Greenpeace tem conta bloqueada na Índia



Há um provérbio muito citado aqui no Brasil pelos mais velhos: “Quem com muitas pedras bole, uma na cabeça lhe cai”. Como sabemos, os “ditados” sempre expressam uma verdade. Foi o que aconteceu recentemente lá na misteriosa Índia, cujo fato compartilhamos com todos os nossos internautas.

Dias atrás, o governo indiano bloqueou contas bancárias do Greenpeace, após acusar o grupo de encorajar protestos “anti-desenvolvimento” e violar regras financeiras para a movimentação de verbas internacionais.

O serviço de inteligência da Índia percebeu que o Greenpeace e outros grupos de ativistas estavam prejudicando a economia do país, recorrendo a fundos estrangeiros para fazer campanha contra projetos econômicos que iam gerar muitos empregos e renda para o sofrido povo indiano.

Nos últimos meses, militantes do Greenpeace acusaram o governo do primeiro-ministro Narendra Modi de violar as regras ambientais ao permitir que indústrias operem mais perto de zonas verdes protegidas.

Desde que chegou ao poder, em maio do ano passado, Modi promoveu uma série de reformas e novas políticas, tornando mais fácil para as empresas ganharem a aprovação de novos projetos.

Recorda-se que em setembro de 2013, um grupo de militantes dessa ONG foi preso por atos de vandalismo na Rússia durante um protesto contra a exploração do petróleo no Ártico.

É conveniente dizer que por aqui acontece o contrário. O Greenpeace e Ongs outras até recebem patrocínio de empresas genuinamente brasileiras e estrangeiras também para importunarem, futucarem e promoverem, com ampla liberdade, atos de toda sorte na tentativa de barrar o nosso desenvolvimento e os avanços do setor produtivo rural. Pode?

A propósito, convém considerar o que nos informa o renomado jornalista Mauro Zafalon, da Coluna “Vaivém das Commodities”, publicada diariamente na Folha de São Paulo: “O Brasil deixa de ser líder mundial nas exportações de carne bovina neste ano. Vai perder o lugar para os indianos. Pelo menos é o que prevê o Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *