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	<title>Aposentadoria rural &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Aposentadoria rural &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Câmara aprova projeto que garante aposentadoria para trabalhadoras rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 12:36:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, muitas mulheres que dedicaram a vida ao trabalho no campo ainda enfrentam dificuldades para garantir o direito à aposentadoria rural. Isso ocorre, em grande parte, porque são identificadas em documentos oficiais como “dona de casa” ou “do lar”. Para corrigir essa distorção, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No Brasil, muitas mulheres que dedicaram a vida ao trabalho no campo ainda enfrentam dificuldades para garantir o direito à aposentadoria rural. Isso ocorre, em grande parte, porque são identificadas em documentos oficiais como “dona de casa” ou “do lar”.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para corrigir essa distorção, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (1º), o Projeto de Lei 2047/2023, de autoria da deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), que reconhece o trabalho rural dessas mulheres como base para a aposentadoria, mesmo que em documentos sejam classificadas como donas de casa.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Segundo a parlamentar, essa situação resulta em injustiças que negam direitos sociais fundamentais. “De forma preconceituosa, temos visto lamentáveis exemplos de aplicações equivocadas da legislação que prejudicam mulheres que trabalharam por toda a vida no campo e, ainda assim, não obtêm o direito à aposentadoria”, afirmou.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-30649 aligncenter" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/54549924918_a89706899f_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/54549924918_a89706899f_c.jpg 799w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/54549924918_a89706899f_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/54549924918_a89706899f_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/07/54549924918_a89706899f_c-750x500.jpg 750w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></span><span style="font-weight: 400">O PL 2047/2023 estabelece que a qualificação da mulher do campo como “dona de casa”, “do lar”, “doméstica” ou outras denominações similares, não poderá impedir o reconhecimento de sua condição como segurada especial da Previdência Social, considerando seu trabalho rural, seja como agricultora, lavradora, rurícola ou trabalhadora rural.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A autora do projeto comemorou a aprovação da proposta, destacando seu vínculo pessoal com a agricultura familiar e a importância de reconhecer o trabalho invisibilizado das mulheres do campo. “São mulheres que, além dos afazeres domésticos, muitas vezes cozinham para os funcionários, cuidam da casa e ainda ajudam diretamente na lida no campo. Essa aprovação, após todos os trâmites e discussões, representa uma vitória.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Com a aprovação conclusiva na CCJC, o projeto segue agora para análise do Senado Federal.</span></p>
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		<title>Aposentadoria rural é tema de audiência pública na Câmara dos Deputados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 21:17:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aposentadoria rural]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma da previdência vai aumentar a pobreza no campo e intensificar o êxodo rural. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Aristides Veras dos Santos, durante apresentação em audiência pública na Comissão Especial da Reforma da Previdência nesta quarta-feira (22). O tema debatido foi a aposentadoria do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reforma da previdência vai aumentar a pobreza no campo e intensificar o êxodo rural. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Aristides Veras dos Santos, durante apresentação em audiência pública na Comissão Especial da Reforma da Previdência nesta quarta-feira (22).</p>
<p>O tema debatido foi a aposentadoria do trabalhador rural, que sofreu várias alterações na PEC 06/19 propostas pelo governo federal. Para o presidente da CONTAG, do jeito que foi apresentada, a reforma irá impactar de maneira bastante negativa na vida dos homens e mulheres do campo.</p>
<p>Santos destacou que 60% da mão de obra rural é assalariada e não tem carteira assinada. Para ele, aumentar o prazo de contribuição mínimo de 15 para 20 anos, como está previsto na proposta, irá deixar muita gente fora do sistema. “A maioria deles trabalha por contrato e não mais do que quatro meses por ano”.</p>
<p>A consequência disso, de acordo com o presidente da CONTAG, será retirar esse grande contingente de trabalhadores da previdência e jogá-lo na assistência, com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que também teve suas regras enrijecidas com a reforma e só vai permitir que o beneficiado receba um salário mínimo ao completar 70 anos de idade.</p>
