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	<title>jorgeribeiro &#8211; Agência FPA</title>
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	<description>Comunicação da Frente Parlamentar da Agropecuária</description>
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	<title>jorgeribeiro &#8211; Agência FPA</title>
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		<title>Governo reconhece que fim da escala 6&#215;1 pode ter impacto maior no setor agropecuário</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 23:06:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta para pôr fim à escala 6&#215;1, com redução da jornada semanal de trabalho, deve gerar impactos distintos entre os setores da economia. No caso da agropecuária, os efeitos podem ser superiores à média nacional. De acordo com estudo preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego, setores como a agropecuária, a construção e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A proposta para pôr fim à escala 6&#215;1, com redução da jornada semanal de trabalho, deve gerar impactos distintos entre os setores da economia. No caso da agropecuária, os efeitos podem ser superiores à média nacional. De acordo com estudo preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego, setores como a agropecuária, a construção e o comércio podem ter um custo adicional que varia entre 7,8% e 8,6%. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os dados foram apresentados nesta terça-feira (10), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, durante audiência pública que debateu a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221 de 2019, que trata do tema. A sessão contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Segundo ele, é preciso “enfrentar o debate do impacto de custo”, embora defenda que esses efeitos não sejam “proibitivos” para a implementação das mudanças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o chefe da pasta, esse estudo do Ministério ainda está sendo elaborado e os setores poderão participar desta mensuração dos impactos. “Nós estamos abertos para sentar com a bancada de empregadores de todos os setores da economia, inclusive, para aprofundar cada setor qual o tamanho do impacto que deve ter”, disse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O levantamento foi apresentado pela subsecretária de Estatística e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Montagner. Segundo ela, o custo médio da redução da jornada de 44 horas semanais para 40 horas na economia geral é de 4,7% sobre a massa de rendimentos do país. Porém, alguns setores terão impactos distintos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Setores de transporte aquaviário e da indústria de alimentos &#8211; cerca de 10,5%;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Setores da agropecuária, da construção e do comércio &#8211; custo entre 7,8% e 8,6%;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Setor de serviços &#8211; custo de 1,6%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Ela lembrou que esses dados não levam em conta os gastos com a contratação de novos empregados para manter o nível de produção das empresas. O entendimento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é de que o debate deve ocorrer com uma base técnica mais robusta. Um dos pontos que precisa de mais atenção são as diferentes realidades trabalhistas setoriais e regionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No setor de produção de etanol, por exemplo, uma redução da jornada de 44 horas semanais para 40 horas deve gerar um incremento de custo entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões, devido a necessidade de novas contratações para compensar a produtividade. Para o setor de proteína suína e avícola, o impacto pode chegar a R$ 9 bilhões. Nas cooperativas agroindustriais, os gastos a mais com essas novas contratações devem ser de R$ 2,5 bilhões. </span></p>
<p><strong>Bancada questiona ministro sobre pontos sem definição</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A sessão com o ministro também serviu para que deputados da FPA apresentassem dúvidas sobre a forma como o governo pretende implementar a proposta, caso ela seja aprovada. O deputado federal Maurício Marcon (PL-RS) questionou, por exemplo, o risco de demissões.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-32078 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260226171539236MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260226171539236MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260226171539236MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260226171539236MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260226171539236MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;Como é que o governo vai obrigar uma empresa a não demitir um trabalhador para contratar outro pagando menos?&#8221;, indagou o parlamentar ao indicar que jornada de trabalho diminuirá a produtividade das empresas e isso deve restringir a manutenção dos empregos.