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	<title>Evair de Melo &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Evair de Melo &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Conabio: controle de espécies invasoras deve preservar o meio ambiente sem penalizar o produtor rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normas federais que possam afetar cadeias produtivas da agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, bioeconomia e florestas plantadas deverão passar por análise técnica prévia do órgão federal competente pela área produtiva. A medida está prevista no Projeto de Lei 5900/2025, aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (21). A proposta é de autoria do presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Normas federais que possam afetar cadeias produtivas da agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, bioeconomia e florestas plantadas deverão passar por análise técnica prévia do órgão federal competente pela área produtiva. A medida está prevista no Projeto de Lei 5900/2025, aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (21).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta é de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395">Pedro Lupion</a> (Republicanos-PR), e teve relatório aprovado do coordenador de Meio Ambiente da bancada, deputado<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/161440"> Pezenti</a> (MDB-SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto vale para normas capazes de alterar o ordenamento, o regime de produção, criação, cultivo, manejo, transporte, processamento ou comercialização de espécies utilizadas em atividades produtivas. Na prática, a proposta cria uma etapa obrigatória de avaliação técnica antes da adoção de medidas federais com impacto sobre cadeias agropecuárias, aquícolas, pesqueiras e de florestas plantadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Lupion, o projeto enfrenta a insegurança jurídica provocada por normas ambientais editadas sem análise integrada dos impactos sobre a produção, o abastecimento e os investimentos no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A proposta nasce da necessidade de enfrentar a crescente insegurança jurídica gerada pela edição unilateral de atos normativos que acabam impactando, de maneira direta e desproporcional, cadeias produtivas inteiras”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o presidente da FPA, preservação ambiental e produção agropecuária precisam caminhar juntas. “Precisamos proteger quem produz no Brasil. A conservação ambiental e a produção agropecuária não são agendas excludentes, são complementares. O desafio é garantir equilíbrio entre sustentabilidade e desenvolvimento”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion também criticou classificações que passaram a enquadrar espécies de relevância produtiva em regimes regulatórios capazes de impor restrições ao setor. “Espécies de enorme relevância produtiva, como tilápia, tambaqui, camarão cultivado, frutíferas tropicais e florestas plantadas, passaram a ser enquadradas em regimes regulatórios que podem inviabilizar seu uso ou impor restrições arbitrárias”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o parlamentar, as consequências já são sentidas por produtores e empreendimentos rurais. “Esse processo gera efeitos concretos, com licenças ambientais mais difíceis de renovar, operações de crédito rural questionadas e empreendimentos submetidos a restrições que comprometem sua viabilidade.”</span></p>
<h2><b>Substitutivo garante adequação constitucional</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a votação, o relator, deputado Pezenti, explicou que o projeto passou por ajustes técnicos para garantir sua constitucionalidade. O texto original alterava diretamente a Lei nº 14.600/2023, que trata da organização administrativa do Executivo federal. No substitutivo aprovado, a matéria foi deslocada para a Lei nº 8.171/1991, que institui a Política Agrícola Nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Pezenti, a mudança preserva o objetivo central da proposta e dá mais segurança jurídica ao texto. Durante a defesa do parecer, o relator afirmou que produtores rurais convivem hoje com um ambiente de insegurança regulatória provocado por normas elaboradas sem diálogo com o setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Como se já não bastassem todos os problemas que os produtores rurais têm no Brasil, nós temos uma insegurança jurídica com normas redigidas por burocratas que têm tirado o sono de muitas famílias”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator também criticou classificações ambientais envolvendo espécies amplamente difundidas na economia brasileira. “Já incluíram nessa lista espécies altamente relevantes para a nossa economia e difundidas há décadas no país, como tilápia, braquiária, pinus, eucalipto, manga e goiaba”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pezenti reforçou que a proposta não enfraquece a proteção ambiental, mas integra diferentes áreas técnicas do governo. “A iniciativa não enfraquece a tutela ambiental. Pelo contrário, qualifica ao exigir que os atos normativos com repercussão sobre espécies produtivas sejam precedidos de avaliação integrada e coordenação institucional”, disse.</span></p>
<h2><b>Manifestação do MAPA terá peso decisivo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos pontos centrais do projeto é o caráter vinculante da manifestação técnica do Ministério da Agricultura e Pecuária <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">(MAPA)</a>. Isso significa que a análise da pasta terá peso decisivo nos aspectos econômicos, produtivos e de abastecimento relacionados às normas regulatórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto também prevê que atos editados sem manifestaespecção prévia da Agricultura poderão perder validade jurídica em relação às atividades produtivas atingidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta mantém as competências dos órgãos ambientais e determina atuação coordenada entre as áreas ambiental e produtiva, com base nos princípios da segurança jurídica, previsibilidade regulatória e harmonização institucional.</span></p>
<h2><b>Parlamentares destacam segurança jurídica para o setor produtivo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Coautores da proposta, os deputados <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220684">Tião Medeiros</a> (PP-PR), <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871">Evair Vieira de Melo</a> (Republicanos-ES) e<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/162332"> Luiz Nishimori</a> (PSD-PR) comemoraram a aprovação do projeto e destacaram os impactos da medida para o setor produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32480 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20251125163435457MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“Precisamos garantir equilíbrio entre preservação ambiental e quem produz alimentos, gera empregos e movimenta o país”, afirmou Tião Medeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32478 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260519184236794MED-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“A aprovação do projeto traz mais equilíbrio e segurança jurídica para cadeias produtivas estratégicas, como o eucalipto e o pinus, que são fundamentais para a economia brasileira”, disse Evair Vieira de Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32481 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20250923120108162MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />“O projeto garantirá mais segurança jurídica ao setor produtivo e evitará que decisões sem análise socioeconômica prejudiquem empregos, investimentos e cadeias consolidadas na mesa do brasileiro”, declarou Luiz Nishimori.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32479 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/img20260521140524433MED-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a votação, o deputado<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220574"> Cabo Gilberto Silva</a> (PL-PB) também elogiou o relatório apresentado por Pezenti e defendeu o avanço da proposta. “É um projeto justo para melhorar a situação do nosso país, sobretudo de quem produz, diante de vários problemas relacionados às questões ambientais”, afirmou.</span></p>
