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	<title>Abril vermelho &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>Abril vermelho &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>FPA cobra ações contra invasões do MST durante audiência com ministro do Desenvolvimento Agrário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elsânia Estácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 16:53:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) cobraram medidas concretas contra invasões de terras durante audiência pública com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, nesta quarta-feira (9), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. A audiência foi convocada pelos senadores Zequinha Marinho (Podemos-PA) e Marcos Rogério (PL-RO), em [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/10/fpa-cobra-acoes-contra-invasoes-do-mst-durante-audiencia-com-ministro-do-desenvolvimento-agrario/">FPA cobra ações contra invasões do MST durante audiência com ministro do Desenvolvimento Agrário</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Senadores da <a href="https://fpagropecuaria.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)</a> cobraram medidas concretas contra invasões de terras durante audiência pública com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, nesta quarta-feira (9), na <a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/1307/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA)</a> do Senado. A audiência foi convocada pelos senadores <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/3806" target="_blank" rel="noopener">Zequinha Marinho</a> (Podemos-PA) e Marcos Rogério (PL-RO), em resposta à série de ocupações promovidas pelo MST no &#8220;Abril Vermelho&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador Zequinha Marinho, presidente da CRA, destacou a importância do diálogo com o governo sobre a política agrária e os desafios da região amazônica, onde há quase dois mil assentamentos, 447 mil famílias e cerca de 70 milhões de hectares. “Esses agricultores precisam de documentação, crédito, políticas de fomento e emancipação”, afirmou.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30027" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ministro apresentou dados sobre a produção de alimentos e fatores que impactam o setor, como a pandemia, a guerra na Ucrânia e as mudanças climáticas. Destacou o aumento de 43% no Plano Safra 2023/2024 para a agricultura familiar e programas como o &#8220;Desenrola Rural&#8221;, voltado à renegociação de dívidas. Também anunciou a meta de incluir 326 mil famílias na reforma agrária, com foco na redução de conflitos.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Senadores, no entanto, criticaram a falta de ações para prevenir e combater invasões. <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/5422" target="_blank" rel="noopener">Marcos Rogério</a> questionou a criação de novos assentamentos sem revisão dos existentes. Segundo ele, há 205 mil lotes vagos e 17 milhões de hectares ociosos, além de 580 mil beneficiários com indícios de irregularidade, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU).</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“O Estado falhou. Muitas áreas que foram assentamentos voltaram a ser consideradas públicas por abandono ou venda, e hoje estão em situação de insegurança jurídica. É preciso resolver esse passivo antes de avançar com novos assentamentos”, afirmou o parlamentar.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30028" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.37.01-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-weight: 400">Rogério também criticou o que classificou como “ações criminosas travestidas de manifestação social” e defendeu o fim da complacência com invasões. “Não se pode aceitar que todo abril esse ciclo se repita como se fosse tradição institucionalizada. O Estado precisa garantir segurança jurídica no campo.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Zequinha Marinho reforçou que a agricultura familiar é um dos pilares do desenvolvimento rural, mas não pode justificar ilegalidades. “O Congresso precisa cobrar respeito à lei e ao direito de propriedade.”</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O senador <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6341" target="_blank" rel="noopener">Hamilton Mourão</a> (Republicanos-RS) afirmou que a reforma agrária se tornou um processo sem fim. “É o dia da marmota eterna. Sempre tem alguém para ser assentado.”</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30031" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6342" target="_blank" rel="noopener">Jorge Seif</a> (PL-SC) associou o MST a práticas criminosas como invasões, extorsão, trabalho análogo à escravidão e vandalismo. Citou denúncias da imprensa e da CPI do MST de 2023, e declarou: “O MST precisa ser eliminado, coibido, expulso e desmobilizado. São terroristas que só atrapalham o agro”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30032" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-13.45.41-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em resposta, o ministro afirmou desconhecer qualquer grupo terrorista no Brasil e negou privilégios ao MST. Disse que o governo atua dentro dos limites da lei e que invasões devem ser tratadas pelas autoridades estaduais.</span></p>