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-32072 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260309174150733MED.jpeg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260309174150733MED.jpeg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260309174150733MED-300x185.jpeg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260309174150733MED-768x474.jpeg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260309174150733MED-750x463.jpeg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A deputada federal Julia Zanatta (PL-SC) classificou como “contrassenso” a posição do governo sobre o tema. Segundo ela, o governo tem elevado impostos para bancar o aumento dos gastos públicos, ao mesmo tempo em que defende a redução da jornada de trabalho. “O povo brasileiro está sendo sufocado, sim, mas é pelo Estado e por aqueles que defenderam o agigantamento do Estado”, afirmou. </span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-32073 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20251110160801597MED.jpg" alt="" width="1000" height="617" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20251110160801597MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20251110160801597MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20251110160801597MED-768x474.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20251110160801597MED-750x463.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda sobre o aspecto tributário, o deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) destacou que os custos estimados pelos setores são superiores aos apresentados pelo governo e alertou para o risco maior sobre empresas de menor porte. “O que nós temos que discutir é de que forma faremos para que as pequenas e microempresas, ou as empresas de maneira geral, tenham a sua compensação”, disse. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-32079 size-full" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260204172824036MED.jpg" alt="" width="1000" height="616" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260204172824036MED.jpg 1000w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260204172824036MED-300x185.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260204172824036MED-768x473.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/img20260204172824036MED-750x462.jpg 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quem também cobrou uma resposta do governo foi a deputada federal Gisela Simona (União-MT). O questionamento foi sobre a intenção do Executivo de inserir as alterações sobre jornada e escala na Constituição Federal. “Eu gostaria de entender, de forma bem objetiva, a posição do governo com relação àquilo que efetivamente se quer colocar nesse texto constitucional”, perguntou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nas respostas, o ministro disse que há estudos que apresentam ganho de produtividade com menos horas de trabalho. “Evidentemente terá impacto [negativo], mas será absorvido pelo impacto positivo na produtividade”. Além disso, Marinho afirmou que a ideia do governo não é enviar um projeto de lei para tratar do tema, mas avançar com PEC ou com outros projetos de lei que também abordam o assunto. Ainda conforme o ministro, essa articulação está sendo feita junto ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB).</span></p>
<p><strong>Novas discussões</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A audiência desta terça-feira foi a primeira de um ciclo de audiências aprovadas para serem realizadas na CCJC. O requerimento para as audiências foi feito pelo relator da matéria na comissão, deputado federal Paulo Azi (União &#8211; BA). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo serão quatro audiências públicas. As seguintes devem ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">com representantes da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).</span></li>
</ul>
<p><strong>Relembre </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">O tema da redução da jornada de trabalho e modificação da escala 6&#215;1 tomou corpo neste ano. Em movimento liderado pela FPA junto com a Coalizão de Frente Produtivas, parlamentares têm pedido que a discussão ocorra sem precipitação e com a participação dos diferentes setores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na semana passada, mais de 100 entidades representativas da economia brasileira emitiram um manifesto no qual defendem o debate da modernização da jornada de trabalho, com diretrizes consideradas essenciais para a discussão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma delas seria a preservação do emprego formal, além de uma atuação com políticas e estratégias para mitigar a informalidade. Outro aspecto trazido pelas entidades é a adoção de medidas para aumentar a produtividade. Além disso, o reconhecimento da heterogeneidade setorial e dos ajustes por meio de negociações coletivas também são apontados como pontos centrais para o debate. </span></p>
