualizado pelo IPCA a partir de 2027;<br />
* Manutenção do Encargo de Complemento de Recursos (ECR);<br />
* Redução da contratação obrigatória de térmicas de 8.000 MW para 4.250 MW;<br />
* Autorização para contratação de até 4.900 MW em pequenas centrais hidrelétricas (PCHs);<br />
* Inclusão de até 3.000 MW em térmicas de biomassa;<br />
* Incentivos e isenção tributária para sistemas de baterias (BESS);<br />
* Expansão do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão;<br />
* Autorização para que a Pré-Sal Petróleo S.A. comercialize gás natural diretamente.</p>
<p>O relator Eduardo Braga (AM) afirmou que o texto corrige distorções acumuladas no setor elétrico e traz previsibilidade e modicidade tarifária.</p>
<p>“Perdemos o controle na subtensão da geração distribuída e na alta tensão da geração centralizada de renováveis. Isso criou um grave problema de desbalanceamento elétrico, energético e de flexibilidade no sistema”, avaliou Braga.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Moratória da Soja: FPA critica interferência do governo federal em acordo comercial privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 21:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Moratória da soja]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Moratória da Soja, acordo privado firmado em 2006 por tradings, indústrias e ONGs e que, segundo parlamentares, hoje conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23). A bancada reiterou que não há base legal para punir produtores que cumprem o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A Moratória da Soja, acordo privado firmado em 2006 por tradings, indústrias e ONGs e que, segundo parlamentares, hoje conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23). A bancada reiterou que não há base legal para punir produtores que cumprem o Código Florestal com regras extralegais e afirmou que atuará em defesa da legalidade e da segurança jurídica no campo.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O assunto ganhou novo fôlego após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que em agosto instaurou processo por indícios de cartel contra empresas signatárias e determinou a suspensão do pacto. Em reação, o secretário de Controle do Desmatamento do MMA, André Lima, classificou a medida como “subversão absoluta” e informou que a Advocacia-Geral da União (AGU) atuará em defesa do acordo, tratado pelo governo como “complemento de política pública”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a movimentação do Executivo configura uso indevido da máquina pública para sustentar um pacto privado em desacordo com a lei. “Estamos diante de um caso grave de desvio de finalidade. O governo insiste em criar, por vias indiretas, um ‘desmatamento zero’ que não existe no Código Florestal”, afirmou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> Ação contra o pacto</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Após a reunião, Lupion reafirmou que a bancada vai mobilizar ações contra a moratória. “Vamos agir com todas as ações políticas que pudermos. Isso foi provocado por acordo entre particulares, foi judicializado e está no CADE”, disse. Segundo ele, a atuação do governo torna a situação ainda mais grave.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31170 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926215_fa5066d5ae_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"> “A partir do momento que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, chama a AGU para o processo e faz com que o Estado participe de um lado somente contra os produtores rurais, a nossa obrigação é entrar como parte também e enfrentar essa questão. Vamos apoiar as ações no CADE e buscar um meio termo que retire o Executivo dessa discussão. Não tem absolutamente nada a ver nem com a AGU e muito menos com o MMA. É privado”, criticou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Agricultura (CAPADR) aprovou requerimento da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), coordenadora de Política de Abastecimento da FPA, na última passada, para solicitar que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue o uso da estrutura do MMA em defesa da moratória.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A parlamentar fez críticas ao pacto: “A Moratória se transformou em um pesadelo para os produtores rurais em 2025. Não cabe mais ao Brasil aceitar pactos que prejudiquem justamente o setor que mais contribui para a economia nacional e para a segurança alimentar mundial. Hoje a legislação que vale é o Código Florestal, aprovado pelo Congresso Nacional, e não entendimentos pessoais. Apresentei um requerimento para convocar a ministra Marina Silva, que tem a obrigação de cumprir a lei, mas aciona a AGU para defender iniciativas privadas que penalizam os produtores. Isso é inaceitável, e a FPA vai lutar para que não aconteça”.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), ex-presidente da FPA, também defendeu o fim do acordo privado. Para o parlamentar, eventuais pendências devem ser resolvidas dentro da legalidade, sempre em defesa do produtor rural.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31173 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807844153_6db9018c43_c-1-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Esse pacto desconsidera que o Brasil tem um Código Florestal, aprovado em 2012 e declarado constitucional pelo Supremo, que consolidou as áreas abertas até 2008 e definiu regras claras para a supressão de vegetação após essa data. Mesmo onde a lei permite, como no uso de até 20% da área na Amazônia para atividade agropecuária, as tradings se recusam a comprar, o que é ilegal e injusto. Ouvimos todos os atores, Aprosoja, CNA, ABIOVE, e a FPA chegou a um consenso: a moratória não cabe mais”, ressaltou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), coordenador Institucional da Frente, a saída para o impasse passa pelo diálogo e pela construção de um acordo entre todos os envolvidos, sem distinções que prejudiquem os produtores.