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	<title>ICMS &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>ICMS &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Proposta reduz base de cálculo do ICMS de insumos agropecuários</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 18:17:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto do deputado Zé Mário (DEM-GO) prevê redução de 60% ou 30%, em operações de venda entre estados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) aprovou relatório do deputado Tiago Dimas (SD-TO) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 174/19 que reduz a base de cálculo do ICMS de alguns insumos agropecuários nas operações de venda a outros estados. A redução poderá ser de 60% ou de 30%, conforme o insumo.</p>
<p>Autor da proposta, o deputado Zé Mário (DEM-GO) explica que o projeto transforma em lei diversos dispositivos de convênios firmados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), especialmente o Convênio 100. Para vigorar, esses convênios precisam ser aprovados em decisão unânime.</p>
<p>“Ao longo de 20 anos, esses convênios vêm promovendo reduções no ICMS interestadual de diversos produtos essenciais para a produção e o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, incentivo que possibilita a realização da cadeia produtiva que movimenta bilhões na economia e a arrecadação justa e eficiente”, diz Zé Mário.</p>
<p>Para o deputado Tiago Dimas, a importância desse segmento econômico para a economia brasileira é inegável. “Nas últimas décadas o setor agropecuário tem sido um veículo de desenvolvimento e crescimento de produtividade, tornando-se essencial para a competitividade externa, bem como para a geração de renda e emprego no país.” O parlamentar destaca ainda que o projeto pretende trazer para a lei complementar as regras tributárias já em vigor e ampliar seu escopo, de modo a assegurar a estabilidade tributária tão necessária ao setor.</p>
<p>O projeto também autoriza estados e o Distrito Federal a conceder redução na base de cálculo ou isenção do ICMS incidente nas operações internas, mas impõe alguns condicionantes conforme o produto.</p>
<p>Poderão ter redução de 60% no ICMS: inseticidas, fungicidas, formicidas, herbicidas, parasiticidas; insumos para produção de fertilizantes (ácidos nítrico, sulfúrico, fosfórico); rações para animais, concentrados, suplementos, aditivos, premix ou núcleo; calcário e gesso para uso exclusivo na agricultura; sementes (genética, básica, certificada); entre outros insumos.</p>
<p>Já a redução de 30% valerá para: farelos de soja e canola; milho destinado a produtores ou a indústria de ração animal; amônia e ureia; Aveia e farelo; entre outros insumos.</p>
<p>O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação (CFT); e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Depois, seguirá para análise do Plenário.</p>
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		<title>Lei Kandir: relator afirma que setor agropecuário permanecerá com isenção de ICMS</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2019/10/29/lei-kandir-relator-afirma-que-setor-agropecuario-permanecera-com-isencao-de-icms/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 19:27:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senador Veneziano Vital do Rêgo, relator da PEC 42/19, esteve na reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária. Produtos primários e semielaborados ficarão de fora</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400">O relator da <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136165">PEC 42/2019</a>, senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), afirmou, nesta terça-feira (29), durante reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que irá apresentar uma emenda substitutiva em que retira os produtos primários e semielaborados do setor agropecuário da revogação da Lei Kandir. Desde 1996, a medida desonera de Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) esses produtos e a proposta, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, previa o retorno da tributação.</p>
<p style="font-weight: 400">“Tem sido o agronegócio, ao longo desses últimos anos, o viés com o qual a economia brasileira tem se salvaguardado, do ponto de vista dos números de sua balança comercial, e também dos efeitos a todos aqueles que produzem. Onerar esse setor seria um retrocesso”, declarou Veneziano, afirmando que o autor da PEC, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), também está comprometido com a retirada.</p>
<p style="font-weight: 400">Para o presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), a notícia é importante e era a esperada pelo colegiado. Ele destacou que o setor não pode mais arcar com nenhum tributo. “Não permitiremos, em hipótese alguma, nenhum centavo de acréscimo na tributação do agro brasileiro, de qualquer natureza”.</p>
<p style="font-weight: 400">De acordo com Moreira, taxar as exportações traria consequência gravíssima, como aconteceu com a Argentina.  “As retenções argentinas causaram prejuízo gigantesco. Agora tiraram o tributo do trigo e da soja e voltaram para a disputa de mercado em grande velocidade. O que estamos fazendo aqui é protegendo a saúde da economia brasileira”, afirmou.</p>
<p style="font-weight: 400">A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) estima que o fim da Lei Kandir causaria um impacto negativo de R$ 47,8 bilhões em faturamento para o agronegócio brasileiro e, consecutivamente, para a receita de estados e municípios. O estudo da OCB mostra ainda a evolução de algumas culturas comparando a atualidade com os anos que receberam a Lei Kandir. As exportações de soja, por exemplo, cresceram 654%, enquanto as de milho subiram 3.7678%. A agropecuária responde hoje por 48% das exportações brasileiras.</p>
<p style="font-weight: 400"><strong>Audiência pública</strong> – A FPA, juntamente com a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados, vai realizar audiência pública no próximo dia 6 de novembro para discutir os impactos da revogação da Lei Kandir para o setor agropecuário brasileiro. Segundo o deputado Neri Geller (PP-MT), autor do requerimento, a PEC 42/19 trouxe preocupação para o setor, por isso a realização do debate. “Quando nós crescemos as exportações, estamos gerando emprego e renda e dando oportunidade de vida para as pessoas”, disse.</p>
<p style="font-weight: 400">Para ele, o assunto precisa ser discutido para se chegar a uma solução final, seguindo a resolução do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a regulamentação da compensação aos estados e municípios. “Porque vários estados cresceram muito por conta da desoneração. A PEC é um retrocesso. Quando você produz menos, você emprega menos, gera menos consumo de óleo diesel, de máquina, entre outros. Até a indústria acaba sendo prejudicada”, disse.</p>
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