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		<title>Senado avaliza acordo Mercosul–UE e texto segue para sanção presidencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 22:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 41/2026, que ratifica o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Relatado pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Casa, o texto recebeu aval do plenário e segue agora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 41/2026, que ratifica o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Relatado pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Casa, o texto recebeu aval do plenário e segue agora para sanção presidencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O acordo estabelece a criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, integrando dois blocos que somam cerca de 718 milhões de pessoas e um PIB conjunto estimado em US$ 22,4 trilhões. Para a relatora, a aprovação marca um momento histórico na inserção internacional do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Estamos diante de um acordo histórico, aprovado após 26 anos de negociações entre o Mercosul e a União Europeia. Ele encerra um ciclo importante das relações comerciais internacionais e representa o último grande esforço de uma arquitetura comercial construída ao longo das últimas décadas, baseada na previsibilidade, na negociação técnica e na integração econômica”, afirmou a ex-ministra da agricultura durante a votação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O acordo prevê redução gradual de tarifas de importação em até 30 anos, com liberalização progressiva do comércio de bens e serviços entre os dois blocos. Segundo o governo brasileiro, a União Europeia eliminará tarifas para cerca de 95% dos produtos importados, o que corresponde a 92% do valor das exportações brasileiras ao bloco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais benefícios para o Brasil estão cotas preferenciais para produtos agrícolas, como carnes, açúcar e etanol, além da eliminação de tarifas para diversos produtos agroindustriais e industriais ao longo do cronograma de implementação.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-32048 size-large" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-1536x1025.jpg 1536w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli-1140x760.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2026/03/jaime-bagatolli.jpg 1862w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esse acordo precisa ser construído com diálogo e cooperação entre os blocos. Ele trará benefícios tanto para o Mercosul quanto para a União Europeia. No caso do Brasil, o agro é a grande mola mestre da economia, responsável por cerca de 28% do PIB. É um setor que envolve desde a agricultura familiar até os pequenos, médios e grandes produtores. Pela pujança que representa, nós, representantes no Congresso Nacional, precisamos valorizar ainda mais esse setor produtivo. Tenho certeza de que esse acordo trará bons frutos para o país”, afirmou o senador Jaime Bagattoli (PL-RO).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o debate, Tereza Cristina também ressaltou que o acordo preserva a soberania regulatória do país, garantindo que o Brasil mantenha sua capacidade de legislar sobre temas ambientais, sociais e econômicos. </span><span style="font-weight: 400">“O texto é claro ao assegurar o direito de regular. Isso significa que o Brasil continuará definindo suas próprias políticas públicas, inclusive nas áreas ambiental e agrícola, sem abrir mão de seu marco regulatório”, afirmou.</span></p>
<p><strong>Salvaguardas e proteção ao setor produtivo</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após articulação da senadora Tereza Cristina com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o governo federal publicou nesta quarta-feira, em edição suplementar do Diário Oficial da União, o Decreto nº 12.866, de 4 de março de 2026, que regulamenta a investigação e a aplicação de medidas de salvaguardas bilaterais em acordos comerciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O decreto estabelece, entre outros pontos, que o Brasil poderá adotar medidas de proteção quando o aumento de importações de produtos com preferência tarifária causar ou ameaçar causar prejuízo grave à indústria doméstica, permitindo, por exemplo, suspender cronogramas de redução tarifária, reduzir preferências concedidas ou estabelecer cotas tarifárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a senadora, a medida garante instrumentos adicionais de defesa comercial para o país no processo de implementação do acordo. </span><span style="font-weight: 400">“Nós temos o decreto das salvaguardas bilaterais, além do capítulo do próprio acordo que prevê esses mecanismos e também a nossa lei de reciprocidade. Isso garante que o Brasil tenha instrumentos para proteger seus setores produtivos caso seja necessário”, afirmou Tereza Cristina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O acordo Mercosul–União Europeia foi assinado em 17 de janeiro de 2026, em Assunção, após mais de duas décadas de negociações entre os dois blocos. A etapa atual trata da internalização do instrumento pelos parlamentos nacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a relatora, a implementação exigirá acompanhamento permanente do Congresso. “Nosso trabalho não termina com a ratificação. Precisaremos monitorar a implementação, identificar setores que demandem apoio e garantir que o Brasil aproveite plenamente as oportunidades abertas por esse novo capítulo da integração econômica internacional”, concluiu.</span></p>