<p>Já senador <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/6340" target="_blank" rel="noopener">Jaime Bagattoli</a> (PL-RO) criticou as invasões de terra promovidas pelo MST e defendeu medidas mais firmes para garantir a paz no campo. “Nós temos um grande problema com as invasões de terras, como vimos agora com esse Abril Vermelho. Só em 2025, já foram registradas 30 invasões. Precisamos dar um basta nisso e promover a pacificação no campo.”, afirmou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30043" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32.jpeg 1600w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-300x200.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-1024x682.jpeg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-768x512.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-1536x1023.jpeg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-750x500.jpeg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-10-at-16.35.32-1140x760.jpeg 1140w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><span style="font-weight: 400"><a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/631" target="_blank" rel="noopener">Magno Malta</a> (PL-ES) criticou a falta de ação do governo, classificou a questão como ideológica e lembrou que a Constituição proíbe invasões. “Quem está na terra legalmente é quem paga o preço”, disse, referindo-se a casos de violência durante ocupações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30030 alignleft" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/imagem_materia-1.jpeg" alt="" width="860" height="570" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/imagem_materia-1.jpeg 860w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/imagem_materia-1-300x199.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/imagem_materia-1-768x509.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/04/imagem_materia-1-750x497.jpeg 750w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Também participaram da audiência os senadores <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/1186" target="_blank" rel="noopener">Luis Carlos Heinze</a> (PP-RS), <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/470" target="_blank" rel="noopener">Chico Rodrigues</a> (PSB-RR) e <a href="https://www25.senado.leg.br/web/senadores/senador/-/perfil/1173" target="_blank" rel="noopener">Wellington Fagundes</a> (PL-MT).  </span></p>
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		<title>Muito além do “Abril Vermelho”</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/04/07/muito-alem-do-abril-vermelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jornalistafpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 11:10:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega o mês de abril e com ele o cumprimento das invasões criminosas por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o chamado “Abril Vermelho”. Trata-se do período onde o dito movimento social intensifica os ataques às propriedades sob o guarda-chuva da reforma agrária. Apesar do “crime anunciado”, quem deveria impedir essas ações,  entretanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Chega o mês de abril e com ele o cumprimento das invasões criminosas por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o chamado “Abril Vermelho”. Trata-se do período onde o dito movimento social intensifica os ataques às propriedades sob o guarda-chuva da reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar do “crime anunciado”, quem deveria impedir essas ações,  entretanto, age na contramão do direito de propriedade e da segurança jurídica. O governo federal demonstra conivência com as práticas ilegais e disposição em atender às reivindicações desses grupos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo antes do início oficial do conhecido &#8220;Abril Vermelho&#8221;, o país já registrava propriedades invadidas, produtores rurais expulsos de suas terras e um cenário preocupante de incertezas sobre a responsabilização dos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) alertou incessantemente para uma escalada preocupante das invasões no campo já antes do mês de abril começar e apontou ações coordenadas por movimentos como o MST, que já realizou cinco invasões somente nos primeiros meses de 2025. Em 2024, conforme dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ocorreram 28 ocupações em diversos estados, incluindo Bahia, Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo, Sergipe, Paraná, Rio Grande do Norte e Pará.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da bancada acompanhar com a máxima atenção esse cenário, sabe-se que a ameaça à segurança jurídica no campo, compromete a produção agropecuária nacional e coloca em risco a integridade física e patrimonial dos produtores rurais e de suas famílias. O contexto atual, portanto, é de instabilidade crescente, potencializada pela postura permissiva do governo federal diante das pressões políticas exercidas por esses movimentos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Movimentos pressionam o governo federal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda no mês de março deste ano, em meio a pressão contra o governo, o MST invadiu três terras na Bahia, Ceará e Espírito Santo. As invasões fizeram parte da Jornada de Luta das Mulheres que prepara o grupo para o “Abril Vermelho”. Na Bahia, </span><span style="font-weight: 400">terras tidas como improdutivas foram ocupadas; no Ceará, </span><span style="font-weight: 400">o alvo foi uma propriedade produtiva com mais de dois mil hectares.</span><span style="font-weight: 400"> No Espírito Santo, mil mulheres ficaram acampadas em uma área que pertence à empresa Suzano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As invasões ocorreram apenas uma semana após o MST ter recebido o presidente da República em assentamento no estado de Minas Gerais. Na ocasião, o chefe do Executivo anunciou que imóveis rurais e fazendas seriam desapropriadas – medida comemorada pelo movimento, mas considerada insuficiente.