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	<title>Jaime Bagattoli &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Jaime Bagattoli &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Em semana de votação histórica, governo abre ofensiva contra medidas que ajudam produtor rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:03:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal intensificou, nesta semana, uma ofensiva contra medidas de apoio à produção agropecuária no país. A investida mais recente foi o veto total ao Projeto de Lei 715/2023, conhecido como PL dos Safristas. A proposta garante que trabalhadores safristas integrantes do Bolsa Família não percam o benefício enquanto estiverem contratados temporariamente durante o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O governo federal intensificou, nesta semana, uma ofensiva contra medidas de apoio à produção agropecuária no país. A investida mais recente foi o veto total ao Projeto de Lei </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349508"><span style="font-weight: 400">715/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, conhecido como PL dos Safristas. A proposta garante que trabalhadores safristas integrantes do Bolsa Família não percam o benefício enquanto estiverem contratados temporariamente durante o período de safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/despachos-do-presidente-da-republica-711432853"><span style="font-weight: 400">veto presidencial</span></a><span style="font-weight: 400"> foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11). Na justificativa apresentada pelo Executivo a garantia da permanência dos safristas no programa “criaria despesa obrigatória de caráter continuado”. No entanto, o governo desconsidera ganhos que a medida traz, inclusive no sentido arrecadatório, como aponta o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Rafael Pezenti</span></a><span style="font-weight: 400"> (MDB-SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class=" wp-image-32177 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-150x150.jpg" alt="Dep. Pezenti" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dep.-Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />“É bom para os trabalhadores safristas porque eles atuam na formalidade, amparados pela legislação. É bom para o governo porque passa a recolher tributo sobre esses contratos”, destacou. O projeto garante aos safristas acesso a direitos trabalhistas, como FGTS, INSS, férias e 13º salário, sem perda da proteção social. A medida estimula a formalização do trabalho no campo, amplia a renda dos trabalhadores e dá mais segurança jurídica às contratações temporárias durante a safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32202 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-150x150.jpg" alt="Pedro Lupion" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Lupion-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" />“Nós estamos garantindo que aquele trabalhador temporário, de safra, possa ter a carteira assinada e garantir o benefício social”, lembrou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-PR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto aprovado pela Câmara dos Deputados contou com ampla articulação e, na votação realizada em maio, recebeu apoio até de partidos como o PSOL. Por isso, o veto causou estranheza na bancada, já que os principais beneficiados pela proposta são os próprios trabalhadores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="wp-image-32338 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="126" height="126" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />O relator da matéria na Câmara e coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo</span></a><span style="font-weight: 400"> (Republicanos-ES), criticou a decisão do governo. “O governo jamais poderia vetar um projeto que permite remunerar melhor os trabalhadores rurais sem que eles percam o acesso aos programas sociais. Vamos trabalhar para derrubar esse veto”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32358 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-150x150.jpg" alt="" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-532x536.jpg 532w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ze-Vitor-2-e1777413229202-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" />O autor da proposta inicial e coordenador Político da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204517"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Vitor</span></a><span style="font-weight: 400"> (PL-MG), comentou sobre outras vantagens que o projeto alcança. “Isso gera qualificação de mão de obra, aproximação das pessoas ao mercado de trabalho e garante segurança aos produtores rurais que possam empregar sem o risco de se manterem na clandestinidade ou na informalidade”, acrescentou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32304 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="Jaime Bagattoli" width="127" height="127" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli</span></a><span style="font-weight: 400"> (PL-RO), o texto dá segurança para os trabalhadores e também incentiva a produção em diferentes partes do país. Uma das principais áreas que contratam safristas são as lavouras de frutas, devido ao aspecto sazonal das colheitas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós vamos fortalecer a fruticultura no Vale do São Francisco, a colheita de café no Espírito Santo, em Rondônia, Minas Gerais, a colheita de maçã, da cebola, ambas no Estado de Santa Catarina. Vamos resolver um problema em diversos estados”, pontuou o senador.</span></p>
<h2><b>Seguro rural e renegociação de dívidas também sofrem ataques</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta semana, a proposta de renegociação de dívidas rurais foi aprovada pelo Senado, em uma votação considerada histórica e um passo importante para a reestruturação do crédito no setor. No entanto, o governo já sinalizou que pode vetar a medida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A posição acendeu um alerta entre parlamentares, que veem uma sequência de ataques a temas diretamente relacionados ao setor agropecuário. “Também nesta semana vem a notícia de que o projeto aprovado no Senado que trata da renegociação das dívidas dos agricultores, ele [Lula] irá vetar”, disse Evair de Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto de preocupação foi o anúncio do bloqueio de aproximadamente R$ 461 milhões no orçamento destinado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), o que corresponde a quase metade dos recursos previstos. O bloqueio repete o drama observado no ano passado, no qual mais de R$ 500 milhões foram contingenciados, o que comprometeu a cobertura do seguro, atingindo o menor nível desde 2015.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Em menos de uma semana, o governo Lula bloqueou mais de R$ 460 milhões do Seguro Rural e vetou o PL dos Safristas”, criticou Pezenti. Apesar da ofensiva, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deve se mobilizar para avançar com as pautas no Congresso Nacional e trabalhar pela derrubada dos vetos em Plenário.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre o projeto dos safristas:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/11/nota-oficial-veto-ao-projeto-dos-safristas-penaliza-trabalhadores-e-ignora-a-realidade-do-campo/">NOTA OFICIAL – Veto ao Projeto dos Safristas penaliza trabalhadores e ignora a realidade do campo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/vai-a-sancao-projeto-que-garante-beneficio-social-a-safristas/">Vai à sanção projeto que garante benefício social a safristas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senado aprova projeto de socorro ao endividamento rural</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/10/senado-aprova-projeto-de-socorro-ao-endividamento-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 22:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os senadores deram aval para o projeto de lei (PL 5122/2023) que garante socorro aos produtores rurais endividados em todo o país. A proposta traz mecanismos para ajudar na repactuação das dívidas rurais e foi aprovada, nesta quarta-feira (10), no Plenário do Senado. Um dos instrumentos é a criação de uma linha especial com recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Os senadores deram aval para o projeto de lei (PL <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796">5122/2023</a>) que garante socorro aos produtores rurais endividados em todo o país. A proposta traz mecanismos para ajudar na repactuação das dívidas rurais e foi aprovada, nesta quarta-feira (10), no Plenário do Senado. Um dos instrumentos é a criação de uma linha especial com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de fundos constitucionais para dívidas das regiões Norte e Nordeste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposição foi discutida novamente com o Ministério da Fazenda nesta tarde, porém não houve acordo, como relataram os parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e o relator da matéria, <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70">senador Renan Calheiros</a> (MDB-AL). Durante a votação, a vice-presidente da FPA no Senado, <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736">senadora Tereza Cristina</a> (PP-MS), destacou que houve a tentativa de diálogo, porém, a equipe econômica não se sensibilizou. Apesar disso, ela destacou que ainda é possível ajustes, já que o texto retorna à Câmara dos Deputados (<a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/27/renegociacao-de-dividas-e-aprovada-em-comissao-do-senado-e-entra-na-reta-final-para-virar-lei/">entenda o que o projeto prevê</a>).