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		<title>Vai à sanção projeto que garante benefício social a safristas</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/vai-a-sancao-projeto-que-garante-beneficio-social-a-safristas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores safristas aptos ao Bolsa Família estarão mantidos no programa de benefício social mesmo com um contrato de trabalho temporário. O Projeto de Lei 715/2023 garante essa proteção aos safristas e foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (19) e segue para sanção presidencial.  Pelo texto final aprovado, o dinheiro obtido pelo contrato de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Trabalhadores safristas aptos ao Bolsa Família estarão mantidos no programa de benefício social mesmo com um contrato de trabalho temporário. O Projeto de Lei 715/2023 garante essa proteção aos safristas e foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira (19) e segue para sanção presidencial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pelo texto final aprovado, o dinheiro obtido pelo contrato de safra não entra na contagem da renda familiar per capita — critério para manter a elegibilidade para acesso ao programa. Além disso, as informações relativas aos trabalhos de safrista devem ser registrados em campo específico no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta tinha sido aprovada pelos deputados em 2024 e no Senado Federal passou por alterações, o que ocasionou o retorno à Câmara. No entendimento do relator da matéria e coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">, as mudanças acabaram modificando o intuito original da matéria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Embora a proposta do Senado considere a oscilação da renda familiar e admita a apuração da renda per capita com base na média anual dos rendimentos, ela não assegura, de forma efetiva, a permanência das famílias de trabalhadores safristas no Programa, mesmo quando persiste a condição de vulnerabilidade social decorrente da intermitência própria da atividade rural. Sob esse aspecto, o texto do Senado Federal não se mostra meritório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de rejeitar a maior parte das mudanças feitas no Senado, o relator acatou um dispositivo para que as garantias passem a funcionar de forma imediata. Esse mecanismo dispensa os empregadores de safristas de informarem os dados relativos ao contrato no campo específico do eSocial. Porém, essa dispensa serve apenas enquanto o campo não estiver regulamentado e operacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto mantido com a redação final do texto é a definição do que considera contrato de safra. Segundo o texto, esses acordos terão “duração dependente de variações estacionais da atividade agrária”, ou seja, o que vai definir o tempo do contrato é a necessidade da própria cultura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Articulação da FPA</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto foi aprovado com apoio da bancada e também de partidos que não costumam votar em conjunto com a FPA, como o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). A proposta faz parte do Dia do Agro, uma mobilização da frente para avançar na Câmara com pautas do setor agropecuário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Finalmente a possibilidade de votar e isso é extremamente importante para que a gente consiga ter acesso a mão de obra. Nós estamos garantindo que aquele trabalhador temporário, de safra, possa ter a carteira assinada e garantir o benefício social”, destacou o presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na mesma linha, o autor da matéria e coordenador Político da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204517"><span style="font-weight: 400">deputado Zé Vitor (PL-MG)</span></a><span style="font-weight: 400">, lembrou dos benefícios que o projeto deve trazer. “Isso gera qualificação de mão de obra, aproximação das pessoas ao mercado de trabalho e garante segurança aos produtores rurais que possam empregar sem o risco de se manterem na clandestinidade ou da informalidade”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32455 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O projeto dos safristas era uma demanda antiga tanto de produtores como de trabalhadores rurais. Isso porque o relato era que muitos trabalhadores optavam por não trabalhar nas colheitas por receio de saírem do Bolsa Família. Para o relator do projeto no senado e vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, a matéria vem como uma solução que afeta diferentes áreas do agro, principalmente, no segmento da fruticultura e do café.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Vai resolver a grande parte da mão de obra manual que nós temos no campo, da deficiência de mais de 800 mil empregos Brasil afora. Nós vamos fortalecer a fruticultura no Vale do São Francisco, a colheita de café no Espírito Santo, em Rondônia, Minas Gerais, a colheita de maçã, da cebola, ambas no Estado de Santa Catarina. Vamos resolver um problema em diversos estados”, disse o parlamentar.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja outras pautas da FPA:</strong></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/dia-do-agro-bancada-articula-avanco-de-projetos-estrategicos-para-o-setor-produtivo/">Dia do Agro: bancada articula avanço de projetos estratégicos para o setor produtivo</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/deputados-aprovam-equiparacao-de-fertilizantes-a-minerais-criticos/">Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/vai-a-sancao-projeto-que-garante-beneficio-social-a-safristas/">Vai à sanção projeto que garante benefício social a safristas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>Renegociação de dívidas terá mecanismo com FGI que pode alavancar até R$ 200 bilhões</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/13/renegociacao-de-dividas-tera-mecanismo-com-fgi-que-pode-alavancar-ate-r-200-bilhoes/</link>
					<comments>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/13/renegociacao-de-dividas-tera-mecanismo-com-fgi-que-pode-alavancar-ate-r-200-bilhoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:03:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Hamilton Mourão]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Wilder Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de todo o país estão próximos de ter uma alternativa para repactuar as dívidas rurais acumuladas nos últimos anos. Uma emenda da vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), foi incluída no Projeto de Lei 5.122/2023 e pode alavancar até R$ 200 bilhões para essa finalidade.  A iniciativa autoriza o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Produtores de todo o país estão próximos de ter uma alternativa para repactuar as dívidas rurais acumuladas nos últimos anos. Uma emenda da vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5736"><span style="font-weight: 400">senadora Tereza Cristina (PP-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, foi incluída no </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 5.122/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> e pode alavancar até R$ 200 bilhões para essa finalidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa autoriza o governo federal a ampliar sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), com previsão de aporte adicional de até R$ 20 bilhões. Os recursos seriam usados exclusivamente como garantia para operações de renegociação de dívidas rurais. De acordo com a senadora, a medida pode disponibilizar ao menos R$ 70 bilhões para a prorrogação das dívidas, mas depende também da disposição do Executivo em apoiar os produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse fundo é o que vai deixar um legado para a agricultura, se ele for instituído. Mas o governo tem que entender que não basta criar o fundo: precisamos colocar recursos nele. Sabemos das dificuldades fiscais, do problema do crédito e das despesas primárias, mas R$ 20 bilhões neste fundo podem alavancar mais de R$ 70 bilhões, podendo chegar até R$ 200 bilhões”, destacou Tereza Cristina, nesta quarta-feira (13), durante sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">, afirmou que o produtor rural enfrenta uma “tempestade perfeita” contra a produção agropecuária. Segundo ele, a articulação dos últimos dias tem sido voltada à construção de soluções efetivas para o endividamento no campo, como a apresentada por meio da emenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente entende que aqueles R$ 30 bilhões que aprovamos na Câmara não são suficientes nem para o início do trabalho. Hoje, a dívida dos produtores chega a R$ 150 bilhões. Precisamos buscar esse montante de recursos, e essa é a alternativa que estamos apresentando. Nosso compromisso é com o produtor rural. Por isso, estamos trabalhando para que essa solução do endividamento seja real e para que a gente consiga enfrentar as resistências dentro do governo”, comentou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O PL 5.122/2023 tramita na CAE sob relatoria do </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/70"><span style="font-weight: 400">senador Renan Calheiros (MDB-AL)</span></a><span style="font-weight: 400">. O parlamentar destacou a participação dos membros da FPA na construção do texto e afirmou que a emenda da senadora Tereza Cristina foi incorporada ao relatório. A previsão é de que a votação ocorra na próxima terça-feira (19). A bancada também articula para que o projeto seja votado no Plenário do Senado na mesma semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A senadora Tereza Cristina entende, e eu entendo igualmente, que a utilização do FGI como lastro para a renegociação das dívidas agrícolas resolveria de uma vez por todas esse problema no Brasil. Nós colocaríamos esses títulos no mercado, em um fundo privado, e isso serviria para renegociações daqui para frente”, disse Renan Calheiros ao tratar sobre a emenda do FGI.