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	<title>Agronegócio &#8211; Agência FPA</title>
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	<title>Agronegócio &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Autopeças: “Menos imposto para o produtor é alimento mais barato na mesa do consumidor,” diz presidente da FPA</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 17:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal confirmou nessa última semana a redução de 16% para 2% na tarifa de importação incidente sobre autopeças para tratores, sem similares nacionais, não produzidas no Brasil. Para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), a medida é positiva para o agro brasileiro. “Estamos no caminho certo, essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal confirmou nessa última semana a redução de 16% para 2% na tarifa de importação incidente sobre autopeças para tratores, sem similares nacionais, não produzidas no Brasil. Para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), a medida é positiva para o agro brasileiro.</p>
<p>“Estamos no caminho certo, essa atitude do governo federal vai impactar diretamente no bolso do produtor rural e também do consumidor, com isso, vamos ter alimentos produzidos de forma mais barata no país,” disse o parlamentar.</p>
<p>A medida publicada no Diário Oficial da União (DOU), na última terça-feira (2), pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, aponta que mais de 400 itens para tratores e caminhões entre pneus, câmbios, maçanetas, espelhos, motores, cabeçotes, válvulas (entre outros) serão beneficiados pela decisão.</p>
<p>A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou a decisão da Camex e avaliou a medida como oportunidade para gerar mais competitividade no agro. “Temos níveis excelentes de produtividade e essa redução na tarifa de autopeças de tratores vem para ajudar o setor a crescer em 2021 e, com isso, retomar a economia brasileira,” afirmou.</p>
<p>O pedido de isenção foi feito pelo setor privado. Segundo Ana Lúcia Gomes, diretora do Departamento de Comércio e Negociações Comerciais da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (MAPA), “a alegação é a inexistência de produção nacional no Brasil.”</p>
<p>Clique<strong> <a href="https://www.slideshare.net/fabiohsantos/gecex?ref=https://www.canalrural.com.br/">aqui</a></strong> e confira os produtos beneficiados.</p>
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		<title>Entenda como o Brasil se tornou o maior produtor de soja do mundo</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2021/01/29/entenda-como-o-brasil-se-tornou-o-maior-produtor-de-soja-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 14:23:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é o maior produtor e exportador no mundo de uma das principais commodities (produtos que funcionam como matéria prima) mundiais &#8211; a soja. Dela derivam-se grãos para alimentação humana, o farelo como ingrediente importantíssimo para nutrição animal e o óleo na produção de bens de consumo para cozinha, medicamentos e biodiesel. O sistema [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o maior produtor e exportador no mundo de uma das principais commodities (produtos que funcionam como matéria prima) mundiais &#8211; a soja. Dela derivam-se grãos para alimentação humana, o farelo como ingrediente importantíssimo para nutrição animal e o óleo na produção de bens de consumo para cozinha, medicamentos e biodiesel.</p>
<p>O sistema brasileiro de cultivo de soja depende de tecnologias ambientalmente amigáveis, como fixação biológica de nitrogênio, plantio direto e manejo integrado de pragas, que aumenta sua sustentabilidade e reduz as emissões de gases de efeito estufa. O desenvolvimento de tecnologias próprias permite ao Brasil ser líder mundial na produção de soja sem pressionar as áreas de florestas, mesmo considerando os cenários de aumento de demanda do grão nos próximos anos.</p>
<p>Dominante no Brasil para produção de grãos, o sistema de plantio direto ocupa quase 70% da área cultivada com estas culturas e mais de 90% da área da soja. É um sistema diferenciado de manejo do solo, que visa diminuir o impacto da agricultura e das máquinas agrícolas, o que facilita a possibilidade de termos no Brasil até três safras durante o ano.</p>
<p>E por falar em safra, na de 2019/20 o Brasil produziu cerca de 125 milhões de toneladas de soja, com a ocupação de aproximadamente 37 milhões de hectares de área plantada, conforme demonstra o estudo da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apresentado em setembro de 2020. O estudo traz ainda que a produtividade do plantio do grão no país é de 3.379 kg/ha.</p>
<p>Mesmo sendo a principal cultura agrícola do país, a soja é plantada em apenas 4% do território brasileiro. Cabe observar que, segundo a Embrapa, o uso do solo no Brasil é distribuído da seguinte forma: 66% de vegetação nativa (florestas e áreas de preservação permanentes) – 554 milhões de hectares; 23% de pastagens – 198 milhões de hectares; 8% na agricultura, em produção de grãos – 60 milhões de hectares; 4% na urbanização e outros usos – 38 milhões de hectares. Dos 8% destinados à produção de grãos, a soja ocupa 3,5%, o equivalente a 33 milhões de hectares.</p>