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32625 size-full aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327355586_34c306680e_z.jpg" alt="Parlamentares" width="640" height="427" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327355586_34c306680e_z.jpg 640w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327355586_34c306680e_z-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós tentamos esgotar todos os pontos que eram preocupantes e hoje nós não estamos falando de um problema de eleição. Estamos falando de um segmento que carrega o Brasil que é a agricultura brasileira. E ela passa por um momento terrível: temos as commodities em baixa, juros em alta, plantamos uma safra com dólar a R$ 6 e estamos colhendo com dólar a R$ 5. Isso é mortal para os preços dos agricultores, fora o problema climático que o Rio Grande do Sul teve”, declarou a senadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32621 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55115920169_c24e03bd04_z-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55115920169_c24e03bd04_z-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55115920169_c24e03bd04_z.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O presidente da FPA, <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395">deputado Pedro Lupion</a> (Republicanos -PR) também comentou sobre as tratativas: “Tentamos fazer com que o governo entendesse a necessidade disso”. Ele comemorou a aprovação simbólica no Senado e indicou que a bancada irá trabalhar para acelerar a análise na Câmara. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Uma vitória extremamente importante da possibilidade de renegociar as dívidas dos produtores rurais. São 10 anos para pagar e mais três anos de carência. Os fundos também foram envolvidos. São R$ 170 bilhões para a gente resolver o problema do endividamento dos nossos produtores “, disse. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Alterações garantem operações feitas até 2026</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No texto final aprovado em Plenário, o relator acolheu algumas emendas e modificou a redação para abarcar, por exemplo, operações renegociadas ou prorrogadas até 30 de abril de 2026 e que estejam em situação de adimplência na data em que foi feita a contratação. Além disso, foi mantido o uso do Fundo Social e dos fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda, porém sem colocar um limite de valor. A utilização para a linha especial é autorizativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, as condições da linha especial foram mantidas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">juros variando entre 3,5% e 7,5%, de acordo com o porte do produtor;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">limite de até R$ 10 milhões por beneficiário e de até R$ 50 milhões para cooperativas e associações;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">prazo de pagamento de até 10 anos, com três de carência, podendo chegar a um prazo final de 15 anos, em casos especiais. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32622 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55281665325_e9bf9dd0c1_z-150x150.jpg" alt="" width="129" height="129" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55281665325_e9bf9dd0c1_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55281665325_e9bf9dd0c1_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55281665325_e9bf9dd0c1_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 129px) 100vw, 129px" />“Esse projeto abrange todos os estados brasileiros. A maioria deles enfrenta problemas relacionados à capacidade dos produtores de liquidarem suas dívidas junto aos bancos. O que o governo precisa entender é que, se não resolvermos a situação dos produtores rurais ainda neste ano, poderemos ter um problema muito mais sério no próximo, em razão dos altos custos de produção da próxima safra”, afirmou o também vice-presidente da FPA, <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340">senador Jaime Bagattoli</a> (PL-RO). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra novidade incorporada depois da discussão com a base governista foi um dispositivo para que as retiradas do Fundo Social não impactem recursos para educação e saúde. A medida já estava prevista, porém, foi reforçada no novo relatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32623 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603284_5c6bf2cc9a_z-150x150.jpg" alt="" width="129" height="129" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603284_5c6bf2cc9a_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603284_5c6bf2cc9a_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603284_5c6bf2cc9a_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 129px) 100vw, 129px" />Já o coordenador da Comissão de Orçamento da FPA, <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3806">senador Zequinha Marinho</a> (Podemos-PA), afirmou que os benefícios com a pauta são maiores do que o impacto orçamentário. “Um projeto como esse vai impactar de alguma forma, mas o que ele vai trazer de resultado positivo é ainda maior. Não é gasto financeiro, é investimento num único setor da economia brasileira que tem mostrado que tem competência, que é forte, que é capaz. 52% de tudo que se exporta neste país provém do agro. Um terço dos empregos, quase 30% do PIB também provêm do agro”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32633 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55265758256_9a8f551f85_z-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55265758256_9a8f551f85_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55265758256_9a8f551f85_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55265758256_9a8f551f85_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" />Segundo o coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, deputado Afonso Hamm (PP-RS), a maior parte do processo foi superada. &#8220;Mais uma batalha vencida. Avançamos já 80%, graças aos colegas deputados, senadores e ao movimento de quem vive o drama dessa realidade, que são os produtores e agricultores. Esta é uma vitória importante, difícil e com vários autores&#8221;, declarou. </span></p>
<p><b>Veja o que disseram integrantes da FPA:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32630 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326457467_2214e39183_z-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326457467_2214e39183_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326457467_2214e39183_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326457467_2214e39183_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Quando não são as intempéries da natureza que vêm afetar o produtor rural brasileiro, é a crise global provocada pelo presidente dos Estados Unidos e as sobretarifas para todos os lados. Ninguém aguenta tanto sofrimento. É hora de nós, brasileiros, defendermos aqueles que produzem, que trabalham sol a sol e que carregam este país nas costas”, disse o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5985"><span style="font-weight: 400">senador Nelsinho Trad</span></a><span style="font-weight: 400"> (PSD-MS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32629 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327388541_e86c878401_z-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327388541_e86c878401_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327388541_e86c878401_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327388541_e86c878401_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Não é uma matéria da oposição, não é uma matéria da situação. Ela é uma matéria do Brasil, dos produtores, de quem bota comida na mesa, de quem está todo dia na lida. Vamos fazer, neste dia de hoje, justiça e espero que o governo ajude lá na Câmara e que a gente possa colocar mais rápido possível em prática”, destacou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5411"><span style="font-weight: 400">senador Weverton</span></a><span style="font-weight: 400"> (PDT-MA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32628 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603254_13d469de54_z-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603254_13d469de54_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603254_13d469de54_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55327603254_13d469de54_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Esse é o projeto que resgata o respeito e o reconhecimento que temos que ter com os produtores do nosso país. O nosso país só cresce às custas do agronegócio e da agricultura familiar, porque a nossa indústria está estagnada há muito tempo. Nós vamos aqui não fazer uma anistia de dívidas agrícolas. Estamos aqui propondo uma renegociação adequada”, enfatizou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5793"><span style="font-weight: 400">senador Dr. Hiran</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32627 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326474912_97a83047b0_z-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326474912_97a83047b0_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326474912_97a83047b0_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326474912_97a83047b0_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“No meu estado, Rio Grande do Sul, em sete safras, quatro foram frustradas pela seca e uma pela enchente. Este ano, tem gente sofrendo de novo. É difícil pagarem as contas. Juros e custos altos, além de preços baixos na comercialização. Pedimos ao governo que entenda essa posição para um setor extremamente importante”, disse o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/1186"><span style="font-weight: 400">senador Luiz Carlos Heinze</span></a><span style="font-weight: 400"> (PP-RS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32631 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326518532_16d0b8852e_z-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326518532_16d0b8852e_z-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326518532_16d0b8852e_z-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/06/55326518532_16d0b8852e_z-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“A crise no campo é séria e precisamos entender que, sem crédito adequado e seguro rural na próxima safra, seremos muito prejudicados. A queda da produção encarece os alimentos e produz inflação, afetando nossa economia. Por isso, é fundamental aprovarmos hoje o PL 5.122”, pontuou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/4531"><span style="font-weight: 400">senador Jayme Campos</span></a><span style="font-weight: 400"> (União-MT).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/10/entidades-do-agro-poderao-participar-de-regulamentacao-do-itr/">Entidades do agro poderão participar de regulamentação do ITR</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/06/09/parlamentares-apresentam-proposta-de-r-27-bilhoes-para-equalizacao-de-juros-no-proximo-plano-safra-ao-mapa/">Parlamentares apresentam proposta de R$ 27 bilhões para equalização de juros no próximo Plano Safra ao MAPA</a></p>