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Corrida contra o tempo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400"> A intenção da FPA é que toda a estrutura de renegociação prevista no projeto entre em vigor antes do anúncio do próximo Plano Safra. Por isso, o coordenador institucional da frente, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559"><span style="font-weight: 400">deputado Alceu Moreira (MDB-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">, defendeu que os ajustes no relatório sejam feitos até a votação da próxima semana. Segundo ele, isso evitaria novas modificações quando o texto retornar à Câmara dos Deputados, facilitando uma aprovação rápida pelos deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O que estamos fazendo aqui hoje não é apenas um remédio para curar os males dos endividados por problemas climáticos. Estamos criando um novo sistema de financiamento para o Brasil”, ressaltou o parlamentar gaúcho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32428 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Jaime-Bagattoli-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Além dos recursos que poderão ser operados com a garantia do FGI, a proposta cria uma linha emergencial específica para a prorrogação das dívidas, com montante de até R$ 30 bilhões provenientes do Fundo Social (FS). O relator também pretende incluir a possibilidade de o governo utilizar recursos do orçamento para criar outras linhas destinadas à renegociação. Integrantes do Executivo chegaram a mencionar a possibilidade de disponibilizar R$ 82 bilhões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na reunião da CAE desta quarta-feira, outros membros da bancada reforçaram apoio ao relatório-base apresentado pelo senador Renan Calheiros. O 2º vice-presidente da FPA, </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340"><span style="font-weight: 400">senador Jaime Bagattoli (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">, destacou a abrangência nacional da proposta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Acredito que boa parte dos estados e municípios brasileiros vai se enquadrar nesses três quesitos necessários para fazer a regularização do endividamento que o PL 5.122/2023 traz”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32429 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-150x150.jpg" alt="" width="124" height="124" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Hamilton-Mourao-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" />Já o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6341"><span style="font-weight: 400">senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS)</span></a><span style="font-weight: 400"> ressaltou a urgência da iniciativa para o Rio Grande do Sul. “Esse projeto é mais do que necessário para buscar uma solução para a difícil situação que o homem do campo vive, em particular no meu estado, o Rio Grande do Sul”, afirmou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32433 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-150x150.jpg" alt="" width="124" height="124" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Afonso-Hamm-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" />O coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/136811"><span style="font-weight: 400">deputado Afonso Hamm (PP-RS)</span></a><span style="font-weight: 400">, relator da matéria na Câmara dos Deputados, também foi na mesma linha. “Estamos muito próximos de oferecer uma ferramenta de dignidade e respeito aos agricultores”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-32430 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Wilder-Morais-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />Outros parlamentares também comentaram o momento enfrentado pelo produtor rural. “O agro brasileiro enfrenta uma das maiores crises financeiras dos últimos anos. O produtor rural foi atingido por juros altos, aumento do diesel, energia cara, dificuldade de acesso ao crédito e queda da rentabilidade”, apontou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5070"><span style="font-weight: 400">senador Wilder Morais (PL-GO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32432 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/05/Evair-de-Melo-2-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />Já o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">, afirmou que a medida terá efeito para além do setor agropecuário. “A agricultura é a céu aberto, o agricultor não tem contracheque. Esse projeto, embora passe pelo agro, vai impactar a vida de todos os brasileiros”, ressaltou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais sobre endividamento rural:</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/06/open-finance-do-agro-proposta-avanca-e-pode-melhorar-condicoes-de-credito-e-seguro-rural/">Open Finance do agro: proposta avança e pode melhorar condições de crédito e seguro rural</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/05/arrecadacao-extra-do-governo-federal-com-alta-do-petroleo-pode-resolver-o-endividamento-rural-no-brasil/">Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil</a></p>
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		<title>FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/fpa-aponta-desmonte-em-normas-de-protecao-fundiaria-nos-ultimos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mosquini]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Pollon]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Valadares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país.  A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">De 2023 a 2025, ao menos 15 atos normativos foram editados pelo governo federal para modificar, retirar ou incluir regras relacionadas à questão fundiária no Brasil. Na prática, essas medidas prejudicaram o direito à propriedade privada rural no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A maior parte das medidas flexibiliza normas. Um exemplo são atos que desobrigam a garantia de recursos orçamentários para desapropriações de terras. É o caso da revogação do memorando-circular nº 01/2019 do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em abril de 2023. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d12002.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 12.002/2024</span></a><span style="font-weight: 400"> segue a mesma linha ao revogar o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9191.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 9.191/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, que exigia comprovação de recursos antes da publicação de atos com impacto fiscal, como desapropriações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra manobra para aliviar as regras veio com o </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11637.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.637 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">. Essa norma permite a titulação de terra — processo de regularização de uma ocupação — para pessoas jurídicas, desde que sejam associações ou cooperativas de assentados. Além disso, prioriza a titulação coletiva em relação à titulação individual. A avaliação do setor é de que isso abre brecha para que grupos, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), recebam terras através do processo de Reforma Agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há ainda a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-132-de-27-de-julho-de-2023-502118095"><span style="font-weight: 400">Instrução Normativa 132/2023 do Incra</span></a><span style="font-weight: 400"> que amplia a atuação de movimentos sociais nas indicações para cadastro no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ao permitir que outras instituições realizem o cadastramento de famílias aptas ao programa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também há omissão do governo na regulamentação da </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14757.