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	<title>AgroGlobal &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>AgroGlobal &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>“Carta de Brasília” reafirma compromisso com a segurança alimentar e a sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 19:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AgroGlobal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parlamentares e representantes do setor agropecuário do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile se reuniram nesta terça-feira (15), na sede da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, para a 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal. Durante o evento, foi assinada a &#8220;Carta de Brasília&#8221;, que reafirma o compromisso dos países sul-americanos com a segurança alimentar mundial, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Parlamentares e representantes do setor agropecuário do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile se reuniram nesta terça-feira (15), na sede da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, para a 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal. Durante o evento, foi assinada a &#8220;Carta de Brasília&#8221;, que reafirma o compromisso dos países sul-americanos com a segurança alimentar mundial, sustentabilidade e transição energética.  Ao final, a Carta foi enviada por ofício  ao presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento, que conta com a assinatura de diversas instituições, enfatiza o fortalecimento da produção agropecuária e o apoio ao desenvolvimento sustentável que favorece tanto os mercados globais quanto as comunidades mais vulneráveis. Entre as instituições que assinaram o documento estão a Fundação Barbechando (Argentina), o Instituto Pensar Agropecuária (IPA-Brasil), o Instituto del Pensamiento del Agro (IPA-Chile) e a UGP-Unión de Gremios de la Producción (Paraguai).</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-29206 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070107763_db25cacc77_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070107763_db25cacc77_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070107763_db25cacc77_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070107763_db25cacc77_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070107763_db25cacc77_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nilson Leitão, presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA-Brasil), destacou a importância da união entre os países da América do Sul. “O objetivo é unificar uma pauta para discutir a agropecuária da América do Sul com o mundo”, afirmou, destacando que a Carta será encaminhada aos parlamentos de cada país para fomentar uma governança agropecuária única. Segundo Leitão, essa nova organização não concorrerá com o Parlasul ou o Mercosul, mas terá foco específico no desenvolvimento do setor agropecuário sul-americano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento ressalta que, apesar dos desafios pelas mudanças climáticas e pela volatilidade dos mercados internacionais, a América do Sul possui vastas áreas agrícolas e uma diversidade de cultivos que a colocam em uma posição privilegiada para contribuir com a oferta global de alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cristián Muñoz, representante do IPA chileno, destacou a importância da inovação para o setor agropecuário. “Pesquisa e inovação são essenciais para aumentar nossa competitividade no mercado global”, afirmou. Muñoz também enfatizou “a necessidade de cooperação contínua entre os países sul-americanos para enfrentar os desafios de adaptação às mudanças climáticas e a crescente demanda por alimentos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre outros pontos, a “Carta de Brasília” também faz um apelo por maior acesso às tecnologias produtivas e biológicas, considerados pilares fundamentais para garantir a sustentabilidade da produção agropecuária. A promoção dessas tecnologias na agricultura familiar é vista como uma prioridade, tornando-a mais eficiente diante das discussões globais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o documento destaca a liderança sul-americana nos desafios ambientais, mencionando que a biodiversidade e as áreas preservadas da região desempenham um papel crucial na regulação do clima. “Historicamente, os países da América do Sul mantêm níveis de preservação ambiental muito superiores à média global”, diz a Carta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Héctor Cristaldo, presidente da UGP-União de Grêmios da Produção (Paraguai), reforçou a importância da eficiência produtiva para o desenvolvimento econômico da América Latina. “A eficiência produtiva, baseada no livre comércio, é vital para o desenvolvimento de nossas economias e para a difusão dos benefícios ao redor do mundo”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ángeles María Naveyra, presidente da Fundação Barbechando (Argentina), ressaltou a necessidade de uma governança própria para as questões agropecuárias na América do Sul. “Precisamos desenvolver um modelo de cooperação que envolva a sociedade civil, o parlamento e o setor privado, garantindo que as vozes do setor agropecuário sejam ouvidas e respeitadas no cenário global”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-29204 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070308370_1b47cfeabc_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070308370_1b47cfeabc_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070308370_1b47cfeabc_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070308370_1b47cfeabc_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070308370_1b47cfeabc_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Por