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31168 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926015_b3ae7df072_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Não existe trade sem soja e não existe produção em grande escala sem financiamento. Temos hoje questões judicializadas, mas a melhor decisão judicial é sempre um acordo. Se é para negociar, que seja com todas as partes na mesa, construindo uma solução conjunta. O que não podemos é manter a moratória, que cria produtores de primeira e segunda classe. Isso não faz sentido, não é bom para o produtor, não é bom para as trades e não é bom para ninguém. Cabe a nós, da FPA, buscar a construção desse acordo de forma equilibrada”, destacou o parlamentar.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), 2º vice-presidente da FPA no Senado, afirmou que “é injusto que produtores que abriram suas áreas após 2008, de forma legal, tenham sido impedidos de vender sua produção, acumulando prejuízos. A questão já foi levada ao CADE e, se há ou não cartel, deve ser discutida. Mas o fundamental é que o produtor não continue arcando com os prejuízos. Precisamos de um acordo definitivo que coloque fim à moratória da soja”, afirmou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31171 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54791917961_fa251f0189_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Para o deputado Pedro Westphalen (PP-RS), “a FPA fez o que precisava ser feito: abriu espaço para que as partes se manifestassem. Sempre estivemos e continuaremos ao lado do produtor rural. Essa pauta vem sendo discutida há muito tempo. Já houve várias tentativas sem sucesso, mas agora esperamos reunir todas as entidades e autoridades responsáveis para construir uma solução que beneficie tanto o produtor quanto o setor industrial”, concluiu.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31169 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807926935_b378ac42f2_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Impactos ao produtor rural</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Pela moratória, as empresas se comprometem a não comprar soja de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008, mesmo que o desmatamento tenha sido legal, autorizado e dentro das regras do Código Florestal (Lei 12.651/2012). A medida, segundo entidades do setor, já teria afetado mais de 4.200 agricultores em Mato Grosso, com perdas que podem ultrapassar R$ 20 bilhões. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“É inaceitável que um acordo entre privados seja usado para desvalorizar terras legalmente abertas, gerar insegurança jurídica e excluir produtores do mercado. Quem cumpre a lei não pode ser tratado como ilegal”, reforçou Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A FPA reforçou que o Código Florestal é a única referência legítima para o uso da terra no Brasil, e que qualquer tentativa de criar regras paralelas representa ameaça à Constituição, à livre iniciativa e ao direito de propriedade. </span><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“O setor que mais preserva, garante comida na mesa dos brasileiros e sustenta a economia merece respeito, não perseguição”, concluiu Lupion.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span><b><strong class="selectable-text copyable-text xkrh14z x117nqv4">Pecuária tropical pelo clima</strong></b><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z xdakrdy">*</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Na reunião desta terça-feira (23) a FPA recebeu o movimento Pecuária Tropical pelo Clima, articulação inédita de pecuaristas dos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia dedicada a promover uma pecuária sustentável em larga escala. A iniciativa valoriza o legado do campo e coloca o produtor como protagonista da agenda climática, com foco em práticas de manejo, recuperação de pastagens, integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e transparência de resultados.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31172 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/09/54807836519_07084abb4b_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Foi feita a entrega oficial de uma Carta Aberta, um Chamado à Ação e o Primeiro Acervo Digital das Pecuárias, plataforma para compartilhar casos, dados e aprendizados. O objetivo é ampliar o diálogo com a sociedade e o mercado, consolidando a pecuária como parte da solução para os desafios climáticos, sem abrir mão da identidade, dos valores e da cultura do produtor brasileiro.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6" style="text-align: justify"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Viemos para construir juntos uma agenda positiva e criar um ecossistema de mercado para transformação da pecuária em um modelo sustentável. Queremos participar ativamente dessa construção, porque no final quem sofre com os problemas climáticos somos nós”, disse o pecuarista Raul Morais, representante do grupo.</span></p>
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		<title>Novo marco para destravar obras e garantir proteção ambiental é aprovado em comissões do Senado</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/05/20/novo-marco-para-destravar-obras-e-garantir-protecao-ambiental-e-aprovado-em-comissoes-do-senado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 20:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Rick]]></category>
