<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Trabalhista &#8211; Agência FPA</title>
	<atom:link href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/category/trabalhista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br</link>
	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 13:05:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.4.8</generator>

<image>
	<url>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2020/05/cropped-agencia-fpa-2-32x32.png</url>
	<title>Trabalhista &#8211; Agência FPA</title>
	<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Agro pede transição equilibrada no debate sobre redução da jornada de trabalho</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/agro-pede-transicao-equilibrada-no-debate-sobre-reducao-da-jornada-de-trabalho/</link>
					<comments>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/agro-pede-transicao-equilibrada-no-debate-sobre-reducao-da-jornada-de-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agencia.fpagropecuaria.org.br/?p=32445</guid>

					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário levou ao debate sobre a redução da jornada de trabalho, nesta segunda-feira (18), na Câmara dos Deputados, o argumento de que atividades rurais exigem regras flexíveis e uma transição gradual para evitar impactos sobre a produção. Durante audiência pública da comissão especial que analisa propostas de redução da carga horária semanal e [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/agro-pede-transicao-equilibrada-no-debate-sobre-reducao-da-jornada-de-trabalho/">Agro pede transição equilibrada no debate sobre redução da jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O setor agropecuário levou ao debate sobre a redução da jornada de trabalho, nesta segunda-feira (18), na Câmara dos Deputados, o argumento de que atividades rurais exigem regras flexíveis e uma transição gradual para evitar impactos sobre a produção. Durante audiência pública da comissão especial que analisa propostas de redução da carga horária semanal e o fim da escala 6&#215;1, representantes de diferentes setores da economia defenderam que eventuais mudanças sejam construídas por meio de diálogo e negociação coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Representando a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o coordenador trabalhista Rodrigo Hugueney do Amaral Mello afirmou que o debate precisa considerar a realidade operacional de atividades contínuas ligadas à produção agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Trabalhamos com animais, plantas e atividades que não podem simplesmente parar na sexta-feira e serem retomadas na segunda-feira sem impactos diretos na produção”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Rodrigo, a discussão sobre redução da jornada não pode partir da premissa de que a medida, isoladamente, elevará a produtividade da economia brasileira. Para ele, experiências internacionais mostram que países que adotaram jornadas menores primeiro alcançaram elevados níveis de produtividade antes de avançarem na redução da carga horária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A produtividade não aumenta por decreto, por lei ou por emenda constitucional. Ela depende de fatores estruturais, tecnológicos e econômicos”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O representante da CNA também destacou que grande parte das atividades rurais envolve trabalho manual e remuneração baseada em produtividade. Como exemplo, citou colhedores de café, que recebem por quantidade colhida, além de atividades da pecuária leiteira, cuja operação não pode ser interrompida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Se o trabalhador rural atuar menos dias, ele produzirá menos e sua remuneração também será impactada”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro ponto levantado pelo setor agropecuário foi a preocupação com a possibilidade de fixação de escalas de trabalho diretamente na Constituição. Segundo Rodrigo Mello, a definição de escalas faz parte da gestão operacional das atividades econômicas e exige flexibilidade para garantir a continuidade da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As propostas em discussão na Câmara preveem a redução gradual da jornada semanal das atuais 44 horas para 36 horas e o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso. A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes, estabelece transição ao longo de dez anos. Já a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton, propõe semana de quatro dias de trabalho com período de adaptação de um ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A posição apresentada pelo agro foi acompanhada por representantes da indústria, comércio, transporte, saúde e educação, que também defenderam maior flexibilidade por meio de acordos e convenções coletivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Furlan afirmou que a redução da jornada sem corte salarial pode elevar custos de produção e pressionar preços ao consumidor. “A redução sustentável da jornada deveria ser consequência de ganhos de produtividade e não um ponto de partida”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Luciana Rodrigues afirmou que setores como comércio, bares, restaurantes e hotéis dependem de escalas flexíveis para atender demandas variáveis ao longo da semana. “Hoje não temos uma média de 44 horas semanais, mas sim de 39 horas semanais. E como atingimos essa média? Pelas negociações coletivas”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, alertou para dificuldades operacionais no transporte coletivo e estimou necessidade de contratação de mais de 250 mil profissionais caso a jornada seja reduzida sem uma transição gradual. “No caso específico do transporte, a gente tem que andar com o ônibus urbano sete dias por semana”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na área da saúde, Genildo de Albuquerque Neto, representante da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), defendeu uma implementação progressiva para evitar impactos no atendimento hospitalar e preservar modelos como a escala 12&#215;36. Segundo ele, “é necessário garantir flexibilizações que permitam acomodar diferentes escalas de trabalho no setor.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pelos estabelecimentos privados de ensino, Elizabeth Guedes afirmou que escolas poderiam enfrentar dificuldades para cumprir os 200 dias letivos previstos na legislação educacional caso não haja planejamento e adaptação gradual. “Falar em reduzir carga de trabalho, mantendo o salário, sem fazer um planejamento objetivo, é fazer poesia, não é fazer política trabalhista”, declarou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana, afirmou que o sentimento predominante no Congresso e na sociedade é favorável ao fim da escala 6&#215;1, mas reconheceu a necessidade de discutir formatos de transição e adequações para diferentes setores econômicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relatório inicial da proposta deverá ser apresentado nesta quarta-feira (20) pelo deputado Leo Prates.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/agro-pede-transicao-equilibrada-no-debate-sobre-reducao-da-jornada-de-trabalho/">Agro pede transição equilibrada no debate sobre redução da jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/05/19/agro-pede-transicao-equilibrada-no-debate-sobre-reducao-da-jornada-de-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