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		<title>Vai à sanção projeto que garante benefício social a safristas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/vai-a-sancao-projeto-que-garante-beneficio-social-a-safristas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores safristas aptos ao Bolsa Família estarão mantidos no programa de benefício social mesmo com um contrato de trabalho temporário. O Projeto de Lei 715/2023 garante essa proteção aos safristas e foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (19) e segue para sanção presidencial.  Pelo texto final aprovado, o dinheiro obtido pelo contrato de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Trabalhadores safristas aptos ao Bolsa Família estarão mantidos no programa de benefício social mesmo com um contrato de trabalho temporário. O Projeto de Lei 715/2023 garante essa proteção aos safristas e foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (19) e segue para sanção presidencial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pelo texto final aprovado, o dinheiro obtido pelo contrato de safra não entra na contagem da renda familiar per capita — critério para manter a elegibilidade para acesso ao programa. Além disso, as informações relativas aos trabalhos de safrista devem ser registrados em campo específico no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta tinha sido aprovada pelos deputados em 2024 e no Senado Federal passou por alterações, o que ocasionou o retorno à Câmara. No entendimento do relator da matéria e coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">, as mudanças acabaram modificando o intuito original da matéria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Embora a proposta do Senado considere a oscilação da renda familiar e admita a apuração da renda per capita com base na média anual dos rendimentos, ela não assegura, de forma efetiva, a permanência das famílias de trabalhadores safristas no Programa, mesmo quando persiste a condição de vulnerabilidade social decorrente da intermitência própria da atividade rural. Sob esse aspecto, o texto do Senado Federal não se mostra meritório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de rejeitar a maior parte das mudanças feitas no Senado, o relator acatou um dispositivo para que as garantias passem a funcionar de forma imediata. Esse mecanismo dispensa os empregadores de safristas de informarem os dados relativos ao contrato no campo específico do eSocial. Porém, essa dispensa serve apenas enquanto o campo não estiver regulamentado e operacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto mantido com a redação final do texto é a definição do que considera contrato de safra. Segundo o texto, esses acordos terão “duração dependente de variações estacionais da atividade agrária”, ou seja, o que vai definir o tempo do contrato é a necessidade da própria cultura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Articulação da FPA</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto foi aprovado com apoio da bancada e também de partidos que não costumam votar em conjunto com a FPA, como o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). A proposta faz parte do Dia do Agro, uma mobilização da frente para avançar na Câmara com pautas do setor agropecuário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Finalmente a possibilidade de votar e isso é extremamente importante para que a gente consiga ter acesso a mão de obra. Nós estamos garantindo que aquele trabalhador temporário, de safra, possa ter a carteira assinada e garantir o benefício social”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o autor da matéria e coordenador Político da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204517"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Vitor (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">, lembrou dos benefícios que o projeto deve trazer. “Isso gera qualificação de mão de obra, aproximação das pessoas ao mercado de trabalho e garante segurança aos produtores rurais que possam empregar sem o risco de se manterem na clandestinidade ou da informalidade”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32455 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O projeto dos safristas era uma demanda antiga tanto de produtores como de trabalhadores rurais. Isso porque o relato era que muitos trabalhadores optavam por não trabalhar nas colheitas por receio de saírem do Bolsa Família. Para o relator do projeto no senado e vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, a matéria vem como uma solução que afeta diferentes áreas do agro, principalmente, no segmento da fruticultura e do café.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Vai resolver a grande parte da mão de obra manual que nós temos no campo, da deficiência de mais de 800 mil empregos Brasil afora. Nós vamos fortalecer a fruticultura no Vale do São Francisco, a colheita de café no Espírito Santo, em Rondônia, Minas Gerais, a colheita de maçã, da cebola, ambas no Estado de Santa Catarina. Vamos resolver um problema em diversos estados”, disse o parlamentar.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja outras pautas da FPA:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/dia-do-agro-bancada-articula-avanco-de-projetos-estrategicos-para-o-setor-produtivo/">Dia do Agro: bancada articula avanço de projetos estratégicos para o setor produtivo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/deputados-aprovam-equiparacao-de-fertilizantes-a-minerais-criticos/">Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos</a></p>
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		<title>Renegociação de dívidas terá mecanismo com FGI que pode alavancar até R$ 200 bilhões</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/13/renegociacao-de-dividas-tera-mecanismo-com-fgi-que-pode-alavancar-ate-r-200-bilhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Hamilton Mourão]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Wilder Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de todo o país estão próximos de ter uma alternativa para repactuar as dívidas rurais acumuladas nos últimos anos. Uma emenda da vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), foi incluída no Projeto de Lei 5.122/2023 e pode alavancar até R$ 200 bilhões para essa finalidade.  A iniciativa autoriza o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Produtores de todo o país estão próximos de ter uma alternativa para repactuar as dívidas rurais acumuladas nos últimos anos. Uma emenda da vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, foi incluída no </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> e pode alavancar até R$ 200 bilhões para essa finalidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa autoriza o governo federal a ampliar sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), com previsão de aporte adicional de até R$ 20 bilhões. Os recursos seriam usados exclusivamente como garantia para operações de renegociação de dívidas rurais. De acordo com a senadora, a medida pode disponibilizar ao menos R$ 70 bilhões para a prorrogação das dívidas, mas depende também da disposição do Executivo em apoiar os produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse fundo é o que vai deixar um legado para a agricultura, se ele for instituído. Mas o governo tem que entender que não basta criar o fundo: precisamos colocar recursos nele. Sabemos das dificuldades fiscais, do problema do crédito e das despesas primárias, mas R$ 20 bilhões neste fundo podem alavancar mais de R$ 70 bilhões, podendo chegar até R$ 200 bilhões”, destacou Tereza Cristina, nesta quarta-feira (13), durante sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, afirmou que o produtor rural enfrenta uma “tempestade perfeita” contra a produção agropecuária. Segundo ele, a articulação dos últimos dias tem sido voltada à construção de soluções efetivas para o endividamento no campo, como a apresentada por meio da emenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente entende que aqueles R$ 30 bilhões que aprovamos na Câmara não são suficientes nem para o início do trabalho. Hoje, a dívida dos produtores chega a R$ 150 bilhões. Precisamos buscar esse montante de recursos, e essa é a alternativa que estamos apresentando. Nosso compromisso é com o produtor rural. Por isso, estamos trabalhando para que essa solução do endividamento seja real e para que a gente consiga enfrentar as resistências dentro do governo”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O PL 5.122/2023 tramita na CAE sob relatoria do </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400">. O parlamentar destacou a participação dos membros da FPA na construção do texto e afirmou que a emenda da senadora Tereza Cristina foi incorporada ao relatório. A previsão é de que a votação ocorra na próxima terça-feira (19). A bancada também articula para que o projeto seja votado no Plenário do Senado na mesma semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A senadora Tereza Cristina entende, e eu entendo igualmente, que a utilização do FGI como lastro para a renegociação das dívidas agrícolas resolveria de uma vez por todas esse problema no Brasil. Nós colocaríamos esses títulos no mercado, em um fundo privado, e isso serviria para renegociações daqui para frente”, disse Renan Calheiros ao tratar sobre a emenda do FGI.