<p>Como fonte de comparação, hoje, a Europa tem apenas 0,3% das florestas originais do mundo, enquanto o Brasil tem 28,3%, conforme dados do World Resources Institute, de 2019. Como exemplo, em 2016, a França, a Espanha e a Alemanha cultivaram juntos 13% a mais de área do que o Brasil, de acordo com informações do Banco Mundial, apresentadas em 2019. No entanto, a soma da área total dos três países representa apenas 16,7% da área territorial brasileira, o que significa que a pressão da agricultura sobre o meio ambiente é muito maior nesses países do que no Brasil.</p>
<p>Estudo apresentado pela Conab traz que 70% da produção de soja no Brasil se dá nas regiões Centro-Oeste e Sul, sendo o maior produtor da oleaginosa o estado do Mato Grosso, com mais de 35 milhões de toneladas por safra. Ao pensar em biomas, a soja ocupa 9,8% do bioma Cerrado e 0,7% do bioma Amazônia, conforme dados da própria Conab e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22682" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/grafico-66-porcento-1.png" alt="" width="390" height="329" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/grafico-66-porcento-1.png 390w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/grafico-66-porcento-1-300x253.png 300w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /></p>
<h4><strong>Soja no Bioma Amazônia</strong></h4>
<p>Atualmente, apenas 10% de toda soja brasileira é produzida no bioma Amazônico, sem contar que toda a produção está dissociada de qualquer processo de desmatamento desde 2008, com a criação da Moratória da Soja &#8211; iniciativa com objetivo de assegurar que a soja produzida e comercializada no bioma Amazônia não está associada à diminuição de vegetação florestal. Basicamente, a Moratória incentiva o plantio em áreas abertas anteriores a 2008, o que evita o uso de floresta para soja, conciliando o desenvolvimento agrícola com a preservação ambiental.</p>
<p>Dados apresentados pelos pesquisadores Amélio Dall&#8217;Agnol e Décio Gazzoni, da Embrapa Soja, comparam o desmatamento da área usada para o cultivo do grão e demonstram que, embora a área de soja tenha aumentado de 2005 a 2018 na região amazônica, o desmatamento foi reduzido e o coeficiente de correlação entre as duas séries é negativo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22683" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/area-soja-1.png" alt="" width="447" height="300" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/area-soja-1.png 447w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/area-soja-1-300x201.png 300w" sizes="(max-width: 447px) 100vw, 447px" /></p>
<p>Já há algumas décadas, a produção agrícola brasileira é baseada em formas, que não o desmatamento, para promover sua expansão. Como exemplos, cabe citar o uso de pastagens degradadas, a conversão de áreas de pastagens boas para uso agrícola, a intensificação agrícola, com o uso de dois, às vezes três, ciclos de cultivo por ano na mesma área (safra e safrinha), o que implica reduzir a área necessária para a mesma produção agrícola e o incremento contínuo do rendimento de soja apoiado por sistemas de produção melhorados, baseados em tecnologia para compensar parcialmente a necessidade de área adicional.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22685" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem3-1.png" alt="" width="446" height="304" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem3-1.png 446w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem3-1-300x204.png 300w" sizes="(max-width: 446px) 100vw, 446px" /></p>
<p>Dados da Aprosoja Brasil estimam que em relação a cadeia produtiva da soja no país haja mais de 243 mil produtores, e um mercado de 1,4 milhões de empregos. Os números apontam ainda, que atualmente 70% da produção de grãos, óleo e farelo de soja são exportados.</p>
<p>Dados de setembro de 2020, do Ministério da Agricultura (MAPA), mostram que o complexo da soja foi responsável pela maior fatia das exportações feitas no país, com 43,5% do total, com a geração de US$ 30,28 bilhões de receita.</p>
<h4><strong>Soja brasileira</strong></h4>
<p>Sem dúvidas, o índice de proteína encontrado na soja é um dos fatores principais para torná-la tão importante para a alimentação mundial. Mais uma razão para explicar o grande interesse mundial na commodity brasileira. A Embrapa Soja promoveu um estudo para analisar o teor médio de proteína encontrado no grão produzido no Brasil. A pesquisa apresentou 37% de taxa protéica na soja nacional.</p>