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 14.757 de 2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que trata da regularização fundiária na Amazônia. Ela prevê que os laudos de vistoria para desapropriação produzidos há mais de cinco anos deverão, a pedido do dono da propriedade, ser atualizados com a situação atual da propriedade. Sem uma regulamentação dessa lei a norma não pode ser plenamente aplicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros atos dificultam a regularização fundiária ao incluir questões ambientais no processo. O </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11688.htm"><span style="font-weight: 400">Decreto 11.688/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, por exemplo, direcionou áreas passíveis de regularização para políticas ambientais e retirou o Ministério da Agricultura e Pecuária (</span><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br"><span style="font-weight: 400">Mapa</span></a><span style="font-weight: 400">) da Câmara Técnica de Destinação e Regularização Fundiária de Terras Públicas Rurais (CTD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em continuação a esse movimento, a </span><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma/mda-n-1.309-de-4-de-fevereiro-de-2025-610819784"><span style="font-weight: 400">Portaria 1.309/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (</span><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br"><span style="font-weight: 400">MMA</span></a><span style="font-weight: 400">), ampliou a participação do MMA nas competências do Incra e permitiu a atuação de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais em diagnósticos e levantamentos fundiários.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-32338 size-thumbnail" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg" alt="Evair de Melo" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-300x300.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714-350x350.jpg 350w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Evair-de-Melo-e1777295722714.jpg 532w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A afronta que o governo Lula faz diante da segurança jurídica do direito de propriedade, o desrespeito à propriedade privada, precisa ser encarado com rigidez por nós parlamentares. O governo Lula e seus ministros não têm mostrado nenhuma responsabilidade com quem produz neste país. Ele provoca a insegurança jurídica para criar instabilidade e dentro do caos tirar algum benefício político”, pontuou o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (PP-ES)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ilegalidade do Programa Terra da Gente</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar das medidas anteriores terem efeitos imediatos em procedimentos, o ponto alto da atual política de Reforma Agrária adotada pelo governo federal foi a instituição do Programa Terra da Gente. O </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11995.htm"><span style="font-weight: 400">decreto</span></a><span style="font-weight: 400"> que criou a iniciativa foi editado em abril de 2024, como uma das medidas para atender às demandas do MST. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, o programa tem dispositivos ilegais e questionáveis. Um deles é a possibilidade de se apropriar de terras que entraram como bens penhorados. O entendimento jurídico é de que precisa haver uma compensação orçamentária, caso isso não ocorra, a ação pode ser enquadrada como pedalada fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto é a possibilidade de cancelamento de títulos já emitidos, inclusive em áreas de faixa de fronteira. Além disso, o decreto não diferencia propriedades produtivas daquelas que não cumprem função social, contrariando a Constituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na esteira do programa, em março de 2025, foram publicados sete decretos que declararam terras de interesse social para desapropriação. Essas normas burlam mecanismos que impedem a implementação de assentamentos em terras invadidas. Além disso, há propriedades que se enquadram como de porte médio, o que é contra a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8629.htm"><span style="font-weight: 400">Lei 8.629 de 1993</span></a><span style="font-weight: 400"> que regulamenta os dispositivos constitucionais da Reforma Agrária.<img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32336 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg" alt="Rodrigo Valadares" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Rodrigo-Valadares-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para barrar a estratégia, parlamentares da FPA protocolaram um projeto de decreto legislativo (PDL) para sustar o decreto do Programa Terra da Gente. Na Câmara dos Deputados, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2426930"><span style="font-weight: 400">PDL 167/2024</span></a><span style="font-weight: 400">, do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/165470"><span style="font-weight: 400">deputado Rodrigo Valadares (PL-SE)</span></a><span style="font-weight: 400"> está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Governo Lula mantém a insegurança no campo e coloca o produtor rural com a faca no pescoço, seja pelo incentivo à invasão, seja pelas dificuldades no Plano Safra e no Seguro Rural, desestimulando investimentos. Sustar o Programa Terra da Gente é garantir segurança jurídica e o direito de propriedade para quem carrega o Brasil nas costas”, destacou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra proposta que também acaba com as brechas legais é o Projeto de Lei 4.357/2023. De autoria do coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220546"><span style="font-weight: 400">deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, o texto define o que é o descumprimento da função social de uma propriedade rural. Esse é um dos critérios para que o imóvel seja passível de desapropriação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Crimes ambientais e trabalhistas podem levar ao entendimento de que a propriedade não cumpre com a função social prevista em lei. A proposição que tramita no Senado propõe que só poderia ser considerada descumprida a função social quando houver decisão judicial transitada em julgado nas situações de ocorrência desses crimes. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Medidas extras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O pacote anti-invasão inclui ao menos outras oito propostas. Entre elas, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400"> permite ao proprietário retomar a posse com uso da própria força ou apoio policial, mesmo sem ordem judicial, dentro de um prazo de 180 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-32339 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg" alt="Lúcio Mosquini" width="150" height="150" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-150x150.jpg 150w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-75x75.jpg 75w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/04/Lucio-Mosquini-1-e1777295823755-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Após notificação, a polícia terá até 48 horas para garantir a manutenção ou restituição da posse. O texto aguarda votação no Plenário da Câmara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que o Estado brasileiro pode fazer é garantir o direito de propriedade de um produtor rural. O que nós queremos convencer o Plenário é que o direito de propriedade é fundamental, é como se fosse o direito à vida de quem planta e cria, de quem produz, de quem coloca comida na mesa”, coordenador da Comissão de Endividamento Rural da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178954"><span style="font-weight: 400">deputado Lúcio Mosquini (PL-RO)</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já para inibir os atos de invasão, o </span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2349493"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> estabelece sanções adicionais para os invasores de terras. O texto propõe que essas pessoas fiquem impedidas por oito anos de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">participar do Programa Nacional de Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">celebrar contratos com órgãos públicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">receber benefícios e auxílios ou mesmo acessar crédito subsidiado; </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">ser nomeado para cargos públicos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">As penalidades também poderão ser aplicadas a ocupações com objetivo de pressionar o Estado por políticas públicas. O projeto, de autoria do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/220547"><span style="font-weight: 400">deputado Marcos Pollon (PL-MS)</span></a><span style="font-weight: 400">, aguarda definição de tramitação no Senado.