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		<title>Seguro rural: Câmara aprova urgência para projeto que reforça proteção ao produtor</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/03/02/seguro-rural-camara-aprova-urgencia-para-projeto-que-reforca-protecao-ao-produtor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 22:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Marcel van Hattem]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à pressão do campo por respostas mais rápidas diante das perdas climáticas e da insegurança no financiamento do seguro rural, a Câmara dos Deputados aprovou o REQ 212/2026, que acelera a tramitação do PL 2951/2024. O requerimento é de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Em meio à pressão do campo por respostas mais rápidas diante das perdas climáticas e da insegurança no financiamento do seguro rural, a Câmara dos Deputados aprovou o REQ 212/2026, que acelera a tramitação do PL 2951/2024. O requerimento é de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), e o projeto é de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado.</span></p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">A proposta aperfeiçoa os marcos legais do seguro rural, tema considerado estratégico para a política agrícola nacional e para a mitigação dos riscos da produção agropecuária.</span></p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Para Pedro Lupion, a urgência da matéria se impõe diante do avanço e da recorrência de eventos climáticos extremos, que têm afetado diretamente a renda do produtor, a cadeia produtiva, os preços dos alimentos e a previsibilidade no campo. O parlamentar também destaca que o projeto enfrenta um dos principais gargalos do setor: a instabilidade e a insuficiência de recursos para a subvenção ao prêmio do seguro rural (PSR), além de buscar mais segurança jurídica, eficiência fiscal e fortalecimento da governança do sistema.</span></p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Segundo Lupion, a tramitação acelerada é importante também pela proximidade de novas safras, o que exige maior previsibilidade para produtores, seguradoras e agentes financeiros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-28653 size-large" src="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-1024x683.jpg 1024w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-300x200.jpg 300w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-768x512.jpg 768w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-750x500.jpg 750w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03-1140x760.jpg 1140w, https://agencia.fpagropecuaria.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2024/06/Deputado_Marcel_Van_Hattem_NOVO-RS_03.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Durante a discussão em plenário, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) reforçou o apoio à urgência e destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores do Rio Grande do Sul após a enchente histórica no estado, defendendo que o tema receba tratamento célere diante da gravidade da situação no campo.</span></p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="_aupe copyable-text xkrh14z">Com a aprovação da urgência, o projeto segue para votação do mérito na Casa.</span></p>
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		<title>NOTA OFICIAL: Invasão do terminal da Cargill</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/02/22/nota-oficial-invasao-do-terminal-da-cargill/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 11:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Oficiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A invasão do terminal da Cargill, no Porto de Santarém (PA), é um ato ilegal e incompatível com o Estado Democrático de Direito. A ocupação forçada de instalações privadas extrapola qualquer forma legítima de manifestação e configura prática inadmissível, sobretudo quando busca impor paralisação coercitiva de atividades essenciais. O ordenamento jurídico brasileiro garante o direito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A invasão do terminal da Cargill, no Porto de Santarém (PA), é um ato ilegal e incompatível com o Estado Democrático de Direito.</p>
<p>A ocupação forçada de instalações privadas extrapola qualquer forma legítima de manifestação e configura prática inadmissível, sobretudo quando busca impor paralisação coercitiva de atividades essenciais.</p>
<p>O ordenamento jurídico brasileiro garante o direito de manifestação, mas não autoriza a invasão de propriedade nem a interrupção forçada do funcionamento de empresas.</p>
<p>A estabilidade das relações institucionais, a segurança jurídica e a proteção da propriedade são pressupostos indispensáveis à convivência democrática.</p>
<p><strong>Dep. Pedro Lupion</strong><br />
<em>Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária</em></p>
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		<title>Salvaguardas geram preocupação no Senado no debate sobre o acordo Mercosul–UE</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/02/04/salvaguardas-geram-preocupacao-no-senado-no-debate-sobre-o-acordo-mercosul-ue/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 19:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na retomada dos trabalhos da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal, o presidente do colegiado, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), afirmou que o Acordo Mercosul–União Europeia deve avançar com cautela, sendo aprovado “no tempo certo e nas condições certas”. O parlamentar destacou a preocupação com as salvaguardas comerciais incluídas no texto, incorporadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="441" data-end="899">Na retomada dos trabalhos da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal, o presidente do colegiado, senador <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Zequinha Marinho</span></span> (Podemos-PA), afirmou que o Acordo Mercosul–União Europeia deve avançar com cautela, sendo aprovado “no tempo certo e nas condições certas”. O parlamentar destacou a preocupação com as salvaguardas comerciais incluídas no texto, incorporadas após pressão de setores agrícolas europeus.</p>