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Corrida contra o tempo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400"> A intenção da FPA é que toda a estrutura de renegociação prevista no projeto entre em vigor antes do anúncio do próximo Plano Safra. Por isso, o coordenador institucional da frente, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">, defendeu que os ajustes no relatório sejam feitos até a votação da próxima semana. Segundo ele, isso evitaria novas modificações quando o texto retornar à Câmara dos Deputados, facilitando uma aprovação rápida pelos deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que estamos fazendo aqui hoje não é apenas um remédio para curar os males dos endividados por problemas climáticos. Estamos criando um novo sistema de financiamento para o Brasil”, ressaltou o parlamentar gaúcho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32428 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Além dos recursos que poderão ser operados com a garantia do FGI, a proposta cria uma linha emergencial específica para a prorrogação das dívidas, com montante de até R$ 30 bilhões provenientes do Fundo Social (FS). O relator também pretende incluir a possibilidade de o governo utilizar recursos do orçamento para criar outras linhas destinadas à renegociação. Integrantes do Executivo chegaram a mencionar a possibilidade de disponibilizar R$ 82 bilhões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na reunião da CAE desta quarta-feira, outros membros da bancada reforçaram apoio ao relatório-base apresentado pelo senador Renan Calheiros. O 2º vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a abrangência nacional da proposta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Acredito que boa parte dos estados e municípios brasileiros vai se enquadrar nesses três quesitos necessários para fazer a regularização do endividamento que o PL 5.122/2023 traz”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32429 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-150x150.jpg" alt="" width="124" height="124" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" />Já o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6341"><span style="font-weight: 400">senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS)</span></a><span style="font-weight: 400"> ressaltou a urgência da iniciativa para o Rio Grande do Sul. “Esse projeto é mais do que necessário para buscar uma solução para a difícil situação que o homem do campo vive, em particular no meu estado, o Rio Grande do Sul”, afirmou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32433 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-150x150.jpg" alt="" width="124" height="124" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" />O coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/136811"><span style="font-weight: 400">deputado Afonso Hamm (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">, relator da matéria na Câmara dos Deputados, também foi na mesma linha. “Estamos muito próximos de oferecer uma ferramenta de dignidade e respeito aos agricultores”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32430 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />Outros parlamentares também comentaram o momento enfrentado pelo produtor rural. “O agro brasileiro enfrenta uma das maiores crises financeiras dos últimos anos. O produtor rural foi atingido por juros altos, aumento do diesel, energia cara, dificuldade de acesso ao crédito e queda da rentabilidade”, apontou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5070"><span style="font-weight: 400">senador Wilder Morais (PL-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32432 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />Já o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">, afirmou que a medida terá efeito para além do setor agropecuário. “A agricultura é a céu aberto, o agricultor não tem contracheque. Esse projeto, embora passe pelo agro, vai impactar a vida de todos os brasileiros”, ressaltou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais sobre endividamento rural:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/open-finance-do-agro-proposta-avanca-e-pode-melhorar-condicoes-de-credito-e-seguro-rural/">Open Finance do agro: proposta avança e pode melhorar condições de crédito e seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a></p>
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		<title>Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:50:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
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		<category><![CDATA[Sérgio Souza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026 trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2618177"><span style="font-weight: 400">114/2026</span></a><span style="font-weight: 400"> trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar os produtores pode ser incluído no substitutivo da proposta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto foi um dos pontos discutidos na reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) desta terça-feira (5). Segundo o presidente da bancada, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, esse superávit extraordinário pode ser bem empregado não apenas para mitigar os efeitos da elevação dos combustíveis, mas em outras necessidades, como das renegociações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O ganho bruto da União com a alta do petróleo, com royalties, dividendos da Petrobras, tributos federais e o imposto de exportação, dá exatamente R$ 128,7 bilhões&#8221;, comentou </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">Pedro Lupion</span></a><span style="font-weight: 400">, ao falar sobre levantamento feito pela FPA sobre o assunto. Ainda conforme os dados, mesmo descontando as renúncias fiscais com o diesel e com os demais combustíveis, sobrariam para a União R$ 41,2 bilhões até o final do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vice-presidente da Região Centro-Oeste da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">, está com a relatoria do PLP 114/26. Ela explicou que a ideia não seria impor a destinação, mas abrir a possibilidade de que parte desse recurso tenha a finalidade de abarcar as dívidas rurais. Ainda conforme a parlamentar, isso traria mais uma alternativa ao Projeto de Lei </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, em discussão no Senado e que aborda o tema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A senadora Tereza trouxe a sugestão para que a gente pudesse utilizar esses recursos extraordinários em paralelo ao projeto que está tramitando lá no Senado, relatado pelo senador Renan Calheiros. Vou apresentar esta possibilidade no nosso texto, além de incluir  o Seguro Rural”, acrescentou Boldrin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada complementou indicando que outros pontos também devem estar presentes no relatório final, ainda sem uma previsão para ser apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados. Entre eles está um dispositivo para garantir que os biocombustíveis continuem com benefícios fiscais mais favoráveis em relação aos combustíveis fósseis. Na prática, a medida será para garantir que a renúncia fiscal dada na gasolina e no diesel seja aplicada também, de forma proporcional, ao etanol e ao biodiesel, mantendo esses produtos renováveis mais atrativos. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projeto do endividamento segue em negociação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No encontro desta terça, a vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, atualizou a bancada sobre o andamento das articulações sobre o PL 5.122/2023. As equipes técnicas da senadora e do relator, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400"> , se reuniram com integrantes do Ministério da Fazenda na última quinta-feira (30) para tratar do assunto. No entanto, ainda não há um consenso entre o governo e os parlamentares sobre a origem dos recursos para a renegociação da dívida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O que o governo está trazendo para a gente é o que sobrou do dinheiro que não conseguiram aplicar do Plano Safra passado, R$ 82 bilhões. Esse é o montante, mas também não é suficiente. Que esse volume venha, mas nós precisamos no mínimo de R$ 180 bilhões&#8221;, disse a senadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, as equipes tentam encontrar fontes para suprir a necessidade. O Fundo Social do Pré-sal, o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) e também os recursos extras da alta do petróleo — tratados no PLP 114/26 — estão entre as possibilidades em estudo. A intenção é colocar o projeto 5.122/23 em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima semana, informou Tereza Cristina. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-32384 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Antonio-da-Luz-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Conflito no Oriente Médio já soma mais de R$ 7 bilhões em custos para o agro brasileiro</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Uma temática relacionada ao aumento dos preços dos combustíveis é a alta nos custos operacionais do agro no Brasil. Segundo dados da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (</span><a href="https://www.farsul.org.br/"><span style="font-weight: 400">Farsul</span></a><span style="font-weight: 400">), o custo extra com a subida do diesel nos últimos meses chega a R$ 7,2 bilhões, sem contar gastos com logística. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós observamos que a cada R$ 0,25 que o preço do diesel aumenta o custo para o produtor rural lá na ponta é de R$ 1,3 bilhão”,apontou o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, que participou da reunião-almoço e apresentou o estudo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o especialista lembrou que esse cenário tende a agravar a realidade do produtor rural, que já está impactado com dívidas. “Nós tivemos um aumento de 23% no preço do diesel. Isso traz uma preocupação não só para a colheita da primeira safra, como o plantio e a colheita da segunda safra e no plantio da primeira safra de 2026/2027”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar do quadro grave, o economista também apontou que a situação traz oportunidades para o Brasil. A principal é o aumento das misturas obrigatórias — de 32% do etanol na gasolina e de 16% de biodiesel no diesel. Ele explicou que um impulsionamento das misturas pode, por exemplo, aumentar o esmagamento de soja no Brasil e agregar valor à soja, fazendo com que a commodity brasileira fique mais valorizada também no mercado internacional de exportação. </span></p>