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/23/reforma-agraria-engatinha-no-brasil-e-mantem-assentados-em-baixa-renda/">Reforma Agrária engatinha no Brasil e mantém assentados em baixa renda</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/17/brasil-soma-mais-de-200-invasoes-de-propriedades-rurais-nos-ultimos-tres-anos/">Brasil soma mais de 200 invasões de propriedades rurais nos últimos três anos</a></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/27/fpa-aponta-desmonte-em-normas-de-protecao-fundiaria-nos-ultimos-anos/">FPA aponta desmonte em normas de proteção fundiária nos últimos anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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		<title>FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Constituição do Brasil coloca no hall de direitos e garantias fundamentais o direito à propriedade. E neste semestre, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) prioriza pautas que resguardam essa garantia. Além das matérias no Congresso, a bancada também lança nesta semana a campanha “Invasão Zero”. O objetivo é conscientizar produtores rurais e a sociedade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm"><span style="font-weight: 400">Constituição do Brasil</span></a><span style="font-weight: 400"> coloca no hall de direitos e garantias fundamentais o direito à propriedade. E neste semestre, a Frente Parlamentar da Agropecuária (</span><a href="https://fpagropecuaria.org.br/"><span style="font-weight: 400">FPA</span></a><span style="font-weight: 400">) prioriza pautas que resguardam essa garantia. Além das matérias no Congresso, a bancada também lança nesta semana a campanha “Invasão Zero”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O objetivo é conscientizar produtores rurais e a sociedade sobre como as invasões de terras infringem a Constituição e o funcionamento desses atos, que são utilizados com cunho político. Também serão apresentadas as medidas que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para evitar essas ações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, este mês também é marcado pela instalação da Subcomissão de Direito de Propriedade e Regularização Fundiária. Esse grupo funcionará dentro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados e foi criado na última semana. A presidência será do </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178871"><span style="font-weight: 400">deputado Evair de Melo (Republicanos-ES)</span></a><span style="font-weight: 400"> e a relatoria do presidente da FPA, </span><a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395"><span style="font-weight: 400">deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR)</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O mínimo que a gente tem que dar é segurança jurídica para o nosso produtor. Lembrando que não é só isso: a questão do Abril Vermelho, a questão das demarcações, a questão de novos parques ambientais sendo criados a torto e a direito pelo país, sem haver consultoria prévia. São vários temas que precisamos resolver no direito de propriedade, não só a invasão pelos movimentos”, disse Lupion sobre o novo grupo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A subcomissão terá duração de 180 dias e espera ter como resultado uma melhoria na legislação que aborda as garantias ao direito de propriedade. Os parlamentares também devem apresentar um diagnóstico atual sobre os conflitos fundiários no Brasil e as principais travas à Reforma Agrária e à regularização fundiária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para isso, o plano de trabalho prevê a realização de audiências públicas além de reuniões técnicas. Ainda serão solicitadas informações a órgãos públicos como Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (</span><a href="https://www.gov.br/mda/pt-br"><span style="font-weight: 400">MDA</span></a><span style="font-weight: 400">), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (</span><a href="https://www.gov.br/incra/pt-br"><span style="font-weight: 400">Incra</span></a><span style="font-weight: 400">), </span><a href="https://www.gov.br/mj/pt-br"><span style="font-weight: 400">Ministério da Justiça e Segurança Pública</span></a><span style="font-weight: 400">, Conselho Nacional de Justiça (</span><a href="https://www.cnj.jus.br/"><span style="font-weight: 400">CNJ</span></a><span style="font-weight: 400">). Nesses requerimentos, os deputados pretendem verificar dados atualizados sobre os conflitos e a situação dos programas e ações de regularização fundiária. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Pacote anti-invasão</span></h2>
<p>Atualmente, nas duas Casas Legislativas, tramitam 20 propostas sobre o direito de propriedade com apoio da FPA. Entre elas, estão pautas estratégicas para inibir ocupações promovidas por movimentos sociais. Esse conjunto de matérias foi denominado pela bancada de pacote anti-invasão.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“Essa pauta entra como prioridade. A nossa preocupação é que a gente consiga avançar, prevendo que haverão novas invasões no campo”, destacou o presidente da FPA. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os projetos que compõem o pacote são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2147513"><span style="font-weight: 400">Projeto de Lei (PL) 8.262/2017</span></a><span style="font-weight: 400">, prevê a retirada de invasores de propriedade privada pela polícia sem a necessidade de mandado judicial;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2304424&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">PL 3.768/2021</span></a><span style="font-weight: 400">, moderniza a seleção de famílias para a Reforma Agrária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2387055"><span style="font-weight: 400">PL 4.432/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, cria o cadastro de invasores para identificar quem são e os padrões de comportamento, além de ser um registro integrado ao sistema de Segurança Pública;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/163848"><span style="font-weight: 400">PL 709/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, impede que invasores de terra recebam benefícios sociais ou mesmo acesso a crédito subsidiado;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/171605"><span style="font-weight: 400">PL 4.357/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, define de forma clara o que é uma propriedade improdutiva e o que caracteriza o descumprimento da função social, o que impede a desapropriação de propriedades produtivas;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2351684&amp;fichaAmigavel=nao"><span style="font-weight: 400">PL 1.198/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, aumenta as penas para as invasões de terras, como por exemplo, no caso de esbulho possessório;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2353243"><span style="font-weight: 400">PL 1.373/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, proíbe que invasores de terra participem do programa de reforma agrária, ficando também impedidos de acessar linhas de crédito subvencionadas e de serem beneficiários de políticas de regularização fundiária;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2598906"><span style="font-weight: 400">PL 6.612/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, modifica o Código Penal brasileiro para criar uma tipologia específica de crime para os casos de invasão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2582896"><span style="font-weight: 400">Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 939/2025</span></a><span style="font-weight: 400">, tem como foco a sustação do Plano Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, política que instrumentalizou e legitimou movimentos organizados responsáveis por invasões. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da campanha, essas proposições serão detalhadas nos materiais da FPA. A ideia é explicar como esses projetos agem no fortalecimento do direito à propriedade e o impacto dessas pautas no dia a dia do produtor rural.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leia mais sobre o pacote anti-invasão:</b></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/08/camara-instala-subcomissao-sobre-direito-de-propriedade-em-meio-a-conflitos-no-campo/">Câmara instala subcomissão sobre direito de propriedade em meio a conflitos no campo</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/04/15/fpa-lanca-campanha-em-defesa-do-direito-de-propriedade/">FPA lança campanha em defesa do direito de propriedade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Safristas: FPA constrói solução para formalizar o trabalho temporário no campo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/15/safristas-fpa-constroi-solucao-para-formalizar-o-trabalho-temporario-no-campo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Bagattoli]]></category>
