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	<title>Coalizão de Frentes Parlamentares &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Coalizão de Frentes Parlamentares &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>FPA e FPE mobilizam base parlamentar e setores produtivos para garantir segurança jurídica e ampliar o financiamento ao agro e ao mercado imobiliário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 15:28:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Moreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) estão em intensa mobilização no Congresso Nacional para garantir a derrubada dos vetos presidenciais à isenção fiscal dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros) e dos Fundos Imobiliários (FIIs). A votação está prevista para a sessão do Congresso marcada para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A <a href="https://fpagropecuaria.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)</a> e a <a href="https://fpempreendedorismo.org/" target="_blank" rel="noopener">Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE)</a> estão em intensa mobilização no <a href="https://www.congressonacional.leg.br/" target="_blank" rel="noopener">Congresso Nacional</a> para garantir a derrubada dos vetos presidenciais à isenção fiscal dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros) e dos Fundos Imobiliários (FIIs). A votação está prevista para a sessão do Congresso marcada para o próximo dia 17 de junho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-30458 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-200x300.jpg" alt="Deputado Arnaldo Jardim, presidente da Frencoop - Foto: Felipe Soares" width="200" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-200x300.jpg 200w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-683x1024.jpg 683w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-768x1152.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-1024x1536.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-750x1125.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140-1140x1710.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-140.jpg 1365w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Em seminário realizado nesta terça-feira (27) pela FPE, coordenado pela bancada do agro, parlamentares, representantes do setor produtivo e especialistas discutiram os impactos dos vetos e a necessidade de mobilização para garantir a segurança jurídica dos fundos e estimular o ambiente de investimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vice-presidente da FPA e autor da lei que criou os Fiagros, o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/141391" target="_blank" rel="noopener">Arnaldo Jardim</a> (Cidadania-SP) afirmou que o diálogo com o setor produtivo é consistente e já avançou para uma compreensão mútua com o governo. “Estamos perto de uma solução. A isenção foi acordada com a equipe econômica e aprovada no Congresso. A argumentação técnica da AGU trouxe insegurança, mas hoje o governo demonstra disposição para encontrar uma saída legislativa ou aceitar a derrubada do veto.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-30461 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-200x300.jpg" alt="Deputado Pedro Lupion, presidente da FPA - Foto: Felipe Soares" width="200" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-200x300.jpg 200w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-683x1024.jpg 683w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-768x1152.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-1024x1536.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-750x1125.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88-1140x1710.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-88.jpg 1365w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Para o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204395" target="_blank" rel="noopener">Pedro Lupion</a> (PP-PR), presidente da FPA, já há alinhamento consolidado entre deputados e senadores para reverter a decisão do governo. “Fizemos os acordos necessários e pavimentamos os caminhos para a aprovação dos Fiagros. Hoje, são mais de 600 mil cotistas com tíquete médio entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. É uma alternativa moderna, saudável e menos burocrática de financiamento. Não faz sentido taxar esse modelo e comprometer sua atratividade”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Lupion, o setor agropecuário brasileiro movimenta cerca de R$ 1,3 trilhão ao ano, enquanto o Plano Safra representa apenas R$ 400 milhões. O restante do financiamento vem de fontes privadas, como cerealistas, tradings, cooperativas e, cada vez mais, dos Fiagros. Ele cita o exemplo do Paraná, onde os fundos saltaram de R$ 2 bilhões para R$ 7,5 bilhões, com forte participação das cooperativas. “Com ou sem projeto de lei, nós vamos resolver essa questão. A taxação é absurda e prejudica um instrumento que tem papel estratégico no financiamento da produção”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-30467 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-200x300.jpg" alt="Deputado Joaquim Passarinho, presidente da FPE - Foto: Felipe Soares" width="200" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-200x300.jpg 200w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-683x1024.jpg 683w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-768x1152.