<p data-start="901" data-end="1356">Integrante da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Frente Parlamentar da Agropecuária</span></span> (FPA), Zequinha Marinho ressaltou ainda a urgência da regulamentação da Lei da Reciprocidade, originada do Projeto de Lei nº 2.088/2023, de sua autoria. Para a FPA, a norma é considerada essencial para garantir que o Brasil disponha de mecanismos ágeis, firmes e proporcionais de reação diante de eventuais salvaguardas ou medidas unilaterais adotadas pela <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">União Europeia</span></span>.</p>
<p data-start="1358" data-end="1749">Além da regulamentação da lei, a FPA pretende atuar na construção de um marco legal específico para salvaguardas bilaterais. Segundo o senador, a proposta busca fortalecer a posição do Estado brasileiro nas negociações internacionais, ampliar a segurança jurídica aos produtores rurais e assegurar respostas eficazes na proteção da produção nacional e dos setores mais sensíveis da economia.</p>
<p data-start="1751" data-end="2144">O senador <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Jaime Bagattoli</span></span> (PL-RO) também manifestou preocupação com as salvaguardas previstas no acordo. Para ele, cabe ao Congresso Nacional analisar o tratado com atenção, de forma a evitar impactos negativos ao agronegócio brasileiro. “O Parlamento precisa se debruçar sobre o acordo para assegurar que nossos produtores não arquem com custos adicionais”, afirmou.</p>
<p data-start="2146" data-end="2478">Entre os pontos considerados mais sensíveis, a União Europeia incluiu uma cláusula que prevê a suspensão automática das concessões comerciais caso as importações provenientes da América Latina aumentem mais de 5%, ou se os preços dos produtos agrícolas europeus recuarem no mesmo percentual, com base na média dos últimos três anos.</p>
<p>O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) alertou para o impacto específico sobre a cadeia da uva e do vinho no Brasil. Segundo ele, o setor não teria condições de competir com os produtores europeus diante da elevada carga tributária interna e dos custos de produção.</p>
<p>“A questão da uva e do vinho é extremamente preocupante. O custo da uva brasileira é alto e a carga tributária sobre o vinho e os sucos é enorme. Do jeito que está, jamais seremos competitivos com a União Europeia. Isso pode aniquilar um setor altamente produtivo, que envolve mais de 30 mil famílias no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em propriedades de dois a quatro hectares”, afirmou.</p>
<p>Para Heinze, o tema exige um debate aprofundado no Congresso. “Em alguns segmentos somos altamente competitivos, mas nesse caso específico não temos nenhuma condição de competir com os europeus. É fundamental que esta Casa se debruce sobre esse assunto”, concluiu.</p>
<p><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<title>Crédito rural: TCU avalia investigação sobre venda casada em financiamentos ao produtor</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2026/01/27/credito-rural-tcu-avalia-investigacao-sobre-venda-casada-em-financiamentos-ao-produtor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 18:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Fernanda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar, nesta semana, a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural. A iniciativa foi proposta pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT) e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="262" data-end="613">O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar, nesta semana, a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural. A iniciativa foi proposta pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT) e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado.</p>
<p data-start="615" data-end="1147">O tema volta ao centro do debate em um contexto de juros elevados, aumento do endividamento no campo e maior restrição ao acesso ao crédito por parte dos produtores rurais. Caberá agora ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de financiamento, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios — como seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos — como condição para a liberação do crédito, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p data-start="1149" data-end="1569">Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise no TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, afirma a parlamentar.</p>
<p data-start="1571" data-end="1966">Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, na condição de órgão supervisor do sistema financeiro, também deverá ser objeto da apuração.</p>
<p data-start="1968" data-end="2453">A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam recursos públicos. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.</p>
<p data-start="1968" data-end="2453"><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<item>