<p><strong>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32385 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg" alt="Sérgio Souza" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Sergio-Souza-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />&#8220;O agro hoje é símbolo de segurança energética. E aqui nos dá garantia de perenidade na produção de grãos, porque se não fosse a produção de energia estaríamos comercializando soja a R$ 90, a saca de milho a R$ 25 no Mato Grosso. Então trouxe um novo mercado&#8221;, acrescentou o coordenador da Comissão Tributária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178933"><span style="font-weight: 400">deputado Sérgio Souza (MDB-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32390  alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg" alt="Jaime Bagattoli" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Esse projeto [PLP 114/2026] é muito importante. O governo tem que entender que nós precisamos, praticamente, quase zerar os impostos para ser competitivo nas condições que está o petróleo hoje”, destacou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32386 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="121" height="121" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />“Nós temos que superar os problemas burocráticos e ambientais. Na minha cidade, Cruz Alta (RS), nós temos três cooperativas que se uniram para fazer uma empresa de biocombustível, e não há jeito de conseguir a licença ambiental. No momento em que se agoniza com esse conflito no Irã, ter esses obstáculos é incompreensível e inaceitável”, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais sobre endividamento rural:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/28/nao-ha-porque-lancar-plano-safra-se-o-produtor-rural-nao-tem-como-acessar-credito-destaca-alceu-moreira-sobre-endividamento/">“Não há porque lançar Plano Safra se o produtor rural não tem como acessar crédito”, destaca Alceu Moreira sobre endividamento</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<item>
		<title>Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dilceu Sperafico]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De janeiro até meados de abril deste ano, o país já registrou 33 invasões a propriedades rurais, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, 14 ocorreram apenas em abril, o que reforça a escalada recente dos casos. Ao todo, 32 episódios foram promovidos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o 2º vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO),</span></a><span style="font-weight: 400"> as invasões afetam todo o setor, independentemente do porte da propriedade. Segundo ele, na Amazônia, até mesmo pequenas áreas já foram alvo de ocupações. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-32304 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse é um problema muito sério no Brasil, especialmente na produção primária, e nós precisamos garantir segurança jurídica aos proprietários de terra, independentemente de serem pequenos, médios ou grandes produtores”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O levantamento da CNA também mostra que 2025 foi o ano com maior número de invasões da última década. Ao todo, foram 90 ocorrências no ano passado, das quais 81 foram promovidas ou vinculadas ao MST. Os dados ainda apontam concentração dos casos no mês de abril, quando foram registradas 43 invasões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda conforme a entidade, os últimos três anos indicam uma tendência de alta nas invasões. De 2023 até 15 de abril de 2026, foram contabilizados 241 casos em todo o país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32301 size-large aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png" alt="Gráfico invasões" width="1024" height="683" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1024x683.png 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-300x200.png 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-768x512.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-750x500.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico-1140x760.png 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Grafico.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Projetos miram prevenção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Com o número crescente de invasões, algumas medidas podem servir como prevenção contra esses atos. É o caso do </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 4.432/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, de autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">. A proposta cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse cadastro seria integrado ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e teria registro de ocorrências de invasões de propriedades, tanto públicas como privadas. Também seriam registradas as ações realizadas pelas forças de segurança, bem como apontamentos se houve participação de menores ou de pessoas com armas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32303 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodolfo-Nogueira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O texto tem o intuito de facilitar a identificação e responsabilização dos invasores. O projeto tem apreciação conclusiva nas comissões, no</span><span style="font-weight: 400"> entanto, há um recurso pedindo a revisão da tramitação para que a matéria seja analisada também no Plenário da Câmara. O recurso aguarda deliberação da Mesa Diretora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O governo Lula trouxe o MST para dentro do governo desde o início do mandato, contribuindo para as invasões no campo todos os anos aqui no Brasil. A FPA está hoje em uma ofensiva no Congresso Nacional e tem apresentado projetos para combater o esbulho possessório e, especialmente, penalizar criminosos. Quem invade propriedade privada é criminoso e tem que ser tratado assim”, afirmou Nogueira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2351684&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 1.198/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, apresentado pelo </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204378"><span style="font-weight: 400">deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">. A matéria altera o Código Penal brasileiro para dar mais peso ao crime de esbulho possessório —  que é quando o dono de imóvel fica impossibilitado de controlar e usar o seu bem por causa de uma invasão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a legislação prevê uma pena de um a seis meses de detenção e multa. A proposta amplia a punição para quatro a oito anos de prisão, além da multa. O texto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e ainda deve passar pelo Plenário da Casa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2598906"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 6.612/2025</span></a><span style="font-weight: 400"> também modifica o Código Penal, porém para criar uma tipificação penal própria para invasão de propriedades rurais. Neste caso, a proposição do deputado Rodolfo Nogueira, diferencia os tipos de ocupação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que ocorre para reivindicar políticas públicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">aquela que acontece em área já designada para desapropriação, porém o proprietário ainda não recebeu a indenização.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também pune quem patrocina e financia essas invasões. Em todos os casos, a pena proposta é de quatro a dez anos de reclusão e multa. Caso a ocupação seja em terra produtiva, a pena é dobrada, e se for cometido por mais de duas pessoas há o aumento de um terço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria aguarda análise na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. Depois, a proposta ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e pelo Plenário. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32302 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Dilceu-Sperafico-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O integrante da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/73768"><span style="font-weight: 400">deputado Dilceu Sperafico (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a preocupação dos produtores diante do aumento das invasões e defendeu o avanço de matérias que garantam mais segurança no campo. “O direito de propriedade é constitucional, mas hoje não há segurança jurídica para o proprietário rural. Tivemos muitas invasões de terras nos últimos anos, e isso tem gerado intranquilidade e até o risco de queda na produção nacional. Muitos produtores acabam se afastando da atividade por medo”, disse. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre direito de propriedade:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
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		<item>
