Brasil ganha de goleada nos campos da produção de alimentos



Não é de hoje que a torcida organizada dos ambientalistas torce contra a equipe dos produtores rurais brasileiros. Em cada jogo, quanto mais torciam contra a nossa seleção, mais gols nossos “atletas” faziam contra os adversários, os nossos concorrentes. Enquanto a Alemanha ganhava do Brasil por um placar humilhante, (Senhor, tenha piedade de nós) o governo divulgava uma boa nova. Um resultado que enchia de orgulho todos aqueles que, verdadeiramente, torciam e torcem pelo sucesso do Brasil, em qualquer campo: uma goleada, melhor dizendo, uma produção de alimentos de 194 milhões de toneladas de alimentos (arroz, feijão, milho, soja, sorgo, trigo,  etc, etc).

Tal escore amedrontou e amedronta todos aqueles que nos enfrentam e enfrentarão, aqui ou lá fora. Na “Copa do Mundo” deste ano um belo gol de placa, merece ser comemorado. De placa, não, de produtividade: são em média 3.700 quilos por hectare colhidos nos campos da região Centro-Sul.   É conveniente que se diga: ao longo dos ciclos das lavouras, produtores jogaram (plantaram) limpo, não receberam nenhum cartão amarelo ou vermelho, apesar das provocantes e agressivas joelhadas nas costas e nas canelas praticadas pelos adversários (concorrentes), sempre com o apoio e o estímulo dos torcedores-ambientalistas, atentos nos seus confortáveis camarotes, salas Vips, tribunas e também nas arquibancadas às jogadas dos nossos craques. Revoltante foi perceber que um simples drible que um dos nossos jogadores sofriam eram vaiados pelos nossos hermanos ambientalistas. Oh tempos! Oh costumes! Dessa ingrata torcida nunca os nossos jogadores (produtores) foram merecedores de um pequeno gesto de simpatia. Muito pelo contrário, apupos, insultos e até “bananas”. E do “juiz”? Este fazia muitas vezes vistas grossas, mesmo reconhecendo que o nosso escrete era procurado em campo, e dos adversários (ambientalistas), aliados a torcidas de outras “seleções”, recebiam os mais duros golpes, cujas faltas foram identificadas pelos “cronistas esportivos” e acolhidas com destaque (manchetes) pela imprensa.

Vejam os nomes:   desmatadora, poluidora, venenosa e apelidos que tais. Quanto mais nossos “craques” apanhavam, mais motivados se apresentavam. Olha essa jogada: ao longo do jogo, se o clima não atrapalhar, (e o juiz também) a nossa seleção vai bater um novo recorde, qual seja, a colheita de trigo. Serão 7,4 milhões de toneladas deste alimento que resulta no nosso pão de cada dia. E olha que somos altamente dependentes deste cereal. Se tal volume se confirmar, podemos pensar na tão sonhada autossuficiência. Afinal, o trigo não é um produto de segurança alimentar?  Para os adversários, não. Eles preferem que importemos da Argentina, dos Estados Unidos, da Rússia, do Canadá e de onde mais produzir. Sabemos que eles veem com bons olhos só os “jogadores” de lá.

Incentivados por Ongs patrocinadas pelos adversários do Brasil esses barulhentos “torcedores” preferem defender o sucesso de outras seleções. Como se vê, infelizmente, por aqui, os que produzem gols nos campos do Brasil são alvos da fúria dos que produzem faltas e gritos; sempre torcendo contra o setor (escrete) mais exitoso de todos os “esportes”  – o setor produtivo de alimentos. Essa taça é nossa. Afinal, nesse campo, somos campeões! Portanto, nessa e em outras Copas do Mundo, humilhação, vergonha, vexame jamais… nem maracanaço, nem mineiratzen.

* Texto produzido pela Assessoria de Imprensa da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)

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