<figure id="attachment_19838" aria-describedby="caption-attachment-19838" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-19838 size-medium" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2018/10/Heitor-Shuch-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-19838" class="wp-caption-text">Deputado Heitor Schuch (PSB-RS)</figcaption></figure>
<p>O deputado Heitor Schuch (PSB-RS) fez um apelo aos parlamentares presentes para que os trabalhadores rurais sejam retirados da reforma. “Nasci e trabalhei na roça, sou agricultor. Me orgulho das mãos calejadas da nossa gente, dessa gente simples, com o rosto queimado de sol. Essa PEC me arrepia, me indigna. Estamos falando de pessoas e não de números”.</p>
<figure id="attachment_20482" aria-describedby="caption-attachment-20482" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-20482" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/05/vinicius-poit-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-20482" class="wp-caption-text">Deputado Vinícius Poit (NOVO-SP)</figcaption></figure>
<p>Para o deputado Vinícius Poit (NOVO-SP), uma das questões que atrapalham a previdência social dos trabalhadores rurais é a fraude. “Os agricultores bons são prejudicados pelos maus, pelos que corrompem o sistema. Isso é injusto e a gente precisa corrigir. Na hora que isso acontecer, aquele que pega na enxada não será mais prejudicado”.</p>
<p>Nesse sentido, o governo editou a MP nº 871/2019, que está para ser votada no plenário da Câmara. A medida combate irregularidades em benefícios previdenciários. Um dos pontos trata especificamente do aperfeiçoamento das regras de comprovação da atividade rural do segurado especial. Segundo a MP, não será mais aceita a declaração de sindicato rural para comprovar o tempo de serviço. Quem fará a comprovação será órgão do governo, estadual ou municipal.</p>
<figure id="attachment_20483" aria-describedby="caption-attachment-20483" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-20483" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/05/Darci-matos-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-20483" class="wp-caption-text">Deputado Darci de Matos (PSD-SC)</figcaption></figure>
<p>As dificuldades de vida enfrentadas pelo trabalhador rural também foram destacadas pelo deputado Darci de Matos (PSD-SC). “O homem do campo tem dificuldades homéricas de acesso aos serviços de saúde, de educação e aos equipamentos públicos. Ele madruga para cortar lenha, tratar os animais, tirar leite; trabalha 12, 15 horas por dia. Não tem hora extra. E está sujeito às mais diversas condições climáticas”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o deputado, um país com 300 milhões de hectares agricultáveis tem que ter um olhar especial para os trabalhadores do campo. “Vamos retirar, sim, o agricultor dessa reforma porque é nosso dever proteger os pequenos”, disse Matos.</p>
<figure id="attachment_20484" aria-describedby="caption-attachment-20484" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-20484 size-medium" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2019/05/beto-pereira-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-20484" class="wp-caption-text">Deputado federal Beto Pereira (PSDB-MS)</figcaption></figure>
<p>Já o deputado federal Beto Pereira (PSDB-MS) afirmou que seu partido já fechou sua posição e é contra as novas regras para o Benefício de Prestação Continuada e para a previdência rural. Ele questionou a alteração na PEC, que aumenta a idade para as mulheres do campo, equivalendo ao tempo dos homens, e não o faz para as trabalhadoras urbanas.</p>
<p>A presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Jane Lúcia Wiheim Berwanger, também fez uma apresentação, defendendo que as regras atuais para a aposentadoria rural não sejam alteradas.</p>
<p>Para ela, a necessidade de a unidade familiar rural ter um recolhimento anual mínimo de R$ 600,00 para ter direito ao benefício como segurado especial é um fator complicado porque o que se vai colher é uma incógnita e está sempre sujeito às condições climáticas.</p>
<p>Segundo pesquisa do PNAD 2018, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas por semana com afazeres domésticos e cuidado de pessoas, enquanto os homens gastam a metade disso: 10,9 horas. “Então, não dá para se pensar em aumentar em cinco anos o tempo de serviço da trabalhadora rural”, defendeu.</p>
<p>Participaram ainda da audiência pública o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco Leal e a presidente da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança de Medicina do Trabalho, Marina Brito Battilani.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2019/05/22/aposentadoria-rural-e-tema-de-audiencia-publica-na-camara-dos-deputados/">Aposentadoria rural é tema de audiência pública na Câmara dos Deputados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
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