		<category><![CDATA[Confúcio Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Jayme Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Carlos Heinze]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei nº 2.159/2021, que institui a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, foi aprovado nesta terça-feira (20) pelas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal. A proposta, relatada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) e pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), é considerada prioridade pela Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Projeto de Lei nº 2.159/2021, que institui a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, foi aprovado nesta terça-feira (20) pelas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal. A proposta, relatada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) e pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), é considerada prioridade pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e segue agora para votação no Plenário da Casa, prevista para esta quarta-feira (21).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em debate há mais de duas décadas no Congresso, o projeto unifica e moderniza o sistema de licenciamento ambiental no Brasil. Hoje, a ausência de uma legislação federal específica e a existência de mais de 27 mil normas dispersas geram insegurança jurídica e dificultam a execução de obras em setores estratégicos como infraestrutura, energia e saneamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais avanços da proposta está a criação de regras proporcionais ao impacto de cada empreendimento. Atividades de baixo risco poderão seguir procedimentos simplificados, como a Licença por Adesão e Compromisso (LAC). Já projetos com maior potencial poluidor continuarão a exigir estudos aprofundados, como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também garante a autonomia dos órgãos ambientais para definir o tipo de licença e os estudos exigidos, respeitando as especificidades de cada caso. No caso da Foz do Amazonas, por exemplo, o Ibama continuará responsável pela análise e poderá manter a exigência de estudos rigorosos.</span></p>
<p><b>Construção conjunta</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina destacou que a proposta é fruto de um amplo esforço de construção e diálogo. “Foi uma construção pelo bem do país, para destravar o desenvolvimento com segurança jurídica e sem fragilizar o meio ambiente. Recebemos na FPA um documento assinado por 89 entidades do setor produtivo, todas apoiando a proposta. Precisamos de uma legislação moderna que viabilize empreendimentos sem abrir mão da conservação”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Confúcio Moura ressaltou a importância do entendimento construído entre os relatores. “O projeto estava travado há anos. Tereza e eu buscamos uma convergência para apresentar um texto viável. Não fazia sentido levar dois relatórios distintos ao Plenário. O texto final é fruto do diálogo com diversos setores”, explicou. </span></p>
<p><b>Apoio de parlamentares</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a votação, senadores de diferentes regiões e bancadas manifestaram apoio à proposta. O senador Jayme Campos (União-MT) defendeu a aprovação como um passo necessário para o país. “Hoje convivemos com conflitos entre leis, decretos e portarias. O texto relatado por Tereza e Confúcio tem o respaldo de 89 entidades. Precisamos destravar o Brasil e estabelecer uma norma geral.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Alan Rick (União-AC) lembrou que a falta de uma legislação clara impacta diretamente a economia. “Temos cerca de 12 mil obras paralisadas no Brasil, sendo mais de 5 mil por questões ligadas ao licenciamento ambiental. Essa lei é fundamental para destravar investimentos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) elogiou o trabalho dos relatores e destacou os ganhos em segurança jurídica. “Precisamos resolver os entraves enfrentados por quem quer empreender de forma responsável. Esse marco legal é um passo decisivo nesse sentido.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) enfatizou os prejuízos gerados pela burocracia. “São rodovias, ferrovias, portos e projetos de energia e petróleo parados. A proposta simplifica o licenciamento e permite que o Brasil avance.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por fim, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) destacou o equilíbrio alcançado no texto. “Preservamos mais de 66% da vegetação nativa do país. O projeto mantém o rigor para casos de crime ambiental, mas desburocratiza o que é simples. É um avanço necessário.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após a votação em Plenário, o projeto retorna para nova análise na Câmara dos Deputados.</span></p>