fim, Bruno Lucchi, diretor-técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), destacou a importância da organização conjunta para enfrentar desafios globais, como práticas protecionistas e questões ambientais, incluindo a lei antidesmatamento da União Europeia e as negociações do acordo Mercosul-UE. &#8220;Essa Carta é um marco estratégico para fortalecer a atuação do setor agropecuário sul-americano, destacando o modelo sustentável de produção que podemos oferecer ao mundo&#8221;, concluiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A ‘Carta de Brasília’ representa um marco na cooperação sul-americana para enfrentar os desafios globais relacionados à segurança alimentar e à sustentabilidade, promovendo uma agenda integrada e coordenada entre os países sul-americanos,” destacou Lucchi.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Cooperação Sul-Americana </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-29197 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852986_e7d1201713_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852986_e7d1201713_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852986_e7d1201713_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852986_e7d1201713_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852986_e7d1201713_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Durante as exposições do painel “Cooperação Regional”, Fernando Camargo, representante do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), explicou o que é e como funciona a instituição. “O Instituto foi criado em 1942, é anterior à FAO e à própria ONU, foi criado por um ministro de agricultura dos EUA com objetivo de tratar temas sanitários e de segurança alimentar. O objetivo do Instituto, que está presente em 37 países, é fazer cooperação e construir pontes”, disse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29205 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852641_1719c06a1d_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852641_1719c06a1d_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852641_1719c06a1d_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852641_1719c06a1d_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069852641_1719c06a1d_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já Gabriel Delgado, também representante do IICA, abordou a importância da cooperação regional entre os países do Mercosul, Chile e Bolívia no contexto do CAS (Conselho Agropecuário do Sul). “Ressalto o papel do IICA como suporte técnico e coordenador em grupos de trabalho e mecanismos regionais, e também a necessidade de fortalecer iniciativas de integração, como o desenvolvimento de jovens líderes no setor agropecuário.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29203 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070309475_9ac3950aca_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070309475_9ac3950aca_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070309475_9ac3950aca_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070309475_9ac3950aca_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54070309475_9ac3950aca_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, destacou a relevância do cooperativismo para o fortalecimento do setor agropecuário, mencionando que &#8220;o cooperativismo tem sido um dos pilares para o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental&#8221;. Além disso, Zanella enfatizou a importância da preservação ambiental promovida pelo setor agropecuário, que é responsável pela conservação de 50% de toda a área preservada no Brasil. “O agro brasileiro não só produz, mas também preserva. O cooperativismo, em especial, tem sido essencial para conciliar produtividade com responsabilidade ambiental”, completou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29202 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069851791_654f876c2a_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069851791_654f876c2a_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069851791_654f876c2a_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069851791_654f876c2a_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069851791_654f876c2a_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Rodolfo Rossi, presidente da Associação da Cadeia de Soja Argentina (ACSOJA), ressaltou a importância do Programa Cooperativo para o Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário do Cone Sul (Procisur). &#8220;A cooperação regional é extremamente importante, especialmente por meio de entidades como o Procisur, que integra ciência e tecnologia para fundamentar decisões estratégicas na região. Projetos importantes, como o desenvolvimento de novas tecnologias de melhoramento genético e o combate a pragas e fatores abióticos, são exemplos claros do sucesso dessa colaboração.&#8221;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29199 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069575504_6d33a04804_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069575504_6d33a04804_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069575504_6d33a04804_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069575504_6d33a04804_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069575504_6d33a04804_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Christian Muñoz, representante do Instituto Pensar Agro do Chile, explicou sobre a criação do IPA chileno e como pode ser feita uma cooperação a nível internacional. “Hoje temos 57 deputados, de um total de 155. Estamos indo falar um por um com os parlamentares para que se unam, tanto da esquerda quanto da direita e de centro, para que tenhamos uma transversalidade na bancada rural. Acreditamos que o exemplo do Brasil é virtuoso e que devemos reproduzi-lo, de modo que tenhamos um organismo em cada país que seja apolítico.”</span></p>