		<title>NOTA OFICIAL &#124; FPA: é preciso agir rápido para evitar impacto alto da salvaguarda chinesa neste início de 2026</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/12/31/nota-oficial-fpa-e-preciso-agir-rapido-para-evitar-impacto-alto-da-salvaguarda-chinesa-neste-inicio-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Oficiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanha com preocupação a medida anunciada pela China sobre importações de carne do Brasil. O tema já estava no radar e, agora, exige reação rápida para evitar instabilidade no mercado e efeitos no abate e na renda do produtor no início de 2026. A FPA vai atuar imediatamente junto [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/12/31/nota-oficial-fpa-e-preciso-agir-rapido-para-evitar-impacto-alto-da-salvaguarda-chinesa-neste-inicio-de-2026/">NOTA OFICIAL | FPA: é preciso agir rápido para evitar impacto alto da salvaguarda chinesa neste início de 2026</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanha com preocupação a medida anunciada pela China sobre importações de carne do Brasil. O tema já estava no radar e, agora, exige reação rápida para evitar instabilidade no mercado e efeitos no abate e na renda do produtor no início de 2026.</p>
<p>A FPA vai atuar imediatamente junto ao MAPA, Itamaraty e à área de comércio exterior do governo para abrir um canal de negociação com as autoridades chinesas e buscar soluções que preservem previsibilidade ao setor.</p>
<p>Também solicitará um levantamento técnico sobre o fluxo recente das exportações para embasar a estratégia brasileira e reduzir riscos de redução e desorganização de mercado.</p>
<p><em>Frente Parlamentar da Agropecuária</em></p>
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		<title>NOTA OFICIAL &#8211; Marco Temporal: FPA vai avançar na discussão da PEC 48/23</title>
		<link>https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/12/15/nota-oficial-marco-temporal-fpa-vai-avancar-na-discussao-da-pec-48-23/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jorgeribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 16:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Oficiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanha o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da Lei 14.701/2023, que trata do Marco Temporal para demarcação de terras indígenas no Brasil, e reconhece pontos importantes no voto apresentado pelo ministro Gilmar Mendes. O voto mantém em vigor regras fundamentais da lei aprovada pelo Congresso Nacional, que garante [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br/2025/12/15/nota-oficial-marco-temporal-fpa-vai-avancar-na-discussao-da-pec-48-23/">NOTA OFICIAL &#8211; Marco Temporal: FPA vai avançar na discussão da PEC 48/23</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://agencia.fpagropecuaria.org.br">Agência FPA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanha o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da Lei 14.701/2023, que trata do Marco Temporal para demarcação de terras indígenas no Brasil, e reconhece pontos importantes no voto apresentado pelo ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>O voto mantém em vigor regras fundamentais da lei aprovada pelo Congresso Nacional, que garante mais transparência e segurança aos processos de demarcação. Entre esses pontos estão a gravação de entrevistas, critérios claros para atuação de peritos, a participação dos produtores nos procedimentos e o reconhecimento da validade dos títulos de propriedade, nos casos de ampliação de terras indígenas. A decisão também prevê o direito de permanência temporária de quem ocupa a terra de boa-fé, evitando retiradas imediatas sem solução definida.</p>
<p>Outro avanço foi a definição de regras para invasões recentes. Nos casos ocorridos após 15 de dezembro de 2025, a retirada dos invasores deverá ser imediata, o que ajuda a evitar novos conflitos no campo.</p>
<p>Por outro lado, a FPA manifesta preocupação com a retirada do trecho da lei que trata diretamente do Marco Temporal. Esse ponto é central para dar previsibilidade e evitar disputas fundiárias no país.</p>
<p>Alertamos ainda que o prazo de 10 anos proposto para concluir as demarcações não resolve o problema, especialmente sem o marco temporal, ou seja, um critério objetivo que traga segurança jurídica e previsibilidade.</p>
<p>Diante disso, a FPA seguirá trabalhando no Congresso Nacional para concluir a votação da PEC 48/2023, que estabelece o Marco Temporal na Constituição e garante segurança jurídica para todos os envolvidos.</p>
<p><em>Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)</em></p>
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		<title>Pezenti é reconhecido como parlamentar mais atuante da CAPADR em 2025</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:19:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pezenti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado federal Pezenti (MDB-SC) foi reconhecido, por unanimidade, nesta quarta-feira (10), como o parlamentar mais atuante da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados em 2025. A homenagem destaca a liderança do catarinense na defesa da agricultura familiar, do produtor rural e de pautas essenciais para o setor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="234" data-end="812">O deputado federal Pezenti (MDB-SC) foi reconhecido, por unanimidade, nesta quarta-feira (10), como o parlamentar mais atuante da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados em 2025. A homenagem destaca a liderança do catarinense na defesa da agricultura familiar, do produtor rural e de pautas essenciais para o setor em Brasília. Além do trabalho no colegiado, Pezenti é coordenador de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), função em que reforça a agenda de sustentabilidade aliada à produção.</p>