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		<title>Produtores poderão transportar combustível com regras específicas da ANTT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 19:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Hiran]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Jayme Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Maquinário Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte de Cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores rurais estão mais próximos de contar com regras claras para o transporte de combustível utilizado no abastecimento de maquinário agrícola. A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (7), o parecer favorável do senador Jayme Campos (União-MT) ao Projeto de Lei 1.740/2024, que autoriza a Agência Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Produtores rurais estão mais próximos de contar com regras claras para o transporte de combustível utilizado no abastecimento de maquinário agrícola. A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (7), o parecer favorável do senador Jayme Campos (União-MT) ao Projeto de Lei 1.740/2024, que autoriza a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a regulamentar o transporte próprio de produtos perigosos por agricultores.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O relatório apresentado por Campos promove ajustes no texto original para garantir maior clareza e segurança jurídica. Entre as mudanças, está a inclusão de dispositivos que deixam explícito que as regras gerais da ANTT não se aplicam ao transporte próprio de cargas perigosas destinadas exclusivamente à manutenção das atividades rurais. Nesses casos, o transporte será regulamentado por ato específico da agência.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30290 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-3-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“A maior parte do transporte de produtos perigosos no país é feita por empresas especializadas. No entanto, muitos produtores em áreas rurais não têm alternativas a não ser realizar o transporte por conta própria. O projeto oferece uma solução prática, sem abrir mão da segurança”, afirmou Campos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De autoria do senador Dr. Hiran (PP-RR), a proposta adequa a legislação à realidade enfrentada por agricultores, especialmente nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde o acesso a transportadoras especializadas é limitado ou inviável economicamente. “As regras atuais são pouco claras e, muitas vezes, penalizam esses trabalhadores, que acabam perdendo o combustível transportado ou sendo multados. Precisamos garantir segurança, sim, mas também condições mínimas para que esses produtores possam continuar produzindo”, defendeu o autor.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30291 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09.jpeg" alt="" width="860" height="570" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09.jpeg 860w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-300x199.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-768x509.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-750x497.jpeg 750w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Durante a discussão, o senador Jayme Bagattoli (PL-RO) destacou que pequenos produtores não podem ser obrigados a contratar caminhões-tanque para transportar quantidades modestas, como 200 ou 500 litros. “O produtor sabe como fazer isso com segurança. É preciso um mecanismo legal para permitir esse transporte próprio, e a ANTT deve fazer essa regulamentação”, argumentou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30293 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina (PP-MS) também manifestou apoio à proposta e afirmou que ela corrige distorções que afetam especialmente os pequenos produtores em regiões distantes. “Essa proposta é meritória e representa um avanço importante para a agricultura familiar e para a realidade brasileira, que é diversa e continental”, declarou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30292 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-16.11.09-2-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O projeto segue agora para análise da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), onde será votado em caráter terminativo.</span></p>
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		<title>Comissão do Senado aprova novas regras para suspensão da CNH de caminhoneiros</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/29/comissao-do-senado-aprova-novas-regras-para-suspensao-da-cnh-de-caminhoneiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 20:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Rogério]]></category>
		<category><![CDATA[Novas regras para CNH de caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou nesta terça-feira (29) o parecer favorável do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) ao Projeto de Lei 2.720/2022, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para redefinir os critérios de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas. De autoria do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou nesta terça-feira (29) o parecer favorável do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) ao Projeto de Lei 2.720/2022, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para redefinir os critérios de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>De autoria do ex-senador Guaracy Silveira (TO), o texto original previa que esses condutores só tivessem a CNH suspensa ao atingirem 120 pontos no prontuário, desde que não houvesse infrações gravíssimas. No entanto, o relator da matéria, senador Jaime Bagattoli, propôs um substitutivo que estabelece o novo limite em 80 pontos, e mantém o teto atual de 40 pontos nos casos em que houver infração gravíssima.</p>
<p>Segundo Bagattoli, a mudança equilibra justiça com responsabilidade. “O motorista de carga enfrenta condições adversas de trabalho e fiscalização intensa. Muitos são penalizados por infrações leves, como excesso de velocidade abaixo de 20%, em áreas mal sinalizadas ou em trechos com alterações bruscas de limite. A suspensão nesses casos compromete o sustento de famílias inteiras. Nosso parecer corrige essa distorção sem enfraquecer o rigor contra as infrações mais graves”, afirmou o senador.</p>