		<category><![CDATA[Mecias de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[PL dos Safristas]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva FPA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Vitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como PL dos Safristas, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/15/safristas-fpa-constroi-solucao-para-formalizar-o-trabalho-temporario-no-campo/">Safristas: FPA constrói solução para formalizar o trabalho temporário no campo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31729 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png" alt="" width="140" height="175" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-240x300.png 240w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-819x1024.png 819w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-768x960.png 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo-750x938.png 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/12/Selo.png 1080w" sizes="(max-width: 140px) 100vw, 140px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A formalização do trabalho temporário no campo avançou após quase dois anos de articulação no Congresso Nacional. Conhecido como </span><i><span style="font-weight: 400">PL dos Safristas</span></i><span style="font-weight: 400">, o Projeto de Lei nº 715/2023 foi construído para enfrentar um problema histórico do meio rural: a escassez de mão de obra nas colheitas, agravada pelo receio de trabalhadores perderem benefícios sociais ao firmarem contratos de curta duração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta foi apresentada na Câmara dos Deputados pelo coordenador Político da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Zé Vitor (PL-MG), e teve como relator na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) o coordenador de Direito de Propriedade da FPA, deputado Evair de Melo (PP-ES). Desde o início, o texto estabeleceu a possibilidade de formalização do vínculo empregatício por contrato de safra sem a perda do acesso a benefícios sociais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-27385 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2023/11/IMG-20231121-WA0086-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400">Para Zé Vitor, o projeto cria oportunidades reais no campo. “Queremos que os safristas possam formalizar o vínculo de trabalho, garantindo direitos trabalhistas e mantendo o benefício social”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao defender a iniciativa, Evair de Melo destacou o impacto social da medida. “O projeto vai permitir que integrantes de programas sociais e trabalhadores de colheitas sazonais nas propriedades rurais possam assinar carteira e ter seus direitos reconhecidos”, ressaltou.</span></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Avanço nas comissões e garantia jurídica</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Em abril de 2024, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado por Evair de Melo ao PL 715/2023. O texto reforçou a garantia de continuidade dos benefícios sociais durante o período do contrato de safra, em consonância com a legislação que regula esse tipo de vínculo, prevista na Lei nº 5.889/1973, que trata da sazonalidade da atividade agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o relator, a proposta assegura proteção jurídica tanto aos empregadores, que dependem de mão de obra sazonal, quanto aos trabalhadores. A medida permite a manutenção do recebimento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante a vigência do contrato de safra.</span></p>
<h4><strong><span style="font-size: 12pt">Aprovação no Plenário da Câmara</span></strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda em 2024, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados, consolidando a compatibilização entre o contrato de safra e os programas de transferência de renda. À época, Evair de Melo, então presidente da Comissão de Agricultura, destacou que o temor de perder benefícios empurrava muitos trabalhadores para a informalidade. “O próprio trabalhador rural opta pela informalidade, com receio de ficar desamparado. A proposta cria um critério objetivo para a manutenção do benefício, sem que a renda da safra exclua o trabalhador do Bolsa Família ao longo do ano”, explicou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30411" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Evair-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor da proposta na Câmara, deputado Zé Vitor, o avanço do Brasil passa diretamente por quem produz e por quem trabalha, e a expectativa é superar essa etapa de forma definitiva. Para o parlamentar, a iniciativa representa um marco de inclusão. “Esse é um passo importante para aprimorarmos, dia após dia, os programas existentes, garantindo segurança tanto para quem emprega quanto para o trabalhador rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o coordenador da Comissão Trabalhista da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Afonso Hamm (PP-RS), o projeto é estratégico para equilibrar as necessidades do setor. “A proposta garante segurança jurídica e condições dignas de trabalho, sem prejudicar o acesso a benefícios sociais”, destacou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28470" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/05/img20231212160116568MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h4><span style="font-size: 12pt"><b>Senado aprova e texto retorna à Câmara</b></span></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Após tramitar no Senado Federal, o Projeto de Lei 715/2023 foi aprovado pelo Plenário da Casa Alta em dezembro de 2025. A matéria teve relatoria do senador e segundo vice-presidente da FPA, Jaime Bagattoli (PL-RO). Durante a votação, o relator ressaltou que, por se tratar de vínculo temporário, o contrato de safra não deve resultar na perda automática de benefícios sociais. “Esse é o primeiro passo para resolvermos o problema do safrista que temos hoje no campo”, afirmou, destacando também o fortalecimento das colheitas em diferentes regiões do país.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-29483" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.19.16-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-weight: 400">O senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) contribuiu com a tramitação ao apresentar emenda incorporada ao texto, que solucionou um entrave operacional. “A proposta se fortalece ao pavimentar o caminho para enfrentar a falta de mão de obra no campo e em outras atividades sazonais”, avaliou.</span></p>
<p><img decoding="async" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/53920790306_762c7f85af_o-scaled.jpg" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação no Senado, o PL 715/2023 consolida uma trajetória marcada por diálogo e consenso em torno da necessidade de conciliar proteção social, formalização do trabalho e produtividade no campo. Agora, o texto retorna à Câmara dos Deputados, onde teve origem, para a conclusão de sua tramitação no Congresso Nacional.</span></p>
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		<title>Trabalhador contratado por safra poderá manter o Bolsa Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 19:16:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores rurais contratados por safra não perderão mais o acesso ao Bolsa Família apenas por formalizarem o vínculo empregatício durante a colheita. Essa é a principal proposta trazida pelo Projeto de Lei 299/2025, de autoria do deputado Evair de Melo (PP-ES), que teve relatório aprovado nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhadores rurais contratados por safra não perderão mais o acesso ao Bolsa Família apenas por formalizarem o vínculo empregatício durante a colheita. Essa é a principal proposta trazida pelo Projeto de Lei 299/2025, de autoria do deputado Evair de Melo (PP-ES), que teve relatório aprovado nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O parecer, elaborado pelo deputado Coronel Meira (PL-PE), estabelece que a remuneração obtida por meio de contrato de safra não será considerada no cálculo da renda familiar per capita, usada para manter ou conceder benefícios sociais. Além disso, propõe a criação de um sistema eletrônico para registro dessas contratações, a ser desenvolvido pelo Poder Executivo.</p>