<p data-start="814" data-end="1038">“O deputado Pezenti teve uma participação muito ativa nesta Comissão e essa homenagem é justa por tanta dedicação ao nosso setor”, afirmou o presidente da CAPADR, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), ao justificar a premiação.</p>
<p data-start="1040" data-end="1317">O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), também enalteceu a atuação do colega. “O Pezenti chegou quietinho, discreto, com muita humildade. Hoje domina os grandes debates do nosso setor aqui no Congresso Nacional e é uma liderança respeitada por todos nós.”</p>
<p data-start="1319" data-end="1604">Em seu primeiro mandato, Pezenti consolidou-se como uma das vozes mais influentes da Comissão, atuando em temas como valorização do pequeno produtor, segurança jurídica no campo, competitividade da produção nacional e enfrentamento das crises que atingem diferentes cadeias produtivas.</p>
<p data-start="1606" data-end="1963">“Receber no meu primeiro mandato esse reconhecimento me deixa muito honrado. A agricultura, para mim, não é bandeira de mandato, é missão de vida. Eu tenho muito orgulho do barro que tenho embaixo da unha. Meus pais ainda hoje são pequenos agricultores, e é por tantos quanto eles que eu luto aqui no Congresso”, destacou o deputado ao agradecer a honraria.</p>
<p data-start="1965" data-end="2182" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O prêmio da CAPADR é concedido aos parlamentares que se destacam pela atuação legislativa, participação ativa nos debates, relatorias, articulação de propostas e dedicação permanente às demandas do setor agropecuário.</p>
<p data-start="1965" data-end="2182" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>Com informações da assessoria.</em></p>
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		<title>CMO aprova relatório da Agricultura com emenda de Arnaldo Jardim que destina R$ 5 milhões à Embrapa Agroenergia</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 15:15:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Congresso Nacional aprovou, nesta terça-feira (9), o relatório setorial de Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Pesca do Orçamento de 2026 (PLN 15/25), que incorpora R$ 804,4 milhões em emendas parlamentares ao orçamento originalmente previsto de R$ 17,2 bilhões para os três ministérios. Entre as ações contempladas, ganha destaque a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Congresso Nacional aprovou, nesta terça-feira (9), o relatório setorial de Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Pesca do Orçamento de 2026 (PLN 15/25), que incorpora R$ 804,4 milhões em emendas parlamentares ao orçamento originalmente previsto de R$ 17,2 bilhões para os três ministérios. Entre as ações contempladas, ganha destaque a emenda de R$ 5 milhões apresentada pelo vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), para reforçar as pesquisas da Embrapa Agroenergia no âmbito da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Jardim, o investimento tem caráter estratégico para a inovação e o fortalecimento da base tecnológica do campo brasileiro. “Esse recurso será importante para alavancar as pesquisas em biocombustíveis avançados e a transição energética a partir da agricultura”, afirmou o deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Brasil tem competência científica, tem vocação produtiva e tem demanda crescente por soluções sustentáveis. Investir na Embrapa significa apostar em um futuro de maior competitividade, autonomia e sustentabilidade”, completou o vice-presidente da FPA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relator do parecer, deputado Diego Coronel (PSD-BA), afirmou que reforçou áreas estratégicas, sobretudo o papel da Embrapa no desenvolvimento de novas fronteiras agrícolas. Ele citou avanços consolidados pela empresa, “como a expansão da produção de grãos no oeste da Bahia, a retomada da competitividade do cacau brasileiro e estudos sobre culturas industriais emergentes, a exemplo do cânhamo.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das ações vinculadas à pesquisa agropecuária, Coronel lembrou que diversas emendas foram direcionadas ao fomento do setor agropecuário. Embora o Executivo tenha enviado ao Congresso apenas R$ 500 milhões para essa finalidade, parlamentares autorizaram R$ 2,5 bilhões para o programa ao longo de 2025, recompondo a estrutura de apoio ao produtor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O relatório também prevê R$ 122,6 milhões para investimentos de empresas vinculadas ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, incluindo as Centrais de Abastecimento de Minas Gerais e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a aprovação na CMO, o parecer segue agora para ser incorporado ao relatório final do Orçamento de 2026.</span></p>
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