<p>*Confira a &#8220;<a href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/CARTA-DE-BRASILIA_15.10.2024_1a-Cupula-Sul-Americana-AgroGlobal.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Carta de Brasília</strong></a>&#8221; na íntegra.</p>
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		<title>Sustentabilidade e cooperação: o futuro do setor agropecuário na América do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raullennon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 20:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[AgroGlobal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nilson Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira edição da Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, promovida pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), na sede da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (15), reuniu importantes lideranças do setor produtivo e parlamentares de países como Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. O evento, realizado em Brasília, discutiu temas centrais como o combate ao protecionismo europeu, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A primeira edição da Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, promovida pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), na sede da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (15), reuniu importantes lideranças do setor produtivo e parlamentares de países como Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. O evento, realizado em Brasília, discutiu temas centrais como o combate ao protecionismo europeu, a promoção do desenvolvimento sustentável e a busca por inovações tecnológicas para o agro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), ressaltou a importância do encontro, que visa fortalecer a cooperação entre países sul-americanos. “Estamos aqui para unir esforços em torno do desenvolvimento do nosso continente, buscando o protagonismo da América do Sul na produção agropecuária mundial, em especial na segurança alimentar global”, destacou Lupion.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos temas centrais discutidos foi o desenvolvimento sustentável no agro, com a apresentação de práticas inovadoras para enfrentar os desafios ambientais e garantir a sustentabilidade da produção. Entre as inovações, o plantio direto, uma técnica agrícola que vem revolucionando o campo, teve destaque especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Santiago Guazzelli, representante da Associação Argentina de Produtores de Plantio Direto, destacou o impacto positivo dessa técnica no combate às mudanças climáticas e na promoção da agricultura sustentável. “O plantio direto, que elimina a necessidade de aragem do solo e mantém sua cobertura vegetal, é considerado uma revolução agrícola sustentável”, disse Guazzelli, destacando que “a técnica não apenas melhorou a produtividade, mas também reduziu a erosão em 25% e aumentou a estabilidade da produção em 13% em comparação com métodos convencionais.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os benefícios se estendem também para a redução do uso de insumos. De acordo com Guazzelli, o sistema diminui em 60% o uso de combustíveis fósseis e reduz pela metade o impacto ambiental relacionado ao uso de defensivos agrícolas, contribuindo para a preservação da biodiversidade. “Além disso, o método de plantio direto economiza 50% na aplicação de fertilizantes sintéticos, grandes emissores de gases de efeito estufa”, explicou.</span></p>
<p><b>Aliada contra as mudanças climáticas</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400">O plantio direto é visto como uma ferramenta eficaz no combate às mudanças climáticas, duplicando a capacidade do solo de captura de carbono. Isso não só ajuda a remover o dióxido de carbono da atmosfera, como também reduz em 40% as emissões de CO2 da agricultura. Essa prática é essencial para transformar a produção agropecuária em um setor mais produtivo e menos poluente, proporcionando uma triplicação na eficiência energética – produzindo mais grãos por kg de CO2 equivalente emitido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Em tempos de intensas discussões sobre mudanças climáticas, o plantio direto surge como uma solução integrada que alia tecnologia e sustentabilidade”, afirmou Guazzelli.</span></p>
<p><b>União sul-americana</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400">Outro ponto de destaque do evento AgroGlobal foi a união dos países sul-americanos para enfrentar as barreiras protecionistas impostas pela União Europeia. Pedro Lupion defendeu a criação de um bloco agropecuário unido, destacando que &#8220;o Brasil e seus vizinhos precisam demonstrar que sua produção é ambiental e socialmente responsável&#8221;. A cooperação entre os países é vista como crucial para fortalecer a posição da América do Sul no cenário global, especialmente no contexto do acordo Mercosul-União Europeia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sonia Tomassone, Relações Internacionais da Câmara Paraguaia de Exportadores e Comercializadores de Cereais e Oleaginosas (CAPECO), reforçou a necessidade de união entre os países sul-americanos para enfrentar os desafios impostos pelos europeus. “A União Europeia quer nos dizer o que fazer. Temos que defender nosso sistema produtivo de forma firme e trabalhar juntos. Temos que explicar muito bem a nossa realidade. É difícil, porque eles são muito fechados, burocratas. Precisamos medir e mostrar ao mundo como somos sustentáveis. Ou nos unimos, ou enfrentaremos grandes problemas no futuro. Fazemos parte da solução, não do problema”, afirmou Sonia.</span></p>