<p>“O projeto corrige uma distorção que penaliza justamente os trabalhadores mais vulneráveis, que têm na colheita sua única oportunidade de gerar renda no ano. Precisamos garantir que a formalização não custe o acesso à assistência social”, afirmou Coronel Meira, que também coordena a área de Segurança no Campo da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</p>
<p>Para os parlamentares a proposta responde a uma realidade frequente no meio rural, especialmente em regiões onde a colheita é intensa, porém concentrada em poucas semanas. Nessas situações, o salário recebido temporariamente pode ultrapassar o limite de renda exigido pelo Bolsa Família, levando à exclusão do benefício e incentivando a informalidade.</p>
<p>“Esse projeto tem como objetivo fomentar a formalização do trabalho temporário no campo, garantindo que os trabalhadores beneficiários de programas sociais não percam esses benefícios, que são essenciais fora dos períodos de safra”, explica Evair de Melo, coordenador de Direito de Propriedade da FPA.</p>
<p>O deputado lembra que culturas como café, alho, batata, uva, maçã e cana-de-açúcar demandam grande volume de mão de obra em janelas muito curtas. “Sem segurança jurídica, muitos preferem não assinar contrato para não correr o risco de serem cortados do programa social”, alertou.</p>
<p>Com a aprovação do relatório na CAPADR, o texto segue agora para análise na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.</p>
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		<title>FPA cobra soluções do governo para socorrer produtores rurais do Rio Grande do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 19:31:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Socorro aos produtores do Rio Grande do Sul]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="jeg-vc-wrapper"><div class="wpb_column jeg_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="jeg_wrapper wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-weight: 400;">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados recebeu nesta quarta-feira (28) o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em audiência pública para discutir a alta nos preços dos alimentos, o socorro aos produtores rurais do Rio Grande do Sul e as prioridades da pasta para 2025, entre elas o novo Plano Safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A audiência foi solicitada por parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), como Daniela Reinehr (PL-SC), Evair Vieira de Melo (PP-ES), Zucco (PL-RS), Albuquerque (Republicanos-RR) e outros. A presença do ministro foi considerada fundamental diante da relevância estratégica do agronegócio para a economia brasileira, responsável por parcela expressiva do PIB, pela geração de milhões de empregos e pelo abastecimento alimentar do país e do exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30484 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250528124441179MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250528124441179MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250528124441179MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250528124441179MED-750x463.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250528124441179MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O presidente da Comissão, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), chamou atenção para a grave crise vivida no campo. “O endividamento dos produtores atingiu níveis alarmantes. No Mato Grosso do Sul, as safras vêm sendo comprometidas por estiagens severas desde 2021, com impactos devastadores”, alertou. Para ele, a securitização das dívidas é uma medida urgente e necessária.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30482 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250521172346049MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250521172346049MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250521172346049MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250521172346049MED-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250521172346049MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O deputado Zucco (PL-RS) criticou a falta de respostas para os produtores do Rio Grande do Sul. “Mais de 220 mil famílias estão de joelhos, esmagadas por tragédias climáticas, dívidas impagáveis e um Estado omisso. Estivemos no gabinete do ministro, que nos prometeu soluções e garantiu que ninguém seria deixado para trás”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O parlamentar destacou ainda que o agro gaúcho responde por quase 90% da produção de alguns alimentos no país. “Estamos falando de 50% dos produtores do estado. Há produtores devendo mais de um milhão de reais e que não conseguiram colher nada. Se não houver respostas, muitos vão abandonar o campo, ” afirmou Zucco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resposta, o ministro Fávaro destacou que o governo está em diálogo constante com a bancada gaúcha. “Reconhecemos que o setor precisa de atenção. Já avançamos em propostas que podem ser estendidas a outros produtores em situação crítica”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30483 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250513142850605MED-1-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250513142850605MED-1-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250513142850605MED-1-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250513142850605MED-1-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250513142850605MED-1.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A deputada Daniela Reinehr (PL-SC) cobrou ações rápidas e estruturais diante da crise. “Estamos lidando com uma sucessão de problemas: gripe aviária, endividamento, falta de resposta à securitização e impactos climáticos. O produtor rural está empurrando dívidas sem solução à vista”, disse. Ela defendeu a aprovação do PL 711/2022, que cria o Fundeagro, para garantir respostas emergenciais a eventos extremos. “A burocracia e a ausência de linhas de crédito rápidas penalizam quem mais precisa.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ministro também defendeu mudanças no seguro rural. “Se há algo precário no Brasil, especialmente em um setor tão pujante como o agro, é o seguro rural. Se ele fosse eficiente, não estaríamos debatendo o endividamento dos produtores, pois eles estariam devidamente indenizados. Precisamos avançar na criação de alternativas para o seguro rural. Defendo a universalização do seguro como forma de torná-lo atrativo a todos os produtores ”, afirmou Fávaro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29004 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/08/img20240827205414435MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Outro ponto abordado foi a precariedade da infraestrutura rural. O deputado Evair de Melo (PP-ES) destacou que a falta de estradas, segurança e conectividade no campo afeta diretamente a produção. “Grande parte da nossa produção está nos rincões do interior. Sem comunicação e infraestrutura, o produtor fica isolado e vulnerável ao crime.”</span></p>
<p><b>Veja o que falaram os parlamentares da FPA:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30481 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506150805218MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506150805218MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506150805218MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506150805218MED-750x463.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250506150805218MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A deputada Caroline de Toni (PL-SC) falou sobre a mobilização no Rio Grande do Sul. “Não é só paralisação das rodovias. Todo mundo mobilizado no Rio Grande do Sul, porque ainda não teve respostas condizentes com a necessidade da população. Precisamos auxiliar os nossos agricultores, precisamos dar respostas efetivas e concretas para quem produz, quem gera riqueza no nosso  país, que são os nossos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30480 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20220714163122989MED-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20220714163122989MED-1-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20220714163122989MED-1-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20220714163122989MED-1-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20220714163122989MED-1.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS) lembrou que foram realizadas várias reuniões com o intuito de achar soluções para ajudar o estado, mas a calamidade ainda está em curso. “Foram muitos cafezinhos oferecidos em reuniões, mas não tivemos soluções. Queremos uma resposta clara e objetiva. Ainda estamos com problemas e não aparece nenhuma solução. Precisamos de atitudes do governo para ontem.