<p>O substitutivo também amplia a política de prevenção ao permitir que motoristas profissionais realizem um curso de reciclagem ao atingirem 30 pontos em 12 meses. Após a conclusão, até 30 pontos podem ser eliminados da CNH. A adesão poderá ocorrer uma vez a cada 12 meses, conforme regulamentação do Contran.</p>
<p>Bagattoli destacou ainda que o novo limite de 80 pontos será aplicado apenas se o condutor não tiver cometido nenhuma infração gravíssima. O texto aprovado inclui entre essas infrações não apenas as relacionadas ao uso de álcool ou drogas, mas também outras condutas de alto risco, como ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade grave e dirigir na contramão, com base em dados do Anuário da Polícia Rodoviária Federal de 2022.</p>
<p>“O aumento razoável da pontuação reconhece a rotina diferenciada dos profissionais do volante, sem abrir brecha para a imprudência. A segurança nas estradas continua sendo prioridade”, ressaltou Bagattoli.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30223 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/senador-Marcos-Rogerio.jpeg" alt="" width="811" height="444" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/senador-Marcos-Rogerio.jpeg 811w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/senador-Marcos-Rogerio-300x164.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/senador-Marcos-Rogerio-768x420.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/senador-Marcos-Rogerio-750x411.jpeg 750w" sizes="(max-width: 811px) 100vw, 811px" />O presidente da Comissão de Infraestrutura, senador Marcos Rogério (PL-RO), também apoiou o parecer. “A proposta preserva as sanções financeiras das infrações e apenas ajusta o critério para a suspensão da habilitação, respeitando a realidade de quem depende do volante para trabalhar. É uma resposta equilibrada e responsável”, disse.</p>
<p>O projeto segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa.</p>
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		<title>Parlamentos sul-americanos se unem na Argentina em defesa do agro da América do Sul</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/23/parlamentos-sul-americanos-se-unem-na-argentina-em-defesa-do-agro-da-america-do-sul/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 19:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Cúpula Sul-Americana Agro Global]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Fernanda]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Seif]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Rogério]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 2ª Cúpula Agro Global Sul-Americana está em andamento em Buenos Aires, Argentina, reunindo parlamentares da América do Sul para discutir os desafios e oportunidades do setor agropecuário. Nesta quarta-feira (23), o evento contou com painéis sobre temas como segurança alimentar, sustentabilidade, comércio global e infraestrutura para o agro. A programação segue até amanhã (24), [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/23/parlamentos-sul-americanos-se-unem-na-argentina-em-defesa-do-agro-da-america-do-sul/">Parlamentos sul-americanos se unem na Argentina em defesa do agro da América do Sul</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª Cúpula Agro Global Sul-Americana está em andamento em Buenos Aires, Argentina, reunindo parlamentares da América do Sul para discutir os desafios e oportunidades do setor agropecuário. Nesta quarta-feira (23), o evento contou com painéis sobre temas como segurança alimentar, sustentabilidade, comércio global e infraestrutura para o agro. A programação segue até amanhã (24), com mais debates e a participação de representantes do Congresso Nacional Argentino.</p>
<p>Organizada pelo Instituto Barbechando, com apoio do Instituto Pensar Agropecuário (IPA), a Cúpula tem como foco o fortalecimento da integração entre os parlamentos do Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia e Peru. O objetivo é promover uma atuação coordenada em prol do desenvolvimento sustentável e da competitividade agropecuária sul-americana.</p>
<p>A programação do evento contempla quatro painéis temáticos: segurança alimentar, sustentabilidade e desigualdade tecnológica; comércio global e barreiras ao agro; infraestrutura e conectividade para o campo; e o papel dos parlamentos na formulação de políticas públicas eficazes para o setor.</p>
<p>Durante os debates, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), destacou a importância da união regional para enfrentar os desafios comuns ao agro. “É a junção dos parlamentos e das entidades representativas do agro em toda a América do Sul. Estamos aqui para discutir nossas convergências, superar narrativas equivocadas e mostrar que temos soluções reais para o desenvolvimento sustentável e produtivo da região”, afirmou.</p>
<p>Lupion também ressaltou o papel do Brasil na liderança desse processo. “O mundo olha para o agro brasileiro com atenção. Nossa responsabilidade é gigante, e eventos como este mostram que estamos dispostos a liderar com diálogo, com base técnica e com respeito às particularidades de cada país.” Segundo ele, a Cúpula também reforça a necessidade de união para combater barreiras ideológicas e comerciais. “Temos que construir pontes com nossos vizinhos e resistir, juntos, a imposições externas que não respeitam a realidade do campo sul-americano.”</p>