		<title>Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), André de Paula.  O chefe da pasta foi recebido na reunião da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">MAPA</span></a><span style="font-weight: 400">), André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O chefe da pasta foi recebido na reunião da bancada realizada nesta terça-feira (14). Durante o encontro, a bancada apresentou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/143632"><span style="font-weight: 400">Dep. Domingos Neto (PSD-CE)</span></a><span style="font-weight: 400">, integrante da FPA, como solução para parte do endividamento que atinge produtores rurais em diversos estados brasileiros. Entre os pontos colocados na matéria, está a utilização do Fundo Social para criar uma linha de crédito específica de repactuação de dívidas rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e será relatado pelo </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400">. Na última semana, a vice-presidente da FPA na Casa Alta, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400"> articulou uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3830"><span style="font-weight: 400">senador Davi Alcolumbre (União-AP)</span></a><span style="font-weight: 400">, e o relator para expor a atual situação do setor e avançar com o projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A solicitação dos parlamentares agora é para que a pasta da Agricultura também reforce essa articulação dentro do próprio Executivo. A proposta pode disponibilizar aproximadamente R$ 30 bilhões para a linha de financiamento, no entanto, o valor já é visto como insuficiente para o atual nível de endividamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós estamos dando todo o apoio necessário para que o projeto tenha celeridade, inclusive pedimos ao ministro o apoio institucional do governo para que a gente consiga achar minimamente um alento. Vamos lembrar que os R$ 30 bilhões que estão previstos no PL 5.122 já são completamente insuficientes para o tamanho do problema enfretado”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.  </span><span style="font-weight: 400">  </span></p>
<p><b>A FPA entregou ao ministro um ofício com os pleitos do setor junto ao MAPA:</b></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação para revisar as resoluções do </span><span style="font-weight: 400">Conselho Monetário Nacional (CMN)</span><span style="font-weight: 400"> que conferem restrição ao crédito rural com base exclusiva no PRODES;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Assegurar que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) siga apenas com função consultiva e técnica, sem sobrepor regulações atribuídas ao MAPA ou outros órgãos competentes, em respeito ao Marco Legal de Pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definir um cronograma de das regulamentações envolvendo a Lei de Pesticidas, a Lei do Autocontrole e a Lei dos Bioinsumos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Ampliação do Plano Safra de modo que torne o acesso ao crédito mais fácil para pequenos e médios produtores;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir soluções estruturantes sobre o endividamento rural, tendo como foco a renegociação das dívidas rurais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atuação junto ao Ministério da Fazenda para publicação da lista complementar de insumos agropecuários com redução de 60% nas alíquotas do IBS e CBS;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Participação ativa nas discussões sobre a atualização da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras para defender posicionamento técnico sobre as espécies com relação econômica;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Suspensão ou revisão da portaria que traz exigências sobre a classificação e comercialização de morangos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Articulação nas negociações sobre o Regulamento Europeu de Desmatamento (EUDR), da União Europeia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Maior participação do setor produtivo nas negociações de acordos comerciais;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Esclarecimento sobre as portarias do Mapa que tratam sobre a rastreabilidade de pesticidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Revisão da norma que instituiu a Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de grãos de modo que a certificação continue sendo opcional e contratual, sem a imposição do Estado;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Definição de um cronograma claro sobre os anúncios envolvendo o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (SISPA);</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Aprimoramento das regulamentações de uso de drones na agropecuária, tendo como objetivo segurança jurídica, viabilidade e defesa da tecnologia;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Construir junto com os demais órgãos competentes do governo uma solução normativa para indenização de serviço voluntário em folga remunerada aos auditores fiscais federais agropecuários. </span></li>
</ol>
<h2><b>Ministro fala em reaproximação com a bancada</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">André de Paula ouviu dos parlamentares a demanda por uma maior participação da FPA nas decisões que tratam sobre políticas públicas para o setor. Uma sugestão dada pela ex-ministra da Agricultura, Sen. Tereza Cristina, foi a manutenção de encontros periódicos entre a bancada e a gestão do ministério.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32250 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tereza-Cristina-2.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“Todo governo, seja ele de que matiz for, enfrenta problemas, porque a agricultura tem necessidades e o cobertor é curto. Outras áreas também têm as suas demandas, e esse embate é necessário. Mas, quando o senhor tem uma frente como essa, ajudando a remar para a frente, facilita muito a vida”, disse a parlamentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ministro afirmou que vai acolher a iniciativa. “Eu tenho disposição para isso e  vou conversar com o presidente [da FPA] Pedro para que a gente construa essa possibilidade”, destacou André de Paula. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da questão do crédito e do endividamento, o vice-presidente da FPA na Câmara, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391"><span style="font-weight: 400">deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)</span></a><span style="font-weight: 400">, fez ainda outro apelo ao ministro. Ele enfatizou a necessidade de uma “implantação radical” do Código Florestal. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-32251 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Arnaldo-Jardim.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Nós falamos das restrições de crédito via PRODES e é urgente. São problemas que vão surgindo porque não há essa matriz da análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, comentou Jardim ao lembrar do problema com as resoluções do Conselho Monetário Nacional responsáveis pela restrição de acesso ao crédito rural para produtores que estão em situação ambiental regular. </span></p>
<p><b>Veja o que disseram outros integrantes da FPA:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32256 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Domingos-Savio-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Você, André de Paula, falou uma coisa que me deixou muito feliz de ouvir: ‘respeito aos demais colegas, mas nós temos que defender o agro’. E é isso que estamos sentindo falta no Ministério da Agricultura: uma atuação mais proativa”, disse o coordenador de Defesa Agropecuária da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160758"><span style="font-weight: 400">deputado Domingos Sávio (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32257 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Alceu-Moreira-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />&#8220;Hoje, o que precisamos do Ministério da Agricultura, é salvar o ente produtivo chamado produtor rural, de qualquer tamanho. Ser salvo como célula produtiva. Ele não é um caloteiro, não é um mau caráter. Ele só não conseguiu produzir porque as condições oferecidas para ele são completamente adversas&#8221;, indicou o coordenador Institucional da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32254 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Marussa-Boldrin-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Independente do governo, a gente precisa avançar. A gente precisa cuidar de quem está devendo, de quem está desesperado, pagando as contas dos filhos, e vive da agropecuária&#8221;, pontuou a vice-presidente da região Centro-Oeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220572"><span style="font-weight: 400">deputada Marussa Boldrin (MDB-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32253 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg" alt="" width="117" height="117" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pezenti-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" />&#8220;O senhor disse que gostaria de deixar uma marca na sua gestão, que espero, seja muito profícua. Que a sua marca seja então para melhorar o PSR, para dar Seguro Rural a milhões de produtores&#8221;, destacou o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"><span style="font-weight: 400">deputado Pezenti (MDB-SC)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32255 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Jaime-Bagattoli-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“As novas regras do Prodes precisam ser revistas com urgência. É uma medida contraditória, que fere o processo legal e dificulta o acesso ao crédito rural, impactando diretamente o agro brasileiro&#8221;, afirmou o 2º vice-presidente da FPA no senado, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32263 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-150x150.jpeg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-75x75.jpeg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Pedro-Westphalen-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu diria que, tirando o café hoje no Brasil, todos