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30479 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250520174734323MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250520174734323MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250520174734323MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250520174734323MED-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250520174734323MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Já o deputado Afonso Hamm (PP-RS) reforçou que quando algo merece elogio, nós elogiamos. “Elogiei, em reunião da FPA, a eficiência do ministério quanto ao controle da gripe aviária. Mas quanto ao agro gaúcho, as perdas foram absurdas e estamos no quinto evento climático. O produtor não está pedindo anistia das suas dívidas, mas um alongamento para que mais de uma safra o permita pagar. A securitização precisa ser trabalhada.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30478 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250527163933057MED-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250527163933057MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250527163933057MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250527163933057MED-750x462.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/img20250527163933057MED.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Por fim, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) relatou sobre as últimas reuniões para tratar do auxílio aos produtores gaúchos. “Na semana passada tivemos reunidos no ministério a convite do ministro e vimos a boa vontade do Fávaro em encontrar solução para os produtores do Rio Grande do Sul. Hoje nos reunimos pela manhã e encontramos dois modelos que agora precisam da decisão política de fazer ou não. Hoje no modelo que estamos construindo, nós não pegamos um centavo de dinheiro público, pegamos do fundo social e vamos pagar cada centavo. Ele apenas compra a dívida e financia.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Confira esse conteúdo também em vídeo:</strong></em></p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/TsdcnW8QPPo" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>

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		<title>Medida aprovada garante mais segurança às pequenas propriedades rurais em caso de penhora</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/05/21/medida-garante-mais-seguranca-as-pequenas-propriedades-rurais-em-caso-de-penhora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 22:04:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agricultores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Evair de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Penhora de propriedades rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Viana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário conquistou um avanço importante em segurança jurídica para os agricultores familiares nesta quarta-feira (21), com a aprovação do Projeto de Lei 3829/23 pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. A proposta altera o Código de Processo Civil para garantir que a penhora de imóveis rurais só ocorra mediante comprovação, por parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O setor agropecuário conquistou um avanço importante em segurança jurídica para os agricultores familiares nesta quarta-feira (21), com a aprovação do Projeto de Lei 3829/23 pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. A proposta altera o Código de Processo Civil para garantir que a penhora de imóveis rurais só ocorra mediante comprovação, por parte do credor, de que o imóvel não se enquadra como pequena propriedade rural explorada por uma família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, muitos agricultores enfrentam dificuldades para reunir essa prova, o que gera insegurança e ameaça a continuidade de suas atividades no campo. De autoria do deputado Samuel Viana (Republicanos-MG) e com relatoria do deputado Evair de Melo (PP-ES), o texto reforça o direito constitucional à moradia e à dignidade da família rural, para evitar situações de injustiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor da proposta, agricultores familiares são protegidos pela regra constitucional da impenhorabilidade da pequena propriedade rural. “Apesar disso, muitos enfrentam processos de penhora por não conseguirem comprovar que o imóvel é de exploração familiar. É fundamental reconhecer a presunção desse tipo de exploração, cabendo ao credor demonstrar o contrário”, afirmou Samuel.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30412 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Viana.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Viana.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Viana-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Viana-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/Viana-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator, deputado Evair, destacou que a medida respeita a dignidade da pessoa humana e fortalece a função social da propriedade. “Evita-se que famílias sejam expulsas injustamente de suas terras, preservando a segurança jurídica e os direitos previstos na Constituição. Proteger a pequena propriedade rural é garantir a base da segurança alimentar do país”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto segue agora para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</span></p>
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		<title>Produtor rural ganha segurança contra suspensão inesperada do crédito rural</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/05/21/produtor-rural-ganha-seguranca-contra-suspensao-inesperada-do-credito-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 19:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Safra 2024/2025]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Tião Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 94/2025, que suspende os efeitos de uma portaria do Ministério da Fazenda que autoriza o Tesouro Nacional a interromper novas contratações de crédito rural com subvenção federal em caso de contingenciamento de [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/05/21/produtor-rural-ganha-seguranca-contra-suspensao-inesperada-do-credito-rural/">Produtor rural ganha segurança contra suspensão inesperada do crédito rural</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 94/2025, que suspende os efeitos de uma portaria do Ministério da Fazenda que autoriza o Tesouro Nacional a interromper novas contratações de crédito rural com subvenção federal em caso de contingenciamento de recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A medida do governo tem gerado insegurança entre os produtores que dependem do Plano Safra para manter suas atividades e planejar as próximas colheitas. Para os parlamentares, a portaria compromete a previsibilidade e a estabilidade do Plano Safra 2024/2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O parecer favorável ao projeto, de autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), foi elaborado pela deputada Marussa Boldrin (MDB-GO) e lido na comissão pelo deputado Tião Medeiros (PP-PR), durante reunião presidida pelo deputado Evair de Melo (PP-ES).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em sua justificativa, a relatora alertou para os impactos da medida no campo: “Quem mais sofre são os pequenos e médios produtores, que dependem desses recursos para tocar suas lavouras e garantir o sustento da família. Isso cria instabilidade e prejudica todo o planejamento do campo.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Marussa também destacou que o projeto não interfere na gestão orçamentária do Executivo, mas assegura que as políticas públicas voltadas ao setor agropecuário sejam implementadas com transparência e estabilidade, promovendo a segurança necessária à produção de alimentos no país.</span></p>
<p><b>Garantia para quem produz</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o autor da proposta, a portaria do governo ameaça a segurança jurídica no campo. “Um governo que retira a previsibilidade do Plano Safra e não oferece políticas públicas em apoio ao produtor rural demonstra despreparo. Nosso PDL tem justamente o objetivo de assegurar ao produtor que os recursos para custeio e financiamento estarão disponíveis no momento em que ele decidir lançar as sementes para a próxima safra”, afirmou Rodolfo Nogueira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta segue agora para análise na Comissão de Finanças e Tributação.</span></p>
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