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-1024x1536.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-750x1125.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66-1140x1710.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-66.jpg 1365w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />O presidente da FPE, deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178910" target="_blank" rel="noopener">Joaquim Passarinho</a> (PL-PA), reforçou a importância da mobilização. “Reunimos várias frentes parlamentares preocupadas com os fundos imobiliários e os Fiagros. São instrumentos importantíssimos que não podem ser diminuídos. O governo tem criado barreiras que tiram o foco e desestimulam o investimento. A sociedade está inventando maneiras de se financiar, e o Estado está atrapalhando. Vamos vencer isso juntos”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Passarinho, a realização do seminário foi estratégica. “Temos uma proposta em andamento. Se for necessário, vamos derrubar o veto para garantir a segurança jurídica e o crescimento desse modelo de financiamento”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O veto aos dispositivos de isenção dos <a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/05/22/cvm-amplia-acesso-de-cooperativas-ao-fiagro-e-fortalece-financiamento-do-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener">Fiagros</a> e FIIs ocorreu no contexto da aprovação da Reforma Tributária. Durante a tramitação da proposta, parlamentares da FPA e da FPE negociaram diretamente com o Ministério da Fazenda e chegaram a um acordo para incluir a não tributação dos fundos no texto final. No entanto, a Advocacia-Geral da União (AGU) considerou o trecho inconstitucional e recomendou o veto ao presidente da República, que acatou a orientação. O governo chegou a alegar que a simples derrubada do veto poderia levar a questionamentos judiciais no <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal (STF)</a>, sob risco de insegurança jurídica.</span></p>
<p><b>Modernização no acesso ao crédito rural</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30463 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-200x300.jpg" alt="Deputado Alceu Moreira, presidente da FPBio" width="200" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-200x300.jpg 200w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-683x1024.jpg 683w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-768x1152.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-1024x1536.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-750x1125.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80-1140x1710.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/05/FelipeSoares-80.jpg 1365w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Ex-presidente da FPA, o deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/160559" target="_blank" rel="noopener">Alceu Moreira</a> (MDB-RS) defendeu maior flexibilidade e modernização no acesso ao crédito rural. “É fundamental garantir elasticidade nos prazos de financiamento, adequando o produto à real necessidade do produtor. Impor travas seria um retrocesso. O que estamos fazendo é salvar o crédito”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Alceu ressaltou que o Fiagro transforma ativos de produção — como CPRs e CRAs — em papéis com maior liquidez e prazos mais justos. “Permitir que fundos previdenciários adquiram esses títulos já representa um avanço. Precisamos modernizar esses instrumentos, mantendo solidez e segurança para atrair mais investidores.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o parlamentar, a taxa Selic elevada tem dificultado a vida do produtor. “Com juros a 14,75%, muitos não conseguem operar com margem de rentabilidade suficiente. O financiamento deve ser um instrumento para viabilizar a produção com menor risco. E o Estado pode participar subsidiando parte da taxa, não o volume total, o que torna a política pública mais eficiente e sustentável”, defendeu.</span></p>
<p><b>Consenso</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bernard Appy, secretário extraordinário da Reforma Tributária do <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Ministério da Fazenda</a>, um dos principais articuladores do governo na reforma em curso no Brasil, destacou que o governo está próximo de um acordo com o setor produtivo. “A redação que estamos discutindo vai dar mais segurança jurídica para os gestores dos fundos de investimento. Essa é a ideia: fazer isso até de forma mais clara do que o texto que foi vetado. Nós queremos chegar a um texto de consenso e, a forma como será feito, depois a gente discute e define com a área política,” finalizou.</span></p>
<p><b>Próximos passos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para encerrar o seminário, o presidente da FPE, deputado Joaquim Passarinho, destacou que o veto aos Fiagros e FIIs está pronto para ser votado na próxima sessão do Congresso Nacional e que o setor trabalha com duas alternativas viáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Temos dois caminhos. Um deles seria manter o veto até a votação do novo texto, que está sendo finalizado. Após a aprovação do novo projeto, o veto seria mantido. A outra opção, que considero mais robusta, é derrubar o veto agora, com base na confiança em um acordo entre as lideranças das frentes parlamentares, partidos e o governo, e votar em seguida o novo projeto. Não é uma questão de desconfiança, mas de garantir segurança e celeridade, desde que haja um entendimento consolidado entre todos os atores envolvidos”, afirmou Passarinho.</span></p>