os outros segmentos estão com muita dificuldade de fazer a próxima safra. É o momento, ministro, do projeto 5122/2023. Nós, mais do que nunca, precisamos desse legado para as gerações futuras&#8221;, comentou o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204406"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Westphalen (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32261 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Fabio-Garcia-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Eu não tenho dúvida de que nós vamos precisar pensar numa repactuação das condições de endividamento dos produtores rurais. E a gente espera muito um Plano Safra com volume de recurso suficiente e com uma quantidade de equalização de juros que possa baixar o principal custo do produtor rural, que é esse custo do financiamento, para que ele possa sobreviver&#8221;, disse o </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178905"><span style="font-weight: 400">deputado Fabio Garcia (União-MT)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32262 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Tiao-Medeiros-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />&#8220;Se eu pudesse, ministro, dizer algo para o senhor sair daqui com uma única missão, eu diria para tentar convencer o ministro Dario, o presidente Lula, de dar um quinhão do orçamento público correspondente à importância que a agropecuária tem&#8221;, solicitou o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684"><span style="font-weight: 400">deputado Tião Medeiros (PP-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32259 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Iraja-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />“Também existe outro projeto de lei (PL 320/2025), de autoria do senador Heinze e eu fui designado relator, e trata exclusivamente da securitização, uma espécie de um Refis do campo. Eu queria aqui me prontificar junto à FPA e aos colegas do Senado Federal para que nós possamos ser céleres na tramitação desse projeto, o que eu acho que é convergente com o PL 5122”, disse o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5385"><span style="font-weight: 400">senador Irajá (PSD-TO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32252 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Ana-Paula-Leao-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" />“A gente tem inúmeros desafios: é o leite, a banana, a cebola, o morango, o alho. Nós estamos com inúmeros problemas nessas áreas. Mas gostaria de pedir uma atenção especial, principalmente, no nosso leite; que a gente já vem há muito tempo trabalhando e está ficando cada vez mais difícil para o produtor”, afirmou a vice-presidente da FPA para a Região Sudeste, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/107970"><span style="font-weight: 400">deputada Ana Paula Leão (PP-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/09/deputados-aprovam-melhorias-em-leis-para-resguardar-biocombustiveis/">Deputados aprovam melhorias em leis para resguardar biocombustíveis</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/">Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/14/agropecuaria-brasileira-enfrenta-cenario-de-instabilidade-com-credito-reduzido-e-alto-endividamento/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Safristas: FPA constrói solução para formalizar o trabalho temporário no campo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/15/safristas-fpa-constroi-solucao-para-formalizar-o-trabalho-temporario-no-campo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
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		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Mecias de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[PL dos Safristas]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva FPA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Vitor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agencia.fpagropecuaria.org.br/?p=31820</guid>

					<description><![CDATA[<p>A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como PL dos Safristas, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/15/safristas-fpa-constroi-solucao-para-formalizar-o-trabalho-temporario-no-campo/">Safristas: FPA constrói solução para formalizar o trabalho temporário no campo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31729 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png" alt="" width="140" height="175" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png 240w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-819x1024.png 819w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-768x960.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-750x938.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo.png 1080w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como </span><i><span style="font-weight: 400">PL dos Safristas</span></i><span style="font-weight: 400">, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao firmarem contratos de curta duração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta foi apresentada na Câmara dos Deputados pelo coordenador Político da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Zé Vitor (PL-MG), e teve como relator na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) o coordenador de Direito de Propriedade da FPA, deputado Evair de Melo (PP-ES). Desde o início, o texto estabeleceu a possibilidade de formalização do vínculo empregatício por contrato de safra sem a perda do acesso a benefícios sociais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-27385 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">Para Zé Vitor, o projeto cria oportunidades reais no campo. “Queremos que os safristas possam formalizar o vínculo de trabalho, garantindo direitos trabalhistas e mantendo o benefício social”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao defender a iniciativa, Evair de Melo destacou o impacto social da medida. “O projeto vai permitir que integrantes de programas sociais e trabalhadores de colheitas sazonais nas propriedades rurais possam assinar carteira e ter seus direitos reconhecidos”, ressaltou.</span></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Avanço nas comissões e garantia jurídica</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Em abril de 2024, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado por Evair de Melo ao PL 715/2023. O texto reforçou a garantia de continuidade dos benefícios sociais durante o período do contrato de safra, em consonância com a legislação que regula esse tipo de vínculo, prevista na Lei nº 5.889/1973, que trata da sazonalidade da atividade agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o relator, a proposta assegura proteção jurídica tanto aos empregadores, que dependem de mão de obra sazonal, quanto aos trabalhadores. A medida permite a manutenção do recebimento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante a vigência do contrato de safra.</span></p>
<h4><strong><span style="font-size: 12pt">Aprovação no Plenário da Câmara</span></strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda em 2024, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados, consolidando a compatibilização entre o contrato de safra e os programas de transferência de renda. À época, Evair de Melo, então presidente da Comissão de Agricultura, destacou que o temor de perder benefícios empurrava muitos trabalhadores para a informalidade. “O próprio trabalhador rural opta pela informalidade, com receio de ficar desamparado. A proposta cria um critério objetivo para a manutenção do benefício, sem que a renda da safra exclua o trabalhador do Bolsa Família ao longo do ano”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30411" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor da proposta na Câmara, deputado Zé Vitor, o avanço do Brasil passa diretamente por quem produz e por quem trabalha, e a expectativa é superar essa etapa de forma definitiva. Para o parlamentar, a iniciativa representa um marco de inclusão. “Esse é um passo importante para aprimorarmos, dia após dia, os programas existentes, garantindo segurança tanto para quem emprega quanto para o trabalhador rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o coordenador da Comissão Trabalhista da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Afonso Hamm (PP-RS), o projeto é estratégico para equilibrar as necessidades do setor. “A proposta garante segurança jurídica e condições dignas de trabalho, sem prejudicar o acesso a benefícios sociais”, destacou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28470" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Senado aprova e texto retorna à Câmara</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Após tramitar no Senado Federal, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado pelo Plenário da Casa Alta em dezembro de 2025. A matéria teve relatoria do senador e segundo vice-presidente da FPA, Jaime Bagattoli (PL-RO). Durante a votação, o relator ressaltou que, por se tratar de vínculo temporário, o contrato de safra não deve resultar na perda automática de benefícios sociais. “Esse é o primeiro passo para resolvermos o problema do safrista que temos hoje no campo”, afirmou, destacando também o fortalecimento das colheitas em diferentes regiões do país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29483" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-weight: 400">O senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) contribuiu com a tramitação ao apresentar emenda incorporada ao texto, que solucionou um entrave operacional. “A proposta se fortalece ao pavimentar o caminho para enfrentar a falta de mão de obra no campo e em outras atividades sazonais”, avaliou.</span></p>
<p><img decoding="async" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53920790306_762c7f85af_o-scaled.jpg" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação no Senado, o PL 715/2023 consolida uma trajetória marcada por diálogo e consenso em torno da necessidade de conciliar proteção social, formalização do trabalho e produtividade no campo. Agora, o texto retorna à Câmara dos Deputados, onde teve origem, para a conclusão de sua tramitação no Congresso Nacional.</span></p>