<p><b>A perspectiva do setor de celulose</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400">Gabriel Delgado, representante do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) no Brasil, abordou o impacto das novas legislações europeias no setor de celulose, onde o Brasil é um grande exportador. “Nossa região está em dificuldades, pois temos que nos adaptar às leis dos mais fortes. No setor de commodities, enfrentamos questões como a regra do desmatamento. Temos uma tradição de 30 anos neste setor e somos um exemplo de como é possível crescer e ganhar competitividade preservando o meio ambiente”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Delgado também destacou as dificuldades enfrentadas nas negociações com a União Europeia. “Em março, fomos a Bruxelas para discutir com a Comissão Europeia e o Parlamento sobre o pedido de adiamento da aplicação da lei de desmatamento. Se aplicada sem alterações, a Europa enfrentaria escassez de produtos essenciais, já que o Brasil é o maior exportador de celulose do mundo. A tentativa da Europa de legislar para o mundo inteiro é uma incongruência que não podemos aceitar”, concluiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nilson Leitão, presidente da IPA, reforçou que a união dos países sul-americanos é a chave para enfrentar os desafios impostos pelo mercado europeu. “Juntos, temos mais força para negociar com a União Europeia e superar as barreiras que limitam o nosso acesso ao mercado internacional”, concluiu.</span></p>
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		<title>Promoção de intercâmbio com países sul-americanos na 1ª Cúpula AgroGlobal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nathaliafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 19:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), realizada nesta terça-feira (15), aconteceu de forma especial durante a 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal. A pauta do encontro semanal destacou os temas prioritários que a bancada pretende defender até o final do ano. O evento contou com a presença de representantes setoriais e parlamentares da Argentina, Uruguai, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), realizada nesta terça-feira (15), aconteceu de forma especial durante a 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal. A pauta do encontro semanal destacou os temas prioritários que a bancada pretende defender até o final do ano. O evento contou com a presença de representantes setoriais e parlamentares da Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai, que participaram de um intercâmbio de experiências sobre o modelo de funcionamento das frentes parlamentares no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR) explicou como são realizadas as reuniões da bancada. “Nós começamos indo à Argentina, ao Chile, a convite deles, bem como ao Paraguai e Uruguai, para conversar sobre o que é uma frente parlamentar, o que é o trabalho que a gente realiza como bancada e porque nós temos um acordo de cooperação com um instituto que é um Think Tank, que é um órgão de pensamento, uma organização que congrega mais de 50 entidades que representam o setor produtivo nacional. Isso que a gente está tentando passar para eles, essas informações, para que eles possam fazer o mesmo nos seus países”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion apresentou os resultados da Frente no 1º semestre de 2024 e as pautas prioritárias para estes últimos meses do ano. “Dentre as conquistas estão a carga tributária mais justa para o produtor rural e a inclusão da carne na cesta básica na Reforma Tributária, assim como a aprovação do projeto do Combustível do Futuro, da silvicultura, a derrubada do veto ao projeto que trata dos pesticidas, dentre outros. E vamos trabalhar para aprovação </span><span style="font-weight: 400">da regulamentação dos bioinsumos, do projeto dos safristas no Senado, da regulamentação da reforma tributária e do seguro rural”.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29176 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069737274_5e2505a799_c-300x200.jpg" alt="" width="299" height="199" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069737274_5e2505a799_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069737274_5e2505a799_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069737274_5e2505a799_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069737274_5e2505a799_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 299px) 100vw, 299px" /></span><span style="font-weight: 400"> </span><span style="font-weight: 400">A senadora Tereza Cristina (PP-MS), autora do Projeto de Lei </span><span style="font-weight: 400">2951/2024,</span><span style="font-weight: 400"> que trata do seguro rural</span><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> destacou que a sua modernização deve ser uma política de estado para auxiliar os produtores rurais em todo o país. “Estamos caminhando bem para o melhor texto possível e que possamos votar para o bem do Brasil”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) explicou que o produtor que não tem seguro não consegue fazer empréstimo por causa do risco e isso traz inúmeros problemas. “A ideia é trazer um projeto o mais abrangente possível para todo o território nacional e para beneficiar a quem precisa”.</span></p>