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		<title>Manifesto da Coalizão de Frentes Parlamentares contra o PL 3394/2024 – “Majoração das alíquotas da CSLL e dos JCP”</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2024/09/04/manifesto-da-coalizao-de-frentes-parlamentares-contra-o-pl-3394-2024-majoracao-das-aliquotas-da-csll-e-dos-jcp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 18:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coalizão de Frentes Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[PL 3394/2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares, formada pelas frentes parlamentares produtivas, vem manifestar profunda preocupação com as graves consequências que o Projeto de Lei nº 3394, de 30 de agosto de 2024, poderá causar à economia nacional. A proposição é de autoria do Poder Executivo, que trata do aumento das alíquotas da Contribuição Social sobre Lucro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares, formada pelas frentes parlamentares produtivas, vem manifestar profunda preocupação com <strong>as graves consequências que o Projeto de Lei </strong><strong>nº 3394, de 30 de agosto de 2024</strong>, poderá causar à <strong>economia nacional</strong>. A proposição é de autoria do Poder Executivo, que trata do aumento das alíquotas da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e do imposto sobre a renda retida na fonte incidente sobre os juros sobre capital próprio (JCP).</p>
<p>O PL 3394/2024 abrange<strong> duas principais mudanças:</strong> (i) <strong>eleva a alíquota da CSLL para 22%</strong> no caso de bancos de qualquer espécie, e <strong>para 16%</strong> no caso de pessoas jurídicas de seguros privados e de capitalização, <strong>a partir de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2025</strong>; e (ii) <strong>eleva a alíquota do imposto</strong> sobre a renda retida na fonte incidente sobre os<strong> juros sobre capital próprio (JCP) de 15% (alíquota atual) para 20%</strong>.</p>
<p>No âmbito macroeconômico, a medida compromete o<strong> investimento em infraestrutura e tecnologia, afetando a geração de empregos</strong> e a <strong>competitividade internacional.</strong> A falta de ações para <strong>reduzir os gastos públicos</strong> e <strong>promover a eficiência do Estado</strong> agrava a situação, levando a uma posição contrária ao projeto, que é visto como excessivo e prejudicial para a economia e o desenvolvimento do país.</p>
<p>Além do aumento de imposto, o projeto também traz o aumento do &#8220;Custo Brasil&#8221; para setores industriais ao revogar o direito de crédito e impondo custos desproporcionais à atividade industrial, sem benefícios para construção de políticas públicas que atendam a sociedade. Em vez de buscar eficiência na fiscalização, o projeto repassa custos e ineficiência aos contribuintes, aumentando a ineficiência no sistema produtivo brasileiro.</p>
<p>Vale destacar que, durante a apreciação do PL 1847/2024, que aborda a reoneração das folhas de pagamento, o Senado Federal discutiu a parte do texto que previa o aumento das alíquotas da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e do imposto sobre a renda retida na fonte sobre os juros sobre capital próprio (JCP). No entanto, esses aumentos não foram acolhidos no texto final, diante da resistência dos congressistas.</p>
<p>No mesmo sentido, o Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou que a proposta sobre CSLL e JCP para o aumento de arrecadação para cumprir a meta, não deve ser aprovada no Congresso Nacional, sendo necessário conter as despesas públicas.</p>
<p>A Coalizão das Frentes Produtivas, <strong>alinhada com a orientação de seus líderes no Congresso</strong>, entende que a proposta de aumento de tributos é inoportuna e inadequada. <strong>É fundamental priorizar projetos que garantam a eficácia do Estado, como aqueles que promovem cortes nos gastos públicos, suspendam concursos, vedem o aumento de salários dos servidores, cuidem do déficit fiscal e do equilíbrio orçamentário e, principalmente, debater a tão necessária Reforma Administrativa</strong>.</p>
<p>O projeto em questão tramita em regime de urgência constitucional, com prazo de 45 dias para apreciação na Câmara dos Deputados (de 31/08/2024 a 14/10/2024). A partir de 15/10/2024, o projeto sobrestará a pauta devido à urgência. <strong>As Frentes Parlamentares vão trabalhar para que a pauta seja travada para priorizar a não aprovação da proposta apresentada</strong>.</p>
<p>Diante disso, verifica-se que o Projeto do Executivo vai além do limite do razoável e não vemos de forma nenhuma ações específicas para redução dos gastos da área pública de forma a trazer maior estabilidade fiscal e facilidade de criação de empregos. <strong>Portanto, a Coalizão de Frentes Parlamentares se manifesta de forma contrária ao PL nº 3394/2024 que pretende aumentar, ainda mais, os impostos das empresas, que geram empregos e riqueza para o país</strong>.</p>
<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares confia que o Congresso Nacional possui as condições, a oportunidade e o cenário político necessários para que esta matéria seja discutida e deliberada ainda nesta Sessão Legislativa.</p>