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		<title>Senado debate impacto da lista de espécies exóticas sobre produção nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
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		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lista de espécies exóticas elaborada pela Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), foi tema de intenso debate nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Após atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades do setor produtivo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lista de espécies exóticas elaborada pela Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), foi tema de intenso debate nesta quarta-feira (10) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Após atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades do setor produtivo, o governo anunciou a suspensão temporária do processo de elaboração do documento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">João Paulo Capobianco, ministro substituto do Meio Ambiente, representou a pasta na audiência em lugar da ministra Marina Silva, inicialmente convidada para esclarecer pontos críticos da resolução. Diante da ausência da ministra, os senadores aprovaram novo requerimento de convocação, apresentado pelo senador Jorge Seif (PL-SC), também responsável por propor a realização da audiência.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Seif reforçou as críticas à falta de diálogo e de transparência do Executivo. “O governo avançou com uma lista dessa magnitude sem transparência e sem diálogo mínimo com quem será diretamente afetado. O setor produtivo ficou sabendo depois, quando o impacto já estava colocado na mesa”, afirmou. O senador também alertou para riscos econômicos e jurídicos: “A inclusão de espécies como tilápia, pirarucu, mangueira, jaqueira, goiabeira e eucalipto criaria um ambiente de completa insegurança jurídica. Isso afetaria licenciamento ambiental, acesso a crédito e certificações sanitárias.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O presidente da CRA, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), compartilhou a preocupação, ressaltando que classificar espécies de alto valor produtivo, como a tilápia, como invasoras criaria entraves para financiamento, licenciamento e exportações. “Isso comprometeria a competitividade do Brasil no mercado internacional”, afirmou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31691 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) lembrou que cultivos como pinus e eucalipto foram incentivados pelo antigo IBDF desde a década de 1960 justamente para impulsionar economias regionais. Ele destacou que “essas espécies não avançaram sobre áreas nativas e hoje sustentam cadeias industriais inteiras, com ciclos produtivos mais curtos que os europeus”. Para ele, considerar essas culturas prejudiciais traria impacto desproporcional sobre estados do Sul.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31679" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o.jpg" alt="" width="2356" height="1571" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o.jpg 2356w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1536x1024.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-2048x1366.jpg 2048w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/54961794686_9edb0fab47_o-1140x760.jpg 1140w" sizes="(max-width: 2356px) 100vw, 2356px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Bagattoli também chamou atenção para diferenças agroclimáticas que impedem generalizações. “Manga, castanheira e mogno não se desenvolvem no Sul, assim como espécies amazônicas como pirarucu e tambaqui não se adaptam ao frio. A simples classificação como ‘invasora’ não reflete a realidade produtiva do país”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) reforçou o impacto na piscicultura, lembrando que a tilápia diversificou economias regionais e impulsionou renda de pequenos produtores. “Somos o quarto maior produtor de tilápia do mundo e podemos chegar ao primeiro lugar. Uma restrição mal formulada prejudica um setor que emprega, gera renda e funciona muito bem”, disse. Heinze também alertou para riscos de repercussão internacional: “Essa lista pode nos colocar em uma lista negra ambiental. Nenhum país preserva como o Brasil, e precisamos que a política ambiental reconheça isso.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31690 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-14.21.15-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Capobianco afirmou que a elaboração da lista atende a compromissos assumidos pelo Brasil na COP 15, dentro da meta 6 do Acordo Kunming-Montreal, voltada à redução da introdução de espécies exóticas invasoras até 2030. Ele disse que o intuito é identificar espécies mais agressivas e dialogar com os setores produtivos para mitigar impactos sem inviabilizar a produção. Bráulio Dias, diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade do MMA, esclareceu que a meta se refere à introdução de novas espécies invasoras, não às já consolidadas no país.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além de espécies da piscicultura como tilápia, tambaqui, pirarucu e camarão-branco, responsáveis por mais de 840 mil toneladas anuais e por mais de 1 milhão de empregos diretos e indiretos, a lista preliminar também inclui culturas tradicionais da fruticultura, como mangueira, goiabeira e jaqueira. No setor de silvicultura, aparecem eucalipto, pinus taeda e pinus caribaea, base da cadeia de papel e celulose e da produção de madeira de reflorestamento.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O debate deve prosseguir no Senado, com a expectativa de que o MMA apresente critérios mais claros, respaldo técnico sólido e diálogo real com o setor produtivo, garantindo proteção à biodiversidade sem comprometer atividades econômicas estratégicas para o país.</span></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>MP do Setor Elétrico atende pleitos do agro e protege irrigação e aquicultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 16:52:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1304/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (30), o relatório favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Medida Provisória (MP) nº 1.304/2025. A proposta, que segue agora para sanção presidencial, altera regras do setor elétrico, estabelece um teto para as despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e cria o Encargo de Complemento de Recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (30), o relatório favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Medida Provisória (MP) nº 1.304/2025. A proposta, que segue agora para sanção presidencial, altera regras do setor elétrico, estabelece um teto para as despesas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e cria o Encargo de Complemento de Recursos (ECR), com impacto direto sobre o custo da energia para produtores rurais.</p>
<p>Entre os principais avanços do texto, o relator incluiu medidas que atendem aos pleitos do setor agropecuário, defendidos pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional.</p>
<p>O senador Jaime Bagattoli (PL-RO), 2º vice-presidente da FPA no Senado, destacou que a inclusão dos irrigantes e produtores aquícolas entre as exceções do §2º do Art. 13-A da Lei nº 10.438/2002 foi essencial para preservar atividades concentradas no semiárido nordestino, no MATOPIBA e em polos de fruticultura irrigada.</p>
<p>“Na redação original, irrigantes e produtores aquícolas não estavam isentos do encargo, o que poderia elevar custos e comprometer a viabilidade econômica de atividades estratégicas. A energia elétrica representa uma parcela relevante do custo produtivo, e novos encargos impactariam diretamente o preço dos alimentos e a renda dos produtores”, afirmou Bagattoli.</p>
<p>A Emenda nº 352, de autoria do senador, foi acatada oralmente pelo relator. Ela assegura a proteção desses produtores contra o repasse de encargos adicionais e garante a manutenção de instrumentos fundamentais para a segurança alimentar e a competitividade do agro brasileiro.</p>
<p><strong>FPA garante avanços no texto</strong></p>
<p>O vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ressaltou que o relatório da MP atendeu as principais demandas apresentadas pela bancada do agro.</p>
<p>“Conseguimos suprimir o art. 1º, que tratava do uso prioritário dos recursos hídricos, uma mudança que poderia gerar conflitos em períodos de estiagem e prejudicar a produção agropecuária, especialmente dos pequenos produtores”, destacou Jardim.</p>
<p><strong>Principais medidas da MP 1.304/2025</strong></p>
<p>O relatório aprovado traz ajustes considerados estruturais para o setor elétrico, entre os quais:</p>
<p>* Criação de um teto para o crescimento da CDE, atualizado pelo IPCA a partir de 2027;<br />
* Manutenção do Encargo de Complemento de Recursos (ECR);<br />
* Redução da contratação obrigatória de térmicas de 8.000 MW para 4.250 MW;<br />
* Autorização para contratação de até 4.900 MW em pequenas centrais hidrelétricas (PCHs);<br />
* Inclusão de até 3.000 MW em térmicas de biomassa;<br />
* Incentivos e isenção tributária para sistemas de baterias (BESS);<br />
* Expansão do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão;<br />
* Autorização para que a Pré-Sal Petróleo S.A. comercialize gás natural diretamente.</p>
<p>O relator Eduardo Braga (AM) afirmou que o texto corrige distorções acumuladas no setor elétrico e traz previsibilidade e modicidade tarifária.</p>
<p>“Perdemos o controle na subtensão da geração distribuída e na alta tensão da geração centralizada de renováveis. Isso criou um grave problema de desbalanceamento elétrico, energético e de flexibilidade no sistema”, avaliou Braga.</p>
<p>&nbsp;</p>
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