<p>Se compararmos com o segundo maior produtor do grão no mundo, os EUA, veremos que até neste quesito a soja brasileira se destaca, uma vez que a oleaginosa norte americana apresenta 34,7% de proteína em sua composição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-22684" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem4-1.png" alt="" width="476" height="333" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem4-1.png 476w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2021/01/Imagem4-1-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<p>O Brasil é um grande produtor e exportador mundial de soja e de muitos outros alimentos. O país é um dos maiores responsáveis pelo abastecimento alimentar no planeta de forma sustentável, com cumprimento e observância a regras sanitárias e ambientais tidas como as mais rígidas do mundo e apresenta um padrão de qualidade contínuo, sem aumentar a área de plantio.</p>
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		<title>FPA e Itamaraty montam força-tarefa para melhorar a imagem do agronegócio no exterior</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2019/06/14/fpa-e-itamaraty-montam-forca-tarefa-para-melhorar-a-imagem-do-agronegocio-no-exterior/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 14:32:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Até março deste ano, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 8,64 bilhões. É indiscutível a importância do setor à economia brasileira e a posição que ele chegou ao cenário mundial atual. Por isso, tornou-se o setor chave para que o Brasil se inclua no comércio mundial como um importante player do abastecimento alimentar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400">Até março deste ano, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 8,64 bilhões. É indiscutível a importância do setor à economia brasileira e a posição que ele chegou ao cenário mundial atual. Por isso, tornou-se o setor chave para que o Brasil se inclua no comércio mundial como um importante player do abastecimento alimentar e da preservação.</p>
<p style="font-weight: 400">Diante desse cenário de grandes expectativas, mais de 150 participantes lotaram o auditório San Tiago Dantas, do Itamaraty, para acompanhar o seminário &#8220;Diplomacia do Agronegócio&#8221;, realizado nessa quinta-feira (13). O evento foi organizado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, por meio da Fundação Alexandre de Gusmão.</p>
<p style="font-weight: 400">A abertura foi feita pelo chanceler Ernesto Araújo e pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), que preside a FPA. O ministro das Relações Exteriores falou sobre o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo ele, criará oportunidades para o agronegócio, não só imediatas, mas a longo prazo, com a atração de investimentos e a abertura de parcerias que estavam travadas anteriormente.</p>
<p style="font-weight: 400">Araújo destacou a necessidade de intensificar as ações do governo brasileiro para promover a imagem do setor no exterior. “Precisamos ter um enfoque mais profundo, mais sofisticado, para consolidar a reputação dos alimentos brasileiros. Para isso, precisamos divulgar tanto a qualidade em si da produção quanto a questão das nossas políticas ambientais”. Nesse sentido, afirmou ele, é preciso trabalhar cada vez mais com a Embrapa para mostrar, com mapas e informações claras, a ocupação ambientalmente sustentável do nosso território.</p>
<p style="font-weight: 400">A abertura de mercados, como a Malásia, com a exportação de bovinos vivos para abate, e a China, que tem ampliado a cartela de importações com novos produtos brasileiros, também foi abordada pelo ministro. O chanceler fez questão de ressaltar o entusiasmo do Itamaraty em trabalhar com o Congresso. “É muito importante que as coisas tenham essa solidez democrática, essa legitimidade a partir da participação dos parlamentares”, finalizou.</p>
<p style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), afirmou que o diálogo com o Ministério das Relações Exteriores é fundamental num país como o nosso, com a fronteira de exportação que tem e pretende ter. “O desafio a que nos propomos não tem pretensão de ser algo que represente uma modificação estratégica e radical. O que nós queremos, na verdade, é começar uma caminhada que sai do país, do ambiente intervencionista, paternalista e vai construir o ambiente de consensos em torno da sociedade de cooperação empreendedora”, disse.</p>
<p style="font-weight: 400">Segundo estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, a agricultura e a pecuária brasileira devem trazer US$ 30 bilhões extras em divisas para o Brasil em 10 anos. Ao todo, o agronegócio injetará no País, neste período, US$ 1,1 trilhão. Moreira acrescentou que, em um mundo de tanta concorrência, é preciso vencer por ser correto e qualificado, superando os adversários. “O país que trabalha o contexto da cooperação empreendedora precisa partir dos bancos escolares com essa filosofia de vida”.</p>
<p style="font-weight: 400">O presidente da FPA fez um pedido ao Itamaraty. “Temos uma legião de brasileiros, empresários ou não, morando em diversos países do mundo. Essas pessoas têm que ser aproximadas das embaixadas brasileiras. Reuni-las, sistematicamente, para falar da política internacional, colocá-las no contexto, pedir a cooperação para que o Brasil saia dessa grande crise que vive”.</p>