<h4><b>Seguro Rural </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda-feira (14), a FPA em parceria com a CNA, a Famato e o IPA promoveram o workshop “Modernização do Seguro Rural no Brasil”. O evento debateu o Projeto de Lei nº 2951/2024, que busca tornar o seguro rural mais acessível e eficaz. A proposta propõe aumentar a previsibilidade orçamentária e criar um fundo privado de seguro rural, previsto em lei desde 2010, mas ainda não implementado. A senadora Tereza Cristina, autora do projeto, destacou a importância de modernizar a legislação para proteger melhor os produtores, especialmente diante das mudanças climáticas.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;font-size: 12pt">Cabe destacar que atualmente, apenas 21% da área plantada no Brasil está coberta por seguro, em comparação com 80% nos Estados Unidos. O senador Jayme Campos, relator da proposta, ressaltou que o projeto é essencial para a sustentabilidade do setor agropecuário brasileiro.</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><b>Veja o que falaram os parlamentares na</b> <b>1ª Cúpula AgroGlobal:</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-29172" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069654388_8ca2917fab_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069654388_8ca2917fab_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069654388_8ca2917fab_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069654388_8ca2917fab_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069654388_8ca2917fab_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><br />
O deputado Zé Vitor (PL-MG) ressaltou que estamos dando um passo importante com essa aproximação entre os países, mas alertou para a próxima conferência do clima. “Precisaremos nos preocupar com o tema pesticidas. O manejo das nossas lavouras precisa ser discutido em um fórum global, bem como as estratégias para valorizar aquilo que temos preservado”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29174 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Jaime-Bagatolli-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Jaime-Bagatolli-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Jaime-Bagatolli-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Jaime-Bagatolli-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Jaime-Bagatolli.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Jaime Bagattoli enfatizou que existem inúmeros desafios pela frente e a FPA é fundamental para seguir forte, independente de sigla partidária. “A união é necessária para continuarmos levando o setor como motor econômico e social do país. Que a nossa união nos leve ao diálogo e as ações aqui e em toda a América do Sul”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o senador Sérgio Moro (União-PR) falou da relevância da 1ª Cúpula AgroGlobal. “É importante esse encontro porque aqui na América do Sul nós enfrentamos características e problemas comuns. Uma das questões são as restrições comerciais que têm sido impostas principalmente pela União Europeia contra a exportação de produtos agropecuários do país. O Brasil não tem problemas no cumprimento da legislação ambiental. O Agro brasileiro cumpre a lei e sabe da importância da preservação do meio ambiente”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29170 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069398651_1e85479ca2_c-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069398651_1e85479ca2_c-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069398651_1e85479ca2_c-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069398651_1e85479ca2_c-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54069398651_1e85479ca2_c.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda sobre as restrições da União Europeia, o deputado Evair de Melo (PP-ES) destacou que nós que somos bases produtoras importantes e temos que ser protagonistas desse debate.“Não podemos ficar reféns de protocolos, cartas de boas intenções e de movimentos que não tem nenhuma relação com o setor produtivo. Temos que fortalecer o nosso núcleo e fazer o debate”.<br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29175 alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Flavio-Azevedo-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Flavio-Azevedo-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Flavio-Azevedo-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Flavio-Azevedo-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Flavio-Azevedo.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Flávio Azevedo (PL-RN) disse que a legislação ambiental brasileira é uma colcha de retalhos de várias legislações feitas em 1988. “Imagina pegar várias restrições e aplicar no Brasil. Quando se soma tudo que tem de restrição é de assustar a fragilidade que hoje existe nesse país”. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29173 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Rosana-Martinelli-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Rosana-Martinelli-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Rosana-Martinelli-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Rosana-Martinelli-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/Rosana-Martinelli.jpg 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a senadora Rosana Martinelli (PL-MT) esse encontro é muito importante. “Acredito que estamos no caminho certo. O mundo precisa de todos nós que estamos aqui, pois representamos a segurança alimentar. Produzimos os alimentos e temos capacidade de ampliar. Essa reunião é para que a gente possa ter representatividade e para que a gente possa ser respeitado lá fora”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