<p>No mesmo sentido, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado, ressaltou a importância do diálogo entre os países sul-americanos. “Hoje tivemos muitas falas interessantes, troca de ideias e avanços em conclusões sobre problemas convergentes da agropecuária em nosso continente. O mais importante é que estamos construindo pontes entre os parlamentos e as entidades privadas do setor produtivo, com foco na segurança alimentar, sustentabilidade e fortalecimento da nossa representatividade frente a barreiras internacionais,” disse a senadora reforçando que “a integração é fundamental para enfrentarmos os desafios geopolíticos e ambientais que afetam o agro sul-americano”, declarou.</p>
<p>O senador Jorge Seif (PL-SC) também celebrou a iniciativa e reforçou a importância de uma atuação conjunta. “Apesar de termos interesses específicos, há muito que nos une. Precisamos nos proteger com legislações conjuntas contra barreiras impostas por outros blocos econômicos. Nosso adversário não está aqui, entre nós. Nosso desafio está nos entraves que vêm de fora, travestidos de ambientalismo seletivo e protecionismo disfarçado de preocupação com a sustentabilidade,” disse.</p>
<p>“Quando o agro fala com uma só voz no continente, mostramos força. Temos que ser mais estratégicos, mais propositivos e mais firmes nas negociações internacionais. Esta cúpula é o início de algo maior: uma diplomacia agropecuária sul-americana,” completou Seif.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30106 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471526293_334cd1d91c_c.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471526293_334cd1d91c_c.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471526293_334cd1d91c_c-300x225.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471526293_334cd1d91c_c-768x576.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471526293_334cd1d91c_c-750x563.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>Cooperação regional</strong><br />
Para o senador Marcos Rogério (PL-RO), o momento é propício à construção de pontes entre os países. “É hora de derrubar muros e ampliar a cooperação regional. A América do Sul tem uma capacidade produtiva extraordinária, e eventos como esse nos ajudam a construir um comércio mais forte e justo para o agronegócio”, disse.</p>
<p>Já o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) defendeu que os países atuem como um bloco coeso, com uma agenda comum e embasada em dados concretos. “É fundamental que trabalhemos com a verdade dos fatos e os números da realidade, para enfrentar as barreiras comerciais e reconhecer os casos de sucesso que podem inspirar toda a região”, enfatizou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-30105 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471255266_44f21be9a4_c-1.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471255266_44f21be9a4_c-1.jpg 800w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471255266_44f21be9a4_c-1-300x225.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471255266_44f21be9a4_c-1-768x576.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/54471255266_44f21be9a4_c-1-750x563.jpg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>Vozes da FPA</strong><br />
A deputada Coronel Fernanda (PL-MT), que coordena a Comissão de Política de Abastecimento da FPA, destacou o papel de liderança do Brasil no evento. “A união tem sido a maior força dentro do Congresso Nacional. E vamos continuar nesse trabalho porque, como eu falo, no Mato Grosso, o agro é vida, o agro é pop e é o agro que tem feito o nosso estado crescer. E da mesma forma, é o agro que tem feito o Brasil despontar mundo afora.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30170 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-225x300.jpeg 225w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-768x1024.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-1152x1536.jpeg 1152w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-1536x2048.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-750x1000.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-1140x1520.jpeg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-24-at-10.08.02-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />O deputado Evair de Melo (PP-ES) que também participa da comitiva da FPA reforçou a importância da integração regional dos parlamentos e das frentes parlamentares agropecuárias da Colômbia, do Peru, do Chile, do Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil. “Falamos aqui da importância da mobilização do setor produtivo para que cada dia a mais possamos ter parlamentares comprometidos com o setor. Contamos a nossa experiência do Espírito Santo e, com certeza, com esse aprendizado, retornaremos ao Brasil e caminharemos em bloco para enfrentar esse desafio global,” destacou.</p>
<p>Já o senador Jaime Bagatoli (PL-RO) enfatizou os pontos em comum entre os países. “Temos desafios não só da comercialização, mas também da produção. A importância da nossa FPA e dos institutos que temos hoje no Brasil — e que já estão sendo implementados em outros países da América Latina — é enorme. Assim podemos ajudar o agronegócio não só do Brasil, mas da América Latina a se fortalecer no cenário global. Estamos juntos!,” finalizou Bagatoli.</p>
<p>A 2ª Cúpula AgroGlobal se consolida como o principal fórum de articulação entre o setor produtivo e os legisladores da América do Sul. Estão presentes uma comitiva de treze parlamentares da FPA, entre eles, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), os senadores Jaime Bagattoli (PL-RO), Jorge Seif (PL-SC), Marcos Rogério (PL-RO) e Zequinha Marinho (Podemos-PA), além das deputadas federais Coronel Fernanda (PL-MT), Daniela Reinehr (PL-SC), Ana Paula Leão (PP-MG), Roberta Roma (PL-BA) e os deputados federais Evair de Melo (PP-ES) e Alceu Moreira (MDB-RS). Também participam Tania Zanella, presidente do IPA, e o vice-presidente do IPA, Sergio Luis Bortolozzo.</p>
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