<p style="font-weight: 400">O seminário contou com três painéis – Política Comercial, Promoção Comercial e Imagem Internacional – que tiveram como palestrantes o embaixador Norberto Moretti, secretário de Política Externa Comercial e Econômica do MRE; o embaixador Orlando Leite Ribeiro, secretário de Comércio e Relações Internacionais do MAPA; o contra-almirante Sergio Ricardo Segovia Barbosa, presidente da APEX; a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra; a embaixadora Márcia Donner Abreu, secretária de Comunicação e Cultura do MRE; e Kepler Euclides Filho, assessor da presidência da EMBRAPA. Os deputados Pedro Lupion (DEM-PR) e Aline Sleutjes (PSL-PR), membros da FPA, também participaram do evento.</p>
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		<title>FPA debate papel do Legislativo em políticas públicas para o agronegócio</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2018/06/15/fpa-debate-papel-do-legislativo-em-politicas-publicas-para-o-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 21:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada Tereza Cristina (DEM-MS), o vice-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e o coordenador de Meio Ambiente da FPA, deputado Valdir Colatto (MDB-SC), participaram nessa quarta-feira (13) da Academia de Liderança &#8211; Aprosoja MT 2018. O objetivo principal do encontro foi debater o papel do Poder [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400">A presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada Tereza Cristina (DEM-MS), o vice-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e o coordenador de Meio Ambiente da FPA, deputado Valdir Colatto (MDB-SC), participaram nessa quarta-feira (13) da Academia de Liderança &#8211; Aprosoja MT 2018. O objetivo principal do encontro foi debater o papel do Poder Legislativo no processo de construção de políticas públicas para o setor agropecuário e para a sociedade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18790 alignright" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2018/01/tereza-cristina-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></p>
<p style="font-weight: 400">Para Tereza Cristina, preparar as novas lideranças do agronegócio para o futuro e para o entendimento de como funcionam os poderes é essencial. “Quanto mais fortalecido e pronto para trabalhar por suas demandas, melhor o resultado para o desenvolvimento sustentável do setor no Brasil e para o mundo”, disse.</p>
<p style="font-weight: 400">Promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT), o encontro faz parte de um programa de educação corporativa e formação de líderes.</p>
<p style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-17793 alignleft" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2017/09/alceu-moreira-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" />O vice-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira, acredita que a inciativa corrobora para o desenvolvimento de lideranças do agronegócio mais preparadas e informadas sobre o processo de construção das políticas públicas, e sua complexidade, que atendam à sociedade e ao setor.</p>
<p style="font-weight: 400">“Essa estratégia mostra a lavoura muito além da porteira da fazenda. Mostra o campo, a agricultura como indutor de desenvolvimento econômico e social brasileiro e mundial”, destacou o deputado.</p>
<p style="font-weight: 400">Para ele, essa interlocução valoriza o setor agropecuário, desmitifica os processos e traz à tona mais conhecimento à população. “A autoridade de uma liderança está muito ligada ao seu conhecimento. Essa integração é benéfica para o papel do setor produtivo no mercado nacional e mundial, na sociedade, na questão ambiental, sanitária, dentre outros aspectos. Isso é fundamental para o nosso dever como legislador”, afirmou Moreira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18982 alignleft" src="http://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2018/03/valdir-colatto-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p style="font-weight: 400">Na ocasião, o deputado Valdir Colatto (MDB-SC) parabenizou o projeto e o interesse dos líderes, que representam os segmentos da soja e milho de todo o país, em se envolver e entender a função e a representatividade do Legislativo. Segundo Colatto, o trabalho desenvolvido é sempre em prol das melhorias tanto para o setor quanto para o Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400">“Inciativas como essas transformam as relações e trazem para perto a complexidade dos processos, as dificuldades enfrentadas por nós, legisladores. É uma imersão de conhecimento que ajuda a melhorar a integração de todos os interlocutores”, evidencia o parlamentar.</p>
<p style="font-weight: 400"><strong>O programa –</strong> Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), a Academia de Lideranças tem duração de um ano e trata, dentre outros temas, da história e missão da Aprosoja MT, além do trabalho desenvolvido em parceria com o Instituto Pensar Agro (IPA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Os acadêmicos debatem também sobre o funcionamento da política nacional no país, além de aulas sobre ferramentas de liderança.</p>
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