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		<title>FPA é sede da 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:18:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nilson Leitão]]></category>
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		<category><![CDATA[Zequinha Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) foi sede da 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, organizada pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), nesta terça-feira (15), e contou com a presença de parlamentares, ex-ministros e autoridades do Brasil e demais países sul-americanos. O acordo com a União Europeia, bem como o futuro do setor agropecuário, foram alguns dos temas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) foi sede da 1ª Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, organizada pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), nesta terça-feira (15), e contou com a presença de parlamentares, ex-ministros e autoridades do Brasil e demais países sul-americanos. O acordo com a União Europeia, bem como o futuro do setor agropecuário, foram alguns dos temas abordados pelos debatedores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, um encontro entre os países parecia algo muito improvável, mas surge como caminho ideal para combater as narrativas que circundam o setor. &#8220;É fundamental para afinarmos os discursos e enfrentarmos os mesmos problemas. Essa união nos ajuda a combater as narrativas&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion ressaltou que o Brasil tem a legislação mais restritiva do mundo, com a responsabilidade de ter uma produção forte com sustentabilidade. Apesar disso, o país sofre com narrativas sobre a forma como o Brasil produz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;Temos quase um terço do PIB de nossa responsabilidade, além de 30% dos empregos do país. A gente enfrenta a narrativa dos nossos concorrentes, apesar de cumprirmos à risca nossas obrigações. O tamanho da nossa responsabilidade global é inquestionável&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lupion lembra que os embates ideológicos e políticos dificultam o desenvolvimento do setor. Ele afirma que a responsabilidade da FPA vai de defender as conquistas do agro até a defesa do produtor rural brasileiro. &#8220;Esse resultado positivo não acontece ao acaso. Nós dialogamos, buscamos entendimento. Somos 354 parlamentares em busca de entregar resultados para o nosso produtor, que são os responsáveis pela nossa existência. O atual governo não nos vence no parlamento, mas tenta nos vencer na articulação com o Judiciário&#8221;.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29160 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-300x201.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-1024x685.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-768x514.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-1536x1027.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-750x502.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao-1140x762.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/leitao.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nilson Leitão, presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), afirmou que o evento foi uma cobrança do ex-ministro Roberto Rodrigues, para que se mostrasse o “case” de sucesso da FPA. Segundo ele, a união dos parlamentares em prol do agro fez o Brasil chegar onde chegou. “Líderes enxergaram que o avanço do país passa prioritariamente pelo parlamento. O Legislativo é o principal poder para a mudança de uma nação e o setor produtivo o principal motor para essas conquistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Leitão destacou que o encontro fortalece a união da América do Sul e o fortalecimento do agro, com a necessidade de garantir o avanço de vários segmentos dentro do setor produtivo. “Avançar em passos firmes e de forma integrada para o agro, com idiomas diferentes mas com um mesmo intuito. Vamos unificar a América do Sul”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29161 size-medium alignright" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-300x201.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-1024x685.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-768x514.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-1536x1027.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-750x502.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris-1140x762.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/terezacris.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a senadora e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, é preciso que a América do Sul paute e não seja pautada sobre as questões ambientais. &#8220;É um evento de oportunidade para um começo do que pode ser interessante e importante no tema agropecuária. É a grande vocação dos nossos países e devemos agradecer a chance de entrelaçamento e relação forte entre os Congressos dos nossos países&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre a força da FPA, Tereza destacou que o agro se fortaleceu com a presença da FPA. &#8220;Fui ministra da Agricultura porque fui indicada por esta bancada e toda vez que nos mobilizamos, geralmente temos sucesso. A Europa quer nos impor pautas e trabalhar juntos é ainda mais essencial. Estamos abertos à troca de informações em busca de aprendizado conjunto&#8221;.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29162 size-medium alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-300x201.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-1024x685.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-768x514.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-1536x1027.