<p style="text-align: center">Atenciosamente,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-29046 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50.jpeg" alt="" width="1600" height="831" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-300x156.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-1024x532.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-768x399.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-1536x798.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-750x390.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-04-at-15.13.50-1140x592.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/09/Manifesto-Frentes-Parlamentares-2.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Confira aqui o documento em PDF.</em></strong></a></p>
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		<title>Manifesto da Coalizão de Frentes Parlamentares sobre a MPV 1.227/2024 – “MP do Fim do Mundo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Oficiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coalizão de Frentes Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[MP 1227/2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares manifesta sua profunda preocupação com as graves consequências que a Medida Provisória nº 1.227, de 4 de junho de 2024, poderá causar à economia nacional. A MP 1.227/24 introduz mudanças significativas nas modalidades de restituição ou compensação de saldos credores do PIS/COFINS, proibindo a utilização desses créditos para o pagamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares manifesta sua profunda preocupação com as graves consequências que a Medida Provisória nº 1.227, de 4 de junho de 2024, poderá causar à economia nacional. A MP 1.227/24 introduz mudanças significativas nas modalidades de restituição ou compensação de saldos credores do PIS/COFINS, proibindo a utilização desses créditos para o pagamento de débitos de outros tributos federais das próprias empresas, incluindo os previdenciários, e o ressarcimento em dinheiro do saldo credor decorrente de créditos presumidos de PIS e COFINS. Diversos setores da economia serão negativamente afetados, em especial os setores: industrial, agroindustrial, petroquímico, alimentos, medicamentos, e demais setores exportadores.</p>
<p>Estas novas restrições fiscais aumentam a burocracia tributária, contradizendo os princípios que orientaram a recente reforma tributária e representando um retrocesso na eficiência da restituição de tributos pagos indevidamente. A impossibilidade de compensar créditos de PIS e COFINS terá um impacto significativo no fluxo de caixa das empresas, que precisarão substituir essa compensação pelo pagamento em dinheiro, recursos que poderiam ser usados para investimentos.</p>
<p>É imperativo destacar que a Lei nº 14.873, de 28 de maio de 2024, fruto da conversão da Medida Provisória 1.202/23, já havia criado uma limitação nas compensações tributárias provenientes de decisões judiciais acima de R$ 10 milhões. A MP 1.227/24 agrava ainda mais essa situação ao determinar que a fruição de benefícios fica condicionada ao cumprimento de uma série de requisitos, incluindo regularidade fiscal e adesão ao Domicílio Tributário Eletrônico (DTE).</p>
<p>A criação de normas que limitam a compensação tributária resulta em uma arrecadação ilícita do Estado, configurando uma apropriação indébita do dinheiro do contribuinte pelo Poder Público. A mudança abrupta nas regras tributárias, sem uma consulta prévia com a sociedade e os setores afetados, criou um ambiente de incertezas e insegurança jurídica e política. Como consequência, as empresas poderão suspender operações e reavaliar contratos, levando a uma desaceleração econômica, aumento do desemprego e redução de investimentos no setor produtivo.</p>
<p>Adicionalmente, destacamos que o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LCP nº 101/2000) não prevê a compensação da forma estabelecida pela MP 1.227/24, o que torna a proposta ilegal. O Poder Executivo, que demanda do Legislativo que toda medida tenha uma fonte de compensação, deve seguir a mesma regra.</p>
<p>A forma como o Governo propõe a compensação da desoneração da folha é inconstitucional, sendo um uso de manobras ilegais.</p>
<p>Diante desse contexto, a MP 1.227/24 representa um retrocesso, incompatível com os princípios constitucionais que pautaram a reforma tributária, aumentando a insegurança jurídica e a carga tributária dos contribuintes, comprometendo a dinâmica do mercado e prejudicando a geração de emprego e renda.</p>
<p>Solicitamos, portanto, aos Presidentes das Casas Legislativas, Arthur Lira, da Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco, do Senado Federal, que devolvam imediatamente a Medida Provisória nº 1.227/2024. Caso não seja possível, que seja colocada em regime de urgência nas Comissões e Plenários para que o Congresso Nacional a rejeite prontamente, cessando sua vigência de forma imediata. É crucial evitar o aumento de encargos e garantir a estabilidade econômica para promover um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento do país.</p>
<p>A Coalizão de Frentes Parlamentares confia que o Congresso Nacional possui as condições, a oportunidade e o cenário político necessários para que esta matéria seja discutida e deliberada ainda nesta Sessão Legislativa.</p>
<p><a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/MP-1227.2024-Manifesto-Frentes-Parlamentares-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Confira o documento.</a></p>
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