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29945" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54350401096_9d20ee21d6_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que os crimes na Bahia vão além das discussões sobre terra e ideologia, elas evidenciam a atuação de organizações criminosas. O parlamentar pontuou que o país vive um problema de justiça e segurança pública que deve envolver diversos segmentos para a resolução dos conflitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Bandos armados estão tirando produtores de suas casas com a conivência do governo do estado. Precisamos de medidas efetivas do Tribunal de Justiça da Bahia e do Conselho Nacional de Justiça, onde solicitamos uma audiência. Aqui em Brasília, vamos trabalhar para evitar uma batalha campal na região”, afirmou Lupion.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29899" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2025/03/54394437812_fbc6543e9e_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o deputado Evair de Melo (PP-ES), os grupos se somam ao MST para “roubar, atirar e tirar tudo o que é possível”. Segundo o parlamentar, o governo da Bahia está refém dessas organizações, e a polícia não tem condições de garantir a segurança dos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esses grupos são quadrilhas organizadas que invadem propriedades. Estamos nos aproximando da safra do café e eles já estão roubando café verde de dentro das lavouras. A Bahia virou a Faixa de Gaza do Brasil”, ressaltou Evair.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">R$ 1 bilhão para as demandas do MST</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo diante do cenário preocupante, o governo federal disponibilizou um orçamento bilionário para o MST. A quantia foi distribuída entre R$ 400.000.000.00 para Aquisição de Alimentos de Associados; R$ 350.000.000.00 para Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e 300.000.000.00 para Formação de estoques públicos. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-jnews-750x536 wp-image-29269" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-750x533.jpg" alt="" width="750" height="533" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-750x533.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-120x86.jpg 120w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/10/54101968372_ebc631533f_c-350x250.jpg 350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a ex-ministra da Agricultura, senadora Tereza Cristina (PP-MS), a medida do governo é eleitoreira. “A agricultura é uma só. Por que não contemplar a agricultura com o seguro rural, por exemplo? Por que não dar para toda a agricultura familiar desse país? Assim, dirigido para o MST, isso me parece uma medida eleitoreira”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O governo ainda destinou mais R$ 6 milhões para contribuição ao Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e Caribe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A FPA já denunciou a manobra orçamentária que retirou quase R$ 900 milhões de ações diretamente ligadas à agropecuária – como garantia de preços e promoção de exportações – para redirecionar R$ 1,05 bilhão ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, com ações voltadas a grupos ligados ao MST. Essa inversão de prioridades revela o aparelhamento da máquina pública e o uso político do orçamento. A Frente atua com firmeza no Congresso para barrar esse desvio de finalidade e exigir transparência na aplicação de recursos públicos. Nosso compromisso é com os produtores que cumprem a lei e movem a economia brasileira.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Desmanche para o agro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na outra ponta, o setor que produz, alimenta, sustenta a economia e se mantém como o principal pilar social do país recebeu negativas sequenciais do governo para obter o básico para dar tranquilidade aos produtores rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O setor produtivo passou pela suspensão do Plano Safra, a falta do crédito rural, as altas de juros, e claro, as invasões de terras que aumentam consideravelmente à violência no campo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Retrocesso na gestão da reforma agrária</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Não é de hoje que o governo federal altera procedimentos e estimula a invasão de terras como ferramenta de pressão política, além de permitir a seleção de beneficiários por grupos organizados, em detrimento de um sistema universal e acessível. Foi assim com a Instrução Normativa (IN) nº 132, publicada em 27 de julho de 2023 pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que alterou os procedimentos para a declaração de interesse social de terras destinadas à reforma agrária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao eliminar a necessidade de um cadastro transparente e imparcial, a norma aumenta os riscos de uso político da reforma agrária, compromete a credibilidade do programa e a segurança jurídica do campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma, o Decreto nº 11.637, de 16 de agosto de 2023,  modificou o processo de titulação e gestão dos assentamentos, com a centralização das decisões no INCRA e a redução da autonomia dos assentados. A medida enfraquece a transparência e a impessoalidade da reforma agrária e pode transformar a redistribuição de terras em moeda de troca no cenário político, ao invés de ser uma solução estruturada para o desenvolvimento agrário e social do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas iniciativas vêm acompanhadas de remanejamento orçamentário que, na prática, beneficia o MST e outros movimentos invasores.</span></p>
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