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-750x502.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho-1140x762.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/zequinhamarinho.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Zequinha Marinho, vice-presidente da FPA no Senado, afirmou que o potencial brasileiro de produção é conhecido por todos e a questão da sustentabilidade é levada a sério no país. Por essa razão, Zequinha questionou as questões impostas pela União Europeia contra o Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;É puro protecionismo. Esse evento é a união para nos entendermos e para fazer esses enfrentamentos. Todos temos nossas dificuldades com personagens tentando impor ideologias contra o agro, mas apesar disso entregamos os resultados necessários&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Daniel Carrara, diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Confederação Nacional da Agricultura da Agricultura (CNA), a FPA é a extensão do setor agropecuário. Para ele, a proximidade da bancada com o setor produtivo garante a sustentabilidade econômica e social do agro. &#8220;É a nossa trincheira de batalha e o motor de desenvolvimento do agro. Tem sido nossa trincheira no Congresso, no Executivo e no Judiciário. Sem os parlamentares que aqui estão, não conseguiríamos avançar&#8221;.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Autoridades sul-americanas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Alfredo de Angeli, senador argentino, destacou que o Mercosul tem muitas coisas em comum e devem trabalhar com união para o sucesso de todo continente. &#8220;Temos uma irmandade e precisamos trabalhar juntos, trocar ideias e conhecimentos. Vamos necessitar de vocês, assim como vão precisar de nós&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Santiago Bertoni, ex-ministro da Agricultura e Pecuária do Paraguai, trata-se de uma ideia genial juntar a todos para dar uma resposta ao que vivemos no mundo na questão ambiental. &#8220;O agro é o motor dos nossos países e podemos ficar orgulhosos dos acordos que temos feito para proteger nosso meio ambiente. Muito antes de ser uma imposição global, nós já assumimos essa responsabilidade. Podemos sustentar o mundo e seguir alimentando, com tecnologia e saber. Espero que esse evento seja o início de algo que vai proteger nosso setor e nossos produtores no futuro&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atílio Benedetti, deputado argentino, agradeceu a oportunidade e fez algumas reflexões sobre a população rural e urbana. &#8220;O crescimento da população urbana nos traz desafios e a necessidade de prover alimentos e conter desequilíbrios. Nós somos os protagonistas dessa situação e nossa união é parte da solução e não do problema. Os desafios que temos em comum é avançar com responsabilidade, colocando nossa tecnologia e conhecimento. Estamos convencidos que fazemos com responsabilidade as mudanças necessárias e nosso compromisso é fortalecer o agro para o avanço dos nossos países e de todo o continente&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador do Paraguai, Gustavo Leite, parabenizou a realização do evento e destacou que é necessário passar do discurso para a ação. Segundo ele, é preciso &#8220;dar um jeito&#8221; nas parcerias futuras e existentes, em especial sobre o acordo com a União Europeia. &#8220;Temos um problema com a Europa e não podemos aceitar imposições. É bom que os legisladores passem a mensagem para o Executivo. Queremos um acordo em parceria, não com imposições&#8221;, explicou.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Panorama do setor agropecuário Sul-Americano</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No 1º painel do evento, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, abordou o panorama do setor agropecuário na América do Sul. De acordo com Rodrigues, ocorre no setor uma consequência da erosão do multilateralismo planetário. Isso leva a uma perda de rumos organizados em termos globais, sem liderança, com cada um fazendo o que quer, com o agro sendo o centro de quatro problemas: segurança alimentar, segurança energética, mudanças climáticas e desigualdade social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Isso tudo passa pelo agro mundial e nós vamos resolver essa questão. Precisamos encerrar os discursos e partir para a ação para destruir esses quatro fantasmas. Vamos nos levantar juntos para impedir que o medo tome conta dos nossos desafios”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para David Hughes, produtor agropecuário, ex-presidente da Argentrigo, o setor vive um momento de alerta, em especial, com as imposições propostas pela União Europeia. Ele alerta que as discussões parecem, cada vez mais, levar ao desgaste proposital do agro sul-americano, com argumentos dos europeus baseados em narrativas distantes da realidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Está claro que o acordo não é para uma troca justa, mas sim para a proteção de interesses do lado de lá. Nossa união se faz ainda mais necessária para impedir que algo prejudicial aos nossos produtores avance”, destacou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Alceu Moreira, o evento não pode ser uma prévia da “quarta-feira de cinzas”. Ele enfatiza que é preciso criar uma sequência de ações para que seja colocado em prática tudo aquilo que foi discutido. </span><span style="font-weight: 400">“O encontro é fundamental, mas está claro que há um temor sobre o que vem adiante. Temos que ter uma agenda clara com a construção de decisões e com um fórum permanente”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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